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Noite Maravilhosa no Sonho Meu!

Relato erótico da menina R.
Certo dia eu estava em casa toda desanimada, ai minha prima me ligou para sairmos (eu, ela e o namorado dela), eu como não estava animada, disse que não iria! Mas de tanto ela insistir eu acabei aceitando. Decidimos ir para uma festa que acontece todas as quitas no bar chamado Sonho Meu, chegando lá fui tomar uma bebida para ver se me animava, mas não adiantou continuei desanimada, até o momento que eu vir um rapaz lindo, devia ter 1,82 de altura, moreno claro, corpo musculoso e rosto lindo, aquela boca…ai que delicia! Nesse momento eu fiquei extremamente excitada e animada, mas depois voltei ao estado normal, pois ele não dava bola pra ninguém, só ficava curtindo com os amigos e bebendo, até que eu vir o namorado de minha prima conversando com ele, nessa hora a minha esperança aumentou e na mesma hora que o namorado da minha prima chegou perto de mim, eu pedi a ele, para ele me apresentar aquele gato! Ele deu risada e foi falar com o garoto. Meu coração batia acelerado e aumentou ainda mais quando ele veio em minha direcção. Quando chegarão o namorado de minha prima me apresentou o gato (Sr. P.), e ele veio ao meu ouvido e falou:
– Vamos sair daqui?foder noite

Eu na mesma hora aceitei! Ele me levou para o carro e sairmos, eu perguntei para onde iríamos, mas ele só me disse que iríamos para um lugar mais tranquilo!

Eu poderia ficar assustada, mas o meu tesão era tanto que eu nem reclamei. Mas quando chegamos ao local, mesmo não demonstrando muita segurança na minha fala disse que não iria entrar (era em um motel), mas ele como a maior paciência disse que só iríamos relaxar e que não iria forçar nada! Quando entramos e ele começou a me beijar a minha excitação subiu as alturas, ele foi me chupando toda, quando eu menos esperava, ele estava passando a língua na minha bucetinha molhada! Não demorou nada e ele começou a penetrar aquele pau maravilhoso na minha buceta! Quanto mais ele metia, mas mandava eu gritar, me dando tapas maravilhosos na minha bunda e me chamando de tudo que era nome. Quanto mais eu gritava, mas ele penetrava com vontade na minha buceta e pedia para eu gritar ainda mais! Falava que ali eu poderia gritar o quanto eu quiser que ninguém iria nos perturbar. E foi o que aconteceu, eu gritava de tesão, e ele com uma vontade alucinante me fez gozar duas vezes, uma atrás da outras, sem me dar um descanso! Depois disso, ele tirou o pau de dentro de mim, e gozou muito no meu rosto! Ai que delicia…!!!
Depois disso tudo, tomamos banho e ele me levou de voltar pra festa, chegando lá minha prima já estava a minha espera para irmos embora, e eu já estava exausta de tanto ser fodida, aceitei sem reclamar.
Foi maravilhoso esse dia! Eu agradeço a minha prima até hoje por ter insistido em me levar!





Sexo ao ar livre

RELATO ERÓTICO DO SR. A.
Agosto, eu e a namorada da altura resolvemos ir passear pelas montanhas. Tudo normal um dia quente, saímos do carro para fazer uma caminhada, embora o tempo estivesse daqueles, a ameaçar desabar uma tempestade. Ela levava um calção bem justinho, assim como o top, eu de calção e t-shirt. De repente desaba uma daquelas cargas de água, como é óbvio em minutos ficamos todos encharcados.
A preocupação era descobrir um abrigo, e vimos ao longe um casebre, aparentemente abandonado. As nossas roupas colavam-se ao corpo e as formas estavam bem definidas, ela corria na minha frente e eu via as nádegas dela a abanar, e que nádegas que ela tinha, eram simplesmente prefeitas!!!
Ao chegar ao casebre a porta estava presa só por um arame, abrimos e entramos, lá dentro existia só palha, era um celeiro. Olhamos um para o outro a escorrer agua mas sem frio pois estava um dia quentíssimo. Começou a trovejar e a relampejar, e ela sempre teve receio de trovoadas e agarrou-se a mim. O corpo dela via-se através das roupas, os bicos dos seios, aqueles seios lindos que ela tinha, via-se o papinho da cona, era como se ela estivesse nua mas muito mais sensual, eu estava da mesma maneira todas as formas se viam através da roupa.
Colados um no outro começou a dar aquela vontade, e eu sempre no desejo de fazer sexo ao ar livre… então, ela meteu a mão nos meus calções e esfregava-o, eu, as mãos nos calções dela e esfregava-a, sentia a minha mão cheia e comecei a senti-la molhada, ela agarrava o meu caralho e esfregava-o de cima a baixo, o cheiro da terra molhada, misturado com o cheiro da palha, o vento lá fora, o barulho dos relâmpagos, a porta a ranger, a chuva a cair tudo isso estava a proporcionar um ambiente surreal, enfie-lhe dois dedos na coninha e ela suspirou.
De repente ela ajoelha-se na minha frente e baixa os calções, não totalmente só a pontos de o tirar para fora, e abocanhou-o primeiro só com os lábios a volta da cabeça dele, e a dar uma lambidelas, tendo o cuidado de passar a ponta da linguazinha no buraquinho dele. De repente abocanha-o todo ate não lhe caber mais na boca….sexo ao ar livre
Essa sensação de sentirmos o caralho a ser engolido dá um prazer enorme, ela olhava sempre nos meus olhos para se aperceber se eu estava a tirar o máximo prazer. Tirava-o da boca e passava-me a língua desde o fundo dos tomates ate a cabeça dele.
Estava a ser demais, ela tirou o top e começou a esfregar as mamas, roçava-se com elas desde o caralho ate ao meu peito e esticava-as até a minha boca para eu as poder lamber.
Eu já estava cego de tanto tesão. Agarrei-a e virei-a de costas para mim, fiz com que ela se dobrasse e se agarra-se a uma espécie de cerca que ali se encontrava para segurar a palha, e enfie-lho de uma estocada só, ela fez aquele suspiro, eu comia-a à força toda… aninhei-me um pouco e prendi-lhe as ancas no meio das minhas coxas, enquanto lhe dava umas valentes palmadas naquelas nádegas.
Enterrava-lho todo ate sentir que batia lá no fundo e a sentia gemer mais e mais.
Dobrei-me sobre ela e agarrei-me também a cerca, e empurrava-a para a frente, como se a quisesse-se varar com o meu caralho. Ela pedia para lhe enfiar mais e mais, que a comesse toda, eu chamava-a de vaca, ela dizia: enfia caralho!!! só tens isso para dar???
Isso ainda me entesava mais e enterrava-o ate começar a sentir que entrava mais atrás, numa zona mais apertada, ela gemia de prazer. Até que senti as pernas dela a tremer, a gritar de prazer, e esporrei-me todo bem lá no fundo, ela abriu as pernas como se tivesse perdido as forças e simplesmente deixou-se cair e sentou no chão a arfar. Ficamos ali mais uns minutos abraçados. Esperamos que o temporal passasse e fomos tomar um banhinho ali próximo num ribeiro… ao ar livre, tal como viemos ao mundo…. e estes relatos eróticos ainda não ficam por aqui… esta história tem continuação, mas ficará para uma próxima!!! Boas Fodas como diz a minha amiguinha Coelhinha! 😉



Só para uma noite de sexo

Estávamos em Janeiro, sempre detestei essa altura do ano… Estava frio e não apetecia muito andar na rua, resolvi passar o sábado todo em casa, na Internet a navegar por sites ao acaso… (nestas alturas o que gosto mesmo de fazer é meter-me na cama com uma bela companhia e roçar a minha ratinha até mais não….) Entrei numa rede social e adicionei alguém no msn (naquelas contas que temos sempre para umas aventuras e besteiras).
O rapaz, não tinha rosto, ou seja não tinha fotos no seu perfil e como tal não fazia a mínima ideia de quem era, se era feio, bonito, gordo ou magro, mas também isso não me incomodava, a minha única foto, no meu perfil também não era uma foto real minha, era uma imagem de uma diabinha… portanto estávamos no mesmo pé…. sem saber nada, um do outro….
O meu perfil dizia que tinha 30 anos e no dele dizia 28…. nunca saberei se era verdade, até porque se eu na realidade tinha 22 ele também podia perfeitamente estar a mentir…
Começamos a conversar de coisas banais, nenhum dos dois quis saber grande coisa sobre o outro… não houve pedidos de identificação, de fotografias nem de web cams ligadas…. e assim a conversa evoluiu até ao sexo… e quando estamos incógnitos é muito mais fácil nos libertarmos… até que a dada altura ele me disse: o que achavas se alguém te propusesse encontrar-se contigo só para uma noite de sexo??
A Coelhinha pediu para ele se explicar melhor…. e o Sr.XXX (de quem ainda não sei o nome) propôs-me assim uma noite de sexo , num hotel a meu gosto, com uma simples condição: Não nos poderíamos ver…. íamos foder completamente no escuro….
Quando li aquilo comecei a ficar inquieta, é que a proposta agradava-me imenso, mas era complicado ir encontrar-me com um desconhecido e foder com ele sem saber a minima coisa a seu respeito….
No entanto passado uma meia hora de conversa e discussões foi precisamente esse o motivo que me levou a aceitar a proposta… o desconhecido e a sensação de só sentir sem nunca ver…. 😉
Telefonei à menina A. uma amiguinha minha que trabalhava na recepção do Hotel XXX no Porto. Falei com ela, contei-lhe em linhas gerais o que pretendia fazer… Queria que ela estivesse na recepção no dia marcado, afinal de contas ía ter um encontro completamente às escuras!!!!!
O dia foi combinado pela internet, indiquei-lhe o hotel que pretendia e ele assentiu. Disse-me que ia chegar primeiro, esperando-me já no quarto quando eu chegasse… Concordei, pois assim já saberia pelo menos se devia subir ou não, afinal de contas a minha amiga ia atende-lo na recepção.so para uma noite de sexo
Quando passado cerca de uma semana entrei no Hotel, vestia um casaco de cabedal quase até aos pés, calçava umas botas, e por baixo trazia somente umas meias, (daquelas que eu adoro, que são meias e cinto de ligas ao mesmo tempo) nada de sutien, nada de fios, nada de anéis, absolutamente mais nada….
Dirigi-me à recepção, a menina A. olhou-me e riu-se, disse-me que tinha indicações de uma menina que ia chegar e que devia mandar para o quarto XX, claro que a menina era aqui a Coelhinha…. 😉
Fiquei apreensiva na hora de subir, mas a menina A. disse-me a brincar se eu não fosse iria ela mesmo no meu lugar, e que não tivesse problema porque se o interior fosse como o pacote eu não me ia arrepender…. 🙂
Subi, passei a chave na porta do quarto, ela destrancou e eu entrei… estava completamente ás escuras, fechei a porta atrás de mim e não sabia para onde me dirigir… ele já conhecia o quarto, mas eu não!!!
Nesse momento ele disse baixinho: tem calma, eu vou buscar-te, e quando dei conta fui tocada num braço e agarrada pela mão…. o Sr.XXX dirigiu-me para um sofá e disse-me: podes tirar a roupa se quiseres…
Enquanto tirava o meu casaco e me descalçava completamente ás escuras pensava em como seria o dono daquela voz rouca e suave ao mesmo tempo…
Quando me virei e empanquei nele a primeira vez percebi que era alto, as minhas mãos tocaram na sua cintura e o meu rosto ficava perto do seu peito, passei as mãos ao de leve pelo seu corpo, e ele fez o mesmo no meu, depois agarrou-me pela cinta pegou-me ao colo e eu entrelacei-me nele, transportou-me de vagar para algum lado, deu alguns passos e parou… pousou-me de leve na cama, eu estendi-me rendida aquele desconhecido e ele começou a beijar-me o corpo todo, começou mesmo nos meus pés, por cima das meias, percorreu as minhas pernas e veio pousar um beijo mesmo na minha ratinha…. era o máximo estar a sentir tudo ao limite, sem ver, sem ter a noção do que viria a seguir….
Aproximou a cara do meu ouvido e disse baixinho: não te vejo, e tu não me vês, mas consigo sentir o desejo da tua coninha…
Agarrou-me as mamas com as duas mãos e começou a lambe-las, chupou os meus biquinhos rijos e mordia-me, depois de repente levava a mão molhada (provavelmente na própria boca) à minha coninha e enterrava os dedos por ela a dentro… ficava ali naqueles movimentos de vai-vem enquanto me coçava o grelinho e me dizia ao ouvido que me ia foder todinha….
Passado algum tempo, levantei-me e tentei apalpar o seu caralho, quando o encontrei, ele estava enorme, era uma rola muito grossa nas minhas mãos…. adorei tocar-lhe, adorei abocar aquele pedaço de carne enorme, enterrei-o bem até ao fundo, o mais que pude na minha garganta, ele agarrou a minha cabeça e começou a foder a minha boquinha….
Em menos de nada estávamos num valente 69, e eu de cona completamente aberta em cima da cara dele a ser esfregada por aquela língua magnifica…. comecei a imaginar o que seria estar a ver-me a um espelho a ser assim lambida de quatro…. não aguentei e vim-me bem na sua boca, ficando com a coninha totalmente molhada…. é que ser chupada e lambida daquela maneira não era fácil segurar-me….
Depois fui “arrastada” pela sua mão, fez com que me pusesse de pé e dirigiu-me ao que eu imaginava ser uma parede, mas que afinal, depois de tocar percebi ser um espelho enorme, daqueles que revestem os guarda fatos…. virou-me de costas e colou-me contra ele, e eu ali com as pernas ainda a tremer do valente orgasmo que tinha tido encostava as minhas maminhas naquele espelho frio, que me fazia de novo os biquinhos duros….
O Sr.XXX atrás de mim, dizia-me: agora vais levar nessa coninha, vou enterrar-to bem fundo nessa rata molhada e vais gozar outra vez…
Senti-o rasgar o papel de um preservativo, e não sei bem como colocou-o às escuras rapidamente, porque em menos de nada enfiou o caralho pela minha cona a dentro…
Começou a foder-me com força, dava estocadas cada vez mais fortes e eu comecei a gemer que nem uma cadela, ele obrigou-me a empinar o meu rabinho e agarrou-me as mamas para me foder com mais força ainda… passado algum tempo começou a bater-me no rabo enquanto me dizia: agora minha linda vais-te vir de novo enquanto tentas imaginar o que verias nesse espelho se houvesse luz cá dentro…
Levei os dedos ao meu grelinho e comecei a coça-lo enquanto era fodida por aquele desconhecido invisível e imaginei….. imaginei loiros, morenos, velhos, padres, camionistas,…. enfim imaginei um monte de caras para ele que naquele momento não tinha nenhuma….
Comecei a ficar louca de novo e não me aguentei muito mais… o segundo orgasmo veio ainda mais forte que o primeiro fazendo-me soltar um valente: háaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa fodaseeeeeeeeeeeeeeeee……
Segundos depois ele saiu de dentro de mim, ouvi-o sacar o preservativo rapidamente e veio-se bem em cima das minhas costas e do meu cuzinho….
Depois pediu-me para ficar no quarto, e tomar um banho, que ele sairia na frente…. e a Coelhinha assim fez… ele vestiu-se na escuridão total e quando o senti dirigir-se à porta disse-lhe: Obrigada, senhor das mil e uma caras…. Ele respondeu-me: Se calhar escolhi mal a pessoa… se nos víssemos talvez gostássemos ainda mais….
Quando abriu a porta e eu vi a luz bater-lhe, mesmo de costas deu para perceber que era um menino e tanto, a cara essa nunca a vi….
Mais tarde, vim a saber pela menina A. que afinal ela conhecia o Sr.XXX de vista, e sabia que era enfermeiro no Hospital X nos arredores do Porto.
A Coelhinha não quis saber mais nada, a experiencia tinha sido fantástica e saber quem ele era iria estragar tudo completamente….
Passado uns meses estive nesse hospital a visitar alguém, e em cada enfermeiro jovem que passava, a Coelhinha olhava a tentar imaginar qual daquelas bocas teria levado o meu liquido quentinho…. 😉

Sexo com Prazer

Os relatos eróticos da Coelhinha vêm sempre recheados de prazer… o prazer de os escrever agora, e o prazer que tive quando os vivi… mas… às vezes as minhas aventuras não correm como planeado e nem sempre obtenho o que quero, ou melhor… nem sempre o que encontro me satisfaz!!!! O que vale é que sou uma bixinha com capacidade ou se calhar alguma frieza de dispensar rapidamente o que não me interessa… 😉
Comecei a namorar com o Sr. P. assim estupidamente, sem grande razão!!!! Enfim, ele era um miúdo bem bonito e a Coelhinha dessa vez começou as coisas ao contrário, ou seja, em vez de o foder primeiro para avaliar o material e depois ver se queria mais, dessa vez comecei um relacionamento sem antes provar a fruta digamos assim….
Gostava principalmente de sair com o Sr.P…. na rua as pessoas olhavam para nós, sorriam, eram extremamente simpáticos connosco, nos bares, nas pastelarias, nos restaurantes… enfim, nunca me aconteceu nada assim, parecia que toda a gente achava que éramos o casal perfeito em plena harmonia, e até eu mesma me comecei a convencer disso…. até ao dia que o provei!!!!
O Sr.P. vivia noutra cidade, e combinávamos sempre os fins de semana para estarmos juntos… num desses fins de semana em que ele veio ter comigo, (note-se que já andava com ele à mais de 1 mês sem sequer me ter montado no seu caralho) decidi que estava na hora de provar do bem bom… é que a Coelhinha nunca gostou de andar a seco, e não tardava nada ia comer a outro lado se continuasse a não haver assistência técnica pela parte do Sr.P.
Ele chegou sexta à noite e nada se passou…. Vinha cansado, enfim, ainda saímos a beber uns copos e já chegamos tarde a casa… foi só dormir…
No Sábado, fomos almoçar fora, e durante a tarde o Sr.P. andava a queixar-se de que o almoço não tinha caído muito bem… e à noite nem jantamos, comemos apenas algo leve…
Já instalados no quarto, a Coelhinha achou que o estado dele não era assim tão grave… vai daí, enquanto ele ficou deitado na cama a ver tv, eu fui à casa de banho, vesti um belo corpete preto rendado, um cinto de ligas, uma tanguinha, meias pretas, prendi o cabelo, pintei os lábios de vermelho, que nem uma putinha e estava pronta para ser completamente comida de traseira….sexo com prazer
Quando a Coelhinha entrou no quarto o Sr.P. deu um salto na cama, arregalou os olhos e mostrou um valente sorriso… disse-me: uiiiiiii hoje vou fazer amor com a minha namorada????
Eu pensei cá para mim: é pá, fazer amor não o fazes porque ele já existe e não foste tu o inventor!!!! mas foder-me bem lá isso podes!!!! Mas é claro que não foi isso que lhe respondi, disse qualquer coisa lamechas e decidi partir para a descoberta do monumento oculto dentro daquelas calças de ganga do Sr.P.
Deitei-me na cama de rabinho para cima, ele começou a beijar-me o corpo, e eu a sentir-me quente, passava as mãos suaves pelo interior das minhas cochas e pousava na minha ratinha ainda com a tanga vestida… Dava-me beijos no pescoço e nas orelhas, chamava-me de amor e merdices do género, comecei a imaginar logo que me tratava brutamente e não assim… e foi aí que a coisa começou a descambar… O Sr.P. não fazia o meu estilo assim lamechas na hora de foder!!!! Depois aquelas mãos eram macias e bonitas mas quando começavam a mexer nas minhas mamas e na minha coninha já sem tanguinha aquilo não batia certo, não sei, só me ocorria que era o gaijo mais tótó e inesperiente que já havia provado!!!! Mas é que este eu nem cheguei a provar…. quando finalmente o vi sem roupa, esperava ver um belo caralho avantajado e podia ser que assim se resolvesse a situação….. 😉
Mas hóoooooooooooooooo o que foi que eu vi?????????? Um caralho mal encarado, pouco firme e com um tamanho microscópico!!!!!!! Que valente decepção!!!!! 🙁 Nessa altura quem deu um salto da cama fui eu!!!! Olhei para o caralho (ou amostra!!!) do Sr.P. e já com uma raiva descomunal perguntei: Que é esta merda???? Isto é uma gaita???? É pá lamento muito, isso até pode servir algum dia para alguma gaija mas para mim é que não serve!!!! Isso nem cocegas deve fazer e eu não quero que me fodas as orelhas mas sim a cona!!!!
Foi tamanha a resposta que o Sr.P. acabou por desfalecer por completo junto com a miniatura de piça ambulante, começou a desculpar-se que o problema tinha sido do almoço, e que não se sentia muito bem e bláblábla….
A esta altura já a Coelhinha não queria ouvir… estava na varanda a fumar um cigarro e com o telemóvel na mão a mandar msgs…
O que aconteceu basicamente é que acabei por mandar o Sr.P. embora já mais delicadamente e dizer-lhe que estava tudo acabado entre nós…. Essa noite a minha raiva foi tanta, que já estando preparadinha para ser comida, acabei por ir ter com o Sr.R que me mandou uma foda bem mandada com o seu potente caralho a que eu bem estava habituada em momentos de fome extrema!!!!
No terraço da sua casa, acabei de 4 a levar na coninha como uma cadela sem dono e a ter 2 valentes orgasmos de tanta fome com que andava….
Já pelas 6 da manha quando regressava a casa depois de duas belas fodas com o Sr.R. recebi uma msg do Sr.J. acabado de sair da discoteca já com um copinho a mais certamente….. e a Coelhinha que ainda se sentia com força para ser comida mais uma vez, convidou-o a passar lá por casa…  e na cama onde devia ter sido bem comida pelo meu já ex-namorado Sr.P. acabei por levar no rabinho com a gaita avantajada do Sr.J. que mo sabia estroncar bem do geitinho que eu gostava….
É claro que passado uns dias fui atacada ao telefone pelo meu ex namorado que me acusou de ser bruta e não ter sentimentos, e blá blá blá, mas eu bem me lixei para o assunto, afinal de contas para que serve um namorado se não me der com um bom pau pela cona acima???? Sim, porque deixando-nos de merdas a realidade é que toda a gente o que mais quer é ser bem fodida e eu não fujo à regra até porque,  se fosse para ter um brinquedo na cona não precisava dele…. já tinha muitos lá em casa e bem maiores que aquela miniatura!!!!! Está dito!!!!;)


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O IMPORTANTE É GOZAR E SER FELIZ (Ninguém é de ninguém)

Relato Erótico do Sr.C.
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1.70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres.
Não sou do tipo super dotado como a maioria dos personagens de contos eróticos, mas me orgulho muito do meu companheiro, por nunca ter me deixado na mão.
De uns tempos pra cá, venho tendo uma leve desconfiança, que minha esposa está me traindo com meu concunhado, o Silas.
Até agora não dei muita relevância ao fato, por não ter notado nada que merecese uma investigação mais apurada, e talvez essa minha cisma, seja porque há tempo venho traçando minha cunhadinha, a Sandrinha, irmã mais nova da minha esposa e atual mulher do Silas.
Minha esposa se chama Clara, hoje com 30 anos, loira, 1.65m, olhos azuis da cor do céu, cintura fina, quadris largos, apesar da idade e de duas gestações, mantém um corpo perfeito que sempre chama a atenção dos homens por onde passa.
Perdi as contas de quantas vezes esperava minha esposa sair pro trabalho, pra levar Sandrinha na nossa cama, e meter meu pau na sua bucetinha novinha, lisinha, Cheirosinha e apertadinha.
Minha cunhadinha viciou no meu pau, transávamos no mínimo duas vezes por semana enquanto trabalhou em casa.
Quando minha esposa começou a trabalhar, Sandrinha veio morar em casa para cuidar do nosso filho que era novo e não queríamos deixá-lo na creche, por isso resolvemos pagar um salário pra ela cuidar durante a semana, e nos sábados e domingos voltava pra casa dos meus sogros.
Sempre tive um tesão danado pela minha cunhadinha. 18 aninhos, moreninha, 1.62m, peitudinha, com os biquinhos dos seios tão durinhos que pareciam furar as camisetinhas que usava.
Uma cinturinha fininha, com uma bundinha durinha, empinada, e um sorrisinho sapeca cada vez que falava uma sacanagem pra ela.
Sempre tive vontade de chegar junto, mas me continha por receio dela contar pra minha esposa e um escândalo na família seria inevitável, por isso fiquei na minha, só estudando e preparando o terreno até que surgisse uma oportunidade.
Quando minha cunhadinha vestia umas camisetinhas bem ousadas mostrando boa parte dos seus peitinhos, uns shortinhos apertadinho deixando aparecer à polpa da sua bundinha e resaltando o relevo da sua bucetinha, não tinha como esconder o tesão que sentia por ela, e nem tentava disfarçava o volume que formava na minha bermuda.
Cansei de pegar minha cunhadinha disfarçadamente de canto de olho observando meu pau duro sob a bermuda.
Quantas vezes esperava minha cunhadinha sair do banho, para logo em seguida entrar no banheiro e tocar uma punheta cheirando suas calcinhas ainda quentinha, e depois gozava enchendo de porra a parte que cobria sua bucetinha, depois ela me contou que sabia das minhas punhetas deixando toda esporrada suas calcinhas, pois era ela que lavava nossas roupas.
A oportunidade tão desejada chegou num dia que fomos ao casamento de um parente distante, e minha cunhada ficou o final de semana pra cuidar da casa.
Quando voltamos, minha esposa descobriu nos lençóis que Sandrinha se esqueceu de lavar, vestígios de uma trepada em nossa cama, e devido as evidências, ela não teve como negar que seu namoradinho da época veio dormir com ela.
Fiquei com pena de ver minha cunhadinha chorando, pedindo desculpas, pedindo pelo amor de Deus para não contar pro meus sogros, pois eram muitos rígidos e não saberia o que podia acontecer quando soubessem.
Clara ficou uma fera, pensando seriamente em contar para seus pais, daí resolvi tomar as dores da cunhadinha e convenci minha esposa de esquecer tudo, dando mais um voto de confiança a sua irmã, apazigüei a situação botando um basta em tudo.
Depois Sandrinha confidenciou a minha esposa, que naquela noite tinha sido sua primeira vez, fiquei louco de inveja do pirralho que tirou o cabacinho dela, mas logo depois terminaram o namoro.
Claro que fiquei com o maior moral com minha cunhadinha, com o tempo fui ganhando sua confiança e nossas brincadeiras quando estávamos a sós em casa foram ficando cada vez mais ousadas, até chegar ao ponto de passar a mão na sua bundinha cada vez que passava por mim, dizendo que ela estava um tezãozinho, quando ela estava lavando louça na pia, ia tomar um copo d’água só pra dar uma encochada na sua bundinha e esfregava meu pau duro no seu reguinho.
No início ela era meio arisca, mas devido à insistência, ela foi cedendo e dava umas reboladinhas no meu pau, mas não passava disso.
Certo dia ela estava lavando roupa usando uma minissaia curtinha, eu vendo aquela bundinha rebolando na minha frente, meu pau já deu sinal de vida.
Cheguei nela por trás e encochei com gosto aquela delícia de bundinha, ela me disse:
– Pare seu tarado!
– Iimagina se minha irmã descobre suas safadezas?
– Ela acaba com você e comigo!
– Ela vai ficar sabendo se você contar, disse.
– Pensa que não sei o que você faz no banheiro com minhas calcinhas logo depois que saio do banho?
– Minha irmã não esta dando conta dele?
Falou pegando no meu pênis por cima da bermuda.
A partir desse momento não teve mais volta, foi à deixa que faltava para comer aquela gostosinha.
Continuei com meu pau encaixado na sua bundinha ainda por cima da roupa, meti minhas mãos por dentro da camiseta, e pela primeira vez senti seus peitinhos em minhas mãos enquanto chupava seu pescocinho e esfregava meu pau na sua bundinha.
Ela gemia de tesão enquanto sarrava seu corpinho.
Virei-a de frente pra mim, retirei sua camisetinha e me deliciei chupando aqueles peitinhos que era uma verdadeira loucura.
Minhas mãos foram percorrendo sua barriguinha até chegar à sua bucetinha que de tão molhadinha tinha encharcado sua calcinha.
Ela com os olhinhos fechados gemia baixinho curtindo todo o prazer que estava lhe proporcionando.
Meu tesão aumentava, cada vez que seu corpinho tremia anunciando que tinha gozado.
Delirei quando ela encostou-me na máquina de lavar, se ajoelhou na minha frente, libertou meu cacete de dentro da bermuda.
Percebi sua carinha de espanto quando meu pau saltou na sua frente majestoso e imponente mostrando toda sua virilidade, louco para entrar na sua bucetinha semivirgem, rescém descabaçada, que iria acolhê-lo centímetro a centímetro fazendo sentir totalmente preenchido dos lábios da sua bucetinha até seu útero.
Fui às nuvens quando senti sua boquinha deliciosa sugando minha rola, sem experiência no início, mas logo pegou jeito e mamava como uma desesperada. Parecia uma criança descobrindo seu novo brinquedo.fodi a minha cunhada
Pra não gozar na sua boquinha, sentei-a na máquina de lavar, abri suas perninhas, puxei de lado sua calcinha e pude pela primeira vez sentir em minha boca o gosto da sua bucetinha.
Minha língua explorava toda sua extenção, ela gemia de tesão cada vez que brincava com seu grelinho, abria seus grandes lábios e sugava todo seu néctar levando-a, a verdadeiro devaneios.
Não agüentando mais, tirei sua calcinha, entrei no meio das suas pernas, ela tremeu quando sentiu a cabeça do meu pau encostar-se à entrada da sua grutinha.
Encachei meu pau e fui forçando devagar até que passou a cabeça, não encontrei muita resistêcia devido o estado de ecxitação que se encontrava naquele momento.
Fui penetrando devagar fazendo Sandrinha sentir toda a extenção do meu caralho invadindo seu território de prazer ainda pouco explorado.
Quando tinha entrado pouco mais da metade, Sandrinha me pediu pra ir devagar, pois estava sentindo um pouco de dor.
Parei um pouco para ela se acostumar com o novo invasor, e quando senti que estava mais relaxada, com uma forte estocada a penetrei completamente arrancando um gemido rouco da sua garganta.
Comecei num vai e vem devagar e aos poucos fui aumentando o ritmo, minha cunhadinha chorava de tesão dizendo:
– Aaaaiiii você vai me matar!!!!
– Que delícia de pau, me fode cunhadinho gostoso…
– Eu vou gozaaarrrr….Uuuuiiii, e mais uma vez seu corpinho estremeceu anunciando outro orgasmo.

Coloquei minha cunhadinha encostada na máquina de costa pra mim, levantei sua bundinha e atolei tudo de uma vez na sua bucetinha. Ela gemeu quando sentiu minha pica forçando seu útero, fodia como um louco sua bucetinha por trás, não demorou muito e minha cunhadinha gozou novamente na minha rola, e não agüentando mais segurar, gozei inundando sua bucetinha de porra que escorria por suas pernas.
Fiquei um pouco com meu pau dentro dela curtindo aquele momento, quando retirei, percebi que junto com minha porra vinha um pouco de sangue daquela bucetinha rescém descabaçada, ela disse que só tinha transado com seu namoradinho duas vezes, e que não sentiu nem uma parte do que tinha proporcionado a ela, disse que sua irmã teve sorte de encontrar um homem tão gostoso como eu, claro que fiquei lisongeado.
Depois da nossa primeira vez, sempre rolava uma transa entre nós, fui a loucura quando descabacei seu cuzinho, minha cunhadinha chorou de verdade até seu cuzinho acostumar com o calibre do meu pau, contarei com detalhes em outra ocasião.
Minha cunhada cuidou do meu filho por dois anos, depois arranjou um novo emprego, conheceu Silas, namoraram, noivaram e se casaram.
Após seu casamento continuamos transando esporadicamente, pois ficavam cada vez mais difícil nossos encontros, e depois que seu filho nasceu, ficou quase impossível nossas aventuras.
Silas meu concunhado, era um cara bacana, alto, loiro, bonitão, desinibido e tinha fama de pegador.
Ele era dono de restaurante, e nos finais de semana, sempre aparecíamos para almoçar, jantar, ou simplesmente para tomar umas geladas e ouvir músicas ao vivo.
Em certa ocasião estávamos eu, minha esposa, minha cunhada e o Silas conversando e bebericando numa mesa, quando minha sobrinha começou a chorar e minha cunhada saiu para brincar com ela no pátio, eu fui ao banheiro, e na volta percebi algo de estranho entre Silas e minha esposa.
Em um canto afastado, percebi que disfarçadamente, Silas dedilhava a bucetinha da minha mulher por debaixo da mesa, pois seu rosto a denunciava, e minha esposa disfarçadamente alisava o cacete do Silas por cima das calças.
Tive certeza, quando Silas se levantou e saiu assim que me viu voltando pra mesa.
Ao passar por mim pude perceber que estava com pau duro tentando disfarçar, e também notei minha esposa disfarçadamente arrumando sua saia.
Fiz-me de inocente dando corda pra ver até que ponto ia chegar, disse pra minha esposa que iria até o carro pegar um cigarro.
Ela se levantou e disse que ia ao toillete, da porta vi que ela em vez de entrar no banheiro feminino, entrou por uma porta que levava ao depósito de bebidas.
Olhei pra minha cunhadinha, ela brincava com minha sobrinha no parquinho.
Esperei um minuto, e fui ver o que minha esposa foi fazer no depósito já desconfiado no que ia rolar.
Fui com cuidado pra não perceber minha presença, ouvi barulho num canto escuro me aproximei e vi minha esposa agachada na frente do Silas fazendo uma chupeta em seu pau.
Percebi que o Silas também tinha um senhor cacete.
Ouvi Silas dizer que tinha que ser rápido pra ninguém notar a falta deles.
Minha esposa se levantou, Silas ficou por trás dela, levantou sua saia, puxou de lado sua calcinha, Clara se abaixou firmando o corpo em uns engradados de cerveja e Silas atolou de uma vez seu pau na bucetinha dela. Minha esposa gemia baixinho enquanto Silas desfrutava da sua bucetinha ardente.
Clara olhou pro Silas e disse pra não gozar dentro dela, pois sua porra ficaria escorrendo por suas pernas e ela estava desprevenida, Silas aumentou o ritmo do vai e vem dizendo que estava quase gozando, percebi que minha esposa já tinha gozado, pois seus gritinhos já tinham denunciado, e eu a conheço muito bem.
Silas disse: – Vou gozar!!!!!!
Minha esposa ajoelhou na sua frente, abriu a boca e Silas com jatos fortes encheu sua boca de porra que Clara engoliu tudo, deixando limpinho o Pau do Silas.
Eu claro, me acabei numa punheta enquanto registrava a trepada deles na câmara do meu celular.
Saí de fininho enquando minha esposa e Silas, tentava se livrar de quaisquer vestígios daquela foda.
Fui ao pátio do restaurante e minha cunhada sentada num banco, cuidava da minha sobrinha brincando na areia.
Peguei meu celular e mostrei pra Sandrinha o que tinha filmado.
– Filhos das putas, eu já tinha notado alguma coisa, mas não tinha certeza disse-me.
– Minha irmã quer se passar por santa, mas não passa de uma putinha.
– Não me arrependo nem um fio de cabelo pelo que aconteceu entre nós, e tem mais, passa em casa segunda feira porque depois de deixar Stefany na creche, vou ficar o dia todo em casa, e como segunda o restaurante não abre, o Silas vai a uma convenção em São Paulo e volta só na terça a tarde.
Nem precisa dizer que passamos o dia todo transando de todas as maneiras, matei a saudade da bucetinha e também do cuzinho da cunhadinha que tinha deflorado a tempo.
Decidimos manter em segredo nosso caso, e também não fiquei com ciúmes da minha esposa com o Silas, pois nosso casamento estava meio abalado, e essa reviravolta fez solidificar nosso relacionamento.
Sandrinha também deixou rolar dizendo que agora não se sentia culpada por trair seu marido e sua irmã.
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Abraços a todos e até mais.