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Sou morena, 35 anos, tenho 1,70 m de altura, seios médios pra grande e bem rígidos, possuo um quadril largo, uma bucetinha bem pequenininha, coxas grossas e uma cinturinha bem fininha. Tenho um corpaço fruto de anos de academia, mas sem aqueles musculos que as mulheres tem hoje. As mulheres de minha família dizem que sou parecida com a Ellen Rocche, só que morena.
Este fato ocorreu comigo em fevereiro de 2010. Nesta época, eu e meu marido estávamos planejando uma viagem já havia alguns meses, longe do barulho do carnaval, já que onde eu moro a festa rola a noite toda e queríamos ter um pouco de paz neste ano.
Perto daqui mora um menino de uns 14 anos, magrelo, que me atormenta o tempo todo. Sempre que eu passo perto dele, sou obrigada a ouvir suas cantadas: – o morena boazuda, um dia vou ter você pra mim. Porem, às vezes, ele é mais audacioso: – larga do seu marido e casa comigo gostosa, pra eu te comer todo dia. Um dia eu realizo meu sonho e te fodo todinha. Que bunda gostosa, imagina isso de quatro. Nossa, olha a cinturina. Um dia me acabo nos seus peitões, vagabunda.
Aquilo me deixava puta da vida. Sempre dizia à ele que um iria contar para o meu marido. Mas aquilo não o intimidava e na verdade não contava porque meu marido é muito ciumento e por isso eu tinha medo que ele cometesse uma besteira e fosse preso por causa daquela praga. Mas suas “cantadas” continuava e cada e vez mais ele me ofendia, me chamando de biscate, piranha, vagabunda etc. E por não aguentar mais, contei o fato todo para meu irmão. Depois meu irmão me contou que deu um jeito no moleque e que ele não iria mais me atormentar. E pude constatar que realmente aquela praga de moleque não mexia mais comigo sempre que passava perto dele, fiquei até feliz e demonstrava isso para o garoto, pois dava um sorriso sarcástico toda vez que passava do lado dele. E até dizia:
- Por que não continua mexendo comigo? Tenta pra ver o que acontece!
Os dias foram passando até que recebi a infeliz noticia de que não iria mais sair de férias, pois a empresa que meu marido trabalha estava pra fechar negócio com alguém, não entendo muito disso, e justo nos dias que havíamos planejado. Fiquei louca da vida, mais fazer o que, negócios são negócios, e se ele se recusasse era bem capaz de ter que procurar outro emprego.
Chegou o dia, meu marido foi viajar e eu resolvi ficar sozinha em casa e os dias foram passando quando minha amiga me ligou para me convidar a ir a uma festa de salão que iria acontecer logo a noite em uma cidade um pouco distante daqui e como ela estava sozinha precisava de uma companhia. Não aceitei porque estava um pouco triste e fui pra casa do meu irmão para ver se meu astral se levantava, já que ele é um cara legal. Conversamos bastante e falei da minha indignação de ver minhas férias com meu marido ir por água abaixo. E contei sobre minha amiga, que ele também conhece, que ela havia me convidado pra ir a uma festa de salão, e ele praticamente me obrigou a ir pra me distrair um pouco. Acabei aceitando e liguei pra ela pra ver se ainda estava de pé e ela disse que sim.
Fui pra casa me arrumei com uma saia até os joelhos e uma blusinha. Tão logo minha amiga chegou entrei no carro dela e fomos em direção ao baile. Demorou um pouco pra chegar lá devido a distancia. Entramos e arrumamos uma mesinha, estava muito cheio, mas ainda pensava nas minhas férias frustradas e ficava ali quietinha sentada na cadeira. Ela o tempo todo tentava me puxar pra dançar, mas não estava me sentindo bem e fiquei ali bebendo até que apareceu um rapaz bonito e bem simpático e começou a conversar comigo. De repente minha amiga chega e tenta novamente me puxar pra dançar, novamente resisti, esse rapaz que estava comigo ficou insistindo também e resolvi ir, quando me levantei percebi o quanto tinha bebido. Estava bastante bêbada e tive que ser amparada por aquele rapaz. Fomos para o meio do salão e começamos a dançar e de repente ele me agarra e me dá um beijo, tentei me afastar, mas ele era muito forte e como estava um pouco carente acabei cedendo. Nunca tinha feito nada antes que não fosse com meu marido. Ficamos ali trocado caricias e ele me convidou pra ir lá fora conversar um pouco porque ali tinha muito barulho e não dava pra ouvir, e acabei indo. Chegando lá, o local era um beco atrás do salão sem uma alma sequer, estavamos sozinho e de tando ele tentar acabei me entregando ao seu charme, pois estava muito carente. ficamos ali umas duas horas.
Já era quase umas 4 horas da manhã quando resolvemos, eu e minha amiga irmos embora. Só lembro de ter chegado em casa tirado a roupa e desmaiei logo em seguida. Acordei com a campanhia tocando sem parar, parecia que tinha alguém desesperado lá fora, isso me deixou assustada, peguei a primeira roupa que vi na frente, era um bermuda de lycra e uma regatinha. Devido ao susto nem lembrei de colocar calcinha e sutiã. Quando abri o portão dei de cara com aquele menino que vivia mexendo comigo, com uns equipamentos:
- Ah, é você?!!! Ta querendo que eu conte para o meu irmão que você continua me incomodando, é?
- Não gostosa, eu to aqui por outra coisa!
- Sua praga, não aprendeu a lição. Espera aí que eu vou ligar pro meu irmão.
- Isso liga pra ele que vamos assistir a cópia de um filminho pornô que a irmã dele fez num beco ontem a noite.
Quando ouvi aquilo meu coração gelou, perguntei pra ele onde estava o filme e ele me mostrou um dvd. Arranquei da sua mão corri pra dentro pra ver o que tinha e vi que dava pra ver claramente que era eu junto com aquele rapaz transando atrás do salão num beco. Estava totalmente nua e o rapaz madou vê em mim. Me chupava com muita vontade. Uma ora estava de quatro, outra hora estava deitada no chão de papai e mamãe, e ele estava enfiando seu pinto com muita força e rapidez dentro da minha bucetinha; meu marido nunca enfiou desse jeito em mim, aliás nem sabia que isso era possível. Eu gemia como nunca tinha gemido antes. Nunca gozei tão gostoso como naquele dia.
Fiquei completamente atordoada e quase sem respiração. Voltei para o portão e vi que o moleque ainda estava lá, puxei-o pra dentro de minha casa e desesperada perguntei como ele tinha conseguido aquilo e ele me respondeu:
- Sempre que meu irmão sai, eu entro no quarto dele e pego uns filmes pornôs e depois devolvo sem que ele saiba e só que desta vez ele chegou de madrugada com a filmadora colocou em cima da mesinha e caiu na cama como uma pedra. Eu entrei lá abri a filmadora de curiosidade e vi que tinha um dvd lá dentro e fui pro me quarto ver o que tinha e vi que ele tinha te filmado dando feito uma vagabunda pra alguém, que nem atriz profissional. Voltei no quarto dele e coloquei um dvd virgem dentro da filmadora pra ele pensar que ela falhou, depois tirei uma cópia pra trazer pra você.
Nesse momento me senti sem chão e perguntei quanto ele queria, e ele me respondeu:
- Eu quero realizar meu sonho ou eu mostro o filme pra vizinhança inteira, e depois para o seu marido. Corno é sempre o ultimo a saber mesmo!
Ouvindo isso, comecei a chorar desesperada e com muito medo que meu marido visse aquilo e nisso ele já veio me agarrando e me beijando, acabei empurrando ele com força e ele bravo me disse:
- Olha vagabunda, ou você me beija ou eu vou embora e faço um monte de cópias e distribuo pela vizinhança.
Ele voltou a me beijar e eu só chorava:
- Beija de verdade ou você já sabe o que vai acontecer. – dizia ele.
Acabei tendo que corresponder com aquele nojento. Ele dizia que ía me chupar igual nos filmes pornos que ele assistia.
Ele ficava o tempo todo me apalpando e sempre que eu tentava impedir ele me ameaçava. Logo fiquei sem a parte de cima e ele aproveitava pra chupar meus seios:
- Nossa vagabunda, como você é gostosa. Que peito duro.O morena deliciosa.
Sem a parte de cima ele começou a passar a mão pelo meu corpo, me apertava forte enquanto me beijava:
- Nossa, não tinha percebido que a sua cinturinha e´tão fina. Você é mesmo uma vagabunda muito gostosa.
Aquela praga começou a me insultar eu não podia fazer nada. Ele começou a colocar a mão dentro da minha bermuda e passar a mão na minha buceta e em seguida pegou nas laterais pra tirá-la. Tentei impedir e novamente fui ameaçada:
- Piranha, deixa eu tirar sua bermuda ou…
Sem escolha acabei deixando, fiquei totalmente nua diante daquele pirralho. Ele me colocou no sofá e começou a chupar minha buceta durante uns dez minutos foi quando senti que meu corpo tava me traindo e acabou gozando na boca daquela peste, gozei em silencio pra que ele não percebesse e ele ficou ali chupando por mais um bom tempo até que ele se levantou e me puxou pelo braço até a cozinha. Me mandou deitar na mesa, abriu a geladeira, pegou o vidro de geléia e esparramou em todo meu corpo e ficou ali chupando, durante horas, até que ele resolveu tirar a roupa, aí eu pude ver o quanto ele era esquelético e apesar de sua idade seu pinto devia ter uns 17cm, sei lá. Ele caminhou em direção a minha buceta, me puxou pelo quadril, colocou a cabeça na entrada e disse:
- Viu vagabunda, não falei que um dia ia te comer sua puta e não deixa pra você ver só!
Nisso eu me desesperei completamente e comecei a chorar ainda mais, tava até me dando câimbra de tanto chorar e sem saber o que fazer senti ele fazendo um vai e vem até minha bucetinha engolir cada milímetro daquele pinto. Ele começou a enfiar devagarzinho e com o tempo foi aumentando a velocidade, pudia ouvir o barulho do corpo dele contra o meu. Aquele pirralho tava enfiando forte e com muita vontade que nem o cara do beco:
- Nossa, que vaca gostosa. Como é legal ver meu pinto entrando em você biscate. Puta que pariu, como é bom meter a rola numa boazuda! Olha só que coxas grossas. Puta que pariu, não tô acreditando que eu consegui o que queria.To comendo essa vagabunda. Olha só, eu to te comendo piranha.
Mais ou menos uns quinze minutos aquele disgraçado me puxou contra o corpo dele e senti aquele jato de porra quente dentro de mim. Não parava de chorar e foi aí que ele me mandou calar a boca e parar de chorar e fazer tudo o que ele queria ou ele ia mostrar o filme:
- Agora eu vou filmar a gente transando em cima da cama onde você trepa com seu marido e se você não deixar mesmo depois de ter te comido vou mostrar pra todo mundo.
Chorando eu disse:
- Não pro favor, eu faço qualquer coisa menos isso.
- Eu disse pra parar de chorar, ou faz o que eu mando ou já sabe.
Acabei indo para o quarto com aquele nojento e fiquei vendo ele armar a filmadora próximo da cama. Depois ele mandou eu ir pra cama e demonstrar que está gostando de trepar com ele e repetir todas as palavras que ele me dissesse pra falar:
- De jeito nenhum, você ta maluco?! Eu não vou fazer uma coisa dessa!
- Ou você faz o que eu mandar ou eu vou embora e começo a fazer cópias do seu filminho pra distribuir pra vizinhança ver antes do corno do seu marido.
Chorando eu perguntei o que ele iria fazer depois a o filme que ele gravasse da gente e ele respondeu:
- Não se preocupe, só quero ver como a gente fica transando parecendo que você está gostando no filme.
Mais uma vez sem opção acabei fazendo o que ele queria. Ele pos a filmadora pra gravar e me disse pra não chorar durante a filmagem, por várias vezes ele mandava fazer de novo a cena, porque sempre eu chorava. Sem alternativa acabei repetindo tudo o que ele me mandava, mas por dentro estava com uma vontade tremenda de gritar. Logo que acabou a filmagem pedi a ele que me deixasse ir ao banheiro que eu estava muito apurada. Acho que era por causa das cervejas da noite anterior. Logo que eu voltei para o quarto percebi que ele tinha ido embora com o filme e os equipamentos. Pra mim o fim do mundo estava acontecendo naquele momento e fiquei chorando o dia todo tentando achar uma solução, porém em vão.
A noite aquele maldito apareceu na minha casa novamente. Perguntei o que ele queria agora e ele disse:
- Calma gostosa, vim trazer o filme que você fez com aquele cara e o outro eu levei pra editar no meu computador e quero mostrar pra você como ficou.
Senti até um pouco de alivio na hora, ele colocou o filme e começamos a assistir contra a minha vontade. Quem visse aquele filme da forma que ele editou iria pensar que eu estava dando praquele pivete por prazer, e com as coisas que ele me obrigou a dizer acabou ficando assim:
- Nossa que pau grande, um que delicia de chupar. Depois fiquei de quatro e dizia enquanto ele metia e batia forte na minha bunda: – um que delicia, que rola gostosa, mete vai, mete, mete mais rápido, mete na sua vagabunda, vai, vai, soca forte na minha bucetinha, vai, vai, soca. Bate, vai, bate mais forte na minha bunda, meu amor. Nossa como você é gostoso, você mete melhor que meu marido. Depois veio a cena em que eu começava a cavalgar e rebolar com o pinto dele dentro de mim: – Ai que boooommmm, ummmmm que gostoso, que deliiiiicia, assim eu vou gozar. Depois a cena em que eu ficava deitada numa mesinha enquanto ele me comia com gosto. Ele posicionou a filmadora de forma que ela pegasse o pau dele entrando bem forte e rápido dentro de mim. E como sempre era obrigada a dizer: – vai, vai, soca, soca mais rápido gostosão, ai que delicia, mete com força, me rasga. Mete na sua puta. Um que caralho gostoso, quem dera se meu marido tivesse uma rola assim. Depois dessa cena ele me levou de volta a cama e começou a me comer de papai e mamãe enquanto me beijava: – vai, acelera, soca forte na sua vagabunda, rasga minha buceta. Nossa como você é bom nisso. Ai, eu vou gozar. Aaahhhhhh, que delícia. Agora goza dentro de mim, meu amor, goza vai.
Ele me comeu até gozar dentro de mim de novo. O filho da puta cortou todas as cenas em que eu chorava, parecia mesmo que eu estava dando com vontade pra ele. E no final do filme tive que chupar aquela rola até gozar na minha boca: – um que porra deliciosa. Nessa cena fui obrigada a fazer um sorriso forçado.
Depois de ver o filme pedi a ele que me desse tudo que eu ia botar fogo. Ele me deu os dois dvd e disse que eram só cópias e que os originais estavam na casa dele e que eu podia fazer o que quiser com os dois filmes. Acabei quebrando de raiva e disse:
- Eu quero que você traga as outras cópias pra eu dar fim nelas.
- Olha, eu to um tempão batento punheta por sua causa, e até apanhei por causa disso, e graças a esses filmes eu nunca mais vou precisar socar uma por você já que eu vou te comer a hora que eu quiser.
Comecei a chorar sem parar e disse pra ele não fazer isso mas em vão. Ele disse:
- Se você não der a bucetinha pra mim a hora que eu qiser, eu mostro os dois dvd pra todo mundo, inclusive praquele bundão do seu irmão e ainda vou falar pra ele: – ta vendo idiota, você bateu em mim pra defender a putinha da sua irmãzinha e ela adora dar pra mim.
Aquela praga me levou pro banhero e me obrigou a tomar banho com ele dentro da banheira e ele aproveitava pra me chupar e comer. Me obrigou a ficar de quatro e empinar bem a minha bunda porque agora ele ía comer meu cú. Nunca tinha feito sexo anal e aquele moleque ía ser o primeiro a fazer comigo. Ele encheu meu cú de cuspe e começou a colocar seu pinto dentro dele até que, com muita dificuldade, entrou tudo. Começou a colocar devagarinho e com o tempo foi acelerando e socando forte:
- Que cú delicioso. -dizia ele. Puta que pariu, é muito bom ter uma vagabunda que nem você. Teu corpo é perfeito e acho bom manter ele sempre durinho e em forma pra mim, sua biscate. A não ser que você prefira que eu distribua os filmes pela vizinhança. Já pensou seu marido assistindo nós dois se amando…rrrrsssss. E outra, quero uma cópia da chave do portão, da porta da sala e do seu quarto pra mim e esta noite vou passar a noite aqui com você na sua cama.
Minhas pernas estavam até bambas de tanto que eu tremia de medo e acabei tirando cópias das chaves e entregando pra ele e desde aquele dia ele acorda cedinho, espera meu marido ir trabalhar, entra em casa e fica o tempo todo me beijando, chupando e comendo em todas as posições dentro do meu quarto. Depois sou obrigada a tomar banho junto com ele e ali se aproveita de mim de todas as formas. Depois ele vai embora dizendo que daqui algumas horas ele tem que ir pra escola e se despedi:
- Tchau minha putinha, até amanhã.
Essa tem sido a minha rotina.
Outro dia peguei uma estrada e fui para o interior de Sampa com minha esposa.
Estacionei o carro debaixo de uma arvore e falei para a ela:
- Amor eu te amo, adoro ser casado com você, me da gostoso aqui no mato.
Ela ficou constrangida de ter relações sexuais no meio de uma estradinha.
Eu a tranqüilizei.
Ela acabou topando com muito custo e dizendo ser mulher direita.
Tirei a parte de baixo da roupa dela.
Ela apoiou-se num tronco.
Eu abri comecei a forçar aquela bucetinha bem devagar.
Enfiando aos poucos.
Até entrar tudo.
ela começar a rebolar no meu pau, dizendo ser só minha, e que me amava.
Ela já estava totalmente solta e a vontade.
Jogava-se contra meu pau rebolando.
Um camburão da policia apareceu na entrada da estrada.
Não dava para nos ver por causa de alguns arbustos.
Como minha esposa não percebeu.
Segurei-a pela cintura enterrei meu pau e parei de movimentar-me.
Com uma das mãos, tapei a boca dela com força.
Com a outra apontei para o camburão e fiz sinal de silêncio.
Os policiais ao passarem por meu carro.
Pararam!
Foram verificar o carro.
Meu carro estava aberto. Eles olharam tudo.
Olharam em volta e já estavam para ir embora. Quando…
Um deles se virou e veio em nossa direção.
Parou atrás de uma arvore e começou a mijar.
Minha esposa deu uma rebolada em minha rola e soltou um gritinho abafado.
Chacoalhando a pica o policial acabou nos vendo, e veio em nossa direção, sem nem mesmo fechar o zíper, apontou seu revolver pra nos, mandou ficarmos parados.
Ficamos ali parados. 
A cena.
Eu dentro de minha esposa na frente de um policial.
Ele chamou os outros quatro.
Eles nos olharam rindo e mandaram a gente se separar.
Quando fizemos menção de pegar nossas roupas. Eles mandaram ficar do jeito que estávamos.
Rodeando-nos ficaram olhando e fazendo comentários sobre minha esposinha gostosa.
Pegaram todos os nossos documentos nas roupas.
Deram uma olhada.
Nos dois pelados.
Minha esposa estava a mercê.
Eles fizeram tantos comentários e piadinhas sobre a nudez dela.
Derrepente!
Um deles nos perguntou o que estávamos fazendo ali.
Minha esposa olhou pra baixo.
Eu não sabia o que dizer.
Um outro olhando pra bunda da minha esposa falou rindo pros outros:
- Parece que ele estava comendo ela, não acham.
Outro gargalhando falou:
- Eles vão acabar na delegacia levando uma comida de rabo do delegado.
Minha esposa nervosa gritou que pra delegacia não íamos de jeito nenhum.
Nessa hora me veio a cabeça a idéia de comprá-los.
Ofereci dinheiro.
Eles falaram que não tinha jeito.
Minha esposa implorou a eles, dizendo pro meu espanto, que faria tudo que eles quisessem.
Fiquei pasmo.
Sem ação.
Perplexo.
Era a senha que eles estavam esperando.
A proposta de fazer qualquer coisa partia de minha esposinha.
Um deles olhou pra mim e falou:
- Você gosta de comer sua esposa no mato, então nos vamos comer também.
Outro rindo falou pra minha esposa:
- Vamos botar cinco chifres no corno do seu marido.
Ele tirou o pau pra fora e disse:
- CHUPA VADIA!!
Minha esposa olhou pra mim.
Olhou pros outros guardas.
A essa altura todos iam tirando o pau pra fora.
Minha esposaajoelhou-se, olhou pra mim com o pau na boca disse-me.
- Amor eu te amo muito, só estou mamando essa rola pra resolver nosso problema.
O policial começou a socar a boquinha da minha esposa, com força, abafando, sua frase dita a mim.
Outro guarda aproximou da minha esposa por trás e começou a passar as mãos em seus seios.
Olhando pra mim, minha esposa chupava o caralho do PM com sofreguidão e dizia de boca cheia:
- Amor to fazendo isso por nos dois.
E continuou dando um belo trato na pica do PM.
Ele não aguentou e gozou na boca dela rindo.
Ela engoliu tudo olhando pra mim.
Escorreu um pouco de porra pelo canto da boca dela, ela pegou com os dedos e os chupou melados de porra olhando pra mim e disse:
- Melhor não desperdiçar nada, vai que eles mudam de idéia amorzinho.
A gargalhada foi geral.
Após minha esposa chupar e engolir tudinho, outro PM, fez ela se apoiar num tronco de arvore e enfiou de uma só vez o caralho na boceta da minha esposa, arrancando dela um grito. Outro se aproximou e colocou na boca dela.
Enquanto um a fodia na xota e ela mamava outro, olhei pra ela percebi que ela dominava a situação rebolando em um caralho e chupando o outro.
Ela mexia tão gostoso e chupava com tanta gula que eles não aguentaram por muito tempo e gozaram os dois na cara dela.
Outro PM falou que ia experimentar o cuzinho dela.
Ele começou a passar a mão na bunda da minha esposa, e enfiar o dedo no seu cu.
Olhei mais uma vez pra ela.
Ela ali, com a cara toda gozada, tendo já feito três picas gozarem e se empenhando na quarta.
Minha esposa pediu pra ele chupar o cu dela.
Ele deu um tapão na cara dela e falou que não chupava cu de puta.
Ela então virou para mim e falou:
- Chupa o meu cu que eu quero mais porra.
Ela já não mentia mais, se deliciava com a sacanagem.
Não sei o que deu em mim.
Parti pra cima dela e comecei a chupar o seu cu.
O PM rindo da minha cara e me chamando de corno disse:
- Vou comer o cuzinho da sua esposa seu otário.
Ele foi empurrando até atolar tudo.
Começou a enfiar e tirar num vai e vem frenético.
O PM bombava o cu da minha esposinha.
Ela ia gemendo e rebolando no pau dele.
O único PM que ainda não a tinha tocado deu sua pica pra ela chupar.
O outro foi aumentando o ritmo das estocadas no cu da minha esposa, que gemia abafado chupando o pau do outro, até não aguentar e explodir em gozo.
O PM que estava comendo seu cu tirou o pau e gozou na cara dela, enchendo minha esposa de porra.
Nisso o que ela estava chupando, já estava-lhe socando o cu com força e me chamando de corno otário.
Ele encheu o cu dela de porra.
Outros dois PMs, que já haviam se recuperado falaram que iam fazer uma dupla penetração em minha esposinha.
Os outros botando suas pirocas pra dentro da calça, falaram pra eles terminarem logo, pois a qualquer momento o rádio podia chamar, e eles não podiam ficar dando bandeira.
Dito isso, minha esposa sentou de boceta na pica de um, enquanto o outro forçava no cuzinho dela.
Ela começou a gemer com os dois caralhos a penetrando.
Eles socavam com força, fazendo ela gemer.
Socaram por um tempo, e trocaram de posição, e ficaram socando e bombando a boceta e o cu da minha esposa até explodirem em gozo.
Após se recomporem, eles rindo muito da minha cara, agradeceram a foda com minha esposa.
antes de eles irem embora, minha mulher me supreendeu novamente, pedindo mais uma rodada de porra.
Eles disseram que não, que tinham hora e em tom de gozação falaram com para tomarmos cuidado. Pois assim pelados no meio do mato, alguém poderia querer se aproveitar.
Como só eu tinha me vestido.
Minha mulher continuava nua.
Toda gozada.
Languida de tesão.
Eles perguntaram se não iríamos embora.
Minha esposa falou de beicinho:
- Já que vocês não querem me dar mais uma rodada de porra, vou terminar chupando a pica do meu corninho aqui.
dito isso ela tirou meu pau pra fora e chupou com vontade dizendo de boca cheia e me olhando os olhos:
- Você gostou NE corninho, só pode ter gostado, ta com a pica latejando.
Não agüentei e enchia a boca da minha mulher de porra.
Quando olhei em volta eles estavam rindo de mim e falndo:
- Tu é muito corno mermo!
E foram embora.
Botei a pica pra dentro, minha se vestiu, e voltamos pra São Paulo.
No caminho minha esposa falou que foi ótimo ser “estrupada” por policiais.
Eu nada respondi.
Sou um garoto de 17 anos, me chamo Rodrigo, tenho 64 quilos e 1,76 de altura. Pratico ténis, meu corpo é bem trabalhado. Mas não sou o cara mais esportista possível, passo quase metade dos meus dias no computador. Enfim, vamos à história que ocorreu comigo.
Todos já ficaram excitados em situações inesperadas; uma consulta no hospital, na praia, no cinema… e consequentemente, todos nós temos alguma fantasia sexual em um local desses.
No meu caso, a tal fantasia começou pela internet. Conheci uma garota chamada Lenita, pelo twitter. Ela sempre era muito espontânea no que ‘twittava’, e quando mandava fotos, me deixava louco. Ela era linda. Filha de pais ricos, sempre se cuidou muito. Era alta, possuía por volta de 1,70, coxas bem trabalhadas e seios de bom tamanho para uma garota de 16 anos. Com o tempo, fui me aproximando da tal garota. Conversamos pelo msn, e mais tarde já estávamos nos vendo pela webcam… Ela morava em Chapecó, cidade catarinense. eu moro no Pará.
Eis que, nas férias de julho, ela marca uma viajem pra Belém, que fica perto da minha cidade. Ansioso, esperei ela chegar, e no dia de sua chegada fui até o aeroporto. Estava MUITO quente, e quando vi ela chegando com a mala… Não sabia o que dizer. Ela era a mulher mais linda que já havia visto. Seus cabelos castanhos, lisos e longos contrastavam seu rosto lindo, com lábios carnudos e olhos grandes. Demos um abraço caloroso, e ela comentou o quanto estava feliz em me ver. Como ela estava morrendo de fome, partimos para o shopping.
Lá mesmo almoçamos, depois vimos um filme no cinema… E acabamos indo para meu apartamento, numa cidade perto de Belém. Minha irmã tem 25 anos, se chama Rafaela e mora comigo. Rafaela também era amiga da Lenita, e o encontro em Belém foi combinado por nós 3. Ficamos conversando em grupo, e minha irmã foi dormir para trabalhar no outro dia de manhã. Enquanto isso, Lenita e eu ficamos conversando, tínhamos tanto para contar… fomos dormir, cada um em seu quarto. Enquanto isso, eu pensava o quanto ela era gostosa. Um mulherão, eu tinha que aproveitar a chance para comer ela. Esperei até amanhã e fui dormir.
No outro dia, Rafa já tinha ido trabalhar. Acordei e fui pra sala, e encontrei Lenita. Tomei a iniciativa; disse que ela era mais linda pessoalmente. Ela falou, com uma cara sexy, que eu era mais gato pessoalmente, também. Falei algumas coisas no ouvido dela, e ela me deu um beijo no pescoço, tudo bem devagar… Estávamos no sofá, nos pegando. Ela tirou uma camisinha do bolso, e botou no meu. com um sorrisinho, levantou e falou que ia se preparar pra mim… Não conseguia me segurar de tesão, minha pica estava duríssima. Ela chegou com uma camisola transparente, deixando mostrar seu sutiã e calcinha pretos, bem visíveis em contraste com sua pele branca.
Ela me empurrou para o sofá, e começou a tirar minha roupa, enquanto a gente se beijava. depois, tirei a camisola dela, e ela mandou eu fazer ela ser minha escrava. Joguei ela no sofá, e a chamei de safada. tirei a minha cueca, abaixei um pouco sua calcinha, e comecei a lambe-la de quatro… depois coloquei ela deitada de barriga pra cima e segui fazendo um oral nela. Depois ela partiu pra ofensiva e me chupou, enquando eu apalpava seus seios.
Era o momento perfeito, estávamos muito excitados. Ela colocou a camisinha em mim com a boca (Que habilidade!) e falou ‘me come, gostoso!’ apoiei ela de quatro no sofá e meti no cu dela, fazendo ela gemer muito. Por mais incrível que pareca, ela não era mais virgem com 16 anos. Meti forte, ela aguentava muito bem, enquanto se masturbava. Mudamos de posição; deu deitei no sofá, e ela ficou por cima de mim, com as pernas abertas.
Cavalgou muito gostoso, com força, e desfrutou do meu pinto, todos os 19 cm. sua buceta era depilada, com apenas um triângulo em cima do clitóris. Metemos muito, deixei ela louca.
Quando ela teve um orgasmo, se deitou do meu lado e suspirou. Chupei ela mais um pouco, enquanto meti o dedo na sua buceta. Ela ficou louca, e esguichou mais uma vez. Depois, comecei a meter nela de novo, e em pouco tempo gozei na barriga e peitos dela, foi perfeito. Fomos para o banho, e lá ela me fez juras de amor.
Nos três dias seguintes, nos divertimos mais ainda… Depois ela foi embora.
Nossa amizade virtual continuou grande. Pretendo a encontrar novamente, porque com uma musa dessas, não preciso de mais nada…
* O conto é verídico. Os nomes foram substituídos para preservar nossas identidades.
** Não é uma história de sexo quente e sacanagem o tempo todo, mas me esforcei para escrevê-la, e algumas amigas minhas que leram acharam excitante, portanto, resolvi postá-la.
Sou casada com um homem maravilhoso me satisfaz em tudo principalmente na cama, casamos muito cedo e ele foi o primeiro e único homem que conheci, somos muito safados no sexo,fantasiamos muita coisa mas nunca tivemos coragem de fazer.
Este mês resolvemos passarmos um fim de semana em Angra dos Reis,foram três dias lindos, no ultimo meu, marido precisou ir ate um banco no centro da cidade e eu pedi para ele me deixar na praia pois queria aproveitar o sol, estava deitada na areia me bronzeando, quando de repente apareceu um lindo rapaz e, sentou-se ao meu lado não pude deixar de observar aquele lindo corpo e o volume que tinha em sua sunga, fiquei preocupada com a reacção do meu marido quando visse eu conversando com outro homem,eu estava com um fio dental branco e o rapaz não tirava os olhos da minha bunda morena ,meu marido me surpreendeu chegou se apresentou para o cara e começaram a conversar o tempo estava fechando anunciando muita chuva e resolvemos ir embora, meu marido chamou o rapaz para ir connosco.
Chegando em casa fui tomar banho e como já estava imaginando mil coisas coloquei um shortinho de lycra que deixava minha bucetinha bem volumosa e fui para a sala onde eles estavam, os dois ficaram de boca aberta quando me viram meu marido me chamou na cozinha e falou que sabia que eu estava doida pra dar pro cara e que podiamos aproveitar a oportunidade pois íamos embora de manha e ali ninguém nos conhecia, fiquei tremula só em pensar que teria outra pica que sentiria outro homem, meu marido contou para o rapaz nossa fantasia e ele não perdeu tempo começou a me elogiar passando a mão nas minhas pernas eu estava alucinada de tanto tesão e o agarrei beijei seus peito sua barriga e senti aquela coisa dura no meu rosto tirei da sunga e meti a boca como por impulso.
Ficamos uns dez minutos nos agarrando ele me deitou no sofá abriu minhas pernas e meteu a língua no meu grelo gozei na hora, pedi para ele me penetra pois não aguentava mas a curiosidade de sentir como era outra rola na buceta ele deitou-se sobre mim e foi colocando aquela tora pra dentro parecia um sonho, meu marido apenas olha e batia uma punheta, gozei com nunca,fiquei de quatro ele colocou tudo em mim novamente meu marido deitou-se por baixo de mim e começou a chupar minha buceta eu pensei que ia desmaiar de tanto gozar depois pedi para meu marido deixar eu dar o cuzinho e ele sugeriu uma depois sentei no pau do meu marido arrebitei a bunda e o cara depois de passar bastante gel foi enfiando no meu buraquinho, era uma mistura de dor e prazer tomando conta do meu corpo gozamos os três quase ao mesmo tempo depois ele foi embora e de madruga nós voltamos para nossa cidade nosso casamento ficou ainda melhor do que era, nossa fantasia se realizou e quando tivermos outra oportunidade vamos curtir de novo.
O amor sempre existiu, da minha parte… uma vontade enorme de saber se resultaria…cada vez que ela estava presente um tesão, uma curiosidade como seria na cama um imaginar de posições, de sexo a bruta de sexo suave…mas ela era casada, intocável…
Um dia estávamos numa casa vazia sem mobílias, simplesmente uma carpete no chão… por algum motivo o marido tinha saído uns dias… eu sabia que ela não o queria trair, eu mesmo não me sentia confortável com a situação…mas resolvemos ir passar esses dias como bons amigos que sempre fomos, numa região que sempre nos fascinou pelas belezas naturais…
Estava um dia cinzento, frio… daqueles que apetecia estar em casa embrulhados num cobertor…das poucas coisas que existia naquela casa.
Estávamos deitados na carpete a falar das nossas vidas, embrulhados no cobertor, vestidinhos… de repente ficamos um pouco calados e vejo-a a meter-se debaixo do cobertor… achei que seria uma brincadeira para me picar…de repente sinto-a a beijar o meu pau por fora das calças… ainda incrédulo e na expectativa, pesei vamos ver o que vai dar…sentia o meu caralho a latejar… a crescer debaixo das calças…
Ela desapertou os botões e tirou-o para fora e começou a suga-lo, a passar a língua na cabecinha (ela sabia que eu nunca me tinha conseguido vir com um broche) tirou o cobertor de cima de nós e começou a chupa-lo e a olhar nos meu olhos, eu sabia que ela queria ser a primeira a conseguir, chupou mais um pouco e eu esporei-me todo na boca dela, parece que o mundo tinha desabado… ela engoliu a esporra, olhou com aquele ar de vitoria eu consegui…eu não falei sabia que era isso que pensava…
Ela dirigiu-se a janela eu fiquei ainda incrédulo a olhara, a gozar o momento… ela apesar do frio estava com uma sainha de dormir, abriu a janela e debruçou-se, dava para ver o papo da cona, com o fio dental no rego do cu, e da cona… eu só olhava…até ela dizer “vai ficar ai a olhar ou vais-me comer” ao mesmo tempo que levanta a saia e desviava o fio dental deixando ver os buracos abertos… enquanto esfregava o grelo…
Aproximei-me ainda com ele murcho e molhado do broche… o coração batia a mil, eu achava que de tanta ansiedade ele não ia levantar, mas bastou encostar a calor que saia dela e lá estava ele de novo teso… enfiei-o com ela dobrada a ver a paisagem inicialmente de uma forma lenta depois a bombear… ate ela me dizer há mais um buraco que me podias encher…
Não precisava dizer mais nada, dobrou-se mais um pouco e comecei a mete-lo no cu, senti a cabeça a entrar até ao ponto em que era preciso empurrar mais, vi que ela se agarrava com mais força a janela sabia que lhe estava a doer, deixei que ela se fosse empurrando contra mim…até sentir que já tinha passado a fase critica, já estava todo dentro sentia os colhões encostados as nádegas dela… bombei devagar até sentir que ele estava bem aberto… depois enfiai-lho no cu e na cona a vez enquanto ela olhava para trás com ar de quem estava a delirar…
O frio começava a incomodar, ela fechou a janela e foi-me empurrando, “deita-te” deitei-me de costas na carpete e ele continuou por cima de mim a enfia-lo no cu e na cona, até começar a gemer de uma forma intensa sabia que era agora tentei controlar-me para me vir em simultâneo com ela…
Ela apercebeu-se controlou o ritmo dela e veio-se, eu fiquei desconcertado, até ela me dizer quero que acabes a bater uma para me encher as mamas de leite, quero ver o leite a sair… assim foi a olhar para a cara dela, a ver o jacto a sair a esbarrar nas teta delas enquanto ela as esfregava, e lambia os lábios…foi a melhor foda que já tive…nada foi falado, amigos para sempre…aconteceu ficara para sempre… um foda de sonho…

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