Comendo a doutora Na clínica veterinária

A noite caía. Como era já hábito, Vera ficara até mais tarde na clínica veterinária onde trabalhava. Mas nesse dia algo diferente aconteceu.
Enquanto atravessava a rua para seguir caminho para o metro reparou num homem alto, de ar descontraído que passeava o seu cão. Ao passar pelo jardim os seus olhares cruzaram-se. Os olhos azuis dele com os negros dela. Sentindo-se constrangida, Vera desviou o olhar e seguiu caminho, sem dar mais importância ao assunto.
Nessa noite, sozinha em casa com uma garrafa de vinho tinto, Vera sentou-se no sofá e imaginou de novo aquele olhar. Um olhar profundo, confiante, perigoso, repleto de mistério. E isso deixou-a excitada. Foi uma noite de sonhos eróticos, em que aquele homem misterioso, de cabelo escuro e olhos claros a agarrava e lhe dava prazer.Comendo a doutora
A manhã chegou e Vera voltou à sua rotina. A clínica estava com movimento, desviando-lhe a atenção de pensamentos inoportunos. Mais uma vez já passava da sua hora de sair mas Vera estava ainda numa consulta e responsabilizou-se por fechar a clínica. Quando já tinha terminado a sua consulta e acompanhado os donos à porta surge um homem, pedindo por favor para que o seu cão fosse visto. Um homem com olhos azuis e um olhar perigoso. O homem da noite passada. Vera ficou perplexa e sem resposta e o homem aproveitou o momento para entrar com o seu cão.
- Em que posso ajudá-lo? Já é tarde e a clínica já está fechada pelo que se não for uma urgência o melhor será voltar amanhã. – disse Vera dirigindo-se ao homem.
- A minha cadela não come há dois dias e estou preocupado – disse o homem misterioso.
- Então vamos realizar um exame geral e fazer algumas análises.
- Bem, na verdade a minha cadela está bem. Eu só queria uma desculpa para falar contigo. Ontem aquela troca de olhares não me saiu da cabeça…
- Troca de olhares? Mas já nos tínhamos visto antes? – Respondeu Vera, nervosa e ao mesmo tempo excitada.
- Não mintas, eu sei que te lembras de mim, que provavelmente também ficaste a pensar naquele olhar a noite toda.
- Talvez tenhas razão. Deixa-me apresentar-me. Sou a Vera

- Tiago, muito prazer. Mais do que imaginas.
E nesse momento beija-a, encostando-a contra a parede. Um beijo quente, cheio de desejo. Os seus lábios começam a descer pelo seu pescoço enquanto ele lhe tira a bata, arrancando os botões. Vera, louca de desejo começa a desabotoar-lhe a camisa, deixando a tarefa a meio, arrancando o resto dos botões e sentindo os seus abdominais musculados. Tiago passa as duas mãos nos seios de Vera e começa a acariciá-la por baixo da blusa, que tira logo a seguir, deixando-a só com o seu sutiã preto, rendando. Miguel beija-lhe os ombros e vai descendo, beijando os seus seios e percorrendo o caminho até ao umbigo, onde se demora, desapertando o botão das jeans e fazendo-as deslizar até caírem no chão. Vera, apenas em roupa interior faz o mesmo, beijando os abdominais musculados e descendo até ao umbigo, desapertando as calças, fazendo-as cair. Olha para a zona volumosa nos boxers e toca-lhe, ao de leve, beijando a zona junto aos boxers. Lentamente faz com que estes desçam, juntando-se à calças, no chão. Continuando os beijos chega ao pénis e beija-o, Tiago geme de prazer.
É então que ela o põe na boca e começa a lambe-lo e a chupá-lo. Tiago está louco de tesão e segura-lhe nos cabelos pretos, ajudando-a nos movimentos. De repente afasta-a e deita-a em cima da bancada, de barriga para baixo. Beija-a na nuca e vai percorrendo a sua coluna vertebral, desapertando-lhe o sutiã. Vira-a para ele e acaricia-lhe os seios, desta vez mais bruto, com mais desejo e enquanto isso, uma mão desce e toca-lhe.
Ele sente-a quente e a sua vibração de desejo, então tira-lhe as cuecas e começa a lamber e morder. Vera fica completamente rendida e pede-lhe que o ponha dentro dela. Tiago senta-a na bancada e começa a penetrá-la. Primeiro lentamente, depois mais vigorosamente. Levanta-a da bancada e encosta-a à parede deixando-a louca de prazer, com gemidos agudos. Mais vigorosamente, levantando os braços e deixando-os deslizar na parede até que finalmente, o clímax.
Deslizam os dois pela parede até ao chão onde ficam em silêncio até retomarem a respiração normal. Tiago veste-se e sai, parando à porta:
- Obrigado pela consulta, Doutora.

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