Contos eróticos verdadeiros – Putinha Nova

A MINHA QUERIDA MENINA C.
A Coelhinha já falou aqui diversas vezes na menina C. e na menina S. as minhas 2 melhores amiguinhas. :) Também disse que dentro em breve ia publicar aqui alguns contos relatados pela menina C.
Pois é, a Coelhinha conhece muitas das suas histórias, mas estava difícil convencer a menina C. a partilhar connosco os seus contos eróticos reais.
O maior problema era na verdade o seu actual companheiro. É que a menina C. tem um passado algo atribulado e o Sr.H. (seu actual namorado) sabe de tudo mas não queria que ela relatasse o que já viveu…
Então a Coelhinha e a menina C. tiveram a complicada tarefa de o convencer que nenhum dos dois sairia afectado com isso… ;) e a menina C. pôs mãos à obra, e assim aqui vai o seu primeiro conto, que tenho o prazer de partilhar com todos vocês… :)

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Relato erótico da Menina C.
A minha vida tem sido repleta de aventuras, umas melhores e outras piores… Aqui para a Coelhinha e para todos vocês vou partilhar as situações melhores e também as mais estranhas e caricatas… Tudo o que vivi e não me arrependo.
Tenho actualmente 27 anos, sou loira, tenho olhos verdes, e modéstia aparte tenho o meu corpinho de 1,76 bem distribuído com 62 kg, e umas mamonas fenomenais copa C que a minha mãe me deixou. ;)
Não me considero convencida, mas tenho perfeita noção de que quando passo na rua abanando o meu traseiro com as minhas mamocas grandes a tremer e a quererem saltar da camisola, os homens lançam-me olhares devoradores e os putos mais novos atiram piropos próprios da sua idade.
Acontece que isto já sucede à muitos aninhos, lembro-me de ter 13 anos, andar no liceu e os rapazes de 17/18 anos metiam-se sempre comigo, já tinha um corpo bem formado, cresci muito rapidamente e em menos de nada as minhas mamocas faziam as delicias de muitos babados.
Aprendi desde novinha a tirar partido disso, a saber até onde podia chegar, e principalmente até onde os homens podiam chegar para me ter…
Quando tinha 7 anos o meu pai e a minha mãe separaram-se. O meu pai foi viver para a Holanda pouco depois e a minha mãe ficou em Portugal. Sempre tive uma relação melhor com o meu pai, e passado cerca de um ano a viver só com a minha, esta deixou-me finalmente ficar com a minha vóvó.
Bem cedo aprendi a desenrascar-me sozinha, o meu objectivo era ter a minha independência, chegar aos 18 anos e poder viver sozinha, à vontade, e à minha maneira, sem ter de pedir nada aos meus pais, sem haver qualquer tipo de ligação entre nós para fins monetários.
E foi aí que tudo começou, desde menina nova aprendi a lidar com os homens e tirar tudo o que podia em troca do meu corpo e da minha companhia.
Não precisava de nada disso, na verdade, dinheiro nunca foi um problema na nossa família, ou melhor, se calhar até foi, mas talvez por haver em abundância é que as ligações afectivas entre nós não eram das melhores…
Tudo o que tenho é às minhas custas, nunca pedi nada a eles, e aos 18 anos já vivia sozinha, e iniciava o meu curso de Relações Publicas. Além disso, criei a minha rede de contactos e era uma menina muito requisitada, uma espécie de “acompanhante de luxo”.
Agora são as muitas histórias que vivi que vou escrever, histórias que ninguém sabia, apenas reveladas às minhas melhores amigas que sempre me apoiaram e ajudaram, e comigo partilharam o melhor e o pior.
À minha querida S., e à Coelhinha, minhas amigas do peito, um milhão de beijos e mil vezes obrigada.

E agora aqui vai o primeiro dos meus contos eróticos verdadeiros:

Tinha cerca de 14 anos, andava no liceu como é óbvio. A minha vóvó tinha-me pedido para ir a casa de uma senhora levar uma “encomenda”. Eu saía das àulas por volta das 17:30,assim passava em casa dessa senhora e entregava o que a vóvó me tinha pedido.
Fiquei um pouco aborrecida nesse dia, estava um calor enorme, para um dia de Maio, parecia que estávamos em pleno Verão. Lembro-me de reclamar sozinha sobre o facto de estar sempre a fazer de menina de recados para a minha vóvó. Mas não havia muito a fazer, tinha mesmo de “engolir o sapo”.
Quando cheguei a casa da senhora, toquei na campainha, ninguém atendia, voltei a insistir, até que passado algum tempo ouvi a voz de um senhor no inter-comunicador responder:
- Sim, quem é?
- Vim entregar uma encomenda à senhora x. Ela está?contos eróticos verdadeiros putinha nova
- Não, a minha mulher não está. Mas a senhora pode deixar comigo mesmo que eu entrego. Pode subir, eu abro-lhe a porta…
Fiquei a pensar para mim, enquanto subia no elevador, que eu não era nenhuma senhora, era só uma menina, mas ok. Ainda me ri a olhar no espelho à procura dos sinais de velhice para já ser uma SENHORA!!! :)
Quando ia bater na porta, esta abriu-se e atendeu-me não um senhor, mas um velho senhor! Devia ter mais ou menos a idade da minha vóvó. Eu entrei e disse que era neta da Sr.X. Ele convidou-me a sentar, perguntou como estava a minha vóvó, disse que a mulher dele tinha ido buscar o neto à escolinha, e que ainda devia demorar algum tempo. Perguntou se eu queria tomar alguma coisa. Eu respondi-lhe que não e que tinha de ir embora.
Então notei que aquele velho começava a olhar para mim de forma estranha, e quando eu me levantei com intenções de sair, ele disse-me:
Estava a fazer umas coisas no computador, mas não percebo muito destas modernices de hoje em dia, será que a menina tinha 5 minutos para me ajudar? Se não terei de pedir à minha filha para cá vir a casa….
Não achei mal nenhum no pedido, ele encaminhou-me para um pequeno escritório, vi realmente que ele devia estar enrascado, pois o computador estava efectivamente ligado. Fez-me algumas questões e de cada vez que eu me inclinava para lhe explicar, aquele velho começava a espreitar as minhas mamonas no decote da minha camisolinha de alças. Eu já sabia perfeitamente o que se estava a passar, na verdade aquele Sr. era um daqueles velhos babados que deliram com uma menina boa, carne fresquinha, devem eles pensar…
Daí a pouco referiu que estava calor e se eu não queria um sumo fresco ou algo para beber antes de ir embora. Respondi-lhe que sim, e ele saiu para a cozinha para me trazer a bebida.
Quando chegou eu estava sentada na sua cadeira, em frente ao computador, de pernas abertas e com a saia mais puxadinha acima.
Era uma daquelas saínhas de Verão, de tecido leve e rodadas que se usavam na altura, com uns ténis calçados e uma camisolinha de alças era o melhor para ir para o liceu. Andava sempre cerca de 1,5km da casa da vóvó até ao liceu e à tarde fazia o mesmo caminho de volta. Sempre detestei transportes públicos, é uma enchente de gente agarrada e colada, a acotovelar-se e a cheirar a suor… preferia andar a pé.
O facto é que o velho pasmou nas minha cochas de pele lisinha, e começou a passar-se ainda mais. Quando bebi o sumo que ele trouxe e após lhe explicar o que ele me pediu, levantei-me para ir embora.
Nessa altura ele passou a mão nas minhas ancas, à volta da cintura, e disse-me:
- A menina ainda é mais bonita do que a sua avó da sua idade, é realmente uma obra de arte!
Depois deslizou a mão até ao meu rabo e acrescentou:
- Não sabe o quanto eu dava para passar de novo a mão numa carne fresquinha e nova como a sua…
Eu que já era bem arrebitada e descarada nessa altura, respondi-lhe:
- Pois, não sei, mas é uma questão de o Sr. me dizer…
Ele olhou-me de lado, sorriu e respondeu:
- Espera um pouco que já venho…
Saiu cerca de 1 minuto e regressou trazendo na mão 2 notas de 5 contos (sim porque naquela altura ainda tinha-mos os nossos amados escudos :)) depois disse-me:
- Uma nota para cada beijo em cada maminha sua, e isto fica entre nós…

Agarrei as notas, prendi-as na cintura. Depois lentamente fiz deslizar as alças da camisolinha junto com as do soutien e pus suavemente a descoberto os meus peitos que já eram enormes nessa altura.
O velho babado então ficou louco a admirar os meus seios, passou ao de leve as mãos nos meus biquinhos e tremia de vontade de me fazer sei lá o que mais… naquela altura pensei mesmo que se ele me pudesse comer morreria de emoção antes mesmo de conseguir. Então ele baixou ligeiramente a cabeça e chupou um dos meus bicos quentes, chupava-o com tanta vontade que cheguei a ter medo que me magoasse, depois passou para o outro seio e fez o mesmo.
Logo em seguida eu me afastei, e disse:
- Sr. estamos pagos, tenha uma boa tarde, eu darei comprimentos seus à minha vóvó.
Arranjei a minha camisola e saí bem rápido dali, quando já estava na porta, ele disse-me:
- vá aparecendo, eu vou gostar e tu podes gostar ainda muito mais.
E nisto piscou-me o olho. Eu não respondi, bati a porta, e saí.
Já na rua, tirei o dinheiro da cintura e olhei para ele. Depois guardei na carteira e ri imenso a pensar no que poderia conseguir só comigo mesma, com a minha cabecinha e com o belíssimo corpo que os meus pais me deram… ;)

Até breve! :)

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8 comentários
  1. malaquias diz:

    Até breve!! :P

  2. andré diz:

    Sou tarada por contos principalmenta zoo, travesti e não gey, chego dicar de pica dura laterjaldo com agora quem quizer ver a jaba e so pedir.

  3. wiliam diz:

    adorei esse conto, pesso continuação

  4. danilo diz:

    menina vc me deixou de pau duro vem faser um sexo comigo

  5. fode.fode diz:

    Gostei, assim é que as putinhas começam.
    AGora que és uma profissional, quanto é que cobras por uma boa enrabadela, com dieito a esporradela nessa boquinha?

  6. Laura diz:

    Olá adorei seu conto, tenho 15 anos e gosto muito de masturbar- me, vou a loucura todas as vezes, lendo seu conto me deu um tesão imenso, e estou cá com vontade de levar uma jaba dura, mas não sou uma putinha ok!

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