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Meu parceiro tarado

Vivi junto com um cara durante 5 anos da minha vida e pasmem: fui fiel! Meu pior erro!!! O meu parceiro tarado!!!
Ele me satisfazia, adoro ser fudido por ele. Quando descobri que ele me traía terminei tudo drasticamente. Foram 5 anos de enganação cara! Ele era um puto e eu não sabia. Fodia com vários garotos na nossa cama e todos os amigos dele sabiam disso, ele adorava contar vantagem.

O pior é que dava uma de conservador. Sempre alimentei a fantasia de vê-lo fudendo um garotinho passivo do jeito que ele me fode. Meu parceiro tarado
Amo o cacete dele, sempre duro. Quer continuar transando várias e várias vezes. Adoro chupar o pau dele, o cara vibra de tesão, é indescritível. Ele me come de todo jeito, adoro! Mas vinha desejando durante nosso relacionamento que ele transasse com outros. Era a minha fantasia sexual e ainda é.
Era para mim ter armado quando ele tivesse bêbado. adoraria ver um cara mamando no cacete do meu macho e ver ele chupando um cuzinho suculento e metendo o dedo com o pau durão doido para meter.

Quero ver ele metendo seu cacete com força no cuzinho de um passivo safado e depois gozando na minha boca, esporrando gala no meu rosto inteiro, eu passaria a mão no rosto e chuparia tudo. Depois beijaria a boca dele e queria vê-lo aos beijos com o outro carinha, enfiando o dedo no cuzinho dele.
Amo o caralho do meu macho e sua virilidade, como ele é tarado. Queria ficar fudendo directo até meu cu não aguentar mais. Amo levar vara dele. Puto tarado e infiel. Faço essa confissão. Amo sua infidelidade, só queria que fosse na minha presença. Fodedor safado, queria revelar a ele esse meu desejo. Voltei com ele, não resisto! Pena que isso é chato, dói às vezes e me machuca. Mas fazer o quê? Fudendo bem que mal tem?

Conto enviado por: Surrender Boy (surrenderboypassivo@hotmail.com)

Foder um belo pretinho!

A coelhinha hoje decidiu escrever-se no Orkut. Podem passar por lá, o meu nome já o sabem, Coelhinha da Noite! ;)

Tenho recebido vários pedidos para continuar a escrever as minhas aventuras, mas a verdade é que muitas vezes me falta tempo, porque contos eróticos reais ainda tenho muitos para aqui contar!

Hoje vou falar de como foi a minha primeira vez a foder um belo pretinho…
Isto aconteceu à cerca de um ano e pouco atrás. Eu estava de férias numa daquelas vilas do interior do país. Como toda a gente sabe nesses locais não se encontra muita gente de raça negra… Acontece que eu costumava frequentar à noite um barzinho junto a um rio, onde podia ficar com os meus amigos a conversar e a beber uns copos calmamente.
O bar fechava relativamente cedo, por volta das duas horas da manha, e muitas vezes eu e os meus amigos tínhamos de sair na hora de fechar e procurar outro local para nos podermos divertir.
Nesse bar havia um rapaz de raça negra a servir às meses, o que era um pouco anormal numa vila do interior. Durante algumas noites deu para ver que ele ficava a trabalhar até o bar fechar, e depois quando nós saíamos ficava ainda a fazer limpezas.
A Coelhinha sempre teve curiosidade de comer um belo pretinho mas sempre tive um certo receio de me desiludir, pois toda a gente sabe que os negros têm a fama de ter um belo caralho, bem mais avantajado que os normais branquinhos! hehehehe
Comecei então a reparar para o volume das calças daquele menino, mas não conseguia tirar conclusão nenhuma…
Uma noite, entramos no bar e reparei que ele tinha vestido umas calças em linho brancas, aquele tecido leve deixava ver um volume bem acondicionado no meio das pernas do meu negrinho…
Fiquei entusiasmada, esse dia bebi umas cervejas além da conta e quando foi na hora de ir embora ele ficou a fazer limpezas no bar como sempre.
Desmasquei-me dos meus colegas a dizer que tinha bebido demais e que não ía para mais lado nenhum nessa noite, queria voltar para casa…
Eles foram à procura de outro local para continuar a farra e eu voltei ao barzinho do rio. Dei a volta pela parte da explanada e bati nos vidros, ele veio abrir-me a porta e perguntou-me se presisava de alguma coisa porque estavam já fechados como eu bem sabia…
Disse-lhe que não estava a sentir-me muito bem, que tinha bebido um pouco demais, se ele me podia dar um café forte e se podia também ficar ali até ele ir embora e eu me sentir melhor.
O meu negrinho foi muito atencioso, voltou a ligar a máquina e tirou-me um café, depois continuou nas limpezas enquanto eu fiquei sentada na explanada.
Quando ele saiu para começar a arrumar as mesas e as cadeiras no interior do café eu aproveitei a deixa para meter conversa com ele:
- É verdade que os homens de raça negra são mesmo mais avantajados em termos de material???Foder um belo pretinho
Ele levou a pergunta a brincar, riu-se bastante e respondeu-me:
- Se não sabes é porque nunca experimentas-te… Mas ainda estás a tempo…

Eu fiquei contente com a resposta e sem perder tempo perguntei-lhe:
- Isso é um convite???
O meu negrinho pôs um ar bem maroto e disse-me:
- Pode ser se fizeres questão de experimentar eu não me importo nada…
Levantei-me da cadeira e dirigi-me a ele, era um negro bem alto, com um corpo bem tratado, todo definido, tinha as mãos grandes e deitava um certo cheiro a suor misturado com perfume… Isso deixou-me com mais vontade ainda de provar aquele homem.
Ele agarrou-me pela cinta, quase me fez levantar voo, apertou-me contra ele e deu-me um beijo de língua que nunca mais vou esquecer.
Meteu a mão rapidamente por baixo do meu vestido e foi direito à minha coninha. Introduziu dois dedos e começou a lambuzar-ma toda com o meu próprio liquido…

Virou-me contra uma mesa da explanada e tirou-me a tanguinha. Puxou o seu cacete para fora e começou a alisálo na minha xaninha enquanto me beijava loucamente o pescoço. Eu estava a ficar louca, não conseguia ver o tamanho do seu pénis mas estava a senti-lo bem na entrada da minha rata, a ansiedade de ter o seu caralho dentro de mim aumentava… De repente inclinou-me para a frente, fez-me impinar o rabinho e enterrou o cacete bem na minha coninha encharcada. Senti a minha xaninha alargar com aquele invasor enorme, soltei um gritinho e ele atolou mais até ao fundo.
Estava completamente louca de prazer a sentir aquele mastro enorme dentro da ratinha, sentia ele bater lá bem no fundo e a minha rata toda arregaçar, mas por mais que ele forcasse não havia mais espaço, e como eu não o sentia encostado a mim, percebi logo que ainda havia mais cacete para entrar se houvesse mais espaço…
Ele começou a bombar devagar, soltou as alças do meu vestido e apertava-me os bicos das mamas, chamava-me de putinha branca e cabra safada…

Eu estava cada vez mais excitada, tentava agarrar-me a ele mas estava demasiado longe de mim. Então ele virou-me ao contrário, sentou-me em cima da mesa e eu pude ver o tamanho enorme daquele cacete preto todo melado de liquido. Era realmente enorme, dos maiores que já vi, não estava duro como uma rocha, mas estava bem teso. Ele começou a esfrega-lo na minha xaninha, aquela cabeçorra de pénis deslizava sobre o meu grelinho e eu acabei por me vir aos gritos a ser assim masturbada pela cabeça de um cacete negro!!!!
Depois ele fez-me baixar, passou o pénis nos meus seios e bateu uma punheta bem em cima deles, sujou-me completamente de porra, era leite por todo o lado…
Quando me levantei ele perguntou-me se tinha gostado e se a minha ideia dos pretos tinha mudado. Eu brinquei com ele e disse-lhe que ainda precisava examinar melhor…
Acabei por me limpar à pressa, arrumámos as cadeiras e as mesas dentro do café. Eu tinha o meu vestido todo melado, então concordámos ir lavar-nos no rio.
Acabei de novo na sua cintura a levar com aquele pénis monstruoso na minha coninha, foi uma delicia essa noite… No dia seguinte parecia ainda sentir aquele caralhão na minha rata.
Não voltei mais a esse bar, só fiquei mais 2 dias de férias, inventei uma desculpa aos meus amigos para não ir. Sei que ele perguntou por mim, e mandou o contacto por eles mas a verdade é que apesar de ele ser muito bom, eu só queria provar.
Não sei se todos os negros são mesmo assim, mas eu tive sorte, acertei em cheio, aquele valeu mesmo a pena, bela foda!!!!

Mais um dos meus contos eróticos abusados…

Vou contar-vos aqui mais um dos meus contos eróticos abusados que aconteceu à uns 2 anos atrás…
Quando a Coelhinha ainda estudava na faculdade, conhecia uma menina uns 3 ou 4 anos mais velha do que eu. Tinha os cabelos pretos, compridos e ondulados, uns olhos verdes lindíssimos e um corpo que não era de deitar fora. O que mais me chamava a atenção na menina E. era as suas maminhas bem grandes sempre aconchegadas em sutiens almofadados que no verão deixavam de existir, e passavam a deixar aqueles belos seios à solta, à deriva pelas blusas fininhas, com os biquinhos a notarem-se e a deixar qualquer um maluco por lhe tocar.
A minha colega tinha conversas de café que me deixavam com a imaginação à roda. Falava sem tabus de que gostaria um dia de poder comer uma gaija, que não queria passar sem experimentar essa sensação.
Eu sabia que ela tinha namorado à muitos anos, e que parecia estar tudo bem com o relacionamento deles. Um dia o namorado dela apareceu para lanchar connosco, era alto, tinha um corpo forte, bem constituído, tinha um charme encantador, e chamava bem a atenção aos olhos femininos.
No dia seguinte perguntei-lhe a brincar onde tinha arranjado aquela obra de arte, gostava um dia de ter um homem grande daqueles na minha cama para poder devorar a meu belo prazer. Mas o que fazia chamar mais a atenção nele, era o facto de já ser comprometido, ;) dava uma vontade enorme de o roubar à minha colega e poder come-lo por uma noite…
Mais tarde quase no final do curso fomos informados de que iam casar, os convites foram distribuídos e a Coelhinha esteve presente no casamento.
Confesso que nesse dia não saberia qual dos dois gostaria de ver na minha cama, ela estava lindíssima, e ele mais charmoso do que nunca, foi um belo dia.
Algum tempo mais tarde, já a vivermos em cidades diferentes, continuava a manter contacto com a menina E.
Falávamos na internet e por telefone, ela insistia que fossemos jantar as duas, só as duas, que nos encontrássemos. Depois começou a mandar-me piropos, a dizer que eu era muito bonita, que gostava de um dia experimentar o que continuava a martelar na sua cabeça: Fazer sexo com uma mulher…
Durante um desses jantares, enquanto ela me propunha a passarmos uma noite juntas a explorar os nossos corpos, eu fiz-lhe uma contra proposta.
- E que tal fazermos antes de outra maneira? Eu proponho estar eu e tu junto com o teu marido. Era interessante nós nos divertirmos as duas e depois ele participar também na brincadeira…
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A principio ela ficou um pouco de pé atrás, depois com a continuação da conversa, acabou por alinhar na minha proposta. Só faltava convencer o marido, mas não me preocupei muito com isso, desconfiava que qualquer homem gostaria de estar numa situação dessas e não me enganei.
Combinámos um sábado eu ir ter a casa deles, jantávamos, saíamos e depois logo víamos como as coisas corriam.
Nessa noite divertimos-nos imenso, saímos para dançar, bebemos e rimos muito.
De regresso a casa deles, a menina E. fez questão de vir comigo atrás no carro. E pelo caminho começou a insinuar-se.
Estar com uma gaija não era novidade para mim, mas estar com uma gaija casada no banco de trás de um carro com o marido a olhar-nos pelo retrovisor era algo que nunca tinha feito, e estava a saber bem. :)
Comecei a percorrer-lhe o corpo com as mãos, até chegar aquelas magnificas mamas que me fascinavam.
Beijámos-nos, a principio senti que a menina E. não estava à vontade, depois foi começando a libertar-se e deixou-se explorar por mim…
Chegamos a casa, entramos, o marido da minha colega serviu-nos um licor, começamos a falar de coisas do dia a dia como se nada se tivesse passado no banco de trás do carro deles. Passado uns 15 minutos ele surpreendeu-nos:
- Espero por voçês na cama, venham ter comigo quando quiserem…
Eu ri-me do à vontade dele que nunca pensei que ele tivesse. Ele foi para o quarto e a menina E. ficou na sala comigo. Disse-me que ia-mos fazer as coisas a nosso belo prazer, que estávamos ali para nos divertir e para dar-mos e ter-mos prazer, só íamos chegar até onde nós quiséssemos…
Fomos para a casa de banho e entre risinhos, e confidencias, resolvemos aparecer no quarto apenas em tanguinha e botas altas. Pintamos os lábios de vermelho carregado como se fossemos ganhar a noite numa rua qualquer…
Eu entrei na frente, o Sr. B. estava deitado na cama, só com os boxers vestidos, tinha acendido uma vela de cheiro em cima do camiseiro. Ele olhou para mim, a apreciar-me a sondar, a investigar aquilo que provavelmente iria comer.
A menina E. entrou atrás de mim, foi ter com o marido, e deu-lhe um beijo leve na boca, depois veio ter comigo e deu-me uma palmada no rabo. Começamos a rir-nos e a agarrar-nos. Agarrei de novo naqueles belos seios enormes e comecei a chupar e a lamber, dava-lhe pequenas mordidinhas nos biquinhos para ficarem cada vez mais duros.
Depois, deitei-a na cama, abri-lhe as pernas e comecei a encher aquelas coxas de beijos enquanto o marido dela já sem boxers nos observava com o caralho nas mãos.
Decidi que estava na hora de explorar a sua ratinha, tirei-lhe a tanguinha e passei-lhe a língua, ela estremeceu, nunca tinha sido lambida por uma mulher. A coninha dela era quentinha, meti um dedo por ela a dentro e procurei o grelinho com a língua, lambi-o e chupei-o com prazer. Ela começou a fazer gemidos e o marido veio apalpar-lhe as maminhas enquanto eu continuava explorando a sua coninha.
Passado algum tempo ela achou talvez que gostaria de retribuir aquele prazer recebido e trocamos de posições. Primeiro começou por me apalpar toda a minha xaninha com os dedos, a explorar o terreno que ia lamber. Metia-me os dedinhos lá dentro e fazia movimentos circulares, depois começou a lamber-me também e de vez em quando soprava sobre a minha ratinha o que me fazia ter arrepios e vontade de ser bem comida. O marido dela perguntou se eu podia chupar o seu pau e eu aceitei de imediato. Ele colocou-se de joelhos e eu enfiei o seu caralho na minha boca. Ele já estava bem grande e eu chupava-o com vontade, enterrava-o até onde podia. Era um mastro bem grandinho e principalmente bem grosso. Comecei a ter cada vez mais vontade de ter aquele pau na minha coninha e passado pouco tempo pedi-lhe que mo enfiasse na ratinha.
Ele então propôs comer as duas, fez-nos ficar de quatro, lado a lado em cima da cama, primeiro enterrou o caralho na cona da mulher que gemia de prazer, depois vinha para mim e fodia-me também com força. Nós gemia-mos de prazer, enquanto ele nos chamava nomes obscenos:
- Não queriam foder??? Então agora aguentem-se com o meu caralho que chega bem para as duas suas putinhas!!!!
Depois trocamos de posições, eu quis subir em cima dele, sentei-me no seu mangalho e rebolava-me nele com vontade. Ele agarrava o meu rabo e tentava penetrar-me cada vez mais fundo. A menina E. mexia nas minhas maminhas já completamente à vontade…
Eu comecei a pensar naquela cena como se estivesse fora do meu corpo, a ver-me ser fodida pelo marido da minha amiga…. descontrolei-me e vim-me aos gritos enquanto ele me fodia fortemente.
Tive um orgasmo tão intenso, que percorreu todo o meu corpo e me deixou em “estado de choque”.
Enquanto eu me recompunha ele pedia à mulher que lhe deixasse ir ao cuzinho. Ela no inicio recusou, disse que não se sentia à vontade, mas entretanto eu fui-me chegando e comecei de novo a acaricia-la enquanto o marido lhe lambia a entrada daqueles dois buraquinhos. Ela foi descontraindo cada vez mais, foi-se deixando levar… Fizemos com que ela se pusesse de quatro novamente e o Sr. B. depois de me fazer encharcar o seu caralho com saliva, começou a forçar a entrada do rabinho da mulher.
Ela queixava-se, queria escapar-se, queria fugir… Foi então que eu a acalmei, fiz-lhe lamber os meus dedos e fui introduzi-los no seu reguinho, forcei a entrada devagarinho e comecei a alargar aquele buraquinho com os dedos, ela foi descontraindo e o marido tratou de enterrar o caralho naquele buraco. Ao inicio ela gritava, depois os gritos passaram a gemidos e daí a uns 10 minutos, enquanto eu lhe acariciava as mamas ela veio-se enquanto gritava ao marido que lhe rebentasse o cuzinho todo. O marido não aguentou muito mais e esporrou-se bem dentro daquele rabinho.
Hurrava como um louco, e quando retirou o caralho a porra escorreu pelo rego da minha amiga até à sua bocetinha…
Até hoje nunca mais os vi, estamos em cidades diferentes e distantes, a menina E. já me convidou muitas vezes para jantar, insinuando sempre um divertimento como sobremesa, mas eu acho que é melhor não aceitar…
A aventura entre os três foi boa, mas já passou, a Coelhinha gosta de experiências novas e eles também deviam continuar a explorar novos horizontes, ou novas formas de ter prazer! ;)

Fodi a minha colega em casa da mãe dela

Mais um Relato erótico do Sr. A.
Fui passar um fim-de-semana na casa de uma amiga minha, simplesmente para nos prepararmos para um exame de faculdade, estudamos um pouco e ela decidiu ir fazer um lanche para os dois.
Não sei porquê mas estava meio com um tesão brutal esse dia!!! O quarto dela tinha um cheiro extremamente agradável.
Quando saiu disse-me que me podia deitar um pouco na cama dela para descansar enquanto ela voltava, eu estava de facto já a apeteceu-me fechar um pouco os olhos, deitei-me mas comecei a esfregar, a acariciar o meu pau por fora das calças.fodi a minha colega em cada da mãe dela
Esperava que ela demorasse mais tempo e fiquei ali, só que ela regressou bastante rápido, e não imaginado que eu estaria daquela forma entrou a vontade.
Nunca tínhamos antes falado de sexo, nem sequer nos tínhamos insinuado um para o outro. Ela entrou e eu fiquei assim parado meio incomodado, ela com uma tranquilidade que me surpreendeu disse:
- Podes continuar… e fechou a porta atrás dela deu uma volta a chave e ficou de costas para a porta a olhar…
Comentou o tamanho do alto que se via nas minhas calças:
- Quem diria que eras tão abonado!

Depois foi-se aproximando da cama.
Ela estava vestida com uma saia curta um top bem provocante, roupa que eu considerava normal para uma pessoa andar em sua casa à vontade, mas que naquela hora me pareceu sensual demais.
Enquanto se aproximava da cama foi colocando uma mão debaixo da saia e começou-se a tocar também, virou-se de costas e sentou-se bem em cima dele ainda de cuecas vestidas, e começou a fazer movimentos que já não me estavam a deixar ver bem…
Segurei-a pela cintura. Sentia através da roupa o calor dela e claro que ela sentia que ele estava em ponto de bala, a pontos de rebentar.
Levantou-se e disse:
- Desaperta isso e coloca-o de fora…
Assim fiz, era a minha vontade. Ela tirou as cuecas ficando de top e saia, de novo sentou-se nele e não o meteu, encaixou-o no meio da coninha dela e começou só a massaja-lo, para frente e para trás a deixa-lo todo molhado.
De repente levanta-se um pouco e coloca a cabecinha dele na portinha da coninha dela, e começou a rodar em cima.
Ai a mãe dela, que estava em casa, chamou para irmos lanchar, isso acho que nos deu mais tesão ainda, ela respondeu:
- Estamos só a acabar aqui uns exercícios e já vamos…
A mãe respondeu:
- Está bem, mas despachem-se para não arrefecer.
Uma coisa é certa nada mas nada mesmo estava frio naquela hora.
Ela desceu no meu pau, era uma imagem linda de se ver aquela anca larga dela e aquele rabão a descer e a subir eu a segurar as ancas dela para a ajudar nos movimentos, ela com as duas mãos a segurar na saia.
Ate que estávamos os dois naquele ponto e eu lhe disse:
- Adorava esporrar-me nas tuas mamas…
Ela tinha umas mamas muito boas mesmo!!! Tirou o tope e deitou-se com as mamas dela bem em cima do meu caralho e foi deslizando para cima e para baixo a olhar nos meus olhos com aquele ar de que estava a adorar, eu não me aguentei e esporrei-me todo naqueles seios.

Ela ainda não tinha chegado lá. Então, levantei-me e coloquei-a de quatro, ela com a cabecinha apoiada nos braços, coloquei-me atrás dela e lambi-lhe aquela coninha toda, aquele cuzinho ate ela se vir, senti as pernas dela a fraquejar, a tremer, a deixar-se cair sobra a cama.
Abraçamos-nos e ficamos ali uns minutos, mas tínhamos de ir lanchar.
Saímos do quarto e passamos na casa de banho para nos refrescar, quando chegamos à cozinha a mãe dela olhou-nos com um ar de troça, e disse, hoje em dia estudar faz as pessoas ficar coradas e cansadinhas no meu tempo não era nada disto.
Estudamos mais umas vezes e sempre que estudávamos juntos os exames corriam pior dos que as fodas.
Mas a minha média não se ia alterar a dela também não por isso retirou-se o melhor que os estudos podem dar.
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Contos de sexo fora de casa – O meu barzinho de praia

Entre os vários contos de sexo que já relatei aqui, muitas das minhas histórias reais foram passadas fora de casa, ao ar livre, em carros, no campo, etc. O relato erótico que hoje vos vou contar aconteceu num barzinho de praia, daqueles em madeira, mesmo na areia de frente para o mar…
Era Verão e eu estava de férias, há uns meses havia conhecido o Sr.C. que era o dono de um barzinho na praia onde eu vivia na altura.
Após algumas bebidas pagas durante algum tempo, o Sr.C. começou a dar em cima de mim. Era elogios para cá e para lá, eu e a minha colega que costumávamos fazer praia logo pela manha perto do barzinho dele acabávamos por ir lá tomar o pequeno almoço no regresso a casa.
Aquele bar agradava-me, pois além de ser todo em vidro com uma vista esplêndida sobre o mar, ficava mesmo a caminho de casa e ao final da tarde sabia bem ficar a ver o por do sol enquanto a enchente de gente vinda da praia regressava a casa.
Um dia o Sr.C. pediu-me ajuda lá no bar e eu aceitei dar uma mãozinha. Houve uma festinha, muito álcool, em que ambos acabamos por beber também.
Chegou a um ponto que já ele mesmo dançava em cima do balcão tirando a roupa. Foi uma noite fantástica.

No final, enquanto ele arrumava toda a sujeira para os empregados abrirem no dia seguinte, eu sentei-me em cima da arca dos gelados já cansada…
Sentia a boca seca e então pedi-lhe:
- Posso roubar um gelado aqui da arca???
O Sr.C. respondeu-me:
- Claro que podes! Quantos tu quiseres fofinha!
Abri a arca e escolhi um a meu gosto, depois sentei-me de novo lá em cima e comecei a comer…
Esse dia trazia um vestidinho branco que contrastava com a minha pele já bem morena, tinha um mini soutien e uma tanguinha num tecido de leopardo que se notava por fora do vestido fininho…
Abri as pernas e comecei a balançar em cima da arca ao som da musica enquanto lambia o meu gelado.
O Sr.C. de repente parou as suas tarefas e ficou a olhar-me com vontade. Perguntei-lhe então:
- O que foi? Estás a olhar para mim com essa cara porque? Também queres um bocadinho do meu gelado???
Ele riu-se de mim e continuou a olhar-me sem me responder. Serviu-se de whisky com gelo e depois do primeiro gole disse-me:
- Estou mais a pensar em te lamber a ti todinha tal e qual tu lambes o gelado… Mas como não posso fico aqui só pela visão e pela fantasia da minha cabeça…
Nessa altura eu estava quase a acabar o meu “manjar” e decidi chama-lo ao pé de mim:
- Vem cá, eu vou dar-te uma receita fresquinha para acabar com esse calor dentro das tuas calças!!!
Ele veio ter comigo, eu abri as pernas e prendias na sua cintura, conseguia sentir o volume de um caralho bem grosso dentro das calças.contos de sexo fora de casa
Comecei a beija-lo no pescoço e a apalpa-lo com a mãozinha que tinha livre. Depois desci da arca e disse-lhe:
- Vamos trocar de lugar, senta tu aí em cima.
Ele sentou, e eu comecei a desapertar-lhe as calças, tirei o seu caralho para fora, era uma bela piça bem grossa… Peguei no resto do meu gelado e esfreguei bem na cabeça daquele cacete, depois inclinei-me e comecei a lamber até limpar tudinho o que tinha sujado. Agarrei-o com as duas mãos e comecei a sugar-lhe o mastro que já estava quente da minha boca de novo. Enterrava-o até bem fundo da minha boca, chupava-o sofregamente e ele cresceu mais ainda…
De repente o Sr.C. empurrou-me para trás, pegou em mim ao colo e voltou a sentar-me na arca, abriu-me as pernas e quase sem arredar a minha tanga forçou a entrada do caralho pela minha coninha a dentro. Enterrou-me a piça bem até ao fundinho, desviou mais a tanguinha, agarrou-me em ambas as pernas no ar e começou a socar na minha ratinha…
Estava tão bom…. mas ele queria mais, queria muito mais!!!! Estava louco por me foder todinha…
Baixei as alças do vestido junto com o soutien e fiquei com as maminhas de fora, ele veio contra o meu peito e começou a sugar os meu biquinhos já duros… depois fez-me descer rapidamente, virou-me de costas, fez-me apoiar uma perna em cima da bancada junto da máquina do café e fodeu-me à canzana.
Parecia que já tínhamos dados mil e uma fodas juntos, a nossa sintonia era fantástica, ele esfolava a minha coninha quente que latejava com aquelas investidas…
Já estava toda molhadinha, de vez em quando ele parava e pincelava a entrada da minha coninha, em seguida entrava de novo e começava a bombar bem forte agarrado nas minhas mamas…
Eu estava louca de prazer mas ele também. Dava-me palmadas no rabo que mo faziam tremer, ás vezes doia mesmo tal era a força, mas era uma dor saudável, daquelas que nos dão mais pica ainda…

Saímos da parte de dentro do balcão e fomos para o meio do bar, despimos-nos completamente e começamos a dançar ao som da musica… parecia que estávamos em transe, roçávamos-nos e apalpávamos-nos, beijávamos-nos e de vez em quando ele apanhava-me por trás e enterrava o caralho na minha coninha encharcada.
Era uma mistura de cheiros, dos nossos corpos suados com os líquidos que se iam libertando…
A certa altura ele tombou-me em cima de uma mesa, abriu as minhas pernas e começou a foder-me novamente enquanto passava as mãos por todo o meu corpo. Metia os dedos na minha boca para eu molhar e ía depois coçar o meu grelinho que estava bem exposto para ele. Massajava-mo constantemente, alternando entre as estocadas mais fortes na minha ratinha…
Senti-me a subir à lua, numa dessas subidas alucinantes, imaginava que ia à velocidade da luz quando berrei:
- Fode-me todinha completamente, rebenta-me a cona toda…
Ele acelerou o ritmo e eu senti os músculos de todo o meu corpo a comprimirem-se enquanto tinha um orgasmo descomunal….
Todo o meu corpo tremia, como se tivesse saído de água gelada… Ainda em estado de choque, fiz o Sr.C. sentar numa cadeira e virando-lhe as costas sentei a minha coninha no seu caralho. Fiquei ali num sobe e desce naquele pau duro, mesmo apoiada com uma mão nos braços da cadeira, as minhas pernas começavam a ficar cansadas e eu estava a vir-me de novo, a mesma sensação começou a apoderar-se de mim e eu já berrava de novo:
- Fode-me mais, com mais força!!! Não aguento, vou vir-me de novo!!! Fode-meeeeeeeeeeee
Enquanto deslizava pelo caralho de Sr.C. coçava toda a minha ratinha com os dedos, estava a vir-me novamente quando ele agarrou no meu cuzinho e me fez sair de dentro dele…
Caí de joelhos no chão com a mão na minha xaninha a coçar-me e a gritar coisas sem nexo enquanto levava um banho de leite do cacete do Sr.C. pelas minhas costas abaixo.
No fim de toda aquela porra espalhada a escorrer até ao meu cuzinho, ele passou a piça já meio murcha pelo meio do meu reguinho e disse:
- Fofinha, se é assim com a tua cona, ui nem quero imaginar este cuzinho!!!!
A isso sim eu chamo foder, foder loucamente!!!!
É que foi mesmo loucamente, pois acabei magoada nos joelhos, da areia do chão do bar que ainda estava por limpar, e o meu cabelo acabou por ficar com salpicos de porra a cheirar a leite.
Enquanto estava sentada de novo em cima da arca, e o Sr.C. me desinfectava os joelhos arranhados, alguém batia nos vidros da porta de entrada do bar… Eram os seus amigos que muitas vezes apareciam depois de o bar fechar para beber mais um copo.
Ficamos caladinhos, baixamos a musica e começámos a rir, a comentar se eles tivessem chegado mais cedo e espreitassem pelos vidros, entre os espaços dos estores, teriam-nos visto de certeza a mandar aquela valente foda!!!
A Coelhinha desta vez teve sorte! Ou não! Se calhar até gostava de ser observada mais uma vez! ;)
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