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Relato erótico do Sr. A.
Existem contos de conquistas, sensualismo e chupadas inesquecíveis, e eu tenho uns quantos que recordo com o pau feito!!! Hoje vou partilhar um deles com voçês…
Mais que tudo, essa minha amiga adorava a conquista, adorava o sensualismo adorava os pormenores, adorava sentir, que eu estava dominado pelos movimentos dela pelo toque.
fazia questão de me guiar pelo seu corpo, de me colocar exactamente onde ela queria.
Eu não gosto de ser dominado, pelo contrário, adoro ser dominador!!! ![]()
Mas… ela tinha uma forma incrível de deixar que uma pessoa se sentisse dominar a cena, mas sempre como ela queria, parece de facto um contra censo mas era assim mesmo que acontecia.
Saia do banho, enrolada numa toalha bem curtinha, o cabelo molhados, os seios à mostra bem rijos. E ficava simplesmente parada a olhar para mim, colocava uma perna em cima de uma cadeira, desviava um pouco a toalha e deixava-me observar a sua coninha.
Era uma coninha bem cheia, imponente…
Ela não dizia nada simplesmente contemplava a minha cara de desejo… Depois, com dois dedos abria a ratinha, deixando-me ver aquele vermelho delicioso, com a outra mão pegava num dos seios e subia-o ate à boca… depois passava-lhe a língua….
Eu ficava simplesmente a arder de tesão, mas não saía de onde estava, era muito agradável ver aquela cena.
Ela pegava no clítoris dela e com dois dedos dava-lhe umas puxadinhas e gemia de prazer. Colocava dois dedos dentro dela e começava a fazer movimentos, fechava os olhos e atirava com a cabeça para trás, gemia de prazer e dizia:
- Olha o que vai ser teu está à tua espera…. aguarda um pouco e terás prazer e mais prazer…
Esperar aumentava a minha ansiedade, ia-me aumentando o desejo, ela gemia, arfava, sussurrava o meu nome, mordia os lábios…
De repente me chamou:
- Vem vem me possuir não aguento mais…
Aproximei-me dela, encostei o meu peito aos seios dela, ela pegou-me nas mãos e eu segui o seu ritmo, deixando que ela guiasse as minhas mãos por aquele corpo suave… beijei suavemente o seu rosto e procurei o pescoço dela com os meus lábios quentes…
Ela rodou e se encostou na parede dobrando-se suavemente procurando o meu pau duro e começou a esfregar-se nele feito cadela com cio…
Peguei no caralho e apontei no sitio certo e de uma estocada só enfiei ele todo até ao fundo… Depois fiquei estático, deixando que ela se movimenta-se ao seu ritmo.
Ela apoiou um braço na parede e rodou o outro procurando o um pescoço… rodou a cabeça dela e procurou os meus lábios, a minha língua, enquanto o meu pau entrava e saia do corpo dela.
Murmurava palavras:
- Fode-me mais e mais, faz de mim a tua puta, enfia-o todo, adoro sentir os teu colhões a bater na porta da minha buceta….
Tudo isso intensificava a vontade de a possuir mais e mais.
Os dois suávamos, eu sentia o suor a escorrer pelo meu corpo e via o suor dela a escorrer…
De repente ela vem-se num orgasmo brutal, intensifiquei os movimentos quando ela, já experiente, roda e se coloca de joelhos na minha frente e de uma vez só engole-me o cacete todo!!!
Eu segurei o cabelo dela para trás para ver toda a cena…
Ela olhava com um desejo enorme de sentir o leite todo na boca, chupava, lambia voltava a chupar… De repente ela fixa os olhos dela nos meus, isso me fez percorrer o corpo com um espasmo, como se tivesse levado um choque eléctrico, e vim-me todo na boca dela, via-a a engolir aquele leitinho todo, a continuar a chupar o meu pau a provocar-me arrepios incessantes, e a tirar um prazer enorme de ter conseguido os objectivos.
Quem melhor que a mulher para nos ensinar a realizar os seus desejos?
A Coelhinha não devia escrever aqui coisas relacionadas com a igreja, mas hoje, vendo nas notícias acerca das noivas de Santo António, e a polémica por causa do casamento entre pessoas do mesmo sexo, deu-me vontade de partilhar com voçês um pouco da hipocrisia que ainda se continua a viver na igreja católica. Afinal de contas somos todos humanos e os gays também têm direito!!!
Ora então aqui vai o relato que se passou comigo quando eu tinha cerca de uns 15 anos…e acabei a fazer sexo com o Padre…
O Padre da paróquia onde vivíamos tinha falecido, entretanto houve um tempo que vieram outras padres celebrar as missas e afins. Passado um tempinho, não muito, chegou o Padre que definitivamente iria ficar à frente da nossa paróquia para substituir o que havia falecido.
Vou trata-lo aqui de Sr. J.
Ora o Sr. J. tinha cerca de 34 ou 35 anos, aparentava ter mais idade mas só pelo seu cabelo já meio grisalho. Ele era de estatura média, tinha uns olhos verdes bem bonitos, uma cara linda, bondosa, parecia o pai dos desgraçadinhos!!!
Passado algum tempo, eu já conhecia o Sr. J. e ele me tratava por Menina. Realmente eu ainda era uma menina mas bem arrebitada!!!! ![]()
Ele vivia me convidando para eu participar mais na coisas da igreja, no coro, nos encontros de jovens, etc… Mas eu nunca tive muita paciência para essas coisas.
Um dia ele pediu-me ajuda para organizar as coisas na sacristia, tinha livros muito velhos, coisas antigas que tinham de ser organizadas, vestes da igreja que já não eram utilizadas, e outras tantas coisas…
Eu pensei cá para mim que tinha mais o que fazer do que ir aturar um padre a um sábado à tarde mas, a minha mãe insistentemente me pediu para ir, porque ele era novo lá, e precisava de toda a ajuda e que os jovens deviam participar mais nas acções da igreja e por aí fora….
Então a Coelhinha lá foi até à igreja ter com o Sr. J. Ele andava atarefado a arrumar as coisas, um monte de tralha velha, um cheiro a mofo no ar.
Eu entrei e perguntei o que era necessário fazer. Ele começou a conversar comigo sobre o trabalhão que iríamos ter, que ia levar umas 2 ou 3 horas a limpar aquilo tudo…
Olhava para mim de uma forma carinhosa mas de vez em quando, quando agarrava um livro, ou me baixava, sentia que ele deitava o olho para o meu rabo. Se me inclinava, lá estava ele a tentar espreitar as minhas maminhas… e aproveitava todas as ocasiões para roçar os braços no meu peito, de cada vez que me passava uma pilha de livros arranjava maneira de se encostar a mim…
A Coelhinha que não era nada burra, sabia perfeitamente que o Padre era exactamente como outro homem qualquer, tinha tesão, e ainda devia ter mais!!! Afinal de contas devia passar muito tempo no sofoco!!!!
E assim passamos ali bastante tempo a arrumar aquilo, até que ele me pediu ajuda para transportar as caixas de pilhas de livros que iriam para casa dele, ou seja para a casa do padre da paróquia…
Eu pensei cá para mim que já estava fartinha daquilo tudo, que devia era estar no bem bom com as minhas amiguinhas, mas não tive coragem de dizer que não.
Ele vivia a cerca de 500 metros da igreja, então carregamos tudo no carro e fui ajuda-lo a descarregar…
A casa dele era antiga, eu já a conhecia, de quando o outro Sr. Padre lá vivia. Era uma casa bonita, mas mobilada com moveis que mais pareciam de épocas de reis e com cortinados de séculos passados.
Entramos no escritório, que já me era familiar, e fomos descarregando o começando a organizar tudo nas estantes.
Quando eu me despedi para sair e ir para casa, exactamente no momento em que deitei a mão à maçaneta da porta, ele veio por trás de mim, deslizou as mãos pelas minhas coxas acima, passou pela barriga e veio agarrar com cada mão as minhas maminhas…
Eu senti o seu pau duro colado a mim, a fazer força contra o meu rabinho… quis dar um pulo e fugir dali mas ele agarrou-me com força e rodou a chave na porta à minha frente…
Eu fiquei irritada e perguntei:
- Mas o que é isto Sr. Padre???
Ele feito leão solto da jaula, agarrou-me de novo e enquanto me apalpava as mamas e o rabo com sofreguidão respondia-me:
- Pensas menina que nós não temos vontades??? Não aguento este pedaço de carne tão bom na minha frente, deixa-me provar as tuas maminhas, deixa-me sentir o calor da tua coninha….
Depois dizia outras coisas sem sentido, que somos todos humanos e que as tentações carnais são muitas e que satisfazer um desejo não era assim um pecado tão grave….
Estava completamente louco, eu libertei-me o mais que pude, respondi-lhe qualquer coisa já bastante irritada, destranquei a porta e fugi para casa enquanto ele me gritava da janela:
- Não queres que te leve a casa???
Nem olhei para trás…
Mais tarde em conversas com a menina S. acabei por lhe contar o que tinha acontecido, ela já conhecia o Sr. Padre e achou uma piada louca aquela história toda. Eu, nessa altura já desfeita do primeiro impacto comecei também a achar piada à situação. ![]()
É que a partir desse dia o Padre não deixava de olhar para mim, ora na rua, ora na missa, ora nos encontros de jovens… E se as outras pessoas reparassem ia ser bonito!!!
A menina S. um dia em tom de desafio disse-me:
- Ele até é engraçado, e não deve comer ninguém, aposto que o fazias vir em menos de 1 minuto…
A coelhinha andou uns dias e pensar naquilo, então resolvi ir ter com a minha mãe. Eu sabia que ela tinha fios em ouro com cruzes ou algo do género para serem benzidos pelo Sr. Padre. Então disse à minha mama que poderia ir a casa do Sr. Padre para ele benzer aquilo.
A minha mãe, que é religiosa achou logo uma óptima ideia, e a Coelhinha toca de sair de casa em sainha de verão, ténis e camisolinha de alças sem soutien, e lá fui eu a casa do Sr. Padre.
Quando me viu na entrada da porta ficou com uma cara de completo pasmado, depois convidou-me a entrar mas eu respondi-lhe:
- Não é necessário Sr. Padre, basta benzer-me só estes fios que trago na mão para a minha mama. Não preciso de mais nada, deve ser rápido não???
Ele respondeu-me que nas coisas da igreja tem de haver a sua calma, que eram coisas importantes e blá blá blá, tudo a pretexto de me fazer entrar em casa…
Fomos para uma sala mais pequena, ele retirou um pequeno livro de uma estante e falou para eu levar para casa e ler, que os jovens precisavam de ser incentivados às boas práticas e costumes. Mas enquanto me falava aquilo tudo olhava para mim como um esfomeado à frente de um banquete que não pode comer!!!
Quando já fazia tensões de sair, com tudo benzido e livrinho na mão, ele veio por trás de mim de novo, feito louco, meteu as mãos por baixo da minha sainha e apalpou-me as bochechas do rabo. Passou uma mão pela minha cinta e agarrou-me contra ele. De novo aquele pau duro estava colado no meu reguinho, e desta vez eu sentia-o bem melhor, pois só tinha um tecido bem fininho da minha saia a separar-me daquele volume nas calças…
Naquele preciso momento decidi ver do que ele era capaz, e feita menina inocente deixei-me ir nos seu braços como quem experimenta essas sensações pela primeira vez…
Ele passava as mãos por todo o meu corpo, lambia-me o pescoço e veio dar-me beijos sôfregos na boca, verdadeiros linguados!!!
Meteu uma mão por baixo da camisolinha e apalpou a minha maminha, deu um urro, como de vencedor, puxou-ma para cima ao de leve e passava os dedos pelos meus bicos como se fossem um valioso prémio acabado de conquistar…
Depois veio chupa-los, lambia-os com vontade… desceu uma das mãos e pousou-a na minha coninha, por cima da tanga. Arredou-a ligeiramente e passava os dedos por ela toda. de cima a baixo, depois começava a introduzir um dedinho lá dentro como se me quisesse foder…
A Coelhinha, que até ali se tinha deixado levar, decidiu então reagir.
Meti-lhe as mãos pela camisa a dentro e deslizei-as por aquele peito bem conservado, cravei-lhe as unhas nas costas e ele gemeu. Depois desci e apalpei-lhe aquele rabo bom que sabia que ele tinha, desapertei o cinto e as calças habilmente. Introduzi a minha mão dentro dos seus boxers e agarrei-lhe o caralho, muitooooo quente!!!!!!!!!!!!!! Esporrou-se completamente assim que lhe toquei… O leitinho ficou espalhado pelas calças, pelos boxers, pelo cinto… enfim…
Mas o seu caralho não baixou, apenas afrouxou, eu comecei a despi-lo, e assim que lhe tirei toda a roupa fui descendo pelo seu corpo até àquele cacete quente, tão quente e gostoso… Comecei a chupar só a cabecinha que ainda tinha restos de leite, passava com a língua entre o reguinho do meio, e sentia ele estremecer de tesão. Depois rodeava toda a cabeça daquele caralho com os meu lábios e ia descendo lentamente até o abocar por completo…
Comecei a aumentar o ritmo, cravei as minhas unhas no seu cu, e só com a boca, de joelhos, chupava aquele cacete bem até ao fundinho…
O Sr. Padre dizia:
- ai meu deus, ai meu deus, que boca tão boa, tão abençoada…
Passado um pouco, empurrei-o para o sofá e fiz senta-lo. Fui sentar-me em cima dele, arredei a minha tanguinha e fiz deslizar a cona por todo aquele pau abaixo.
Apoiei ao pés no próprio sofá e agarrada a ele socava com força aquele mastro duro e quente, era tão quente que a minha coninnha quase corria o risco de derreter… ![]()
Senti o seu caralho e ficar cada vez mais tenso, e o Sr.J. já não dizia coisa com coisa… Saí de cima dele e esfreguei-o nas minhas mamas… prendia-o o mais que podia e com as mãos punhetava-o até à minha língua que lhe roçava ao de leve na cabeça..
O Sr. J. até ali mantivera-se de olhos fechados, mas assim que os abriu e viu o cenário da Coelhinha sobre ele, com o seu caralho entre as mamas e a tentar chupar-lhe a cabeça, esporrou-se de imediato enviando um jacto de porra bem de encontro à minha cara…
Acabei por lhe lamber aquele leitinho sagrado como ele mesmo dizia…
No fim eu disse-lhe, já com uma boa dose de sarcasmo, que precisava também de ser ajudada e que ele, como padre que era, não ma podia negar…
Assim, o Sr. Padre acabou a lamber-me a ratinha, todinha, a chupar-ma bem gostoso até eu me vir na sua cara tal qual ele tinha feito comigo…
O Sr. Padre J ainda é padre lá na paróquia, eu já não vivo lá, mas os meus pais e mais familiares continuam a dizer que ele é um santinho, que tem cara de quem não faz mal a uma mosca… e se Calhar têm razão!!! A Coelhinha nunca o viu matar moscas e como também não conheço nenhum santo, não posso estabelecer comparações… ![]()
Mais tarde, o Sr. Padre convidava-me para tudo e mais alguma coisa, olhava sempre para mim com os olhos arregalados que eu já conhecia… aqui a Coelhinha é que não voltou a alinhar nessas coisas.
Mas que dessa vez foi bom lá isso foi… a Coelhinha sempre adorou ser chupada e lambida por um homem, sendo padre ou não!!! ![]()

Mais um relato erótico do Sr. A
Houve um tempo que tinha uma curiosidade enorme de foder uma mulher mais velha.
Fui para a Internet e conheci uma que na altura tinha mais doze anos que eu, ela era divorciada, e pela conversa tinha muita vontade de dar umas fodas sem compromisso.
Era mesmo a mulher que eu precisava, me mandou umas fotos e correndo o risco de não ser ela, combina-mos um jantar.
Ela foi-me buscar a um centro comercial e ai vi que ela era uma mulher interessantíssima, meio tia, assim cheia de nove horas, mas isso ainda me agradou mais.
Fomos para casa dela, ela fez uma cataplana de marisco, bem picante e conversamos um pouco, conversa de circunstância, e começou a apetecer fazer algo mais que isso, ou seja, foder era mesmo o objectivo do encontro, mas o filho dela ia chegar.
Procurei uma solução porque me estava a dar muita vontade mesmo de lhe dar umas valentes fodas, resolvemos pegar no meu carro e ir para minha casa que ficava a uma hora de viagem…
No caminho só se falou de sexo, ela levava uma garrafa de champanhe, chegámos a minha casa e ela abriu a garrafa.
Eu fui acender a lareira, estava frio. No final fui-me sentar junto a ela no sofá que estava junto à lareira, e começámos a beber a champanhe.
De repente ela levanta a saia e começa a se tocar, eu fiquei olhando, apreciando a cena e continuei a beber o champanhe como se nada se passa-se…
Estava a adorar ver aquela a cara dela, o modo como se esfregava, e comecei a fazer o mesmo…
Tirei o caralho para fora e com uma mão só comecei-me a tocar, os dois continuávamos com os copos de champanhe na mão que tínhamos livre….
Aquele cenário dava um bom quadro de parede.
Foder e beber, o melhor da vida!!! Pelo menos no aquecimento já nós estávamos!!!
De repente ela pousa a copo e pega no meu pau com as duas mãos e começou a esfrega-lo, debruçou-se e começou a lamber, a passar a ponta da língua na cabeça dele, ia descendo e chupava-me os sacos, subia de novo a passar a língua por ele todo como se estivesse a lamber um gelado… Metia-o todo na boca e sugava-o, enquanto isso, com uma das mãos continuava a se tocar e a gemer.
Deitou-se de lado no sofá e eu deitei-me em seguida por trás dela, estava a ficar um calor agradável na sala, ela desviou só as cuecas e pediu para lho enfiar assim mesmo.
Enquanto ela dobrava os joelhos sobre o peito, eu enterrei-lho todo, o meu cacete deslizou até ao fundinho.
Ela tinha uma cona deliciosa, enquanto eu lho enfiava pela rata, a minha mão ia deslizando dentro das cuecas dela, mexendo no clítoris. Depois subindo para lhe massajar os seios, ela ia gemendo e pedindo para lhe enfiar mais e mais. De repente começou a gritar:
- Fode-me por favor!!! Fode-me como nunca fodeste ninguém… espeta-me esse pau ate me sair na boca!!! Dá-me o teu leitinho todo!!!
Nessa altura comecei a sentir o meu caralho a ser sugado pelos músculos da cona dela. Que grande cona boa que ela tinha, apesar da idade dela, aquela rata sabia trabalhar, sabia como sugar um cacete bem gostoso!!!
Depois colocou a mão dela atrás de mim e começou a empurrar-me cada vez mais para ela, até que eu me jorrei todo de tanto tesão.
Ela ficou a gritar feito doida, a tremer e a gemer…
Ficamos ali um pedaço, ela levantou-se e disse-me:
- Agora vamos para a cama, hoje não te vou deixar a noite toda… Vais ter de matar a fome toda a esta minha rata…
Fomos. Ela deitou-se de barriga para baixo, abriu as pernas e levantou um pouco a bunda para eu me encaixar.
Depois de me encaixar nela, ela desceu com o meu cacete já bem metido lá dentro. Ai eu sentei-me em cima das nádegas dela a apoiar as minhas mãos nas suas costas e com os meus joelhos a apertar-lhe os flancos…. como se estivesse a montar um cavalo!!!
Comecei a enfiar-lhe de novo ainda com ele meio mole, depois foi crescendo cada vez mais e ficou bem rijo de novo, então eu a enfiava cada vez mais rápido com ela sempre a pedir:
- Mais!!!! Dá-me mais!!! A minha cona quer tudinho!!!! Maissssssssss!!!!!
Ai ela quis se colocar de costas, bem aberta, e pediu que eu a monta-se de frente.
Ela elevava as pernas bem alto e eu bem encaixado a enfiar-lhe a piça pela conaça enquanto ela me abraçava forte…
Passado algum tempo senti que ela já estava quase no ponto de se vir, porque começou de novo a pedir o meu leitinho… Foi ai que ela desceu as pernas e as cruzou por trás das minhas nádegas. Ia-me pressionando contra ela como se não quisesse que eu saísse.
Eu comecei a rodar dentro dela cada vez mais rápido ate ela se jorrar todinha e eu me jorrei de novo, pois não aguentei a pressão daquela cona a apertar o meu caralho.
Paramos um pouco, eu já estava rebentado, já me doía tudo, até o caralho, já o sentia esfolado, mas ela não parava!!!
Estava sempre a tocar nele, a mexer, a lamber, a fazer festinhas, até que ele levantou já só a meio gás… Assim que ela sentiu que o meu cacete já podia entrar de novo na cona dela, tratou de pular em cima de mim e continuar em mais uma rodada até nos virmos os dois de novo.
Depois acabei por adormecer que nem um anjinho de tão estourado que estava!!!
Na manha seguinte continuou… Aquela mulher já com aquela idade tinha uma fome dos diabos, só queria foder, foder e voltar a foder!!!
Uma coisa é certa foi sem duvida das noites de sexo mais longas que tive e uma das que mais tesão me deu.
A minha experiência a foder uma mulher mais velha foi assim mas, não sei se todas são assim poderosas e insaciáveis na cama. O facto é que para mim valeu a pena, não voltei a estar com mais nenhuma mas…… ![]()

Mais um relato erótico do Sr.A.
A história que vou contar aconteceu no dia de passagem de Ano.
Eu namorava com uma menina magrinha mas com um corpo bem estruturado, e com um ar de safada descomunal. Resolvemos ir a um restaurante, depois tinha baile e fazíamos ai a passagem de Ano.
Mas, aquilo a festa começou a ficar um tanto aborrecida e nós a ficar sem paciência para ficar por lá, então resolvemos sair e fomos ouvir uma musica para perto do rio, um sitio bem sossegado.
Tínhamos de passar num caminho estreito de terra batida, no meio do arvoredo, estava uma noite fria, gelada mesmo, via-se tudo branquinho.
Paramos o carro, os vidros começaram a ficar bem embaciados, não se via nada, só se ouvia a água a correr e o som da nossa música bem calminha.
Mais um relato erótico do Sr.A.
Nos abraçamos começa-mos a beijar e começou a subir aquele tesão, a dar aquela vontade enorme de foder, ela começou-me a esfregar-me por fora das calças, a meter a mão por baixo da minha camisola e eu a fazer-lhe o mesmo.
Desapertei-lhe os botões das calças e meti a mão lá dentro, senti a coninha dela quente e já bem húmida.
Ela era bem animada mesmo, tirou a roupa dela como se o mundo fosse acaba amanha, e tirou a minha também, dentro do carro ainda por cima pequeno, era uma tarefa difícil mas já tínhamos praticado a foder de muitas maneiras por tudo que era canto e recanto daquela terra.
Ai ela desce o banco e aquilo pareceu-me que ficou a caminha perfeita…
Ajoelhou-se na frente do banco e começou a suga-lo, a engoli-lo todo, a boca dela parecia veludo a deslizar nele para cima e para baixo, ai subiu e colocou a coninha dela na minha cara e eu comecei a lambe-la todinha, a deslizar a ponta da minha língua no clítoris dela, a chupa-lo, enquanto com as minhas mãos apertava aquelas nádegas com força…
Ela ia mexendo as ancas colocando a parte que queria que eu lambesse ao alcance da minha língua. Dobrei a língua em V e fui-a fodendo, metendo e tirando a língua daquele buraquinho de cona delicioso. Ela ia colocando a mão dela atrás e ia massajando o meu caralho vendo se ele continuava duro… depois recuou, apontou-o e sentou-se de uma vez só nele, dando um suspiro forte começou a subir e a descer.
Eu sentia o liquido dela a escorrer por ele, a molhar todos os meus pelos, a encharcar o meus sacos.
Ela adorava mete-lo bem até ao fundo e rodopiar em cima dele, debruçava-se sobre mim para eu chupar aqueles seios enquanto eu lhe segurava as nádegas e as abria bem para os lados, e com um dedinho já bem lubrificado lhe ia foder o cuzinho.
Estávamos já a pontos de chegar lá, e na rádio faziam a contagem decrescente para o novo Ano, era quase meia-noite…
Começou-se a ouvir os foguetes nas festas ali por perto e viemos-nos os dois ao mesmo tempo, num jorro enorme de leite dentro dela. Ficamos ali abraçados um pouco ainda a afagar e viramos-nos um para o outro e desejamos Feliz Ano novo.
Ela comentou que adorou que eu me esporrasse todo dentro dela, que se sentiu a libertar a rolha da garrafa de champanhe, pena não ter ido a tempo de beber. hehehe Ficamos mais um tempo ali só a escutar a água naquele silêncio, limpamos o vapor dos vidros e olhamos lá para fora para ver o branco do gelo, enquanto nós estávamos a ferver dentro do carro.
Saímos e fomos acabar a noite a dançar. As melhores entradas de ano que se pode ter sem duvida, afinal de contas foder é bom!!!!

Relato erótico da minha amiguinha, menina C.
A história que vou contar agora aconteceu quando eu tinha os meus 17 anos, na verdade não fui eu que traí ninguém nessa altura, pois nem sequer namorava, a traição não foi do meu lado mas sim do lado de quem se envolveu comigo.
Era inicio de Setembro e as aulas ainda não haviam começado, eu e a vóvó estávamos em casa a fazer doces quando o meu telemóvel tocou. Era alguém pedindo a minha companhia, um colega de um homem com quem eu já havia passado uma tarde de sexo…
Identificou-se como sendo o Sr. Ramos.
Para mim o nome era indiferente porque muitos deles nem o nome verdadeiro diziam. Eu também não dizia o meu, uma questão de preservar a identidade.
Eu já percebia isso perfeitamente na altura pois também não queria que ninguém soubesse o que eu fazia…
Quando recebia este tipo de telefonemas e estava perto da minha vóvó, fingia que eram as minhas amigas que estavam a ligar e afastava-me para poder falar à vontade. Assim, saí da cozinha e fui falar com o Sr. Ramos para o meu quarto. Ele falou-me que precisava descarregar o stress e que precisava de companhia para uma noite. Informou-me que essa noite seria passada perto numa casa de praia. Deu-me a direcção e eu disse-lhe quanto ia cobrar.
Ele concordou sem problema nenhum e ficamos de marcar o dia mais tarde.
Com essa idade, e eu morando com a minha vóvó precisava de preparar com antecedência as saídas, dizer que dormia em casa das minhas amigas e combinar com elas, não fosse a minha avó ligar a perguntar por mim.
No dia seguinte, o Sr. Ramos ligou e combinámos encontrar-nos na sexta feira à noite. Marcamos o bar onde ele me ia apanhar e até esse dia não falei mais com ele.
Na sexta-feira, saí de casa e disse à minha avó que ia com a menina S. a uma festa, que íamos chegar tarde e ficaria a dormir em casa dela. A minha avó conhecia bem as minhas amigas, e nesse tipo de coisas nunca foi chatinha, por isso com ela nunca havia problemas de sair, ou ficar fora de casa.
Eram cerca das 19:00 quando o Sr. Ramos apareceu no bar, ele sabia quem eu era, reconheceu-me de imediato, veio ter comigo e convidou-me a beber algo depois de se apresentar.
Vi então que o Sr. Ramos era um homem com cerca de 40/45 anos, talvez mais novo, mas como era relativamente gordinho acho que parecia mais velho. Estava vestido com um fato preto, e uma gravata cinza escura. Apesar de ser gordinho tinha uma cara bonita, um cabelo meio comprido muito preto que puxava para trás dos olhos de vez em quando com a mão…
Saímos do bar passado pouco tempo, e fomos para a casa dele de praia… Quando ele abriu o portão da entrada com o comando fiquei surpreendida… Era uma casa enorme, as luzes acendiam-se conforme passávamos e ele foi parar nas traseiras…
Saímos do carro e entramos em casa, era uma casa recente e lindíssima, mas dava para perceber que não era habitada diariamente.
Fomos para a sala, abriu uma garrafa de um licor qualquer e perguntou-me se queria beber um pouco para descontrair. Eu respondi-lhe que não. Então ele tratou de ir acender a lareira de copo na mão… Naquele momento percebi que ele estava mais nervoso do que eu!!! Se calhar nunca tinha feito uma coisa daquelas, pensei eu.
Sentei-me no braço de um sofá, tinha um vestidinho preto de alças e umas sandalinhas calçadas. Não usava soutien, as minhas mamas grandes ficavam aconchegadas naquele vestido curto. Tinha uns ganchinhos no cabelo, uma maquilhagem leve na cara mas um batom bem vermelho nos lábios…
O Sr.Ramos olhava para mim com vontade de me agarrar e ao mesmo tempo com medo… Chegou perto de mim e passou uma mão ao de leve pela minha cocha acima até à minha coninha… esfregou os dedos na minha tanga, massajou-a por cima. Depois olhou para mim e disse-me:
- Podes dançar para mim? Adorava ver essas cochas e esse corpo maravilhoso a mostrar-se para mim…
Eu respondi-lhe que sim, e ele foi colocar uma musica bem suave no sistema de som que se espalhava pela sala.
Depois regulou as luzes para uma baixa intensidade e sentou-se numa poltrona afastada da lareira.
A luz do lume era quase mais forte que a luzes espalhadas pelo tecto…
Levantei-me e fui colocar-me em frente à lareira, virei as costas ao meu cliente e comecei a dançar levemente. Passava as mãos por todo o meu corpo, apalpava as minhas mamas por cima do vestido e a pouco e pouco fui baixando as alças e mostrando os bicos duros dos meus seios. Acabei por fazer deslizar o vestido até aos pés, depois afastei-o de mim e continuei a dançar. A minha tanguinha enfiada no meu rabo exposto aos olhares devoradores do Sr. Ramos…
Passado algum tempo a apreciar-me, ele levantou-se e veio ter comigo. Vinha de pau feito, via-se perfeitamente uma rola enorme a tentar furar as calças de tecido. Chegou ao pé de mim e falou baixinho:
- Tenho vontade de beijar a tua boca, de te beijar completamente, mas vou deixar esse batom vermelho para o membro que tenta sair fora das minhas calças…
Nessa altura percebi que ele queria que eu lhe chupasse o caralho com os meus lábios pintados de vermelho, que lhe lambuzasse a piça com batom.
Baixei-me e comecei a desapertar-lhe o cinto, as calças e soltei então o monstro que ele tinha entre as pernas… Um belo caralho, não muito comprido mas bem grosso. Peguei nele com as mãos e comecei a lambe-lo, passava a língua sem o meter na boca e ele ficava cada vez maior… Depois o Sr. Ramos não aguentou, segurou-me as mãos acima da cabeça e fez-me engolir aquele cacete quase completamente. Começou a foder a minha boca e o meu batom vermelho ía-se espalhando pelo seu caralho completamente duro. Era difícil aguentar aquele pénis todo na minha boca, ele então tirou-o para fora e começou a bater com ele nos meus lábios e na minha língua.
Eu tinha noção que estava completamente suja de batom, tal qual o caralho do Sr. Ramos. Passado algum tempo, ele puxou-me para cima e começou a massajar os meus seios, depois despiu-se completamente e foi puxar um poltrona, colocou-a em frente à lareira, e disse-me:
- senta aqui minha coisa boa, vou chupar-te todinha, vais abrir-te completamente para mim…
Eu sentei-me e apoiei as pernas nos braços da poltrona, fiquei completamente aberta para ele. Ele começou a beijar os meus pés, descalçou-me, depois subiu pelas minhas pernas acima e me fez arrepiar toda… Respirava e lambia-me ao de leve as cochas até chegar à minha coninha.
Arredou a minha tanga para o lado e atacou-me a ratinha completamente, molhou-me todinha com saliva, chupava-me o grelo e voltava a lamber-me de baixo para cima, parecia que estava a limpa-la mas logo de seguida voltava a encharca-la com mais saliva… Foi muito bom, comecei a ficar doida e achei que ia gozar completamente com aquele homem desconhecido ali a lambuzar-me a xaninha.
Ele viu que eu estava a gostar, então acalmou, abrandou o ritmo, levantou-se e mandou-me por de quatro. Depois disse-me:
- Vou foder a tua ratinha, vou trair pela primeira vez a minha mulher comendo a tua coninha…
Passou o cacete pelo rego do meu cuzinho abaixo e veio enterra-lo na minha rata completamente molhada, senti aquele caralho grosso a abrir-me a coninha e a foder a minha ratinha. Eu estava a gostar de tudo, apesar de estar a foder com um velho que tinha idade para ser meu pai, mas ele sabia fazer as coisas direitinho… Pousou os dedos exactamente no meu grelinho e começou a coçar-me enquanto me fodia bem fundo. As minhas mamas abanavam com aquelas investidas até que ele agarrou nelas com as duas mãos, prendeu os bicos entre os dedos e começou a foder-me com mais força ainda puxando-me para ele cada vez mais… Sentia a sua barriga gordinha a bater no meu rabo, mas estava mesmo uma delicia!!!!
Não aguentei e soltei-me completamente… deixei-me entregar ao meu cliente, coisa que eu sabia que não devia fazer… vim-me com força enquanto ele me estocava por trás, depois ele abrandou o ritmo e eu aproveitei para parar… virei-me e bati-lhe uma boa punheta nas minhas mamas grandes, onde ele se veio passado pouco tempo. Encheu-as completamente de leite, mas eu fiz questão de limpar os restinhos que tinham ficado na cabeça do seu cacete…
Eu ia perguntar onde era a casa de banho para me arranjar e lavar quando o telemóvel dele tocou, ele foi atender apressadamente e eu percebi que ele falava com a mulher… Afastei-me e fui eu mesma procurar a casa de banho…
Encontrei uma logo ao lado da sala, lavei-me, tirei uma nova tanguinha da minha malinha e vesti-me de novo… Ainda não estava pronta, já o Sr. Ramos batia à porta e chamava por mim aflito:
- Por favor despacha-te, temos de sair daqui rapidamente…
Percebi que algo tinha acontecido. Acabamos por sair de casa a correr e fiquei a saber que a mulher dele estava naquele momento a dirigir-se para lá, e ele que no inicio se queria vingar dela por algum motivo agora parecia um cachorrinho arrependido!!!
Eu acabei por ficar irritada, detestava esse tipo de situações, parecia mesmo que ele gostava da mulher!!! Então para quê tudo aquilo??? Acabei por lhe dar uma lição, eu uma menina de 17 anos, acabei chantageando o Sr. Ramos. Em vez de me pagar o combinado, pagou muito mais que isso a troco de eu não contar à sua mulher o que se tinha passado. Afinal de contas eu sabia onde era a sua casa de praia, facilmente a podia encontrar…
Esse dia acabei com o bolso recheado e a dormir em casa da minha amiguinha, menina S.
Espero que o Sr. Ramos continue até hoje muito feliz com a esposa, afinal de contas eu também fiquei feliz com o dinheiro extra que ganhei nesse dia… Por isso é que eu digo que traição é bom e eu gosto!!!
Beijinho da menina C. ![]()



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