Entre os vários contos de sexo que já relatei aqui, muitas das minhas histórias reais foram passadas fora de casa, ao ar livre, em carros, no campo, etc. O relato erótico que hoje vos vou contar aconteceu num barzinho de praia, daqueles em madeira, mesmo na areia de frente para o mar…
Era Verão e eu estava de férias, há uns meses havia conhecido o Sr.C. que era o dono de um barzinho na praia onde eu vivia na altura.
Após algumas bebidas pagas durante algum tempo, o Sr.C. começou a dar em cima de mim. Era elogios para cá e para lá, eu e a minha colega que costumávamos fazer praia logo pela manha perto do barzinho dele acabávamos por ir lá tomar o pequeno almoço no regresso a casa.
Aquele bar agradava-me, pois além de ser todo em vidro com uma vista esplêndida sobre o mar, ficava mesmo a caminho de casa e ao final da tarde sabia bem ficar a ver o por do sol enquanto a enchente de gente vinda da praia regressava a casa.
Um dia o Sr.C. pediu-me ajuda lá no bar e eu aceitei dar uma mãozinha. Houve uma festinha, muito álcool, em que ambos acabamos por beber também.
Chegou a um ponto que já ele mesmo dançava em cima do balcão tirando a roupa. Foi uma noite fantástica.
No final, enquanto ele arrumava toda a sujeira para os empregados abrirem no dia seguinte, eu sentei-me em cima da arca dos gelados já cansada…
Sentia a boca seca e então pedi-lhe:
- Posso roubar um gelado aqui da arca???
O Sr.C. respondeu-me:
- Claro que podes! Quantos tu quiseres fofinha!
Abri a arca e escolhi um a meu gosto, depois sentei-me de novo lá em cima e comecei a comer…
Esse dia trazia um vestidinho branco que contrastava com a minha pele já bem morena, tinha um mini soutien e uma tanguinha num tecido de leopardo que se notava por fora do vestido fininho…
Abri as pernas e comecei a balançar em cima da arca ao som da musica enquanto lambia o meu gelado.
O Sr.C. de repente parou as suas tarefas e ficou a olhar-me com vontade. Perguntei-lhe então:
- O que foi? Estás a olhar para mim com essa cara porque? Também queres um bocadinho do meu gelado???
Ele riu-se de mim e continuou a olhar-me sem me responder. Serviu-se de whisky com gelo e depois do primeiro gole disse-me:
- Estou mais a pensar em te lamber a ti todinha tal e qual tu lambes o gelado… Mas como não posso fico aqui só pela visão e pela fantasia da minha cabeça…
Nessa altura eu estava quase a acabar o meu “manjar” e decidi chama-lo ao pé de mim:
- Vem cá, eu vou dar-te uma receita fresquinha para acabar com esse calor dentro das tuas calças!!!
Ele veio ter comigo, eu abri as pernas e prendias na sua cintura, conseguia sentir o volume de um caralho bem grosso dentro das calças.
Comecei a beija-lo no pescoço e a apalpa-lo com a mãozinha que tinha livre. Depois desci da arca e disse-lhe:
- Vamos trocar de lugar, senta tu aí em cima.
Ele sentou, e eu comecei a desapertar-lhe as calças, tirei o seu caralho para fora, era uma bela piça bem grossa… Peguei no resto do meu gelado e esfreguei bem na cabeça daquele cacete, depois inclinei-me e comecei a lamber até limpar tudinho o que tinha sujado. Agarrei-o com as duas mãos e comecei a sugar-lhe o mastro que já estava quente da minha boca de novo. Enterrava-o até bem fundo da minha boca, chupava-o sofregamente e ele cresceu mais ainda…
De repente o Sr.C. empurrou-me para trás, pegou em mim ao colo e voltou a sentar-me na arca, abriu-me as pernas e quase sem arredar a minha tanga forçou a entrada do caralho pela minha coninha a dentro. Enterrou-me a piça bem até ao fundinho, desviou mais a tanguinha, agarrou-me em ambas as pernas no ar e começou a socar na minha ratinha…
Estava tão bom…. mas ele queria mais, queria muito mais!!!! Estava louco por me foder todinha…
Baixei as alças do vestido junto com o soutien e fiquei com as maminhas de fora, ele veio contra o meu peito e começou a sugar os meu biquinhos já duros… depois fez-me descer rapidamente, virou-me de costas, fez-me apoiar uma perna em cima da bancada junto da máquina do café e fodeu-me à canzana.
Parecia que já tínhamos dados mil e uma fodas juntos, a nossa sintonia era fantástica, ele esfolava a minha coninha quente que latejava com aquelas investidas…
Já estava toda molhadinha, de vez em quando ele parava e pincelava a entrada da minha coninha, em seguida entrava de novo e começava a bombar bem forte agarrado nas minhas mamas…
Eu estava louca de prazer mas ele também. Dava-me palmadas no rabo que mo faziam tremer, ás vezes doia mesmo tal era a força, mas era uma dor saudável, daquelas que nos dão mais pica ainda…
Saímos da parte de dentro do balcão e fomos para o meio do bar, despimos-nos completamente e começamos a dançar ao som da musica… parecia que estávamos em transe, roçávamos-nos e apalpávamos-nos, beijávamos-nos e de vez em quando ele apanhava-me por trás e enterrava o caralho na minha coninha encharcada.
Era uma mistura de cheiros, dos nossos corpos suados com os líquidos que se iam libertando…
A certa altura ele tombou-me em cima de uma mesa, abriu as minhas pernas e começou a foder-me novamente enquanto passava as mãos por todo o meu corpo. Metia os dedos na minha boca para eu molhar e ía depois coçar o meu grelinho que estava bem exposto para ele. Massajava-mo constantemente, alternando entre as estocadas mais fortes na minha ratinha…
Senti-me a subir à lua, numa dessas subidas alucinantes, imaginava que ia à velocidade da luz quando berrei:
- Fode-me todinha completamente, rebenta-me a cona toda…
Ele acelerou o ritmo e eu senti os músculos de todo o meu corpo a comprimirem-se enquanto tinha um orgasmo descomunal….
Todo o meu corpo tremia, como se tivesse saído de água gelada… Ainda em estado de choque, fiz o Sr.C. sentar numa cadeira e virando-lhe as costas sentei a minha coninha no seu caralho. Fiquei ali num sobe e desce naquele pau duro, mesmo apoiada com uma mão nos braços da cadeira, as minhas pernas começavam a ficar cansadas e eu estava a vir-me de novo, a mesma sensação começou a apoderar-se de mim e eu já berrava de novo:
- Fode-me mais, com mais força!!! Não aguento, vou vir-me de novo!!! Fode-meeeeeeeeeeee
Enquanto deslizava pelo caralho de Sr.C. coçava toda a minha ratinha com os dedos, estava a vir-me novamente quando ele agarrou no meu cuzinho e me fez sair de dentro dele…
Caí de joelhos no chão com a mão na minha xaninha a coçar-me e a gritar coisas sem nexo enquanto levava um banho de leite do cacete do Sr.C. pelas minhas costas abaixo.
No fim de toda aquela porra espalhada a escorrer até ao meu cuzinho, ele passou a piça já meio murcha pelo meio do meu reguinho e disse:
- Fofinha, se é assim com a tua cona, ui nem quero imaginar este cuzinho!!!!
A isso sim eu chamo foder, foder loucamente!!!!
É que foi mesmo loucamente, pois acabei magoada nos joelhos, da areia do chão do bar que ainda estava por limpar, e o meu cabelo acabou por ficar com salpicos de porra a cheirar a leite.
Enquanto estava sentada de novo em cima da arca, e o Sr.C. me desinfectava os joelhos arranhados, alguém batia nos vidros da porta de entrada do bar… Eram os seus amigos que muitas vezes apareciam depois de o bar fechar para beber mais um copo.
Ficamos caladinhos, baixamos a musica e começámos a rir, a comentar se eles tivessem chegado mais cedo e espreitassem pelos vidros, entre os espaços dos estores, teriam-nos visto de certeza a mandar aquela valente foda!!!
A Coelhinha desta vez teve sorte! Ou não! Se calhar até gostava de ser observada mais uma vez! ![]()


absolutamente extasiante de cor, de verdade e de beleza. adorei e quando tal acontece vale a pena ler pequenas historias como esta:
Excitaçao plena
Obrigada Carlos, esta aqui é completamente verdade. Um beijo.
quero foder com todas as ninas que queirao foder pm7bf@hotmail.com 913864207