Archive for the Category »No Cuzinho «
Outro dia peguei uma estrada e fui para o interior de Sampa com minha esposa.
Estacionei o carro debaixo de uma arvore e falei para a ela:
- Amor eu te amo, adoro ser casado com você, me da gostoso aqui no mato.
Ela ficou constrangida de ter relações sexuais no meio de uma estradinha.
Eu a tranqüilizei.
Ela acabou topando com muito custo e dizendo ser mulher direita.
Tirei a parte de baixo da roupa dela.
Ela apoiou-se num tronco.
Eu abri comecei a forçar aquela bucetinha bem devagar.
Enfiando aos poucos.
Até entrar tudo.
ela começar a rebolar no meu pau, dizendo ser só minha, e que me amava.
Ela já estava totalmente solta e a vontade.
Jogava-se contra meu pau rebolando.
Um camburão da policia apareceu na entrada da estrada.
Não dava para nos ver por causa de alguns arbustos.
Como minha esposa não percebeu.
Segurei-a pela cintura enterrei meu pau e parei de movimentar-me.
Com uma das mãos, tapei a boca dela com força.
Com a outra apontei para o camburão e fiz sinal de silêncio.
Os policiais ao passarem por meu carro.
Pararam!
Foram verificar o carro.
Meu carro estava aberto. Eles olharam tudo.
Olharam em volta e já estavam para ir embora. Quando…
Um deles se virou e veio em nossa direção.
Parou atrás de uma arvore e começou a mijar.
Minha esposa deu uma rebolada em minha rola e soltou um gritinho abafado.
Chacoalhando a pica o policial acabou nos vendo, e veio em nossa direção, sem nem mesmo fechar o zíper, apontou seu revolver pra nos, mandou ficarmos parados.
Ficamos ali parados. 
A cena.
Eu dentro de minha esposa na frente de um policial.
Ele chamou os outros quatro.
Eles nos olharam rindo e mandaram a gente se separar.
Quando fizemos menção de pegar nossas roupas. Eles mandaram ficar do jeito que estávamos.
Rodeando-nos ficaram olhando e fazendo comentários sobre minha esposinha gostosa.
Pegaram todos os nossos documentos nas roupas.
Deram uma olhada.
Nos dois pelados.
Minha esposa estava a mercê.
Eles fizeram tantos comentários e piadinhas sobre a nudez dela.
Derrepente!
Um deles nos perguntou o que estávamos fazendo ali.
Minha esposa olhou pra baixo.
Eu não sabia o que dizer.
Um outro olhando pra bunda da minha esposa falou rindo pros outros:
- Parece que ele estava comendo ela, não acham.
Outro gargalhando falou:
- Eles vão acabar na delegacia levando uma comida de rabo do delegado.
Minha esposa nervosa gritou que pra delegacia não íamos de jeito nenhum.
Nessa hora me veio a cabeça a idéia de comprá-los.
Ofereci dinheiro.
Eles falaram que não tinha jeito.
Minha esposa implorou a eles, dizendo pro meu espanto, que faria tudo que eles quisessem.
Fiquei pasmo.
Sem ação.
Perplexo.
Era a senha que eles estavam esperando.
A proposta de fazer qualquer coisa partia de minha esposinha.
Um deles olhou pra mim e falou:
- Você gosta de comer sua esposa no mato, então nos vamos comer também.
Outro rindo falou pra minha esposa:
- Vamos botar cinco chifres no corno do seu marido.
Ele tirou o pau pra fora e disse:
- CHUPA VADIA!!
Minha esposa olhou pra mim.
Olhou pros outros guardas.
A essa altura todos iam tirando o pau pra fora.
Minha esposaajoelhou-se, olhou pra mim com o pau na boca disse-me.
- Amor eu te amo muito, só estou mamando essa rola pra resolver nosso problema.
O policial começou a socar a boquinha da minha esposa, com força, abafando, sua frase dita a mim.
Outro guarda aproximou da minha esposa por trás e começou a passar as mãos em seus seios.
Olhando pra mim, minha esposa chupava o caralho do PM com sofreguidão e dizia de boca cheia:
- Amor to fazendo isso por nos dois.
E continuou dando um belo trato na pica do PM.
Ele não aguentou e gozou na boca dela rindo.
Ela engoliu tudo olhando pra mim.
Escorreu um pouco de porra pelo canto da boca dela, ela pegou com os dedos e os chupou melados de porra olhando pra mim e disse:
- Melhor não desperdiçar nada, vai que eles mudam de idéia amorzinho.
A gargalhada foi geral.
Após minha esposa chupar e engolir tudinho, outro PM, fez ela se apoiar num tronco de arvore e enfiou de uma só vez o caralho na boceta da minha esposa, arrancando dela um grito. Outro se aproximou e colocou na boca dela.
Enquanto um a fodia na xota e ela mamava outro, olhei pra ela percebi que ela dominava a situação rebolando em um caralho e chupando o outro.
Ela mexia tão gostoso e chupava com tanta gula que eles não aguentaram por muito tempo e gozaram os dois na cara dela.
Outro PM falou que ia experimentar o cuzinho dela.
Ele começou a passar a mão na bunda da minha esposa, e enfiar o dedo no seu cu.
Olhei mais uma vez pra ela.
Ela ali, com a cara toda gozada, tendo já feito três picas gozarem e se empenhando na quarta.
Minha esposa pediu pra ele chupar o cu dela.
Ele deu um tapão na cara dela e falou que não chupava cu de puta.
Ela então virou para mim e falou:
- Chupa o meu cu que eu quero mais porra.
Ela já não mentia mais, se deliciava com a sacanagem.
Não sei o que deu em mim.
Parti pra cima dela e comecei a chupar o seu cu.
O PM rindo da minha cara e me chamando de corno disse:
- Vou comer o cuzinho da sua esposa seu otário.
Ele foi empurrando até atolar tudo.
Começou a enfiar e tirar num vai e vem frenético.
O PM bombava o cu da minha esposinha.
Ela ia gemendo e rebolando no pau dele.
O único PM que ainda não a tinha tocado deu sua pica pra ela chupar.
O outro foi aumentando o ritmo das estocadas no cu da minha esposa, que gemia abafado chupando o pau do outro, até não aguentar e explodir em gozo.
O PM que estava comendo seu cu tirou o pau e gozou na cara dela, enchendo minha esposa de porra.
Nisso o que ela estava chupando, já estava-lhe socando o cu com força e me chamando de corno otário.
Ele encheu o cu dela de porra.
Outros dois PMs, que já haviam se recuperado falaram que iam fazer uma dupla penetração em minha esposinha.
Os outros botando suas pirocas pra dentro da calça, falaram pra eles terminarem logo, pois a qualquer momento o rádio podia chamar, e eles não podiam ficar dando bandeira.
Dito isso, minha esposa sentou de boceta na pica de um, enquanto o outro forçava no cuzinho dela.
Ela começou a gemer com os dois caralhos a penetrando.
Eles socavam com força, fazendo ela gemer.
Socaram por um tempo, e trocaram de posição, e ficaram socando e bombando a boceta e o cu da minha esposa até explodirem em gozo.
Após se recomporem, eles rindo muito da minha cara, agradeceram a foda com minha esposa.
antes de eles irem embora, minha mulher me supreendeu novamente, pedindo mais uma rodada de porra.
Eles disseram que não, que tinham hora e em tom de gozação falaram com para tomarmos cuidado. Pois assim pelados no meio do mato, alguém poderia querer se aproveitar.
Como só eu tinha me vestido.
Minha mulher continuava nua.
Toda gozada.
Languida de tesão.
Eles perguntaram se não iríamos embora.
Minha esposa falou de beicinho:
- Já que vocês não querem me dar mais uma rodada de porra, vou terminar chupando a pica do meu corninho aqui.
dito isso ela tirou meu pau pra fora e chupou com vontade dizendo de boca cheia e me olhando os olhos:
- Você gostou NE corninho, só pode ter gostado, ta com a pica latejando.
Não agüentei e enchia a boca da minha mulher de porra.
Quando olhei em volta eles estavam rindo de mim e falndo:
- Tu é muito corno mermo!
E foram embora.
Botei a pica pra dentro, minha se vestiu, e voltamos pra São Paulo.
No caminho minha esposa falou que foi ótimo ser “estrupada” por policiais.
Eu nada respondi.
Sou um garoto de 17 anos, me chamo Rodrigo, tenho 64 quilos e 1,76 de altura. Pratico ténis, meu corpo é bem trabalhado. Mas não sou o cara mais esportista possível, passo quase metade dos meus dias no computador. Enfim, vamos à história que ocorreu comigo.
Todos já ficaram excitados em situações inesperadas; uma consulta no hospital, na praia, no cinema… e consequentemente, todos nós temos alguma fantasia sexual em um local desses.
No meu caso, a tal fantasia começou pela internet. Conheci uma garota chamada Lenita, pelo twitter. Ela sempre era muito espontânea no que ‘twittava’, e quando mandava fotos, me deixava louco. Ela era linda. Filha de pais ricos, sempre se cuidou muito. Era alta, possuía por volta de 1,70, coxas bem trabalhadas e seios de bom tamanho para uma garota de 16 anos. Com o tempo, fui me aproximando da tal garota. Conversamos pelo msn, e mais tarde já estávamos nos vendo pela webcam… Ela morava em Chapecó, cidade catarinense. eu moro no Pará.
Eis que, nas férias de julho, ela marca uma viajem pra Belém, que fica perto da minha cidade. Ansioso, esperei ela chegar, e no dia de sua chegada fui até o aeroporto. Estava MUITO quente, e quando vi ela chegando com a mala… Não sabia o que dizer. Ela era a mulher mais linda que já havia visto. Seus cabelos castanhos, lisos e longos contrastavam seu rosto lindo, com lábios carnudos e olhos grandes. Demos um abraço caloroso, e ela comentou o quanto estava feliz em me ver. Como ela estava morrendo de fome, partimos para o shopping.
Lá mesmo almoçamos, depois vimos um filme no cinema… E acabamos indo para meu apartamento, numa cidade perto de Belém. Minha irmã tem 25 anos, se chama Rafaela e mora comigo. Rafaela também era amiga da Lenita, e o encontro em Belém foi combinado por nós 3. Ficamos conversando em grupo, e minha irmã foi dormir para trabalhar no outro dia de manhã. Enquanto isso, Lenita e eu ficamos conversando, tínhamos tanto para contar… fomos dormir, cada um em seu quarto. Enquanto isso, eu pensava o quanto ela era gostosa. Um mulherão, eu tinha que aproveitar a chance para comer ela. Esperei até amanhã e fui dormir.
No outro dia, Rafa já tinha ido trabalhar. Acordei e fui pra sala, e encontrei Lenita. Tomei a iniciativa; disse que ela era mais linda pessoalmente. Ela falou, com uma cara sexy, que eu era mais gato pessoalmente, também. Falei algumas coisas no ouvido dela, e ela me deu um beijo no pescoço, tudo bem devagar… Estávamos no sofá, nos pegando. Ela tirou uma camisinha do bolso, e botou no meu. com um sorrisinho, levantou e falou que ia se preparar pra mim… Não conseguia me segurar de tesão, minha pica estava duríssima. Ela chegou com uma camisola transparente, deixando mostrar seu sutiã e calcinha pretos, bem visíveis em contraste com sua pele branca.
Ela me empurrou para o sofá, e começou a tirar minha roupa, enquanto a gente se beijava. depois, tirei a camisola dela, e ela mandou eu fazer ela ser minha escrava. Joguei ela no sofá, e a chamei de safada. tirei a minha cueca, abaixei um pouco sua calcinha, e comecei a lambe-la de quatro… depois coloquei ela deitada de barriga pra cima e segui fazendo um oral nela. Depois ela partiu pra ofensiva e me chupou, enquando eu apalpava seus seios.
Era o momento perfeito, estávamos muito excitados. Ela colocou a camisinha em mim com a boca (Que habilidade!) e falou ‘me come, gostoso!’ apoiei ela de quatro no sofá e meti no cu dela, fazendo ela gemer muito. Por mais incrível que pareca, ela não era mais virgem com 16 anos. Meti forte, ela aguentava muito bem, enquanto se masturbava. Mudamos de posição; deu deitei no sofá, e ela ficou por cima de mim, com as pernas abertas.
Cavalgou muito gostoso, com força, e desfrutou do meu pinto, todos os 19 cm. sua buceta era depilada, com apenas um triângulo em cima do clitóris. Metemos muito, deixei ela louca.
Quando ela teve um orgasmo, se deitou do meu lado e suspirou. Chupei ela mais um pouco, enquanto meti o dedo na sua buceta. Ela ficou louca, e esguichou mais uma vez. Depois, comecei a meter nela de novo, e em pouco tempo gozei na barriga e peitos dela, foi perfeito. Fomos para o banho, e lá ela me fez juras de amor.
Nos três dias seguintes, nos divertimos mais ainda… Depois ela foi embora.
Nossa amizade virtual continuou grande. Pretendo a encontrar novamente, porque com uma musa dessas, não preciso de mais nada…
* O conto é verídico. Os nomes foram substituídos para preservar nossas identidades.
** Não é uma história de sexo quente e sacanagem o tempo todo, mas me esforcei para escrevê-la, e algumas amigas minhas que leram acharam excitante, portanto, resolvi postá-la.
O amor sempre existiu, da minha parte… uma vontade enorme de saber se resultaria…cada vez que ela estava presente um tesão, uma curiosidade como seria na cama um imaginar de posições, de sexo a bruta de sexo suave…mas ela era casada, intocável…
Um dia estávamos numa casa vazia sem mobílias, simplesmente uma carpete no chão… por algum motivo o marido tinha saído uns dias… eu sabia que ela não o queria trair, eu mesmo não me sentia confortável com a situação…mas resolvemos ir passar esses dias como bons amigos que sempre fomos, numa região que sempre nos fascinou pelas belezas naturais…
Estava um dia cinzento, frio… daqueles que apetecia estar em casa embrulhados num cobertor…das poucas coisas que existia naquela casa.
Estávamos deitados na carpete a falar das nossas vidas, embrulhados no cobertor, vestidinhos… de repente ficamos um pouco calados e vejo-a a meter-se debaixo do cobertor… achei que seria uma brincadeira para me picar…de repente sinto-a a beijar o meu pau por fora das calças… ainda incrédulo e na expectativa, pesei vamos ver o que vai dar…sentia o meu caralho a latejar… a crescer debaixo das calças…
Ela desapertou os botões e tirou-o para fora e começou a suga-lo, a passar a língua na cabecinha (ela sabia que eu nunca me tinha conseguido vir com um broche) tirou o cobertor de cima de nós e começou a chupa-lo e a olhar nos meu olhos, eu sabia que ela queria ser a primeira a conseguir, chupou mais um pouco e eu esporei-me todo na boca dela, parece que o mundo tinha desabado… ela engoliu a esporra, olhou com aquele ar de vitoria eu consegui…eu não falei sabia que era isso que pensava…
Ela dirigiu-se a janela eu fiquei ainda incrédulo a olhara, a gozar o momento… ela apesar do frio estava com uma sainha de dormir, abriu a janela e debruçou-se, dava para ver o papo da cona, com o fio dental no rego do cu, e da cona… eu só olhava…até ela dizer “vai ficar ai a olhar ou vais-me comer” ao mesmo tempo que levanta a saia e desviava o fio dental deixando ver os buracos abertos… enquanto esfregava o grelo…
Aproximei-me ainda com ele murcho e molhado do broche… o coração batia a mil, eu achava que de tanta ansiedade ele não ia levantar, mas bastou encostar a calor que saia dela e lá estava ele de novo teso… enfiei-o com ela dobrada a ver a paisagem inicialmente de uma forma lenta depois a bombear… ate ela me dizer há mais um buraco que me podias encher…
Não precisava dizer mais nada, dobrou-se mais um pouco e comecei a mete-lo no cu, senti a cabeça a entrar até ao ponto em que era preciso empurrar mais, vi que ela se agarrava com mais força a janela sabia que lhe estava a doer, deixei que ela se fosse empurrando contra mim…até sentir que já tinha passado a fase critica, já estava todo dentro sentia os colhões encostados as nádegas dela… bombei devagar até sentir que ele estava bem aberto… depois enfiai-lho no cu e na cona a vez enquanto ela olhava para trás com ar de quem estava a delirar…
O frio começava a incomodar, ela fechou a janela e foi-me empurrando, “deita-te” deitei-me de costas na carpete e ele continuou por cima de mim a enfia-lo no cu e na cona, até começar a gemer de uma forma intensa sabia que era agora tentei controlar-me para me vir em simultâneo com ela…
Ela apercebeu-se controlou o ritmo dela e veio-se, eu fiquei desconcertado, até ela me dizer quero que acabes a bater uma para me encher as mamas de leite, quero ver o leite a sair… assim foi a olhar para a cara dela, a ver o jacto a sair a esbarrar nas teta delas enquanto ela as esfregava, e lambia os lábios…foi a melhor foda que já tive…nada foi falado, amigos para sempre…aconteceu ficara para sempre… um foda de sonho…
Sempre tive atracão por mulheres mais velhas do que eu, no meu caso como tenho 40 anos sempre procurei mulheres na faixa etária acima da minha idade.
Em Julho do ano passado (2010) conheci através da internet (melhor coisa que já inventaram para conhecer pessoas) uma mulher (vamos chamá-la de Sandra) de 52 anos, branca, educada e atraente e que estava em pleno processo de divorcio.
Após um mês de conversa e aproveitando uma folga no trabalho eu a convidei para sair para nos conhecermos pessoalmente e bater um papo, de cara ela aceitou sem fazer muitas perguntas.
Quando a vi pessoalmente dei uma geral nela com os olhos e fiquei interessado em saber mais, depois de andarmos de carro por alguns minutos chegamos a um parque afastado do centro da cidade com pouco movimento, conversa vai, conversa vem ela deixou escapar que seu ex já estava há 6 meses fora de casa morando sozinho em outro estado, e por causa disso ela pediu o divorcio.
Segundo ela houve uma grande discussão onde cara havia dito muitas besteiras, uma delas e que “ela estava velha demais e que estava fria na cama”, continuamos a conversa quando de súbito dei-lhe um beijo na boca e ela aceitou de pronto, nos beijamos por alguns instantes e parti para o ataque fazendo varias caricias nela, ela e claro dizendo não mas com jeito fui vencendo as barreiras quando de repente abri o zíper da calça deixando amostra meu pênis já duro como uma pedra, ela não se fez de rogada e caiu de boca, foi um boquete divino onde depois de alguns minutos não consegui segurar, eu a avisei que iria gozar e ela nem ligou e gozei dentro da boca dela sem menor constrangimento.
Nos arrumamos e fomos embora, duas semanas depois fui a casa dela, mau entrei e já fui lhe dando um beijo de língua para deixá-la ciente do que vinha pela frente, como dois loucos começamos a nos despir, ela toda branca com seios médios, com tudo depilado até o anus, Sandra ficou me olhando por alguns segundos então disse, “será que dou conta”, pois ela com seus 1,60 aproximadamente e eu com 1,78 de altura e com 19cm de pica muito grossa ficou ali parada por alguns segundos, peguei-a no colo e fomos para a cama e já cai de boa chupando com muita voracidade sua buceta e seu ânus ela se retorcia toda e eu não parava de chupá-la e massagear seu clítoris, não demorou muito para que ela soltasse um grito que até os vizinhos devem ter ouvido, ela havia gozado depois de quase 10 meses sem sexo…
Não dei tempo para ela aproveitei que estava bem lubrificada, coloquei a camisinha que ajuda a retardar a ejaculação e mandei toda a minha pica para dentro daquela buceta melada e quente, ela me pediu para ir devagar mas não dei ouvidos e a penetrei com uma certa dose de força e não parei mais dar estocadas violentas nela, chupava-lhe os seios com muita força e ao mesmo tempo as estocadas aumentavam, aproveitei meu tamanho e força e a subjuguei eu a colocava de todas as posições possíveis.
Em dado momento me deitei e ela veio por cima, ficando de costas para mim eu a apoiava com minhas mãos nas costas dela e num ritmo alucinante dava-lhe varias estocadas quando ela soltou outro grito ainda mais alucinante, ela gozava pela segunda vez e aproveitando o embalo aumentei o ritmo e quando estava prestes a gozar tirei a camisinha e a coloquei para chupar e gozei logo em seguida soltando 2 jatos longos de esperma dentro de sua boca, ela engoliu e em seguida me deu um beijo de língua.
Ficamos por um tempo deitados e fomos tomar um banho, durante o banho comecei a acariciá-la novamente, ela se ajoelhou e começo a me chupar, fiquei de pau ereto novamente e voltamos para a cama e fizemos um 69 por um bom tempo, eu chupava seu ânus e massageava também, ela sabia que seria fodida por trás e me pediu para ter cuidado, com um gel e usando os dedos massageei bem seu rabo.
Ela ficou de quatro e então comecei a penetração, tive que ir devagar pois ela estava bem apertada mesmo, quase desisti pois ela reclamava muito mas disse para não parar, enfim consegui enfiar meus 19cm de pica roliça dentro daquele cu rosadinho, aos poucos aumentei ritmo e comecei dar estocadas cada vez fortes, vendo que seu rabo já estava bem dilatado, coloquei-a de quatro novamente e dei uma sessão de estocadas fortíssimas quando ela gritou novamente e caiu na cama desfalecida pelo terceiro orgasmo da noite.
Depois de um tempo ela me chupou ate eu gozar novamente em sua boca.
Quando estava de saída ela me disse que precisava ter aquela noite de sexo para saber se ainda era capaz de sentir e dar prazer, eu agradeci a oportunidade e hoje, mais de um ano depois continuamos a sair e para transar muito, nossa ultima aventura foi uma suruba com um casal amigo dela, essa aventura fica para a próxima.
Beto, 41 anos.
Mulheres com idade entre 46 a 60 interessadas podem me contatar pelo endereço (lenningrado@hotmail.com)
Este é mais um conto que se passou entre mim e duas muheres a Eugénia e a Matilde, então era mais uma quinta feira de trabalho nas terras, e estava novamente sozinho em casa da minha avó 7:00h da manhã já eu estava fora da cama com as minhas habituais calças de fato de treino e a minha t-shirt, enquanto tomava o pequeno-almoço bateram à porta era a Eugénia e a Matilde, duas mulheres que me excitavam muito.
Eugénia como já referi noutro conto era uma mulher na casa dos 60, cuzinho redondinho e firme, estatura média e umas mamas grandes e firmes, e Matilde uma mulher na casa dos 40 e tais anos, um pouco a puxar ao gorda mas não muito, umas mamas enormes e um cu também bem avantajado, ambas vinham de calças por dentro das belas galochas dunlop azuis e com umas batas que eu adorava… 
Então terminei a refeição e fui calçar as minhas galochas, fomos buscar as sacholas e lá fomos nós para a eira começar o trabalho, elas trabalhavam que nem cavalos já suadas e cansadas e eu também, até que chegou a hora da bucha e elas foram merendar enquanto eu ainda fiquei na terra, parei por momentos e olhei para elas, comecei-me a imaginar em cima delas e foi ai que a minha gaita começou a inchar a inchar ,fiquei mesmo muito excitado, a Eugénia já sabia que ia comer pois já era habitual à quinta feira mas a Matilde nunca tinha comido e também só tinha batido umas punhetadas até então.
Larguei a sachola e fui ter com elas ao palheiro, estava todo suado e cansado, e comecei a merendar até que a Eugénia disse que ia acomedar os porcos, e aí a Matilde disse: “Ouvi dizer que tinhas um dom entre essas pernas, é verdade?”, fiquei logo excitado e respondi imediatamente “Deve ser, queres experimentar?” e ela se dizer nada baixou-se e enquanto eu merendava ela começou um belo de um broche, cima abaixo, cima abaixo as mãos dela apertavam as minhas galochas sujas de terra e eu delirava, depois como que adivinha-se começou uma bela espanholada, entre aquelas mamas enormes que eu adorava, depois chegou a hora de penetra-la, não custou nada pois ela já tinha tido uma carrada de filhos e foi sempre ali a martelar…
As nossas galochas roçavam, os nossos suores eram trocados e eu dava-lhe com cada vez mais força até que me vim e vim e vim, mas não parei continuei pois tinha de aproveitar vim-me mais duas vezes, por aquelas pernas escorria já esporra quente e espessa, até que parámos e voltámos ao trabalho, chegou a hora de almoço e éramos só os três a almoçar, passou-se com normalidade, até que depois fiquei sozinho com Eugénia na cozinha…
Ela estava a lavar a loiça e eu não resisti e fui lá baixei-lhe um pouquinho das calças até que o cu ficasse à mostra, e espetei-lhe a piça lá para dentro, eu estava a satisfazer-me e ela continuava normalmente a lavar a loiça, acabei por me vir… compus-lhe as calças e saí.
Voltámos para as terras e agora era a vez da Matilde, só lhe disse anda cá, e levei-a para o curral dos porcos onde lhe baixei as calças e comi-lhe outra vez aquela rata, as minhas mãos não largavam as galochas dela e quando largavam era para lhe ir ás mamas, dava-lhe com toda a força e ela soltava berros de prazer, vim-me duas vezes e depois voltámos ao trabalho, depois no final do dia foi mais uma pinadela para a Eugénia no palheiro e depois acabou o dia de trabalho e acabou também o dia de sexo, e arranjei duas ali duas mulas para poder satisfazer-me sem me ter de preocupar com mais nada…

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