Comi as duas Empregadas que mais queria!

Este é mais um conto que se passou entre mim e duas muheres a Eugénia e a Matilde, então era mais uma quinta feira de trabalho nas terras, e estava novamente sozinho em casa da minha avó 7:00h da manhã já eu estava fora da cama com as minhas habituais calças de fato de treino e a minha t-shirt, enquanto tomava o pequeno-almoço bateram à porta era a Eugénia e a Matilde, duas mulheres que me excitavam muito.
Eugénia como já referi noutro conto era uma mulher na casa dos 60, cuzinho redondinho e firme, estatura média e umas mamas grandes e firmes, e Matilde uma mulher na casa dos 40 e tais anos, um pouco a puxar ao gorda mas não muito, umas mamas enormes e um cu também bem avantajado, ambas vinham de calças por dentro das belas galochas dunlop azuis e com umas batas que eu adorava… Comi as duas Empregadas que mais queria!
Então terminei a refeição e fui calçar as minhas galochas, fomos buscar as sacholas e lá fomos nós para a eira começar o trabalho, elas trabalhavam que nem cavalos já suadas e cansadas e eu também, até que chegou a hora da bucha e elas foram merendar enquanto eu ainda fiquei na terra, parei por momentos e olhei para elas, comecei-me a imaginar em cima delas e foi ai que a minha gaita começou a inchar a inchar ,fiquei mesmo muito excitado, a Eugénia já sabia que ia comer pois já era habitual à quinta feira mas a Matilde nunca tinha comido e também só tinha batido umas punhetadas até então.
Larguei a sachola e fui ter com elas ao palheiro, estava todo suado e cansado, e comecei a merendar até que a Eugénia disse que ia acomedar os porcos, e aí a Matilde disse: “Ouvi dizer que tinhas um dom entre essas pernas, é verdade?”, fiquei logo excitado e respondi imediatamente “Deve ser, queres experimentar?” e ela se dizer nada baixou-se e enquanto eu merendava ela começou um belo de um broche, cima abaixo, cima abaixo as mãos dela apertavam as minhas galochas sujas de terra e eu delirava, depois como que adivinha-se começou uma bela espanholada, entre aquelas mamas enormes que eu adorava, depois chegou a hora de penetra-la, não custou nada pois ela já tinha tido uma carrada de filhos e foi sempre ali a martelar…
As nossas galochas roçavam, os nossos suores eram trocados e eu dava-lhe com cada vez mais força até que me vim e vim e vim, mas não parei continuei pois tinha de aproveitar vim-me mais duas vezes, por aquelas pernas escorria já esporra quente e espessa, até que parámos e voltámos ao trabalho, chegou a hora de almoço e éramos só os três a almoçar, passou-se com normalidade, até que depois fiquei sozinho com Eugénia na cozinha…
Ela estava a lavar a loiça e eu não resisti e fui lá baixei-lhe um pouquinho das calças até que o cu ficasse à mostra, e espetei-lhe a piça lá para dentro, eu estava a satisfazer-me e ela continuava normalmente a lavar a loiça, acabei por me vir… compus-lhe as calças e saí.
Voltámos para as terras e agora era a vez da Matilde, só lhe disse anda cá, e levei-a para o curral dos porcos onde lhe baixei as calças e comi-lhe outra vez aquela rata, as minhas mãos não largavam as galochas dela e quando largavam era para lhe ir ás mamas, dava-lhe com toda a força e ela soltava berros de prazer, vim-me duas vezes e depois voltámos ao trabalho, depois no final do dia foi mais uma pinadela para a Eugénia no palheiro e depois acabou o dia de trabalho e acabou também o dia de sexo, e arranjei duas ali duas mulas para poder satisfazer-me sem me ter de preocupar com mais nada…

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