Arquitecta recatada em Brasília

Arquitecta recatada em Brasília.
Olá, sou do interior de uma cidade no norte do pais, sou negro, 1,80 m, casado, 40 anos.
O que vou contar aconteceu comigo e Dani (a chamarei assim), uma arquitecta bem comportada, de 1,65 m, na faixa etária de 35 anos, loira, com um corpaço (pernão e bumbum grande), também casada.
Quando jovens, ficamos (trocamos uns beijinhos) numa festinha de padroeira; fui estudar, ela também e voltamos formados e casados para essa cidadezinha.
Por ocasião do destino trabalhamos na mesma empresa e por cuidarmos de alguns projectos em comum tivemos que viajar juntos para a capital do pais.
Passaríamos dois dias em Brasília.
Sentamos lado a lado no voo e por ela ter medo de avião conversamos muito para ”encurtar” a viagem. Falamos de tudo, inclusive dos nossos relacionamentos, ela me disse que comia o pão que o diabo amassou com o seu conjugue e eu só ouvindo, reclamava de como ele a tratava e etc.
Desembarcamos e fomos ao hotel tomarmos um banho e almoçarmos, já que a reunião estava marcada para as 14 horas.
Fiquei no apartamento 605 e ela 606.
Entramos nos apartamentos e marcamos de nos encontrar as 13 horas no restaurante do hotel (era 11 e 30 minutos). Almoçamos e fomos para o ministério. 18:30 h acabou a reunião e fomos convidados por uma assessora que conhecemos neste encontro para irmos a um restaurante, jantar e curtir a noite do Planalto Central. Aceitamos e saímos o motorista, a assessora, eu e a Dani.
Fomos a um barzinho nos lagos. Pedimos petiscos e drinks.
Algum tempo e drinks (vodka) depois convido a nossa amiga assessora para dançar, ela é uma mulher de 1, 70m, uns 38 anos, morena de cabelos curtos, magra e pela roupa que estava vestindo (uma calça jeans, com blusa de mangas longas) tinha pernas normais (nem grossas e nem finas).
Dançamos umas músicas e voltamos a mesa.
Minutos depois convido a Dani para dançarmos, ela inicialmente diz que não.
Tempo depois volto a convida-la e pela insistência ela aceita.
A música que tocava era estilo xote universitário.
Por instinto o meu cacete endurece, afasto-me um pouco dela e pouco tempo depois nos encostamos de novo, dessa vez não me afasto, espero a reacção dela.
Ela não reage ou melhor dança encostada ao meu cacete (completamente enrigessido) tranquilamente; abraço-a mais forte, agora já mexemos os quadris, vira uma esfregação, perco a conta de quantas músicas dançamos coladinhos
.
Voltamos para a mesa e algum tempo depois vamos embora.
A assessora nos deixa no hotel e marca de nos buscar as 9:30 h do dia seguinte, pois os trabalhos estavam marcados para as 10 da manhã.
Era quase 2 horas da madrugada.
Entramos no salão do hotel e pergunto a Dani se ela quer tomar mais um drink e ela responde que não, que estar cansada e que já era tarde.
Pegamos o elevador juntos e sozinhos.
Por ser panorâmico vislumbramos uma imagem linda, ela de costas para mim olhando Brasília e eu olhando o seu lindo bumbum. Ela vestia um vestido de mangas, preto, na altura dos joelhos de malha, bem colado (defina bem suas curvas), sandálias altas (que deixava ela com 1,75m) e um blusão por cima. Ela percebe pelo espelho que eu estou olhando sua bundinha, vou me aproximando e encosto meus 20 cm x 11 cm de pica naquele lindo trazeirão.
Falo:
-Como é linda a nossa capital.
Ela confirma apenas com um hum hum.
Continuo colado em seu corpo, minha caceta pressionando o seu reguinho, ponho as mãos na sua cintura e beijo o seu ombro.Arquitecta recatada em Brasília
Ela reage e pede para eu parar, fala que é errado, que somos casados, coisas desse tipo.
Não presto nenhuma atenção e nem a obedeceu; continuo encostando meu cacete na sua bundinha e agora já esfrego ela de um lado pro outro, de cima para baixo e vice e versa. Beijo o seu pescoço, viro seu rosto para tras e beijo seus lábios, ela se vira e me beija gulosamente.

Pronto, acho que ela entendeu que tudo aquilo era força do destino.
Saímos do elevador e fomos directo pro meu apartamento.
Ela tem outra dor de consciência e diz que quer sair da minha suite e ir para a dela, pego-a pela mão e trago-a para junto ao meu corpo, ela sente meu pau pressionar a ”testa” da sua xaninha.
Dou-lhe outro beijão e toco seus seios, ela ascende e retribui minhas carícias passando sua mão em minha caceta, pede para eu abrir o cinto e liberta-la; beijo o seu pescoço e ao mesmo tempo tiro seu casaco e abro o zipper do seu vestido e vou baixando; beijo seus seios e tiro seu sutiã.
Chupo um e o outro alternadamente; deixo-a só de calcinhas e salto alto, que mulher linda e gostosa; ela pede para tirar minha roupa, fico só de cuecas e camisa de mangas longas; deito na cama e ela vem por sobre mim e esfrega sua boceta em meu caralho enquanto me beija.

Vai abrindo minha camisa e me beijando; vai descendo e esfrega seu rosto em minha pica por sobre a cueca; ela baixa e minha cueca e pela reação dos seus olhos, vejo que se assustara com o tamanho do meu pau, beija a cabeçorra e lambe da ponta até o saco; ela tinha experiência em boquete.
Chupa, tenta engolir o máximo e deixa o meu cacete como uma rocha.
Ela vira o bumbum para o meu rosto, tiro sua calcinha e fazemos um gostoso 69.
Ela goza muito em minha língua…
Deito-a com as costa pro colchão e abro suas pernas, ela fala:
– Vai devagar, seu negócio é muito grande e grosso!!!

Visto uma camisinha e vou enfiando bem lentamente, sinto pelas contracções que ela goza muitas vezes naquele vai e vem, acelero e gozo também.
Vou ao banheiro me limpar e noto que minha caceta ainda dar sinais de vida.
Volto para a cama e ela vai ao banheiro, ouço barulho do chuveiro e em alguns minutos ela volta ao quarto enrolada numa toalha, meu pau levanta na hora!
Levanto-me da cama e agarro sua cintura.
Beijo sua boca e tiro sua toalha, ponho-a de quatro pé sobre a cama, visto outra camisinha e meto em sua fofinha, ela deita seu rostinho no travesseiro elevando ainda mais seu bundão.
Enfio aceleradamente minha rola em sua xotinha, tento enfiar um dedo em seu cuzinho, atitude que ela rejeita, não insisto.
Deito de costas na cama com o pinto para cima e ela cavalga e tem outros muitos orgasmos. Deito-a de bruços e fico sobre ela estocando sua fofinha com meu púbis encoxando seu cuzinho.

Deito sobre ela e acelero o ritmo. Fecho os olhos e imagino que estou a comer o seu cuzinho, a posição que trepavamos parecia muito com a do sexo anal.
Meto até explodir de gozo. Ela sai de baixo de mim e volta ao banheiro, se limpa e vai para o seu apartamento me deixando completamente exausto.
Noto que são quase cinco da madrugada, tiro a camisinha e durmo.
Acordo as 9 horas com ela no interfone:
– Acorda preguiçoso, temos um dia duro de trabalho.
Banho-me e encontro ela já com a assessora no restaurante, tomo um suco e vamos trabalhar.
Terminamos os trabalhos as 13:30 h e fomos almoçar, ela, a assessora e eu.
A acessora nos informa que o nosso vôo de retorno sairá as 18:45h; pergunta se queremos ir a algum lugar antes, falo que preciso comprar umas lembranças pro meus familiares e Dani diz que prefere dormir mais um pouco.
14:30 deixamos a Dani no hotel e fomos a um shopping, compro as primeiras lembranças que encontro, pois percebo que a Dani queria era ”aproveitar” mais um pouco Brasilia.
Peço a assessora para me deixar no hotel e nos despedimos, ela diz que as 17:45 h seu motorista estará a nos esperar para nos levar ao aeroporto. Agradeço com um beijo no rosto e entro no hotel, olho pro relógio e vejo que são 15:45 h.
Dirijo-me ao meu apartamento, guardo meus embrulhos e vou até o apartamento da Dani, bato na porta e ela pergunta quem era. Digo que sou eu e vejo a porta abrindo.
Ela estava vestida apenas de calcinha e camiseta. Pede para eu entrar, se diz arrependida do que fizemos e que ninguém poderia saber do ocorrido.
Digo que ela esta a lidar com um homem e que nunca as pessoas saberiam de nada. Digo a ela que temos ainda duas horas para curtimos o Planalto. Ela se nega e diz que aquilo nunca mais acontecerá. Insisto e ao me aproximar dela sinto que estar tremula, falo para ela que sei da sua dignidade e ao virar-se para mim beijo sua boca, ela tenta resistir mais não consegue, retribui e tiro sua blusa…
O que vejo agora uma loiraça, descalça e de calcinha de rendinha preta, caio de boca enquanto ela tenta tirar minha roupa, beijo seu corpo e faço-a gozar em minha língua, ela mama meu pau e como está sóbria comenta o tamanho (comparando com os já conhecidos dela, o do marido e de poucos namorados que tivera).
Chupa tanto que me faz gozar em sua boca, peitos e cabelo.
Vamos ao banheiro e nos lavamos um ao outro, meu pau endurece, viro-a de costas para mim, ponho sua perna esquerda na borda da banheira e penetro aquela boceta gostosa, ela nota que estamos sem camisinha e pede para que eu não goze dentro…
Sem problemas pois o que eu queria era foder aquela linda loira, noto o contraste, meu pau preto entrando naquela mulher branca, ela encostando o rosto na parede, com as mãos abrindo as nádegas e eu metendo por trás, fodo aquela gostosa e sinto que ela está gozando no meu pau; saio de trás dela, sento ela na borda da banheira e gozo em seu rosto.
Peço para comer seu bumbum, ela diz que não, que tem um trauma com sexo anal, que seu marido um dia bêbado a forçou e machucou muito seu cuzinho.
Não insisti e ela agradeceu minha compreensão.
Beijei seus lábios, terminei o banho, vestir minha roupa e fui arrumar minhas coisas.
No avião conversamos e acordamos que só nos encontraríamos quando e se ela quisesse.
Este conto é totalmente real, sem uma vírgula a mais.
Só uma coisa estar me deixando triste é que essa viagem foi a mais de um mês e quando a encontro agimos como se nada tivesse ocorrido; eu com a esperança que ela me dê um toque ou que suja um outro trabalho no Planalto Central.

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