Comido pelo irmão

Antes de mais nada, vou-me apresentar…. Sou Homem, uso sempre lingerie feminina por baixo da minha roupa e não dispenso NUNCA uma verga bem enterrada no cuzinho….
Agora o conto erótico como sempre, em Português.

Isto passou-se á cerca de um mês (mais coisa, menos coisa).
Como faço muitas vezes por semana, fui a casa da minha mãe, para lhe fazer uma visita, visto que ela mora sozinha.
Quando lá cheguei, ela não estava, por isso, fui ao quarto de costura para ir buscar um par de calças que lhe tinha pedido para me arranjar, visto que ela é costureira.Comido pelo irmão
Mal entrei no quarto, vi, que em cima da cama, estava um vestido lindo, azul de seda brilhante. peguei nele para lhe sentir o toque, mas claro que, depois de pegar nele, e porque estava sozinha me casa, tinha de o experimentar.
Tirei então, a minha roupa toda, ficando só com a lingerie; cuecas de fio dental pretas, de renda, soutien com copas de silicone e uns collants côr da pele, muito brilhantes.
Vesti então aquele vestido lindo, com muito cuidado para não estragar, e senti que este me ficava mesmo justinho, mesmo como eu gosto.
Para me ver melhor com aquilo, fui a outro quarto onde tem um espelho enorme. Saí do quarto de costura para ir para o outro quarto e, quando saí para meu espanto, dei de caras com o meu irmão que tinha ido fazer exactamnete a mesma coisa que eu: visitar a minha mãe.
Olhei-o nos olhos e ele olhou-me de cima para baixo. O soutien com as copas de silicone, que na camisa não se notava, no vestido notava-se, e muito bem. As minhas ancas largas das hormonas evidenciavam-se no vestido justo, assim como as minhas coxas largas e grossas, que eram já parecidas com as de uma mulher. Tentei sair dali como se nada se passasse, mas claro que não consegui.
Ele agarrou-me num dos braços e disse-me:
“Já desconfiava que tu eras virada para o lado das mulheres, mas não te imaginava tão boa. Agora, para eu me calar, vais ter que fazer o que eu quiser” e ao memso tempo, levou-me para um quarto.
Entramos, e ele fechou a portya atrás dele.

Eu disse-lhe que fazia o que ele queria, mas não poderia ser naquele momento, nem ali, pois a nossa mãe podia chegar a qualquer altura, ao que el respondeu que não haveria problema porque ela sabia que eu era uma puta e que gostava de levar no cu. Ao dizer isto, desapertou as calças que cairam para o chão seguidas das cuecas.
A piça dele era muito grossa, e estava murcha. Eu sentei-me na cama para tentar acalmar a situação e ele, sem mais nada aproximou-se de mim, e com a verga na mão disse:”Põe-na dura, chupa-a toda” e apontou a verga á minha boca.
Eu não queria fazer isto, afinal era o meu irmão que estava ali á minha frente, mas por outro lado, aquela verga estava-me a deixar louca de tesão, por isso, timidamente, e como quem não quer a coisa, abri a boca, esperando que ele fizesse o que fez, meteu-a na minha boca. COmecei a chupar á medida que ele metia e tirava.
A verga começava a aumentar o tamanho e a grossura dentro da minha boca.
A minha excitação começava a aumentar e eu começava a perder a timidez. Agora já não era ele que andava para trás e para a frente, já era eu que chupava aquela verga maravilhosa com muita fome.
Ele chamava-me puta, que nunca tinha duvidado da puta que eu era, e que me queria enrabar bem forte e fundo, e isso era o que eu queria também. E a piça estava agora enorme, grossa e quente. Eu metia-a o mais fundo possivel na boca, mesmo até á garganta.
Passado de um bocado, ele tirou a verga da minha boca, levantou-me, tirou-me o vestido, porque não era meu, e ele não o queria estragar, e fez-me pôr de quatro em cima da cama. Passou manteiga no meu cu, encostou a cabeça da verga e começou a enterrar.
O meu cu está já muito aberto de muitas piças terem entrado lá, mas esta custou um bocado a entrar. A cabeça entrou um pouco, mas com uita dificuldade, por isso ele puxou-a para fora, passou mais um pouco de manteiga, e voltou á carga. Desta vez a piça entrou maravilhosamente bem. Deslizou para dentro do meu cu mesmo até os colhões, e de uma vez só. Agarrou-me nas ancas e começou-me a foder. Batia fundo e forte e chamava-me nomes porcos ao mesmo tempo que me fodia.
Eu dizia-lhe para rebentar o cu ao maninho bicha e para me espancar. Ele enrabava-me fundo e forte e dava-me palmadas no traseiro.
Infelizmente ele não aguentou muito tempo, porque passado cerca de dez minutos a encavar-me ele começou a gemer e disse que me ia engravidar.
Meteu a piça bem para dentro do meu cu e começou-se a esporrar. A cada esporradela que ele dava ele empurrava a verga para dentro do meu cu.
Quando acabou, tirou a verga do meu cu meteu-a outra vez na minha boca para eu a limpar.
Lambia toda, engoli a espoora que saiu dela e deixei-a toda muito limpa.
Ele vestiu-se, olhou para mim, e disse:
” A partir de hoje és a minha puta sempre que eu quiser…” e saiu do quarto.

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