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24/7 – A PRIMEIRA VEZ

Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece.
Concordo plenamente com isso.
Há tempos eu vinha percebendo mudanças no comportamento do meu marido. Carlos nunca foi o marido padrão, muito menos eu a esposa ideal. Mas em matéria de sexo e cumplicidade, sempre estávamos em sintonia.
Eu aprendi tudo com ele. Quando me casei tinha expectativas completamente modestas: queria ter uma casinha, ter um ou dois filhos e continuar leccionando até a velhice. Mas Carlos tinha outros planos para o nosso casamento. Ele gostava de coisas diferentes.
Confesso que me assustei um pouco quando ele me contou que coisas eram essas. Sado o quê? Mas ele, paciente e firme, não perdeu as rédeas do nosso relacionamento, e aos poucos eu fui tomando gosto pela coisa. Por que ser somente a esposa, se posso ser a esposa e a escrava…?
A submissão é uma droga. Você prova uma única vez e já fica totalmente dependente.
Nosso casamento sempre teve momentos difíceis. Como qualquer casamento. As brigas aconteciam principalmente quando Carlos vinha com uma nova tara. Mas ele sempre me “quebrava na idéia”. Fantasias, acessórios, novas práticas… Todo dia meu marido entrava em casa com novidades. Se juntar tudo o que temos, dá pra abrir um sex-shop. Até que um dia ele apareceu em casa com um amigo. Nossa… Foi demais.

Mas deu medo. Antes éramos nós dois na intimidade. Tudo em segredo. Agora não era mais. E se o amigo for pai de um aluno? E se ele contar? Se eu cruzar com ele na rua?
Eu tinha muito receio no começo. Mas o tempo passou os anos, e a coisa foi ficando tão natural… Então ele me levou para participar de um “grupo fechado”. Pessoas que se reuniam para trocar experiências e fetiches. Naquela mansão rolava de tudo. Muitas surubas… O grupo na época tinha umas vinte pessoas, entre Mestres e escravas. Mas tudo muito sério, com várias regras a seguir.
Não vou ficar aqui contando as minhas transas porque não é o meu objectivo. Até porque, depois do que aconteceu, tudo mudou. Depois que eu soube da verdade, nunca mais fui a mesma.
Então, como eu dizia no inicio, estava achando Carlos muito diferente. Sabe quando a gente come o bolo escondido e se esquece de esconder a travessa? Ele estava assim. Mudou a rotina de repente, e queria me convencer que não estava acontecendo nada.
Depois de 16 anos de casamento, não tem mais como esconder nada, Senhor Mestre Carlos, meu negão…
Uma noite ele resolveu me contar o que estava acontecendo. Disse-me que estava participando de um novo grupo, mas que estava esperando o momento certo para me levar. Eu falei que estava me sentindo traída, não por ele foder com outras pessoas, mas por ter guardado segredo. Logo de mim, sua esposa escrava e confidente.
Diante disso, o “momento certo” foi antecipado. Carlos combinou de me levar até o tal grupo no fim-de-semana, e eu fiquei mais tranqüila. Mas segundo ele, nossa vida mudaria para sempre depois desse dia. E eu fiquei muito curiosa e ansiosa.

No dia combinado, caprichei na minha produção: coloquei o meu espartilho mais bonito, vermelho sangue, e a minha coleira de veludo vermelho. Cinta liga e salto alto, além de uma meia calça toda desfiada. Tudo na cor do pecado. Meu marido comprou um plugue imitando um rabo de égua, e fez questão de colocá-lo em meu ânus. Eu estava linda. O espartilho levantava e unia meus volumosos seios. No mamilo direito, eu estava usando um piercing de argolinha com um pingente gravado o nome do meu marido. A xaninha lisinha, depiladinha.
Achei que estava pronta. Mas Carlos veio com uma venda e cobriu meus olhos. Eu não podia ver o caminho até o tal lugar secreto. Pelo menos não na primeira vez.
Viajamos de carro por uma hora. Senti que passamos por ruas esburacadas e com pouco trânsito. Eu viajei abaixada no banco traseiro o tempo todo, tentando sondar o meu marido e senhor, mas ele não soltou nenhuma pista. O quê diabos torna esse grupo tão diferente dos outros?
Carlos só retirou a venda dos meus olhos lá dentro do tal lugar. Uma residência de alto nível. Haviam outros convidados no local, Mestres e escravas, todos usando máscaras decoradas. A primeira impressão foi muito boa, só gente da alta.
O anfitrião, amigo do meu marido, veio nos receber. Um homem alto e bem magro, bem vestido, os dedos cheios de anéis de ouro. Ele devia ter uns cinquenta anos na época. E meu marido tinha cinco a mais.
– Estava ansioso à sua espera, amigo Carlos…_ disse ele no momento de nossa chegada.
– Eu não disse que eu viria, Charles? Pois aqui estou… Trouxe minha escrava_ falou meu marido, apertando forte a mão do amigo.
– Boa noite, Senhor Charles_ cumprimentei, sorrindo.
Mas Charles sequer olhou para mim, ignorou-me completamente. Senti-me desprezada, quase humilhada. Resolvi ficar quietinha na minha condição de escrava.
– Vamos directo ao assunto, Charles?_ perguntou meu marido.
– Está seguro de que é isso que quer amigo? Não vá arrepender-se depois_ Charles advertiu.
A essas alturas, eu já estava para lá de curiosa. Curiosa e excitada, porque toda a casa cheirava a sexo. Sexo e dominação. Os convidados nos devoravam com os olhos.
– Vamos lá, já estou adiando isso há um tempão. Ela não é só minha escrava, é também minha esposa, tem que participar_ Carlos respondeu.
Charles então nos guiou até uma parte secreta da sua mansão. Nesses aposentos, cuja porta electrónica só podia ser aberta com uma senha, só entravam os convidados especiais. Especiais e cheios da grana.
Eu que pensava ter muitos acessórios em casa, me surpreendi ao ver centenas de “brinquedos” lá dentro, pendurados pelas paredes. Além de alguns aparelhos que eu nunca tinha visto, cadeiras estranhas e gaiolas. Charles tinha uma masmorra particular, toda equipada.
Passamos pelo primeiro compartimento e logo nos deparamos com uma cena de sexo: uma escrava branca estava ajoelhada no chão, rodeada de quatro homens negros. Ela se dividia entre os quatro, mamando seus cacetes duríssimos. O quarto era todo espelhado, com uma grande cama redonda no centro, um grande sofá de couro negro e outra porta à esquerda.
Surpresa e excitada, passei os olhos pelo corpo da mulher, conferindo sua vestimenta.
A escrava estava com a cabeça completamente coberta por uma máscara de látex negro. Os orifícios para enxergar estavam fechados com zíperes, apenas a boca estava livre. Livre é maneira de dizer, porque estava era bem ocupada. Em seu pescoço, ostentava uma grossa coleira com espetos pontudos. Seu corpo estava emoldurado por um espartilho de couro justíssimo, deixando os seios perfeitamente empinados. Os mamilos rosados foram trespassados por argolas de metal e agora sustentavam dois pequenos pesos de metal. Os braços firmemente acorrentados para trás. Três tiras de couro partiam da frente do espartilho até as costas, passando por entre as pernas da mulher, sendo que uma passava exatamente sobre sua vagina depilada e rego. A escrava usava ainda duas botas de couro negras dotadas de um enorme salto.
Fiquei parada, sem acção, vendo àqueles homens foderem a boca da mulher. Eles notaram a nossa chegada, mas Charles pediu que continuassem.
– Carlos, vamos sentar e assistir, _ convidou Charles.
Meu marido e o amigo sentaram-se no confortável sofá de couro. Eu tive que ficar de pé, afinal de contas, sou escrava.
Eram quatro negões imensos em cima da escrava. Com os braços atados para trás e sem enxergar, ela se desdobrava para dar conta das quatro varas negras. Quatro cacetes deliciosos, grossos e cabeçudos. Os gemidos de prazer dos tesudos já me deixavam excitada, molhadinha. A escrava engolia as rolas até tocarem a garganta, lambia os sacões e tentava engolir duas picas de uma só vez.
– Essa escrava é demais, Charles… E posso falar por experiência própria_ comentou meu marido e senhor. Pelo jeito, já tinha experimentado a fulana em outra ocasião.
Eu estava excitada com aquilo tudo, mas não via nada de extraordinário. Pois eu mesma já havia saído com mais de um homem de uma vez só.

Os negões então mudaram a posição da escrava. Colocaram-na de joelhos, com o rosto colado ao piso e a bunda bem empinada. As nádegas da escrava estavam viradas para nós. Eu notei que havia algo em seu ânus, preso pela tira de couro que passava em seu rego. Mas logo desataram a fivela, liberando o ânus e vagina da escrava. Havia uma coisa negra enterrada no meio de suas nádegas. Um grande plugue anal. As mãos negras começaram a explorar a vagina da mulher, os dedos entravam e saíam de sua xota incansavelmente.
Um dos negões então se deitou de costas e a escrava foi colocada por cima dele. A tora negra imediatamente invadiu sua xota, socando forte. A escrava gemia alto, parecia uma gata no cio. Suas mãos foram soltas, para que tivesse mais mobilidade. Enquanto recebia a britadeira na vagina, sugava os outros três cacetes com vontade. O negão debaixo dela mordia seus seios, cheio de tesão.
Foi então que meu marido colocou sua vara negra de 23 cm para fora. Um cacete grosso e recto, com um cabeção enorme e babão. Charles também estava com o cacete bem duro. Meu marido ordenou que eu sentasse entre eles, e eu segurei uma vara em cada mão, punhetando devagar. O cacete de Charles também era bem grande e curvado para baixo.
A todo o momento os negões trocavam de posição, cada um fodendo um pouco a xota da escrava, que já estava com as nádegas cheias de marcas de dedos das tapas que recebia.
Abaixei-me um pouco e suguei o cacete do meu marido, sem tirar os olhos da foda. Engoli a cabeça, saboreando o néctar que escorria abundante. Ele me agarrou os cabelos e guiou minha boca até o cacete do amigo.
Vi quando os negões resolveram tirar o plugue da escrava. Sob as ordens dos machos, a mulher abriu bem a bunda com as duas mãos. Quando o brinquedo começou a ser puxado, eu gelei. Tremi na base. Lembro-me como se fosse hoje: era um plugue enorme, descomunal. Parecia que a escrava estava parindo uma criança pelo cu. Ela gritava de dor para expelir o monstro. Como se já não bastasse o tamanho, o plugue ainda tinha rugosidades. Parei para ver o cu dilatar cada vez mais. Quando a parte grossa do objeto foi finalmente expelida, a escrava suspirou fundo, aliviada. Mas seu cu estava destruído além de qualquer cirurgia plástica. Eu estava espantada, pois o ânus da mulher nem fechava mais.
– Tesão do caralho!_ gritou meu marido, excitadíssimo.
O rombo era tamanho que os negões facilmente enfiavam a mão até o pulso dentro do rabo da escrava. E sabe como é mão de negão… Grande e pesada.
A escrava começou a ser fodida no cu. Um de cada vez, os negões montavam na mulher enterrando a pica em seu rabo sem pena, socando com muita, mas muita força. Ela gemia alto.
Meu marido já estava com a mão entre minhas pernas, masturbando-me, e eu agachada sugando a pica branca e curvada de Charles. Estava impressionada com a abertura anal da mulher. Nem quem praticava fisting ficava daquele jeito.

Continuei assistindo. Eles deram uma pausa e um deles mandou a própria escrava foder seu ânus. Obediente, a mulher levou as mãos até seu cu arrombado. Bem treinada, conseguiu enfiar uma mão e depois outra, fodendo seu próprio rabo.
Cheios de tesão, os homens arrastaram a mulher para cima da cama. Ela foi logo subindo sobre um eles, de frente, engolindo a pica com o cuzão, cavalgando como uma amazona depravada. Os outros três então ficaram de pé sobre a cama, fazendo-a chupar as rolas cobertas do gosto de seu cu.
Nessa hora, meu mestre me mandou levantar. Sem pedir licença, retirou o plugue de meu ânus, bem devagar. Arrepiei-me toda de tesão quando ele abriu minhas nádegas, e lambeu com vontade meu cu, melando-o com bastante saliva.
Carlos me fez sentar sobre seu cacete, de costas, com cuidado. Gemi alto quando a rolona negra do meu marido começou a invadir o meu ânus. Meu cuzinho é fichinha perto do da escrava. Apoiei os saltos no sofá e comecei a cavalgar o meu negão. Eu estava muito excitada, os bicos dos seios quase explodindo. E o melhor, nessa posição podia assistir a tudo.
A escrava já recebia uma pica preta no cu, quando outro negão veio por trás dela. Não pude conter o meu espanto quando o vi enfiando a rola no mesmo buraco onde o outro já estava. A mulher gritou alto quando os dois cacetes se encontraram em seu ânus. Duas rolas negras e grossas de uma vez só. Eles iniciaram a penetração, fodendo juntos, sincronizados.
Meu marido me jogou pra cima de Charles. Sentei-me sobre seu cacete, delirando.
Que cu era aquele?
O rodízio continuou: a pica extra no cu da escrava cedia lugar para outra, que era engolida do mesmo jeito, com a mesma competência.
O cacete de Charles ia bem fundo dentro de mim, mas diferente do cacete grosso e rombudo do meu marido, que me preenchia, o dele, curvado, machucava um pouco. Mas eu estava tão excitada… Foda-se o meu cu.
Então os quatro negros deitaram-se de costas na cama, lado a lado. Daquela forma, a escrava era passada de um para outro, recebendo a pica ou no cu ou na xota. A mulher era jogada como uma boneca de carne. Saia de uma tora para cair sobre outra. Sua xota já estava inchada, melada do sumo das rolas. Ela era completamente submissa, totalmente obediente, aguentando tudo calada e ainda por cima com os olhos cobertos.
Charles então se levantou, e eu fiquei sobre meu marido, olhando o que ia acontecer.
Nosso anfitrião aproximou-se da cama redonda e puxou a escrava dos negões, atirando-a brutalmente ao chão. Em seguida agarrou-a e a fez ajoelhar, enterrando logo a pica em sua boca. Charles começou a foder a boca da escrava, com força, bem fundo, enterrando o pênis lá na garganta. Os negões levantaram e juntaram-se a ele, para serem mamados.
Meu marido então resolveu fazer o mesmo, e fechou o círculo ao redor dela. Eu fiquei largada no sofá, tocando uma siririca, até que ele finalmente me chamou. Excitadíssima, ajoelhei-me aos pés daqueles negões deliciosos para sugá-los. Senti-me uma verdadeira vadia. Eram homens gostosos demais… Picas enormes e corpos maravilhosos.

A escrava foi a primeira a receber leite de negão, lá no fundo da garganta. Em seguida eu. Recebi no rosto um jacto de esperma quente e viscoso. Os próximos a gozar foram Charles e meu marido, que gozaram na boca da escrava. Os últimos puseram a escrava de quatro e gozaram dentro de seu cuzão, um de cada vez.
Foi excitante demais. Fiquei olhando a escrava com a boca cheia de esperma, a máscara toda melada. Ela permaneceu quietinha, de quatro no chão, saboreando o leite de macho. Os negões deliciosos deixaram o lugar, satisfeitos, e ficamos sozinhos com a tal escrava.
– O que achou da foda, minha escrava?_ meu marido perguntou.
– Excitante, meu senhor… Mas…_ respondi.
– Mas o quê?
– Eu fiquei muito impressionada com a escrava do senhor Charles, mas sinceramente… O que há de tão diferente aqui?_ coloquei-os a par de minhas dúvidas.
Charles é que tentou respondeu meu questionamento. Com um semblante sério ele então colocou o pé sobre a cabeça da escrava, forçando-a até seu rosto encontrar o chão.
– Essa é a diferença_ disse Charles. Mas eu não compreendia o que ele queria dizer.
– O que está vendo sob os pés do nosso anfitrião?_ perguntou Carlos.
– A escrava dele, senhor. Mas não sei o nome dela_ respondi.
Mestre Charles continuava com o sapato na cara da escrava.
– Ela não tem nome. Chamo do que vier à cabeça: escrava, vadia, puta, coisa… Objecto…_ revelou Charles.
Eu estava confusa. As palavras dos dois tocavam fundas dentro de mim, mas eu não entendia o motivo.
– Não tem nome, senhores? Como pode ser?_ indaguei, tentando entender onde eles queriam chegar.
Fiquei aguardando uma resposta. Charles então retirou o pé da cabeça da escrava ordenando que ajoelhasse. A escrava obedeceu prontamente, sem questionar. Com as mãos, Charles abriu a boca suja de esperma da escrava e posicionou o cacete, mirando na direção. Senti um arrepio quando ele começou a urinar, enchendo a boca da mulher, que ia engolindo o líquido quente e amarelado pouco a pouco.
– Estou admirada com sua escrava, senhor Charles… Ela aceita tudo… Sempre quietinha…
– Errado, escrava. Ela não aceita nada_ falou nosso anfitrião, derramando as últimas gotas, e completou dando uma cusparada na boca da mulher.
– Desculpem senhores, eu não estou entendendo…
– Mas é tão óbvio… Vou te explicar: um OBJETO não é capaz de aceitar ou deixar de aceitar. Não tem vontades. Não tem opinião. Não tem desejo. Nada. Nada. Nada. Foi criado para ser usado e abusado. Servirá ao seu dono até o fim e ponto final_ Charles explicou.
Aquelas últimas palavras começavam a clarear as névoas em minha cabeça…
– Mas esse objecto ao qual o senhor se refere é uma mulher de vinte e poucos anos…
– Sim, teria vinte e poucos anos, se ainda fosse uma mulher _ Charles interrompeu e me corrigiu.
– Você está olhando para uma verdadeira escrava sexual 24/7. Isto aqui é propriedade de Charles. Ela vive apenas para servir ao seu mestre, totalmente controlada e condicionada… E em tempo integral_ completou Carlos.
– Estão querendo me dizer que ela é escrava o tempo todo? Sério mesmo?
– O tempo todo e há exactos sete anos…
– Nossa… E como é isso? Ela não sai? Não trabalha? E a família como fica?_ eu estava cada vez mais impressionada com tudo aquilo.
– Não seja ridícula… Tudo o que importa para ela é a pica do seu Dono. Nada mais. O cheiro da rola, o gosto da rola, o sabor do leite e do mijo, a sensação da pica entrando em todos os seus buracos. Não permito que fale ou enxergue. Por isso a máscara cobrindo os olhos. Eu decido o que ela vai ver, e se vai ver, quando vai falar, se vai comer, se vai dormir… Até mesmo quando vai cagar!_ Charles abriu um discurso bastante excitado.
– Isso realmente é novidade para mim… É excitante, mas um pouco extremo…
– Ela não é a única. Existem outras escravas como ela por aí, vivendo em regimes bem mais severos… E também muito excitantes_ contou meu marido.
Eu já conhecia o termo 24/7. Esse termo indicava que a pessoa era escrava em tempo integral, ou seja, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Mas dentro do BDSM convencional, essa prática era apenas mais um fetiche excitante, uma fantasia difícil de realizar. Só que ali eu estava frente a frente com a fantasia que se tornou realidade.
– Mostre o cuzão, cadela_ gritou Charles para sua cativa. Imediatamente, a escrava curvou-se, abrindo bem as metades da bundona branca. Seu cu estava todo arregaçado, uma flor desabrochada. Eu podia via o vermelhão úmido lá dentro e o caldo de porra que escorria.
Charles voltou até a primeira sala e apanhou um enorme consolo, um caralho negro com dimensões assustadoras: 30 cm de comprimento por 17 cm de diâmetro. Lubrificou o monstro com um pouco de creme e foi enterrando aquilo tudo no rabo da escrava. Ela deu um berro quando a cabeça avantajada entrou, arrepiando-se toda. Era algo impressionante de ser ver. Charles introduziu até a metade e deixou que a própria escrava segurasse e movimentasse o aríete. E ela obedeceu, segurando o caralhão negro e fodendo seu próprio cu. Ela gemia chorosa, sentindo aquilo tudo dilatar ainda mais seu interior.
a primeira vez
– Como ela consegue, senhor… É grande demais…_ perguntei, espantada.
– Consegui deixá-la com esse cuzão através de um intenso treinamento… Não foi de uma hora pra outra_ explicou Charles.
Eu e meu marido e ouvíamos atentamente. Charles prosseguiu com sua explicação.
– Jamais deixei a escrava sem preenchimento. O plugue anal é uma peça fundamental… Serve como um lembrete de sua condição e ajuda no condicionamento… Só retiro o plugue para a escrava fazer as necessidades… Durante esses sete anos de treinamento, aumentei gradativamente o tamanho e diâmetro dos plugues, e obtive este resultado… Um cu deliciosamente dilatado… Capaz de aguentar penetrações violentas… Sempre aberto…_ continuou nosso anfitrião.
– É o maior que eu já vi. Dá pra colocar a mão dentro com muita facilidade. É como colocar a mão num bolso… Totalmente arrombado_ reforçou meu marido.
Eu estava fascinada com tudo aquilo. Aquela mulher já servia Charles há sete anos, transformada num brinquedo sexual, controlada e condicionada, vivendo apenas satisfazer seus fetiches mais bizarros. Eu queria saber mais, queria saber o que se passava na cabeça daquela escrava naquele momento… O que a fez abdicar de sua liberdade e viver enclausurada naquela masmorra, permitindo que seu corpo fosse usado, abusado e transformado ao bel prazer de Mestre Charles.
O cacete do senhor meu marido já estava duríssimo outra vez. Segurei a vara pulsante, masturbando-o.
– Estou tão excitada, senhor Carlos… Não sei nem o que pensar. É difícil me imaginar vivendo como ela…
– Eu sei, escrava… Quando estive aqui pela primeira vez, senti um tesão indescritível, que nunca havia sentido na vida_ confessou meu marido.
– Olhem isso_ pediu Charles, retirando o consolo do ânus da escrava. Não era mais um cu. Era um túnel.
– Coloque a mão, escrava_ ordenou-me meu marido.
Lembro-me que hesitei. Era uma sensação tão estranha. Ajoelhei-me atrás da mulher, aproximando minha mão bem devagar. Estava tão quente e molhado. Senti seu corpo arrepiar quando meus dedos tocaram seu interior, e em seguida a minha mão toda, até o pulso. Eu tinha a impressão que qualquer movimento meu poderia feri-la, senti uma aflição terrível!
De repente, meu marido veio por trás e me agarrou pelos cabelos, me obrigando a ficar de quatro ao lado da escrava. Gritei quando seu cacete negro invadiu meu cu violentamente. Olhei para o rosto mascarado da escrava, sua boca era tão bonita…
A trepada reiniciou. Charles ajoelhou-se na nossa frente e eu chupei seu caralho junto com a escrava. Ele segurava nossas cabeças e fazia a gente se beijar. A boca da mulher tinha cheiro de rola. Meu marido metia em mim como se fosse nossa última vez e com uma das mãos ainda brincava com o cu da escrava.
– Senhor Charles… Ahhhhhh… Ohhhhh… A-acha que sua e-e-escrava está… Feliz?_ perguntei eu, entre chupadas, gemidos e uma rola negra no cu.
– Isso não importa nem um pouco, cadela. Ela é minha, até o fim… Sou o dono de sua vida, de seu corpo todo, da xota, do cu, das tetas, da boca!!!_ gritou Charles, enterrando a rola no fundo de minha garganta. Eu sentia seu saco peludo batendo em meu queixo. Minha xota estava inundada. Carlos então saiu de mim, e passou a escrava de Charles. O cuzão faminto da escrava engoliu a vara do meu senhor de uma vez só. Carlos gemia alto e suava fodendo o mais forte que podia. Os dois tiraram as camisas, ficando mais à vontade.
Deitei na cama de frango assado e Charles veio por cima de mim, enterrando em minha buceta. Enquanto penetrava, me mandava abrir a boca, e cuspia na minha garganta. Carlos estava alucinado, enganchado na outra escrava.
Charles metia com vontade na minha xana. Entre as cuspidas que dava na minha boca, falava obscenidades ao meu ouvido.
– Quer ficar no lugar da minha escrava, putinha? Quer? Eu sei o quanto está excitada… Quer dormir acorrentada, e acordar no meio da noite com uma pica no cu? Ser entregue a homens desconhecidos, vendada, para ser fodida até a exaustão? Comer comida misturada com porra, acompanhada de um copo de urina quente? Aguentar a vontade de cagar por horas, até que seu Mestre chegue e destampe seu cuzão… É isso o que você quer???
– Nossa… Ohhhhhhh… Como o senhor é sádico… Hummmmmm…
Meu marido fez a escrava levantar e a trouxe até a cama. Charles saiu de minha xota, e Carlos guiou a cabeça da cativa até meu sexo. Senti sua língua quente invadir minha buceta encharcada, como uma serpente furiosa. Carlos subiu na cama e enfiou o cacete em minha boca. Estava melado, com forte cheiro de porra e de cu.
Quando percebi, Charles estava com duas bolas de metal do tamanho de laranjas nas mãos. Cada uma tinha um gancho. Perverso, pendurou uma bola em cada argola dos mamilos de sua escrava, para torturá-la ainda mais. Senti um arrepio quando vi os mamilos esticando, sustentando todo aquele peso. Parecia que podiam arrebentar a qualquer momento. A escrava gemia, mas sem parar de lamber minha xoxota.
Charles novamente enterrou no cuzão.
De repente, ouvi meu marido urrar como um animal selvagem, e senti sua porra quente escorrer por todo meu rosto. Ele tinha acabado de gozar gostoso. Pouco depois eu o acompanhei, gozando na boca da escrava de Charles. Foram orgasmos múltiplos. E na sua vez, Charles ejaculou na boca de sua cadela, alimentando-a com seu leite quente.
Ficamos os três jogados na cama, nos recuperando, suados e cheirando a sexo.
A escrava ficou no chão, de quatro, os pesos balançando nas tetas como pêndulos de um relógio.
– Foi muito bom, amigo… Está de parabéns pela sua escrava…_ elogiou meu marido.
Charles sorriu, levantou e colocou as calças.
– Vamos sair e tomar uma ducha e depois tomaremos uns drinques_ convidou ele.
– E sua escrava, senhor?_ perguntei.
Mas ele não respondeu. Foi até a outra sala e voltou empurrando uma espécie de baú, todo revestido de couro negro. Havia um furo de cada lado do baú, no sentido da largura.
– O que é isso, Charles?_ indagou meu marido, tão surpreso quanto eu.
Charles fazia suspense. Abriu os cadeados do baú e retirou a tampa. Em seguida, puxou sua escrava e a colocou de pé dentro dele.
– Essa é novidade… Quero ver de perto o que vai acontecer_ disse meu marido, aproximando-se para ver melhor. Eu também cheguei mais perto.
O mestre fez a escrava ajoelhar dentro do baú. Era um espaço bem apertado. Em seguida forçou seu corpo para frente, curvando-a, até sua boca ficar posicionada exatamente no furo que havia na parede do baú. Posicionou seus braços para trás, fazendo com que ela abrisse as nádegas com as mãos. Daquela forma, seu cu ficou perfeitamente posicionado no buraco da parede oposta. Eu estava boquiaberta. O corpo da mulher ficou totalmente encaixado naquele espaço diminuto. O baú parecia ter sido feito sob medida para ela. Charles recolocou a tampa e trancou os cadeados, fechando o baú com a escrava lá dentro.
De um lado eu podia ver a boca da escrava, e do outro lado via seu cuzão arrombado.

– Vai deixá-la assim, senhor?_ questionei, preocupada.
– Calma, ainda não terminei_ avisou Charles. Ele apanhou então dois consolos negros, um bem grande e outro um pouco menor, que possuíam uma espécie de suporte para cadeado na base.
– Isto está ficando bem interessante!_ exclamou meu marido.
Não contive meu espanto quando Charles introduziu o consolo menor no orifício do baú onde estava encaixada a boca da escrava, enterrando até encontrar a garganta da pobre. A base do consolo acoplava direitinho no furo do baú, e ele fixou o acessório com dois cadeados. O primeiro buraco foi coberto. Depois foi a vez do consolo maior. O mestre introduziu bem devagar o enorme “brinquedo” no segundo furo, empurrando até o final, passando pelo orifício do baú e encaixando bem fundo no ânus da coitada. Ouvi os gemidos abafados quando Charles prendeu o segundo consolo com os cadeados. Senti um misto de excitação, de humilhação, de revolta… Pena também.
A escrava ficou totalmente imobilizada dentro do baú, aprisionada com um cacete enterrado na boca e outro no cu.
– Eu sempre guardo minhas coisas depois de usá-las_ disse Charles, sorrindo e dando dois tapas na tampa do baú.
Meu marido estava sem palavras. Riu e passou o braço sobre os ombros do amigo, e foram beber.
Antes de segui-los, olhei uma última vez para o baú negro. Naquele momento, entendi o que Charles queria dizer. Aquilo dentro do baú não era mais uma mulher. Ela agora era apenas um objecto sexual, um brinquedo. Sem liberdade, sem opinião. Sem direitos. Sem sonhos ou desejos. Até hoje não sei quem era ela ou o que ela sentia, se é que sentia.
Mas talvez, no espaço de tempo entre uma foda e um tapa, entre uma humilhação e uma mijada, ela pudesse escapar e ser livre outra vez.
Pelo menos em pensamento…

Comi minha madastra evangelica

Meu nome é Alex tenho 27 anos, 1,92 de altura, 90 quilos bem divididos. Sou um cara que sempre tive problemas com meu pai, isso aconteceu pela situação que ele nos deixou (meu irmão e minha mãe).
Ele é pastor evangélico, não saia da igreja, todos nos pensávamos que ele era uma bênção, que nem lembrava da família para fazer a obra, mas o que acontecia de facto não era nada disso. Uma jovem de nome Ane que tinha acabado de chegar do interior do Maranhão, 26 anos, recém separada, procurou auxilio na igreja, e meu pai foi dar conselhos espirituais a ela uma baixinha que tem uma bunda enorme e um peitão muito gostoso. Ela chama muito a atenção, um corpo que desperdiçava escondido naquele saiao batendo nos pés… bem, eles acabaram se envolvendo e hoje estão casados.
Meu pai um coroa de 58 anos servidor publico do STF, em Brasília um óptimo cargo e um excelente salário, acho que foi o verdadeiro motivo do interesse daquela jovem.
Eu já estava sem contacto com meu pai, resolvi me afastar pelo facto que depois que ele foi morar com essa mulher ele esqueceu de mim e do meu irmão, acho que ele ficou com remorso e me ligou para passar o final de semana na casa deles.
Eu mais na curiosidade de saber como ele estava vivendo, resolvi aceitar o convite e já chegando la na sexta feira fomos jantar. Meu pai só falava da bíblia, me convidando para ir com ele no sábado ate a igreja, e nisso a mulher dele ficava olhando através do vidro da mesa directamente para meu pau a ponto que eu cheguei a ficar com vergonha porque ela não disfarçava, então terminamos o jantar fui para o quarto descansar.
Acordei por volta de 8hs e fui logo tomar um banho para minha surpresa ao sair do banheiro a Ane estava parada na sala com um babydool que servia em uma menina de 10 anos a metade de sua bunda estava de fora, nessa hora meu pai estava mais duro que um pedra, e a safada percebia o tamanho do meu volume que chegava a levantar a toalha. Ai ela virou para mim e disse:
– Seu pai acertou na forma!!! comi minha madrasta evangélica
Nessa hora tive a certeza que ela queria me dar mas desviei o foco por pensar que meu pai estava lá… Mas eu na verdade também queria comer aquela puta, então fui para o quarto trocar de roupa mas foi só eu entrar no quarto ela entrou atrás, me empurrando na cama pegando no meu pau e dizendo:
– Seu pai saiu agora, estamos só nos dois, ele foi na igreja e vai demorar…
Ai não consegui resistir, mas quem disse que eu queria!!! Virei aquela safada e fui logo chupando aquela bucetona e parecia que ela não estava dando pro meu pai porque, estava esfomeada, rapidamente ela gozou na minha boca e a cada grito de tesão que ela dava mas louco eu ficava…
Coloquei ela de quatro, a bunda dela parece que ficou duas vezes maior!!! Botei na xoxota dela e ela pedia desesperada para ir mais forte ate o fundo, e eu bombava com muita força ate ela gritar bem alto:
– Você é muito gostoso!!!!!

Quase todo mundo do condomínio escutou, de certeza…. nessa altura ela gozou!
Ane continuou de quatro e falou:
– Alex faz comigo uma coisa que seu pai não gosta por que e pecado… come meu cuzinho?
Eu não pensei duas vezes tirei meu pau todo molhado do seu gozo e enfiei bem devagar ela gritava numa mistura de tesão e dor que eu ficava cada vez mais tarado, quando senti meu saco encostando na bunda dela comecei a bombar rápido, ela gemia como se fosse a melhor sensação do mundo e gozou bem gostoso mordendo o travesseiro para abafar seus gritos. Não demorou muito eu inundei seu cu de porra nunca tinha gozado tanto
.
Foi a melhor transa da minha vida, uma mistura de vingança com tesão, e desse dia para cá eu e meu coroa somos carne e unha… sempre viajamos juntos, frequento sempre a casa dele e quase todo dia a Ane me fala que eu sou o amor da vida dela , meu pai banca eu satisfaço na cama.
comente me enviando email. a.flavio1983@hotmail.com ate mais amigos.

Peguei a Secretária para foder

Bom sou vendedor de livros de uma grande editora que fica na capital Paulista.
Sou casado a mais de 5 anos e sempre fui fiel a minha parceira.
Esta história aconteceu numa das minhas idas a São Paulo, estávamos tendo um grupo de formação de professores na sede da editora, num sábado chuvoso (para variar em Sampa).
Recebemos cerca de 60 professores do país inteiro que foram conversar com o autor de uma das obras.
A secretária da gerência, foi trabalhar este dia para ajudar no evento.
Seu nome é Samantha, tem 25 anos, morena de 1,70 de altura corpo escultural e seios médios maravilhosos.
Sempre que vou a editora fico totalmente hipnotizado de como o corpo dela é maravilhoso, e que como cada roupa fica estupenda nela.
Bom continuando já estava com o saco na lua daquele interminável evento, salvando algumas professoras ajeitadas que eu batia um papo, só não aguentava mais era ouvir aquele papo chato do autor.
O evento estava marcado para começas as 14 horas mas o autor chegou quase as 15 e uma van de professoras deu problema e as mesmas chegaram por volta das 15:30, com isso a palestra mais um filme que o autor inventou de passar foram acabar umas 19 horas.
Ao terminar teve um coffee para as professoras, que de fofoca para contar estavam cheias.
Lá pelas 20 horas o autor foi embora 10 minutos depois o 1° grupo de professoras e assim começaram a debandar e as nove da noite não tinha mais ninguém.
Pedi para Samantha encontrar um hotel para eu dormir pois não estava disposto a rodar mais de 200 km até em casa naquela chuva.
Ela encontrou um quarto num bom hotel e passamos a deixar as coisas em ordem no auditório, só naquele momento minha cabeça começou a desligar do trabalho, e passei a reparar na situação propícia que eu estava com aquela deusa sozinha comigo naquele enorme prédio, só haviam 2 seguranças na recepção do prédio.
Comecei a perguntar qual seria a programação dela para a noite de sábado conversa vai conversa vem e ela me conta que estava brigada com o noivo pois o mesmo estava dando muitas mancadas com ela me perguntou o que eu achava do casamento entre outras coisas.

Comecei a perder minha auto-confiança pois nestes anos de casado passei dos 70 quilos que tinha quando solteiro para uns 85 quilos, e uma barriguinha já bem grandinha, o xaveco já não é mais o mesmo entre outras coisas, passei a achar que estávamos com um papinho de amiguinhos.
Foi aí que Samantha me deu uma bela de uma brecha, falou que estava morrendo de medo de ter que sair da editora aquela hora e ter que andar 4 quarteirões até a estação do metro.
Prontamente me ofereci a dar uma carona para aquela jovem em perigo, não perdi esta boa chance.
Gastamos mais uma meia hora falando sobre tudo, deixamos tudo em ordem e fomos embora em meu carro.
Neste dia ela usava uma calça colada branca e uma bata verde, com uma sandália que mostravam seus lindos pézinhos lindos como a dona.
Que coisa mais maravilhosa ter esta mulher no meu carro, antes de sairmos ela foi ao banheiro, retocou a maquiagem e passou um maravilhoso perfume.
No carro simultaneamente falamos:
Que fome!
Pois das maravilhas culinárias do coffee só sentimos o cheiro, professora come muito.
Ela me falou que conhecia uma maravilhosa pizzaria a uns 15 minutos de onde estávamos, não demorei a tocar o carro para lá.
Neste momento desliguei meu celular para não ser interrompido pela patroa e me entreguei a este momento único.
Conversamos muito na pizzaria, comemos uma deliciosa pizza portuguesa e tomamos um belo vinho.
O assunto foi de futebol a livros, passando por legião urbana chegando a guerra do Iraque.
Que mulher linda, simpática e comunicativa.
Dai como vi que já estávamos bem entrosados puxei o assunto sexo, ela me disse que umas das frustrações dela é que o noivo dela com 22 anos de idade era um legítimo actor porno, só queria saber de receber sexo oral dar uns 10 minutos de bombadas, gozar, virar e dormir e ela ficar na mão.
Perguntei se ela já havia tido um orgasmo, na hora fiquei com medo de ter passado da medida, mas ela não refugou do assunto e respondeu que sim numa dessas vezes que ela estava muito excitada e mesmo com o noivo coelho dela conseguiu gozar mas que foi uma vez só.
Quando relatei que numa transa das mais simples com minha esposa ela tinha no mínimo 3 orgasmos, notei a garota engolir seco.
Ela perguntou como eu conseguia, disse que era adepto de sexo tântrico e que toda relação sexual minha não podia ser nada menos que um ritual de prazer.
Nesta hora falei porra tô me vendendo melhor do que vendo os livros no meu quotidiano.

Como bom cavalheiro paguei a conta e perguntei se ela queria alguma sobremesa, a mesma me disse que estava com muita vontade de tomar sorvete de menta com chocolate numa sorveteria no mesmo quarteirão da pizzaria.
Chegando lá babei ao ver a Samantha lambendo e chupando o cascão.
Fomos até o carro e vi minha oportunidade quase se arruinar, não é que toca o telefone de Samantha e era o noivo coelhinho dela, ela atendeu até que carinhosamente mas não sei o que o idiota falou, e só vi que ela respondeu que estava na balada e que não adiantava ele ficar esperando na porta da casa dela que ela ia demorar.
Nossa aí fui as nuvens, ela ficou meio chateada e me disse se eu não a levava a um shopping para ela ficar algumas horas dando um tempo para depois ir para casa.
Vi a bola pingando na cara do gol, perguntei se ela não queria que eu fizesse companhia para ela e depois a levava embora, ela ainda perguntou se não estaria me atrapalhando aí dei a cartada final, olhei bem nos olhos dela e disse que não tinha momentos tão legais a muito tempo.
Nossa a garota derreteu, e já emendei, falei vamos ao hotel e assistiremos um bom filme, sem reacção e já conquistada ela não esboçou nenhuma resistência.
Cheguei todo metido no hotel com aquela linda garota ao meu lado, tanto que o carregador de malas não tirou o olho da Samantha e pensando, esse gordinho fdp se deu bem.
Subimos e como já estava garantido na história, pedi licença e falei que ia tomar um banho rapidinho, ela sorriu e falou que ia ver um programa bom na tv para assistirmos.
Tomei aquele banho, coloquei uma cueca boxer e fiquei sem camisa, sou moreno, tenho pelos na medida certa no peito e barriga, cerca de 1,75 olhos e cabelos castanhos.
Saí enrolado na toalha e lhe disse que como não estava preparado para uma visita no hotel só tinha minha roupa social e se ela se encomodava de eu ficar de cuecas, ela já com carinha de sapeca falou que não tinha problemas.
Sai do banheiro e percebi a Samantha me olhando inteiro.
Deitei numa cama e ela na outra e ela me disse que iria começar um bom filme no SBT em meia hora e se eu deixava ela tomar uma ducha rápida antes de começar o filme, pois estava se sentindo grudenta.

Falei sinta-se em casa.
Deitei na cama e escutei o barulho do chuveiro, só de pensar na Samantha ali sem roupas já fiquei excitado demais.
Dei uma maneira de escuta-la desligar o chuveiro pensei que já era a hora de mostrar aquela garota o que um homem de verdade proporciona a uma mulher daquelas, desliguei a TV deixando o quarto escuro e tirei minha cueca.
Ela saiu do banheiro com a roupa e a toalha na cabeça e me perguntou:
Nossa Marcos que escuro o que aconteceu?
Respondi:
A TV pifou acredita?
Ela deu uma risadinha e disse:
Sei sei, mas e agora o que faremos?
Respondi:
Vem cá que eu te mostro.peguei a secretária para foder
Ela veio se sentou ao meu lado e eu lhe dei um beijo de uns 10 minutos, de perder o fôlego e matar aquela carência de um macho que ela tinha.
Ela disse que nunca tinha beijado um homem de cavanhaque e que estava gostando de sentir a barba cutucar seu rosto.
Deitei-a ao meu lado e tirei sua blusa, já sem sutiã, retirei sua calça e notei que estava sem calcinha, a virei de bruços e segundo ela lhe apliquei a melhor massagem da vida dela.
Já percebendo que ela estava bem a vontade e relaxada, abri as pernas dela e passei a lamber cada centímetro de suas virilhas, todo o entorno da vagina, passava a mão na sua barriga em movimentos bem suaves que a faziam dar pulinhos de excitação.
Voltei a vira-la de bruços e indo a geladeira peguei uma garafinha bem gelada de cerveja e deslizava pelas maravilhosas costas, nuca , cochas e virilha a fazendo delirar.

Nisso ela se virou e sentou e falou, nunca tive um homem que tivesse demorado tanto nas preliminares, respondi que aquilo era só o começo.
Deitei-a novamente, abri levemente suas pernas e passei a acariciar o entorno da vagina dela que já estava ensopada e pedindo por carinho, fechei sua boceta com os grandes lábios fazendo uma pressão até sentir com os dedo seu clitóris pela pele dos grandes lábios, isso é uma boa dica que enlouquece qualquer mulher.
Aumentava e diminuía as contracções e nisto veio o primeiro orgasmo.
Achei maravilhosa a reacção ao orgasmo de Samantha, ela chorava um pouquinho ao gozar.

Deixei ela dar uma recuperada pois sei que ao terminar de gozar algumas mulheres ficam com um certo formigamento na vagina que pode incomodar se já formos mexer logo depois do gozo.
Tomei calmamente a cerveja e em poucos segundos ela se levantou e já veio querendo pegar no meu pau.
Tirei a mão dela e disse que ainda estava só começando ela riu e disse você vai me matar.
Deitei carinhosamente Samantha na cama abri suas pernas e passeia a lamber sua vagina com muita subtileza, ela perdeu o controle e passou a gemer um pouco alto a cada passada de língua em seu grelinho, coloquei uma mão em cada seio dela e alternava em lambidas rápidas e ao perceber que ela estava beirando o orgasmo quase parava de lamber, fazendo ela dar várias contorcidas de grande prazer.
Decidi que era a primeira vez que ela tinha um homem de verdade e ia cativa-la pela quantidade de orgasmos e em mais uns 10 minutos desta maravilhosa dança lhe entreguei um orgasmo maravilhoso.
Desta vez achei que a garota havia morrido, ele ficou uns segundos choramingando e me xingando baixinho, depois entrou meio que num transe.
Me levantei, fui a geladeira e peguei outra cerveja, tomei, e me sentei do seu lado.
Falei que agora ela ia poder começar a participar da brincadeira.
Coloquei-a de quatro e falei:
Posso te pedir uma coisa?
Ela:
Pode!
Falei:
Chupa meu pau cadelinha do papai!
Ela nem respodeu e engoliu meus 16 cm de pau de uma unica vez, dando até aquela deliciosa engasgadinha, passei a acariciar sua bocetinha com ela de quatro e me chupando, pedi para ela rebolar, e não é que a safada rebola bem.
Fazia movimentos circulares em seu grelinho e alternava com enfiadas do indicador em sua boceta e cuzinho.
E ela fazendo um excelente trabalho oral no meu pinto.
Ela parou e me desafiou:
Vamos ver quem goza primeiro?
Respondi:
Demorou!
E ganhei mais uma, para uma mulher me fazer gozar no boquete tem que estar preparada para chupar por uma meia hora sem parar mas Samanha voltou a gozar em 15 minutinhos apenas, e ver aquela deusa choramingando a meia luz com meu pau atolado na boca foi indescritível.
Suas pernas desmontaram ela desabou na cama, peguei um preservativo e me sentei ao seu lado.
Esperei ela se recuperar novamente e me deitei sobre ela fazendo um maravilhoso 69 e a fiz ter mais um orgasmo após uns 15 minutos de brincadeira, também no 69 já conseguia dar leves mordidas e sugadas maravilhosas em seu grelinho.
Nesta hora eu já estava com a prostata doendo de tanto segurar a ejaculação e passei a ajuda-la dando leves bombadas em sua boca, e como era uma aventura, pensei comigo e resolvi gozar dentro da boca dela, e ela foi super receptiva cuspindo apenas pouco mais da metade do meu leitinho.
Que sensação maravilhosa, ela se levantou foi ao banheiro, se limpou e voltou como uma fera decidida, pegou a camisinha no criado mudo e falou:
Quero sentir você dentro de mim.
Ela terminou de limpar o meu pau com a boca e já colocou a camisinha, subiu e mim e passou a me cavalgar.
Sabia o que fazia, apoiada nos seus pezinhos rebolava e alternas fortes estocadas com suaves contracções e não é que depois de uns 10 minutos ela gozou novamente e senti deliciosas gotas de choro na minha barriga.
Deitei seu corpo na cama, coloquei suas pernas nos meus ombros e passei a bombar com muito força, certeza que todo o hotel estava escutando a cama estalar e a Samantha gemer como uma prostituta.
Após uns 5 minutos bombando não resisti, tirei meu pau, tirei a camisinha e lavei a barriguinha sarada dela.

Me deitei um pouco ela foi ao banheiro, tomou um banho e voltou.
Comecei a beija-la com muito carinho e a acaricia-la ela perguntou no meu ouvido:
Você é insaciável?
Respondi:
Com você sim!
Nisso meu pau já estava duro de novo e a virei de quatro e passei a pedir para ela foder, coisa que ela fez com maestria, jogando sua bunda com força para trás.
Percebendo nosso cansaço, deitei Samantha na cama novamente, agora com uma perna dela no meu ombro e a outra na cintura eu bombava num ritmo legal e manipulava seu clítoris com força, e pedindo:
Vamos gozar juntos putinha!
Depois de umas 50 bombadas gozamos praticamente juntos, eu primeiro e ela uns 10 segundos depois ao sentir meus quentes jactos dentro dela (essa foi sem preservativo, não recomendo, sorte que ela toma pílula).
Ficamos ali atados por mais uns 10 minutos e fomos tomar banho.
No banho perguntei se ela já tinha feito sexo anal, ela disse que sim mas que só doía e o coelho dava uns 3 min de bombaba e gozava.
Desconversei, passei a dar banho nela passando sabonete em seu maravilhoso corpo, e ao vira-la de costas meu pau estava já meia bomba.
Passei a roçar nas nádegas dela e ele encheu todo.
Pus meu corpo bem junto ao dela e mordiscava sua orelha e manipulava sua boceta.
Ela começou a empinar o bumbum oferecendo seu cuzinho.
Dei um passo para trás, e com uma mão manipulava a bucetinha dela e com a outra pus um dedo, depois dois e ela já rebolando a safada.
Molhei bem o pau, alarguei a entradinha e encaminhei a cabecinha porta a dentro.
Ela deu o veredicto, abaixou um pouco mais meio que falando, fode vai!
Comecei devagar e ao perceber que de incomodo passou a dar prazer bombava mais forte, conciliando o coito a uma maravilhosa masturbação no grelinho dela.
Não demorou e ela gozou, como eu já estava muito louco, fiz ela abaixar bastante quase encontrando a cara no chão e passei a fode-la como um cavalo a uma égua e logo depois gozei naquele cuzinho mágico.

Terminamos o banho e exaustos dormimos abraçadinhos.
Acordamos lá pelas onze da manha, levei ela para casa, almocei com a mamãe e o papai dela.
Por volta das 14 horas resolvi que tinha que ir embora, ela quase chorou, disse que queria mais, falei que minha esposa já deveria estar na delegacia dando parte do meu desaparecimento.
Ela me disse que minha mulher era uma mulher de sorte, e que se arrependia de ter me julgado pelo rótulo, que nunca imaginou que um gordinho pudesse fazer ela se sentir tão mulher daquele jeito.
Gente resumindo esta mulher está comigo até hoje e agora tenho duas, ainda monto meu harém.
Logo logo conto nossa segunda foda e uma com a minha esposa!
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Minha tia corneava o meu tio comigo

Há 10 anos atrás, eu ainda era solteiro, tinha o meu emprego e morava sozinho aqui em São Paulo.
Porem também morava aqui um tio meu, irmão da minha mãe, que eu ia visitar frequentemente. A minha tia, mulher dele, gostava muito de mim e adorava quando eu os visitava. Eu tinha uma prima, filha do meu tio, que já não vivia lá em casa, assim, eles moravam sozinhos…
Um certo dia o meu tio teve um derrame e ficou de cama com um lado paralisado e a minha tia tinha muita dificuldade para cuidar dele sozinha! Em uma visita ela me contou a dificuldade e eu me prontifiquei em ajuda-la, mas para isso eu tinha que mudar para casa dela…
Isso deixou a minha tia contentíssima e na mesma semana eu mudei para casa dela… Só que, como eu gostava de sair à noite e chegar tarde, eu preferi morar em um quartinho do lado de fora da casa, ao lado da lavandaria.
Então passei a ajudar o máximo que podia em relação ao meu tio que era irmão da minha mãe. Só que ao passar dos dias eu fui achando a minha tia cada vez mais atrevida em seu comportamento, acabei até por bater muitas punhetas por causa dela.
Uma vez por outra, sentávamos no sofá para ver tv e jogar conversa fora. Ela ficava com as coxas todas à mostra ou simplesmente com as calcinhas de fora… eu às vez me perguntava se ela não fazia tudo aquilo de propósito, pois muitas vezes ela entrava no meu quarto sem bater e me pegava só de cueca e quando eu ia me cobrir ela ficava rindo e dizia que tudo bem que eu podia ficar só de cueca que não tinha problema.
Só que às vezes eu percebia que ela ficava olhando para o volume do meu pau..! Algumas das punheta era quando a minha tia ía lavar o quintal somente de camiseta e quando ela ia baixar a bunda ficava toda de fora..!!
Ela era muito bem humorada, gostava de brincar e até contar piadas e cada vez que eu estava no meu quartinho e ela ia lavar o quintal, ficava de bunda de fora e eu ficava conversando e parecia que para ela estava sendo muito natural pois ela nunca se cuidava ao se abaixar!! Parecia que queria mostrar a bunda de facto…
Ate que certo dia , era um sábado de manhã, eu ainda estava dormindo, quando ela começou a lavar o quintal. Quando eu abri a janela, para dar bom dia, deparei com ela somente de camiseta bem curta e no mesmo momento o meu pau deu um latejada mesmo porque eu ainda estava de cueca.
Ai fiquei conversando com ela, e ela muito bem humorada, quando de repente ela se abaixa para pegar alguma coisa a sua bunda ficou toda exposta e sua boceta também…. pois a safada estava sem calcinha!!!!!!!
No momento que eu vi aquilo o meu pau deu um empinada e o meu coração acelerou de tanto tesão. Cheguei a suar frio… Pois minha tia apesar de ter os seus 50 e poucos anos ainda era uma mulher muito do gostosa..!!

E ela continuou a lavar e sem se preocupar que estava sem calcinha, cada vez mais ela se abaixava parecendo de propósito, para mostrar para mim.
Em certo momento em tom de brincadeira eu falei assim:
“O tia, não brinca comigo!! Você ai sem calcinha ta me deixando louco de tesão…”
Logicamente falando baixinho para o meu tio não escutar… mesmo doente na casa, ele podia escutar, e ainda não estava morto! Minha tia corneava o meu tio comigo
Ai ela brincando falou:
“Pára de ficar olhando para minha bunda seu tarado!!!”
Ai fiquei zuando a minha tia que ela estava me deixando tonto de tesão! Ela só dizia:
“Pára com isso tarado…”
Ai perguntei:
Você quer ver como eu estou????
Ela respondeu que não queria saber!! ai falei que ia mostar, saí da porta e mostrei o meu pau duro como ferro para ela…
Ela quando viu o meu pau, ela ficou até atordoada!!! Aí eu fiquei chamando ela para o meu quartinho e ela falando que não ia… e dizia:
“Olha o seu tio seu tarado!!”

Mas ela estava louca de tesão para se atracar no meu pau só que faltava coragem…Ate que eu falei:
“Vem..vem cá que eu quero de mostrar uma coisa…
Ela então criou coragem e entrou no meu quarto…Foi só ela entrar, eu a cerquei por trás com o meu pau em sua bunda e já fui com a mão na boceta e ela na hora começou a tremer de tesão. Depois ela já estava louca por um pau… eu sentei ela na cama e dei o meu pau para ela pegar. Ela pegou e começou a me punhetar com uma vontade louca quando de repente a safada abocanhou o meu pau e começou uma deliciosa chupada que estava me deixando maluco de tanto tesão.
Ela chupava com tanta vontade que parecia que fazia anos que não pegava em um pau..!! Me chupou por alguns instante quando de repente ela deita na cama e me diz:
“Vem e mete em mim que eu tou louca por um a pau…”
Eu então cai em cima e enterrei o meu pau naquela boceta, comecei a socar e minha tia, parecia que queria subir pelas paredes de tanto tesão, pois gemia e gritava e se remexia toda!! Enchi a boceta dela de porra, gozei igual um jegue …!!!
Depois que se saciou e se conteve, ela começou a me dizer que eu era um tarado!!! Levantou-se e foi para casa, logicamente que foi limpar a boceta cheia de porra e logo voltou para terminar a limpeza do quintal, toda sorridente, cheia de bom humor, olhava para mim e dizia:
“Tarado..!!!
E eu ainda dizia:
“Tia, você é muito da gostosa!!!

Logicamente falávamos baixinho para o meu tio não escutar…
A partir desse dia eu passei a ser amante da minha tia! A safada andava sem calcinha só para me provocar pois ela sabia que eu ficava louco de tesão. Quando eu chegava do trabalho, ela estava toda cheirosinha e de camisolinha ou de camiseta e sem calcinha, eu sabia que ela estava morrendo de vontade de levar o pau na boceta..!!
Às vezes ficávamos na sala vendo tv, no sofá, mesmo com o meu tio no quarto ao lado, ela me fazia cada boquete delicioso que me deixava alucinado… depois para que eu não esporrasse no chão, ela fazia questão que eu esporrasse em sua boca, depois engolia tudo e ainda se lambia!!!
A boceta, ela só me dava no meu quarto, que ficava no lado de fora da casa, para que o meu tio não escutasse os gemido e os gritos que ela dava quando eu socava o pau em sua boceta..!!
Certa vez estávamos no meu quarto e eu socando na boceta, quando me deu uma vontade enorme de comer o cu dela, mas eu não sabia se ela iria me dar o seu cu porque até então eu ainda não tinha tentado e nem ela tinha me oferecido…
Ai eu falei que queria comer o cu dela, já pensando em levar um tapa na cara, mas me enganei!! Ela só falou que eu tinha que enterrar bem devagar!!
Nossa!!!!!!! Quase não acreditei!! Eu então fui com o meu pau naquele cu e fui enterrando vagarosamente, comecei a socar o pau naquele cu apertadinho que ela só rebolava e gemia de tanto tesão e eu socando deliciosamente até encher o cu dela de porra!!! No final ela ainda me falou que adorava dar o cu…
E assim passai também a comer o cu da minha tia…

Só que depois de 2 anos morando com eles, certo dia a minha prima voltou para morar com a mãe e assim acabou com a nossa festa.
Em seguida fui embora pois eles não estavam mais precisando de mim e foi assim que a minha tia corneava o meu tio comigo.
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Foder com três gaijos

Bom para já Ola a todos! Então vou vos contar o que aconteceu comigo numa saída para uma discoteca…
Chegando à discoteca com uma colega minha fomos logo beber algo para aquecer, a discoteca estava cheia de gente, mas de repente vimos uns rapazes que estavam sentados ao canto do bar a conversar.
Entao decidimos de ir falar com eles apesar de não os conhecermos… quando nos aproximámos deles pedimos licença de nos sentar e assim surgiu a conversa entre nós.
O tempo passava pouco a pouco, dançamos, bebemos, curtimos, conversámos e quando era para sair eles convidaram-me para ir com eles. Como estava com álcool a mais, aceitei sem saber o que me ia acontecer. A minha colega foi mais esperta do que eu, ficou la mais um bocado …
Quando saímos os 4 da discoteca (eu e mais os três gajos) fomos para o carro deles para ir embora.
Arrancamos e pelo caminho, o condutor começou com a conversa se eu não lhe queria fazer um broxe enquanto ele conduzia, depois de algum tempo a insistir, acabei por aceitar, estava bêbada, e deixei-me ir na onda, quando dei conta já estava a fazer abocar o caralho ao gajo que estava a conduzir e os outros dois que estavam atrás debruçaram-se para a frente e começaram a apalpar-me e a mexer-me na cona e assim chegámos a uma associação de futebol onde tudo aconteceu.
Então chegando lá começaram logo a despir-me e fuder-me.

Acontecia tudo tão rápido, e eu estava tão zonza que quando dei por mim já estava em cima de um e os outros estavam a preparar-se para me foder também…
Mas eles começaram a reclamar, a dizer que lá não dava muito jeito de levar com três ao mesmo tempo…foder com tres gaijos
Assim, como eles conheciam o lugar, decidiram entrar por uma janela que ficava sempre aberta e fomos para uma maca de massagens…
Estava louca de tesão, mas tinha medo de estar ali com aqueles três caras sem saber o que íam fazer comigo…
Subi para a maca e fiquei em cima de um, ele fodia-me a cona com força, os outros começaram a rir e a dizer que tinham de tapar todos os meus buraquinhos…. Um deles espetou o cacete na minha boca para eu mamar e o terceiro foi cuspir no meu cu e começou a tentar entrar no meu cuzinho com os dedos….
Fiquei super assustada nessa altura, nunca tinha sido penetrada em dois sitios ao mesmo tempo…
Começei a dizer que não queria mais, mas o terceiro gaijo foi-se acomodando e apontou ao meu cu, espetou aquele caralho pelo meu rabinho… Senti uma dor bastante forte e começei a gritar… Levei um tapa na cara do gaijo que estava chupando…

Vi que não podia fazer nada, e começei a deixar-me levar outra vez…. Eles fodiam-me a cona e cuzinho em estocadas fortes…
A minha sorte é que tomo a pílula porque o gajo que esteve por baixo de mim veio-se dentro, numa esporrada abundante…
O que estava em cima gozou na minha boca ….mas ainda faltava o outro…
Então, quando os outros saíram ele fodeu-me a canzana de tal maneira que até perdi a força nas pernas e caí. Mas ele não queria para de me foder, então agarrou-me e pôs-me em cima da maca para eu não cair mais e assim ele fodeu-me até gozar na entrada do meu cuzinho…
Depois vestimos e fomos embora, ainda pensei que eles me iriam deixar ali sozinha, mas isso não aconteceu. Quando cheguei a casa fui logo tomar banho… a partir desse momento nunca mais os vi.
Nunca cheguei a dizer à minha amiga o que se passou naquela noite…mas pronto foi uma aventura que só acontece uma vez…
Tive muitas mais aventuras de sexo de grupo mas isso foi tudo bem planeado, depois conto-vos mais tarde….Beij0*
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