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Fantasias sexuais – eu e Angela

A noite está muita tranquila, tenho a sacada de meu apartamento aberta sinto um pouco de frio, entretanto, sinto muita paz.
Estou nestes dias de paz, uma paz pessoal que me deixa com muita força, sem preocupação, medo ou culpa.
Apenas me faz sentir senhora de mim.
Sou branca, 63 kg 161, cabelos longos bem pretos, olhos pretos, seios médios para pequenos bem rosados e com os mamilos, protuberantes com aureolas grandes, sinto muito sexualidade neles quando tocados suavemente fico louca.
Tenho minha vida sexual activa, um filhinho lindo muito querido já com quase 15 anos.
Bem, como toda mulher tenho minhas fantasias, sei muito bem que é certo e errado, aquilo que posso ou não posso fazer. Assim, é a vida.
Temos todos nossas amarras, entretanto, em alguns momentos especiais perdemos este norte. Em dias como o de hoje me sinto forte, aberta as experiências, aberta à vida.
Tenho uma amiga, que também é casada e mora aqui no condomínio no terceiro andar. Ela se chama Ângela, é uma mulher um pouco mais jovem do que eu é casada também, tem dois filhos de seis e de nove anos, magra, mais alta e de cabelos castanhos curtos na nuca.
Ela e eu temos sido boas amigas saímos muito, fazemos compras trocamos segredos de mulher, de coisas que gostamos e não gostamos, dos medos afinal, homem é homem não se pode confiar neles completamente né!
Nesta noite meu marido está fora, em São Paulo, a trabalho; meu filho na casa da avó em Agra dos Reis e eu, aqui. Nesta paz, neste isolamento restaurador, abri a porta da sacada fiquei olhando o mar, acabou de escurecer e sinto a brisa suave do vento em meus cabelos, é um sentimento muito bom, muito bom mesmo não me lembrava de tê-lo já sentindo.
Sai lentamente fui à cozinha e peguei uma garrafa de vinho Malbec, gosto de sentir o paladar do tanino, da madeira, do aroma forte do vinho Argentino.
Abri a garrafa e coloquei um pouco na taça e permaneci ali olhando o mar e as estrela que começavam a surgir nos céus. Foi ai que minha história começa: Gente é uma história de sexo real.
Uma historia de vida, de uma mulher plena de um momento que não sei se viverei outra vez.
A porta tocou e fui ver quem era. Minha surpresa, Ângela. Sorri e diz:
– Vim te fazer uma surpresa, José Carlos está em uma reunião somente voltará bem tarde.
Eu respondi-lhe prontamente:
– Que bom, eu estava mesmo muito sozinha.
Ângela me acompanha até a sacada do apartamento e fica ali por alguns segundos em silencio não diz nada, eu pego minha taça de vinho e tomo um gole bem guloso, fico segurando o copo sem nada dizer apenas saboreando o paladar daquele vinho maravilhoso. Ângela quebra o silencio e diz está ficando frio. Abraça seus ombros e diz:
– Que friozinho.

Eu permaneci em silêncio, não sei o que me deu, nada respondi. Permaneci calada.
Ângela diz:
– Vou à cozinha pegar uma taça para mim, assim eu esquento um pouco.
Apenas balancei a cabeça consentindo. Ângela coloca vinho na sua taça, me propõe um brinde a nós duas. Olha para garrafa e diz:
– Amiga… Você já tomou sozinha quase meia garrafa, por isto você não esta sentindo frio.
Dou um sorriso curto, mostrando timidamente os dentes. Ângela diz:
– Você quando dá este sorriso parece uma menina fica muito mimosa.Fantasias sexuais - eu e Angela
Eu disse:
– eh! Que bom ser menina outra vez.
Seguimos saboreando a noite e o vinho agora ela chegou para mais perto e disse:
– Você está diferente o que você tem?
Eu respondi:
– Não sei esta noite estou muito confiante, forte acho que estes momentos de solidão nos fazem pensar em nos próprios e nos fortalece.
Ela disse:
– Não. Não é isto, é seu cheiro você esta cheirando a fêmea, esta menstruada.
Eu respondi:
– Sai para lá nem pensar!
Ela respondeu:
– ah… Então não sei.

Sai da janela e disse vou tomar um banho fica ai terminando esta garrafa que eu já volto. Quando voltei encontrei a casa fechada e o som ligado, tocando Blues eu adoro este ritmo meio que cantado e soprado.
Coloquei uma saia rodada e uma blusa branca de tomara que caia com sutiã preto. Entrei na sala e sentei, Ângela disse:
Olha você igual a uma menina!
Eu ri, e disse:
– Que nada eu peguei na gaveta a primeira que vi.
Ângela respondeu:
– Você esqueceu que sou Psicóloga, nunca fazemos nada por acaso é nosso subconsciente que nos determina que nos domina.
Eu respondi:
– É, não sei destas coisas. Bem, vamos tomar mais vinho.
Ângela me responde:
– Acompanho. Vamos lá então tem mais uma garrafa.
Abrimos e colocamos no copo e seguimos conversando foi ai que eu disse:
– Eu uma vez li um livro que em uma festa as amigas tomavam o vinho de uma forma diferente; colocavam um gole grande na boca e davam a outra na sua própria boca que coisa né?
Ângela respondeu:
– Olha não vejo nada demais nisto. De repente é uma forma de mostrar afecto.

Sem me deixar pensar Ângela coloca um gole em sua boca e vem me dar fiquei embaraçada enfim… tomei. Ficamos em silencio. Fiquei calada.
Ângela quebra o silencio e diz:
– Agora me dá você assim ficamos quites.
Eu tirei coragem não sei de onde e fiz a mesma coisa coloquei em minha boca me aproximei dela e dei para ela beber. Ela foi muito rápida recebeu o vinho e imediatamente me deu um beijo.
Um beijo de fêmea de língua de enlouquecer. Eu fiquei surpresa porem não rejeitei não. Ângela se levanta e apaga a luz deixando somente uma pequena luz ao fundo. Na volta pega minha mão sem dizer nem uma palavra me leva para perto da parede e coloca minhas mãos na parede e diz:
– Não tire as mãos daí até eu dizer que você pode.
Não sei se foi o vinho ou, meu estado ou, porque simplesmente quis, apenas obedeci.
Ângela começou a sussurrar em meus ouvidos, pentear meus cabelos com seus dedos, dizer coisas muito agradáveis, que estava linda que era uma mulher muito especial etc. Estas coisas que toda mulher gosta de escutar.

Ângela era perfeita, começou a morder minha nuca, lamber meus ouvidos, suavemente escorregou suas mãos sobre meus seios e acariciou-os sobre a blusa, sem pressa, com suavidade desceu às mãos ate meu umbigo, e um frio louco me tocou todo corpo, naquele momento eu não queria pensar apenas sentir aquela emoção maravilhosa.
Então ela começou a subir as mãos por dentro da blusa e tocar com seus dedos a ponta dos meus mamilos que estavam intumescidos. Foi realmente uma sensação louca, Ângela começou a sussurrar:
– Você vai ser minha menina, você vai ser minha.
Eu respondi:-
SIM. Serei sua.
Ângela completa vai fazer o que eu mandar, eu respondi outra vez, balançando agora a cabeça.

Ângela leva as mãos do lado e tira minha saia, ela cai no chão me deixando de calcinha preta, Ângela leva suas mãos para meu sexo e acaricia sobre a calcinha mais ai era evidente estava todo molhado inchado.
Ângela uma vez mais brinca com meus ouvidos e diz:
– Então você sempre quis isto e porque não me falou, eu já me masturbei dúzias de vezes pensando em você.

Eu nada respondi não sabia o que dizer.
Ângela diz:
– Agora você pode tirar as mãos daí.
Afasta-se de mim manda eu me virar.
Ela diz então:
– Tira este sutiã para mim, se entrega para mim de livre vontade…
Eu imediatamente levei as mãos nas costas e tiro o sutiã ela interrompe e diz:
– Bem devagar, eu quero saborear a cena.

Eu obedeci. Em seguida ela diz:
– Agora tira a calcinha!
Eu fiz, porém agora já sabia, tirei bem devagar.
Em sequência, Ângela diz:
– Me pega pela mão e me leva para sua cama, seja lá minha fêmea, sem pudor, seja apenas fêmea.
Eu, não pensava apenas obedecia àquela mulher que tinha me hipnotizado com suas ordens seu jeito seu gosto.
Assim, peguei pela mão e levei Ângela para o quarto já sem roupa ou pudor, deitei-me na cama e fiquei vendo-a tirar rapidamente suas roupas e ficar somente de calcinha e sutiã. O que aconteceu dai para frente foi à experiência mais louca impressionante, prazerosa e marcante de minha vida.

Porém é material para outra história.
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Meu marido me fez gozar um monte de vezes

Meu nome é Lavínia, tenho 24 anos, 1,60 de altura, sou morena de cabelos compridos e lisos, tenho um corpo bem distribuído, sou magra de seios fartos e coxas grossas.
Sou casada há seis anos e tenho uma vida sexual intensa com meu marido que vou chama-lo de Fábio.
Um dia desses terminei meus afazeres diários e no meio da tarde me bateu um tesão enorme e eu comecei a ver um filme pornô sozinha, após algumas cenas comecei a me masturbar e a torcer para que meu marido chegasse logo, pois estava muito excitada.
Mas as horas foram passando e ele acabou chegando tarde, devido a contratempos no serviço.
Ele tomou um banho e foi jantar como de costume.
Enquanto isso eu também fui tomar um banho, me depilei todinha, deixando a periquita bem lisinha. Depois botei uma lingerie nova preta fio dental e um perfume bem gostoso.
Quando sai do banheiro ele estava no computador, então dei um beijo bem gostoso na boca dele, ele olhou para mim com um jeito que já sabia o que eu desejava e me comeu com os olhos dizendo que eu estava muito gostosa e perfumada.
Eu disse que iria deitar e que estava o esperando na cama…Meu marido me fez gozar um monte de vezes
Me deitei propositadamente sem coberta e com a bunda para cima.

Logo o Fábio veio por trás beijando minhas costas, minha nuca, roçando em meu corpo, percorrendo a mão por todo meu corpo.
Eu fazia o mesmo e percebi o volume enorme de seu pau em sua cueca, então comecei a lamber e modiscar os mamilos dele e a descer pela barriga, enquanto tirava sua cueca e botava as mãos naquele caralho gostoso, eu comecei a chupá-lo na cabeça do pénis e a enfia-lo todo na boca quase me engasgando.
Fábio estava louco de desejo e então mudei minha chupada, o masturbando ao mesmo tempo que chupava seu saco.
Já não a aguentando mais, ele me deitou na cama, me beijou novamente na boca e começou a mamar gostoso em meus seios e a descer seus beijos até minha buceta meladinha, então arreganhou minhas pernas e meteu aquela língua gostosa que sabia me dar prazer como nunca.
Lambia e chupava ao mesmo tempo toda minha buceta e enfiava sua língua. Eu gemia como louca, pois adoro ser chupada, ele continuava a me chupar gostoso e de vez em quando introduzia seu dedo, o que me fazia soltar um liquidozino de gozo na boca experiente dele, que continuava até eu gozar mais uma vez.
Depois eu dei novamente um beijo nele sentindo o meu gosto na boca dele, então comecei a cavalgar gostoso naquele caralho tesudo por um tempo, depois trocamos de posições e ele me botou na posição de frango assado, então me penetrou novamente e me disse que queria comer meu cuzinho.

Não gosto muito do anal porque dói, mas estava tão excitada que concordei, afinal ele merecia esse presente após ter me chupado tão gostoso.
Eu passei meu dedo na saliva e comecei a penetrar meu cuzinho apertadinho com um dedo, até colocar dois dedos meus e lubrificar bem antes dele enfiar seu caralho grosso.
Continuei na posição frango assado, então ele devagar começou a enfiar a cabeça do pénis, doeu um pouco, mais depois que ele enfiou tudo e começou a me foder mais rápido eu comecei a gostar daquilo e comecei a relaxar mais, pedindo para que ele fosse mais forte, então ele louco de desejo por comer meu cuzinho apertadinho, gozou um monte de porra lá dentro e eu gozei também, pois foi um sensação bem diferente e muito gostosa.
Nós somos um casal bem liberal entre quatro paredes e fazemos loucuras na cama, só nos dóis é claro, pois não o divido com ninguém.
É por isso que nosso casamento se mantém firme e forte, pois nos damos muito bem na cama, e ele é um gostoso.

Natal com meu Tio de cavanhaque dormindo

Sempre tive uma tara insaciável pelo meu tio de cavanhaque, porém nunca havia tomado atitude alguma.
Ele mora a 400Km de BH, e vejo ele 4 vezes ao mês.
Jamais acontecera nada, porém diversas vezes ele notou a forma como olho para ele.
Ele usa cavanhaque, tem 39 anos, casado, alto, bonito, não é musculoso, nem magro, e possui um peito cabeludo.
A aproximação começou no Natal passado, estava saindo para curtir a noite antes do Natal e ao abraça-lo, me virei e senti o volume solto do seu moletom.
Ou estava sem cueca ou relaxada, nada mais acontecera, ele vivia nas minhas punhetas.

Em Janeiro o mesmo veio na minha formatura, e meus pais comemoraram em um sítio nosso, perto de BH e veio toda minha família.
Minha família é enorme, ficou umas 30 pessoas no sítio, inclusive a família do meu tio de cavanhaque. Bebemos muita cerveja, e por volta das 3 da manha, ficou eu, meu tio de cavanhaque e um primo que jamais suspeitara ser gay.
Esse meu primo não é sobrinho desse meu tio de cavanhaque, pois ele é meu primo parte de mãe e o tio de cavanhaque parte de pai.
Estava com sono e fui dormir, meu tio estava próximo ao freezer atrás do balcão perto da churrasqueira e, despedir do meu primo bichinha que não ia dormir de jeito nenhum, pois percebi que o mesmo não queria deixar-me só com meu tio de cavanhaque, já tinha bebido muitas cervejas… uma mala sem alça esse primo… mas fui até meu tio e dei um abraço nele, antes cheguei e apertei seus mamilos, e falei:
– “peitinho”!
Nisso ele me olho fundo, pois acho que deixei ele com tesão, e quando virei ele deu um tapa lentamente na minha bunda e senti aquela mão dele enorme, pois ele tem 1,89 e 88 kg e eu 1,75 e 74 kg, 25 anos.
Não aconteceu mais nada e fui correndo pro banheiro punhetar para ele, depois fui para o meu quarto, que é o único quarto virado para área da churrasqueira e piscina.
No meu quarto ficaram 3 primos nas 2 beliches eu fiquei na parte superior, e a janela estava com uma fresta, e fui espiar para ver se meu primo e meu tio havia ido dormir… e quando olhei, os dois estavam lá porém meu tio sentado próximo a meu primo.
Meu tio de cavanhaque não parava de coçar o saco, como eles estavam sendo tapados pela mureta lateral a única possibilidade de verem eles era pela minha janela, pois a porta da sala fica lateral a essa mureta.
Depois de uns 30 minutos, meu tio enfiou a mão dentro da bermuda e com a outra com segurava o copo de cerveja.
Havia tirado a camisa e estava mostrando aquele peito cheio de cabelos.

De repente, vejo que meu primo deixou cair no colo dele, acredito que fora um pedaço de carne e rapidamente levou a mão no saco do meu tio.
Não acreditei na cena, pois era algo que sempre queria ter feito, e a bicha do meu primo fez.
Meu tio falou baixo com ele e, em seguida meu tio abaixou a bermuda e colocou a cadeira próximo a mureta de forma que poderia ver se a porta da sala iria abrir ou não.
Porém não percebeu que a janela do meu quarto estava com uma fresta aberta e logicamente com as luzes apagadas, não via que eu os espionava.
Olhando com o coração pulando, meu primo fica de joelhos e meu tio sentado ordenou que o mesmo mamasse nele.
Meu primo chupava o pinto do meu tio de cavanhaque e mesmo se contorcia na cadeira, a distância da janela era de uns 15 metros, não dava para ver o real tamanho da piroca dele, mas era grande, muito grande.
E, meu primo mamava nele igual a um bezerro, chupou ele por 9 minutos, e de repente meu tio de cavanhaque levanta da cadeira com meu primo agarrado no seu pinto e punheta com a boca do meu primo agarrado na cabeça do pinto dele, e faz uns 10 movimentos e começa a gozar no boca do meu primo, gozou muito, que até foi no olho dele, e depois de um tempo, meu tio passa a mão no olho dele e remove porra dele até a boca do meu primo.

Sei que meu primo bebeu tudo e limpou plenamente o caralho enorme do meu tio de cavanhaque, e ficou com o pinto dele na boca até amolecer. Natal com meu Tio de cavanhaque dormindo
Depois disso ainda sugava o pinto como um bezerro suga a teta de uma vaca.
Eu no quarto já tinha batido umas 3 punhetas, meu pinto estava até doendo e meu coração saindo pela boca, pois nunca havia visto tal cena. Ainda bem que esse primo meu que sempre apostei ser viado, jamais iria encontrar novamente com meu tio de cavanhaque, porque os dois não são parentes, meu primo do lado da minha mãe e meu tio do lado do meu pai e ele mora em São Paulo.
No outro dia fomos a BH no baile de formatura e no outro fomos embora, mas meu tio de cavanhaque não saiu jamais da me pensamento…
Há 3 dias meu tio de cavanhaque veio com a família dele visitar minha família e ontem pela manhã meu pai saiu cedo para ir trabalhar e minha mãe, minha tia e meus primos pequenos foram a Divinópolis comprar roupas.
Eu fiquei na casa com meu tio, a tarde iria passar no escritório e pegar umas plantas. Minha casa possui 3 quartos, todos com cama de casal, meu quarto fica de frente para o quarto da minha irmã que esta hospedado meu tio de cavanhaque, eu passei em frente do quarto e a porta estava entreaberta e ele estava lá esticado na cama com um pijama de seda curto e sem camisa…
Olhei discretamente e passei pelo corredor em frente ao banheiro e fui bater uma punheta para ele, e ele percebeu que havia olhado para ele.
Quando sai do banheiro dei descarga, para despistar a punheta.
Na volta ele chamou para ver o reprise do jogo da copa que passava no sportTv, e eu fui e sentei no chão e ele chamou, para deitar na cama, isso era umas 8 horas da manhã, ninguém na casa, meu pau latejando, mas conseguia disfarçar e meu tio de cavanhaque falou que eu podia deitar e relaxar, para ficar de boa, para ver o jogo.
Obviamente deitei mas só imaginava o pinto dele, que meu primo mamou, mais nada. E ficava olhando para a TV e pro pijama, que ele de vez em quando pegava, diante de um lance do jogo, e umas dessas ele percebeu que eu olhava para a mala dele, mas não aconteceu nada.
Após 30 minutos, ele estava dormindo, com a respiração de sono mesmo.
Bom, acho que dormia, ou ele fazia isso para ver o que ia dar.
Eu me aproximei dele e fiquei olhando para o peito com cabeludo e as coxas grossas, com as aureolas morenas, tamanho normal, seu cavanhaque bem feito e também alternava os olhares para o pijama, a bermuda não possui zíper, mas também não via nada.
Aí comecei a atacar. Dei uns empurrões no braço dele para chama-lo pro jogo e ele não se mexia, não acreditei, aproximei a mão no peito dele e repousei minha mão em cima do peitoral dele,e ele também não se mexeu.

Após uns 5 minutos comecei a deslizar a mão pelo abdómen peludo dele em movimentos circulares, de repente, ele pega na minha mão no peito dele firmemente, e aperta!
Nossa, meu coração saiu pela boca… Porque ele me pegou acariciando seu peito, achei que iria me xingar e tudo mais, mas apertando minha mão direita, para a minha surpresa deslizou-a por dentro do seu pijama e levou minha mão ao encontro do seu enorme caralho que estava meio mole.
Era grande e o volume perfeitamente visto pelo pijama, ora levava a mão no enorme saco ora no pénis e deixou minha mão dentro da sua bermuda do pijama e levou as suas mãos na nuca, e disse:
– Ele é todo seu, pode fazer o que quiser, se quiser uma mamadeira comece a brincar com ele…
Não acreditava, o sonho das minhas punhetas agora ma minha mão.
Tirei a mão dentro do pijama e lambi os dedos que segurava o caralho dele, ele deu uma risada e disse:
– Saborea essa Jeba criada para você.

Aproximei meu rosto no pijama, e comecei a morder o pinto do meu tio de cavanhaque até ficar duro, depois pelo buraco onde fica o zíper, tirei o pinto dele já enorme e comecei a fazer um delicioso boquete, estava babando de tanto tesão, e a princípio fiquei receoso de beber aquela essência, pois nunca havia feito sexo com homens, apesar de Bi, era primeira vez.
Mas eu peguei no pinto dele já duro na mão que mal fechava de tão grosso, e chupei a cabeça daquela jeba babando com um sabor delicioso, e ele urrava, como um Touro, de tanto tesão, e disse que eu chupava como um bezerro.
Nesse momento perguntei se mamava melhor que meu primo, ele olhou e disse:
– Viu tudo né, bezerrinho? Se soubesse te daria leite aquele dia mesmo…

E continuei a chupá-lo loucamente.
Depois tirei o pijama dele e chupei loucamente suas bolas, deslizava e lambia o contorno da cabeça do pinto dele.
Assim como ocorreu com meu primo, quando ele estava gozando levantou na cama e eu deitado e ele por cima da minha boca punhetou seu caralho por 8 vezes, e minha boca com a cabeça da jeba dentro.
Após algum momento começou a gozar, nossssaaa, gozou muito, muito mesmo, sujou meu rosto todo e ele urrava como um cão no cio, como um touro.
Depois deixou seu pinto na minha boca amolecer e foi tirando a porra do meu rosto e colocando tudo dentro da minha boca.
Depois deitou-se e acabou de ver o jogo, porém eu fiquei com o pinto dele na boca, amolecendo e mamando só a cabecinha…

Depois de um tempo ele perguntou se eu gostei da mamadeira e do leite dele, eu disse que sim!
E, ele falou que toda vez que ele me visitar ou, eu a ele, terei seu leite fresco.
Porém eu teria que pedir, ele não irá oferecer! Ele ainda não me comeu, só passou a mão na minha bunda, mas como sabe que sou virgem, está esperando o momento certo que acredito que ocorrerá hoje a noite, daki a pouco, pois todo mundo da minha família está na casa de um outro tio meu, e eu cheguei agora do trabalho, e meu tio está no banheiro, e me esperou para ir com ele, lógico que tem segundas intenções.
E agora paro por aqui, vou bater na porta do banheiro ver o que me espera lá, se for apenas uma mamadeira, já está bom, pois meu tio de cavanhaque está indo embora amanhã.
É a primeira vez que escrevo e nos títulos irei colocar o seguinte símbolo (*$*), e agora deixa eu ir no banheiro e aproveitar o momento com ele, amanha retorno contando o que ocorreu no banheiro, mas estou aqui no quarto dele cheirando a cueca de macho de cavanhaque dele e escrevendo esse conto… uhmmmm… até mais… fui, e uma mamadeira está aguardando no banheiro da minha casa…
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1º conto erótico – Comi uma professora na casa da tia

Boas ,
vou começar por me apresentar.
Sou um jovem de 24 anos 1,78 m 67 kg , bonitao e moreno, muitas vezes chego a sentir-me as vezes intimidado por ser tão assediado na rua, outras não resisto em tentar 😉
Não sou muito bom em descrições mas gosto de ler este site de contos eróticos há muito tempo e tem-me aberto o apetite para novas aventuras, algumas muito loucas. Vou contar aqui o meu 1º Conto erótico.
Enquanto solteiro, aos fins de semana sempre frequentei a casa de uma tia minha, que tinha piscina, condomínio, bela casa e boas farras sempre se fazia todas as noites ali com família e amigos e amigas, mas eu sempre solteiro naquela altura e a minha prima não podia cair, muitas vezes me contive .. lol.

Certa noite num jantar, ela e uma amiga riam-se muito para mim, quando para meu espanto aparece uma bela senhora, de vestido e diamentes, muito elegante e apetecedora 😉
Esta sentou-se a meu lado, e eu como bom cavalheiro a servi e começamos a falar, enquanto era-mos alvo de risos e piadas, pois não esperava aquilo.
A menina era professora e tinha 30 anos, cerca de 55 kg 1,65m talvez.

Após muito vinho e o jantar acabar seguimos para casa de minha a prima e eu fui a boleia da professora, mas nunca imaginava o que iria acontecer de seguida.
Entramos em casa eu segui para a sala de modo a verificar o euromilhões na Tv, que não me tinha saído nada, mas continuei a ver um programa de tv enquanto toda a gente se encontrava na cozinha ao lado da sala e a menina decidiu vir para ao pé de mim meter-se comigo de forme elegante e educada.1º conto erótico - Comi uma professora na casa da tia
Não demorei a dizer:
– ” és um pouco idosa … ” de modo a provocar a situação.
A professorinha não hesitou e provocou-me deitando a cabeça no meu colo, no meio da sala, enquanto ouvíamos os risos e conversas da cozinha.
De repente abri o fecho das calças e as tirei ate ao joelho e a obriguei a chupar o meu pau já duro e grosso, faminto daquela boca quente e gostosa que não demorou a abocanhar como uma louca.

Talvez do vinho, não sei, mas a tesão era tanta que nem tomamos conta das medidas que estavamos.
Enquanto me chupava a verga, ia metendo os dedos naquela cona já toda encharcada e faminta.
Levantei-a, e ela de vestido, deitei-me no chão desviei as cuecas e sentei-a ao meu colo no meio daquela sala grande e que fazia eco.
O que vale é que a professora não gritava muito, só gemia.
Humm senti aquela cona apertadinha a deslizar que bom, não demorou 10 minutos para se vir com um alto gemido dizendo:
– ” os 24 anos já compensaram o dia…. ” , que continuei comendo a professora com muito gosto .
Posicionei-a à canzana contra um sofá e comia-a com força até que me vim e esporrei-lhe a cara toda .
Muitos soados ficamos na sala mais um pouco a recuperar o fôlego e loucos pelo que fizemos numas horas de conhecimento.
Ela saiu e a minha prima rapidamente veio a sala e sentiu aquele cheiro a sexo e me chamou de maluco .
Tenho muitas mais a relatar aqui , vou deixando com muito gosto .

Espero que tenham aventuras parecidas 😉
Cumprimentos.

Marcelinha a Minha Ninfetinha

Olá, meu nome é Bruno e tenho 28 anos sou um jovem muito feliz e realizado, nasci em uma família muito unida e estruturada, minha família é uma família muito amada e respeitada em nossa cidade Ribeirão Preta, cidade localizada no interior do estado de São Paulo.
Sou filho único papai e mamãe são dois grandes advogados e temos o melhor e maior escritório de advogados de nossa cidade, terminei meu curso de Direito na Unimep já fazem quatro anos e também trabalho com eles em nosso escritório, sou o xodó da família meus avós são uns amores comigo e desde pequeno me mimam muito, sou um rapaz muito esforçado não paro de estudar um instante e tenho certeza que em breve vou realizar o maior sonho de nossa família que é fazer com que eu chegue a prefeitura de nossa cidade, tenho certeza que conseguiremos.
Pratico desportos desde pequeno, amo futebol, ténis e musculação tenho um corpo atlético muito bem cuidado, tenho 1,80 de altura, 80 Kg, cabelos e olhos castanhos e um tórax muito bem definido.
Sempre me dei muito bem com as mulheres, desde pequeno sempre vivi rodeado de menininhas, e como não podia ser diferente muitas meninas de nossa cidade morreriam para ficar comigo muitas delas realmente me atraem e às vezes até me envolvo com algumas delas, já pensei até em casar com uma menina linda com quem eu me envolvi há algum tempo atrás ela tinha a mesma idade que eu e era muito linda como todas as outras e isso iria me ajudar muito com relação a nosso projecto de prefeitura, mas elas não me atraem, na realidade eu amo as ninfetinhas aquelas citadas no celebre livro Lolita de Vladimir Nabokov…
Verdadeiras diabinhas de 9 a 15 anos que já nascem com o espírito ninfomaníaco em si, duas a cada dez menininhas nascem com esse espírito estonteante em si são como se já nascessem com a luxuria e a força da sedução feminina em si e vivem em busca de um ninfomaníaco como eu para torturar com seu olhar ninfitico, no fundo elas sabem que muito além de suas lindas florzinhas nos queremos a pureza das peles sedosas e a virilidade da idade tenra.

Há alguns anos eu percebi essa minha tara, pois minhas amigas iam crescendo e eu já não sentia o mesmo tesão por elas sempre olhava as menininhas da geração posterior, lembro que eu tinha 20 anos quando decidi sair com uma menina da mesma idade que eu, tudo foi perfeito, mas quando eu vi o que mais me interessava à desilusão foi enorme havia pelos em cima de tudo em cima da vulva e percorria até o monte de Venus, sempre amei bucetinhas rosadinhas e lisinhas, diante desse quadro aceitei minha realidade, mas não vesti a carapuça desses pedófilos nojentos que ficam a madrugada inteira na frente do PC em busca de uma ninfetinha e fica com o pau duro só de imaginar uma menininha de 12 aninhos do outro lado da MSN.
Eu fui à luta aprendi tudo sobre elas e me tornei um especialista em tudo isso Nx Zero, Fresno, Restart, Replace, Jonas Brothers, Justin Bieber entre outros, na realidade as ninfetinhas não amam copias de adolescentes, mas sim homens donos de si que conhecem e entendem o mundo delas e disposto a idolatradas e leva-las ao êxtase de todas as maneiras possíveis enfim eu me tornei um especialista em conquista-las, ama-las e come-las e já tenho varias histórias em meu currículo e espero começar a contar e registar minhas histórias aqui no “Contos Eróticos Fantasias” e espero que vocês gostem.
Desde já quero deixar avisado para os hipócritas que ficam de pau duro só de ver a bundinha de uma gatinha de 13 anos ou se masturbam vendo as amiguinhas da filha adolescente ou às vezes até a própria filha que nem leiam meus contos e muito menos o comentem, vão dar uma de demagogos em outro lugar, já para aqueles que querem ler um óptimo conto erotico vão amar as diversas histórias que já tenho, e para começar vou lhes narrar a historia de Marcelinha um anjinho endiabrado de 12 aninhos que apareceu em meu caminho há dois anos.
Em uma manhã muito linda eu estava trabalhando em nosso escritório quando entrou em nosso escritório uma senhora muito simples atrás de informações sobre um possível processo trabalhista que ela gostaria de abrir contra uma ex-patroa eu prontamente atendi à senhora, mas confesso que nem prestei muita atenção na senhora eu fiquei muito encantado com a menininha que lhe acompanhava e possivelmente era sua filha uma moreninha linda de 1,55 de altura, pele cor de mel cabelo negros e lisos até o bumbum que já era muito bem definido e redondinho ela tinha seios lindos em formação, mas perfeitos os biquinhos se sobressaiam por cima da camisetinha da escola ela parecia um índia em miniatura e com certeza deveria ter uns 12 aninhos, pois estava vestida com a roupinha de uma escola pública que fica aqui no centro da cidade e seus cabelos molhados e a pele sedosa indicava que havia tomado banho há pouco tempo e com certeza iria entrar na escola no período da tarde junto com as outras ninfetinhas, confesso que ver aquele anjinho e sentir aquele cheirinho de creme de cabelo acredito que Seda me deixo com o pau duro na hora fiquei muito excitado e já imaginei como deveria ser a bucetinha daquela moreninha linda de 12 aninhos.Marcelinha a Minha Ninfetinha
Disfarcei e dei todas as informações que aquela senhora queria, mas não parava de observar aquele anjinho e seu peitinhos ela percebeu e começou a fazer charme com os cabelos, e quando foi embora junto com sua mãe me desferiu um olhar ninfomaníaco disfarçadamente antes de sair da sala, eu sabia que havia encontrada uma verdadeira Lolita e, além disso, era muito linda e tesudinha, não aguentei e fui bater uma punheta no banheiro aquela menininha de 12 anos realmente era um tesão.
Nos dois dias que se passaram eu não consegui tirar aquela pequena deusa do meu pensamento e como sempre faço decidi ir à luta, eu tenho uma Astra 2004 prata muito lindo, eu o comprei para ser uma ótima ferramenta de auxilio na conquista de ninfetinhas, pois independente da idade todas as mulheres amam um carro bonito e potente isso sempre ajuda e com as ninfetinhas meu Astra estava me ajudando muito, enfim peguei meu carro às 17h30min e foi para frente da escola que aquela moreninha estudava esperando o horário da saída não demoro muito e eu a avistei junto de outras menininhas lindas estavam todas muito felizes e alegres e gritavam pra caramba estavam até descabeladas, mas eu não parava de observá-las inclusive a minha pequena deusa que descobri chamar-se Marcelinha através de um grito sonora de outra ninfetinha, eu a via parada no tempo seus cabelos mexiam em câmera lenta e seus lábios eram perfeitos muito bem torneados eu restava realmente encantado e naquele dia e nos próximos dois que se passaram eu somente a observei e com certeza bati muita punheta.
No quarto dia eu decidi que deveria ir à luta para não ficar só na punheta, eu sempre confiei muito em mim e não seria diferente com aquela ninfetinha que havia me deixado muito encantado, a acompanhei de dentro do meu carro enquanto o grupo de amigos se desfazia e quando ela estava só ao caminho de sua casa eu parei o carro do seu lado e a ofereci uma carona, de inicio ela relutou mas eu me identifiquei e ela me reconheceu e nos fizemos um trajecto curto de 5 minutinhos mas para mim foi incrível ela me disse seu nome que realmente era Marcela e se mostro uma menininha muito desinibida, simpática, eloqüente e nem um pouco introspectiva com uma voz linda e uma óptima dicção nem parecia ter somente 12 aninhos não fosse o tamanho e os peitinhos ainda em formação, nos despedimos e disse a ela que ela era muito linda e que eu realmente tinha ficado muito encantado com seus lábios que eram lindos ela ficou muito feliz mas como uma verdadeira dama não arreganhou e somente me agradeceu e me deu um beijo no rosto e saiu do meu carro.
A partir daquele dia passei a dar carona para Marcelinha todos os dias desde o portão da escola até sua casa o trajecto demorava 15 minutos, mas agente fazia muita bagunça e quando percebemos já estávamos realmente muito amigos, suas amiguinhas faziam até piadinhas quando me viam na frente da escola todos os dias, estava tudo muito legal, mas eu já não me aguentava mais de tesão de ver aquela pequena escultura e quando já tínhamos uma semana de “amizade” decidi arriscar quando ia deixar Marcelinha na esquina de sua casa passei a mão em seus lindos cabelos negros lhe dei um lindo beijo molhado que foi muito bem retribuído e como aquela ninfetinha de 12 aninhos sabia beijar bem, acredito que aquela diabinha já nasceu sabendo beijar e a minha língua se enroscou com a dela e eu amei estar de alguma forma possuindo um pouco daquela menininha de 12 aninhos que estava sedenta por conhecer os segredos da vida, e como eu estava com vontade de ensinar.
Nossos encontros começaram a ficarem maiores e muito além das saidinhas da escola já estávamos como verdadeiros namorados, já fazia um mês que estávamos juntos e eu sabia que tinha que começar a forçar o caminho para desvirginar aquela bucetinha morena e rosada, um dia aproveitamos que não iria ter quase ninguém na casa dela para darmos uma voltinha em uma cidade aqui do lado de Ribeirão Preto para bebermos uma Coca Cola, em nossos amassos era constante minha mão no de sua calças de moletom às vezes até sentia o formato de seus lábios vaginais ainda virgens e tinha certeza que ela amava, pois ela chegava a morder os lábios que como já disse eram perfeitos, mas naquela tarde noite Marcelinha me surpreendeu e apareceu com uma sainha de prega uma blusinha rosa linda e uma sapatilha linda parecida com aquelas de bailarina, sabia que aquele era o sinal para ir um pouco mais além.
Durante todo caminho eu elogiei muito Marcelinha e ela se mostrou muito feliz com meus elogios, passei as mãos em suas perninhas e ela deixou, quando estávamos próximos de chegar a nosso destino parei meu carro em um local bem seguro e comecei a elogiar muito Marcelinha disse tudo que sentia e o quanto ela me deixava com tesão falei sobre seus lábios, sua bundinha seus peitinhos e a cor da sua pele, ela estava muito feliz e começamos a nos beijar calorosamente e eu parti para seu pescosinho e comecei a chupar e lamber muito Marcelinha estava com muito tesão e deixou-me avançar até seus peitinhos a blusinha teen rosa que ela usava não foi obstáculo para a volúpia que envolvia aquele momento e eu como um animal faminto suguei aqueles dois lindos peitinhos pontudinhos e que ainda estavam em formação, Marcelinha estava com muito tesão e já não tinha mais controle sobre a situação, como todo bom admirador de ninfetinhas eu também admiro os pezinhos destas pequenas cinderelas e cai direto no assoalho do meu carro em busca dos pezinhos da minha pequena deusa e ao tirar as pequenas sapatinhas que surpresa Marcelinha realmente era uma deusa e como uma dama tinha seus pezinhos muito bem cuidados com todas as unhas muito bem feitas com base incolor, como um tarado cai naqueles pezinhos e lambi a solinha e chupei cada um dos seus dedinhos fiquei nesse ritual por uns cinco minutos e depois de me deliciar com aqueles pezinhos de pré-adolescente eu fui subindo gradualmente pelas perninhas de Marcelinha e ela foi abrindo as suas pernas e em poucos instantes eu já estava com a cabeça no meio de suas pernas e como um animal arranquei sua calcinha de seda branca literalmente com os dentes e me deparei com uma obra de arte da natureza a bucetinha daquela menininha de 12 aninhos era moreninha, mas ao mesmo tempo era rosadinha e tinha poucos pelos e como um louco cai de boca era a primeira vez que Marcelinha tinha a sensação da boca de um homem em sua bucetinha e ela amou como uma cadelinha uivou enquanto eu tentava sugar aquela bucetinha em busca de seu puro mel queria sentir o gosto daquela menininha, Marcelinha sentiu tanto tesão que subia de costas no banco de meu carro, já estava a um bom tempo com a boca naquela buceta quando senti uma contração na minha boca ouvi um ruivo de Marcelinha e senti o gosto de Marcelinha era maravilhoso aquela era a primeira vez que Marcelinha gozava na boca de um cara e eu era o felizardo seu gosto era maravilhoso diguino de um produto novo e de ótima qualidade, foi um dos maiores orgasmos que eu já vi uma “mulher” ter, Marcelinha desfaleceu de prazer no banco do meu carro e eu com o pau latejando e com as bolas do saco doendo de tanto tesão tirei meu pau para fora e bati uma bela punheta na sua frente, ela até se assuntou com a quantidade de porra que saiu do meu pau.
Passaram-se mais algumas semanas e eu acabei tirando o cabacinho de Marcelinha e depois de mais algumas fodas eu a dispensei para ir atrás de outra ninfetinha, pois a fila anda, mas eu sempre me lembro da Marcelinha e daquela incrível bucetinha que desvirginei em todos os sentidos, tenho certeza que ela também não se esquece de mim, ela nunca vai esquecer.
Espero que vocês tenham gostado desse relato, com certeza eu estarei lhes contando outras aventuras com minhas ninfetinhas, abraços.