Conto erótico Gay -DESCOBRINDO O PRAZER

Como tudo Começou…….
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Para vocês entenderem esta história vou ter que voltar no tempo umas três décadas atrás.
Conheci Jair quando tinha uns 12 anos, na época eu era um garoto meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os garotos da minha idade, ninguém me dava mais que 10 anos.
Jair ao contrário de mim era um garoto viçoso, 13 anos, alto pela sua idade, forte, divertido, um garoto muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos garotos maiores quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais frequentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos. Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, brincávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica, sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo factor perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir para cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui para a cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordaram, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto para ver até onde ia sua ousadia, e para ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau para fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.contos eróticos gay
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era grosso, mas estava enorme, na realidade 15 cm. Para mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 10 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava para gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei para pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou para ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou para cama, eu continuei fingindo dormir para ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem para me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não aguentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco para comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
Eu mesmo na minha inocência já sabia o que era certo ou errado.
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pauzinho e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu para dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga para baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só para quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga eléctrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha inocência e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu para que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam habilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo para ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar para fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava para ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resistência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era um ano mais nova que eu, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela, de longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estava com medo que ela nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns cinco minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa para mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pauzinho na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, depois de um tempo Jair fez sinal para que me aproximasse. Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na sua irmã porque seu pau era muito grande para ela, mas o meu não ia machucá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente para mim.contos eróticos gay
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando para ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho ela sorriu para mim e apertou minha mão.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pauzinho na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalinho e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia para meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e já mandava meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha, quer dizer, uma sensação de gozo, pois só saiu uma aguinha rala.
Quando retirei meu pau da bucetinha de Soninha veio sujo de sangue, Soninha começou a chorar de medo pois pensava que tinha arrebentado ela por dentro, de que jeito? Nem que quisesse com o tamanho do meu pau nunca ia acontecer.
Jair vendo nossa preocupação deu risada e nos acalmou dizendo que estava sangrando por que Soninha tinha perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube, e Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 14 aninhos que logo começaram a namorar escondido e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a meter com as meninas, nossos troca troca foi ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 18 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino.
Jair ficou mais alto 1.80m, 90 kg.
Soninha com 18 aninhos e Aninha com 19, esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha “cunhada”.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se fizerem comentários, continuarei narrando para vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.

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10 comentários
  1. carlos diz:

    Olá, li seu conto e adorei, sempre gostei de curtir coisas desse tipo, ainda mais se tem a participação de casal, se um dia vierem a Porto Alegre/RS, por favor gostaria que entrassem em contato comigo, pois gostaria muito de um encontro a tres quato ou cinco, contatos com kakachupador@gmail.com beijos e aguardo contato pelo email.

  2. passivinho diz:

    nossa que delicia adorei este conto hummmmm

  3. kaká bueno diz:

    gostei muito história interessante, uma verdadeira e legitima senção de realidade pois já fiz muito isso nopassado só, que eram com os meus primos.kkkkkkkk

  4. gotozo diz:

    adorei ja li varios contos mas esse é o melhor me fez lembrar quando meus amigos e ate amigas vinham dormir em casa era uma loucura

  5. willian diz:

    Olá, eu adoro ler contos e esse foi o melhor que ja li até hoje , parabéns pela maneira de narrar.

  6. kawanny diz:

    Eu li e fiquei de cara O.o

  7. fel diz:

    adorei lebrei dos meus momentos de loucuras quando crianca…

  8. felipinho diz:

    o epoca boa….

  9. harold diz:

    Uma bela narrativa! E devo te dizer que escreve muito bem.

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