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trai meu marido fiquei com cu sangrando

Sou uma mulher já madura com meus 40 anos, sou casada a 22 anos sou morena clara corpo ainda em forma no ano passado tive um problema com meu marido e resolvi trai lo ai pensei vou dar pro primeiro homem que me cantar na sexta feira eu sai de casa pra ir na costureira já era a noite quando estava indo embora pra casa encontrei o fabio um amigo do meu marido,ai dei uma carona pra ele conversa vai conversa vem comecei a falar do meu marido pra ele ,ele muito safado logo ja começou a me fazer elogios,de repente ele me deu um beijo na boca e ja levou a mão na minha buceta eu nem tive tempo de reprimilo,saimos e fomos pro motel, assim que chegamos la ele logo me pegou no colo e me jogou na cama e foi dizendo que naquele dia ele iria comer meu cu,eu com 40 anos nunca tinha dado meu cu, ele nao teve piedade de mim me botou de quatro cuspiu no meu cu e foi logo enfiando uma pika enorme no meu cu eu tentei gritar mas ele tapou minha boca enfiou tudo no meu cuzinho virgem eu nem senti prazer só dor quando ele tirou aquela juba do meu cu eu tava toda sangrando fiquei mais de uma semana sem aguentar nem andar direito e meu marido não desconfiou de nada fui trai acabei sendo estrupada.

Fodendo no capô do Carro, contos reais da Coelhinha.

Quando eu tinha uns 15 aninhos, lembro-me de uma altura andar a sair com um rapaz mais velho do que eu uns 7 ou 8 anos, o Sr. R.
Naquela altura era sempre bom andar com alguém que tivesse carro. A Coelhinha gostava de ir a festas e se tivesse boleia era optimo! O Sr. R. não era um rapaz bonito, mas tinha uma maneira de ser muito extrovertida e conhecia muita gente, tinha muitos amigos e colegas que facilitavam entradas em muitos sitios, que tinham casa em vários locais, assim era fácil andar sempre a passear sem gastar muito e em segurança. 😉
Lembro-me de uma noite, ficarmos de sair por volta das 22h e ir a uma festinha a uma meia hora de carro, mas ele não pode ir me buscar e acabei por ir com outros amigos…
A festa estava bastante animada, mas eu não estava muito ali, ficava aborrecida facilmente e fartava-me dos sitios… Queria mais era ir embora curtir para outro lado… Enquanto eu esperava que o Sr. R. fosse ter comigo na festa, ía bebendo umas cervejas, e já estava a ficar alegrinha.
Eu andava há umas 2 semanas com o Sr. R. e ainda não o havia comido. Acho que ele achava que eu era do estilo mais santinha, e anda não me tinha pressionado. Lembro-me de nessa noite começar a ficar com uma vontade enorme de foder, daquelas fodas selvagens que surgem de lado nenhum mostrando o lado animal que todos temos.Fodendo no capô do Carro, contos reais da Coelhinha.
Era quase meia noite e o Sr. R. não tinha meio de aparecer, entretanto apareceu o Alex, um rapazinho que estudava na escola profissional, todo bonitinho, que tinha uma queda por mim. Lembro de uma altura, durante um caraoke num bar, ele ter-me feito passar a maior vergonha dedicando-me uma musica romantica… fiquei sem falar com ele durante meses… detestava manifestações em publico dessa natureza! Mais tarde, foi muito bem compensado, por tanto tempo sem falar com ele…
Bom, mas essa história fica para uma próxima…
Quando o Alex apareceu na festa eu comecei a divertir-me com ele, dançavamos e roçavamos muito, eu sabia que ele era louco por mim, e que queria me comer a todo o custo, estava já a fcar bem quentinha, tanto da bebida como do roça roça gostoso em que andavamos ali. O Alex, por mais de uma vez apalpou as minhas coxas e numa musica enquanto dançavamos apertadinhos, conseguia sentir o volume do seu caralho nas calças. Aquilo já durava há algum tempo, e ele parecia explodir, se pudesse tinha-me comido ali no meio da festa em frente a todo o mundo e aposto que se vinha num tirinho. hahahaha
Quando ele meteu a mão descontraidamente na minha blusa decotada e agarrou o bico da minha maminha….. aiiii lembro-me que fiquei completamente molhadinha, cheia de tesão, de vontade de ter um caralho dentro de mim, daqueles bem grossos, para sentir ele entrando e saindo, roçando as paredes da minha xaninha. Estava louca, e já determinada a deixar a festa para dar uma fodinha seelvagem na proxima esquina escura que encontrasse. Enquanto falava com o Alex para sairmos dali, e ir dar uma voltinha, ele percebeu de imediato o que eu queria, ficou com os olhos brilhando de desejo, vi claramente a enorme vontade de me foder todinha, entao chegou mais pertinho de mim e disse-me ao ouvido:
– Já estás molhadinha não estás? Vou te comer todinha minha boneca…
Fui então avisar os meus amigos, com quem tinha ido para a festa, que ía sair e que depois regressava com o Alex para casa. De repente vi que o Sr. R. já estava na festa, ali a poucos metros de cerveja na mão a olhar para mim e a abanar a cabeça em sinal de reprovação.

Devo ter ficado corada, pois senti o calor na minha cara, e senti que tinha sido apanhada, apesar de ainda não ter feito nada…
O Sr. R. veio ter comigo e penguntou-me:
– Então? A minha namorada vai sair com outro???
Ai começamos a discutir, falei para ele que a culpa era dele, que não me tinha ido buscar a casa e que só tinha aparecido na festa quase à 1h da manha!!! Era preciso ter descaramento para vir cobrar de mim!!!
No meio das acusações, eu que detesto dar escandalo resolvi sair dali e ele claro foi comigo. Já na rua, o Alex passou por nós no seu carro, olhou e vi a cara de raiva dele por o Sr. R. ter cortado a fodinha que ele esperava à tanto tempo.
O Sr. R tinha comprado recentemente um carro novo. Os estofos em cabedal com aquele cheiro caracteristico davam-me a volta aoo estomago, não sei bem porque. Acontecia que andava quase sempre de janela aberta para o cheiro não ser tão intenso.
Nessa noite, de regresso a casa e chateados um com o outro, íamos em silencio quando de repente o Sr. R parou o carro num espaço de terra batida perto da estada. Eu perguntei-lhe:
– O que estamos aqui a fazer?
Ele não me respondeu, saiu do carro, deu a volta, abriu a minha porta e puxou-me para fora. Empurrou-me e doobrou-me sobre o capô e nesse momento eu soube que ía ser comida mesmo ali. Puxou-me a blusa para cima e tirou-me o soutien, agarrou as minhas mamas com as mãos e começou a esfregar o volume do seu membro em mim. Virou-me para ele e sugou os biquinhos das minhas mamas… Áquela hora, e apesar de ser Verão, já estava frio na rua e eu senti arrepios…. Perguntei-lhe?
– Não me queres aquecer antes dentro do carro?

Mas ele riu-se com uma cara bem safada e respondeu:
– Não te queixas sempre do cheiro a cabedal? Então mais vale foder essa coninha no capô em vez de ser no acento…
Empurrou-me de novo para o capô baixou as minhas calças e pôs-me a mão na xaninha, meteu um dedinho lá dentro e disse:
– Uiiii mas tu já estás molhadinha!!!!
De repente soltou o seu caralho e enterrou todo de uma só vez na minha coninha molhada.
No inicio eu estava com muita vontade mas depois ele começou a foder-me de um geito…. hummm, dava palmadas no meu rabo e fodia-me num ritmo maravilhoso, chamava-me de puta traidora, puxava-me para ele, egarrava os bicos das minhas mamas e no momento seguinte soltava-me no capô do carro, as minhas mamas colavas no metal frio e eu ficava cada vez mais excitada. Vi que ele estava louco de desejo, fodia-me cada vez com mais intensidade até que me disse:
– Sua vagabunda, se não fosse eu vir para te comer esta buceta tu já estavas molhadinha e prontinha e levar com outro caralho não era???
Não agentou mais, saiu de dentro de mim e espalhou o leitinho pelo capô mesmo. Eu não me vim… ele ficou ali a recuperar as forças encostado ao carro… subiu as calças e foi lá dentro, acendeu um cigarro, voltou a vir ter comigo e disse:
– Precisas de mais não é??? Queres que te volte a comer a buceta não queres?
Eu estava despida da cintura para cima, ele estava ainda sem camisa quando vimos as luzes de um carro na estrada virar na nossa direcção, enfiei a minha blusa mesmo sem sutien e entramos dentro do carro.

Acho que eram mesmo só curiosos que queriam apanhar uma foda em pleno acontecimento, mas não tiveram essa sorte…
Pouco depois, em cima do mesmo capô fui comida de novo e explodi de prazer enquanto o Sr. R me lambia a xaninha toda…. (Nunca soube quem limpou o capô do carro cheio de porra, mas desconfio que não foi ele…)

Um amor de cunhada

Tenho 44 anos e sou casado, por sinal muito bem casado.
Minha mulher tem 29 anos, 47 kg,155, tipo mion, muito bonita e pra falar a verdade, muito gostosa, sabe como ninguém toda a arte do sexo. Adora chupar meu cacete, assim como eu sou apaixonado em fazer um sexo oral naquela xana que chega ser doce de tão gostosa.
Mesmo com todo este tesão por ela, não consigo desgrudar o olho da minha cunhada, que assim como ela, apesar de ser um pouco mais alta, tem quase o mesmo corpo e feições. É uma gata de 23 anos, cabelos lisos e loiros, bundinha arrebitada e peitos pequenos. Gosta muito de me abraçar e conversar comigo quando sua irmã não esta por perto. Trocamos e-mails direto e nunca contou pra minha mulher, e isto me intrigou um pouco, pois eu as vezes me passava um pouco, mania de homem, não pode ver um rabo que já esta em cima, e acabei ficando curioso, mas o medo sempre me impediu de chegar e perguntar o por que disto.
Não precisou….Dia destes eu estava em casa assistindo televisão sozinho, minha mulher tinha ido a uma cidade vizinha fazer algumas compras e eu fiquei sem nada pra fazer a não ser me divertir com a tela.
De repente me surpreendi com a minha cunhada entrando pela porta e perguntando por sua irmã, respondi que tinha saído e que demoraria um pouco.
Estava com um vestidinho inteiro,soltinho e curto, deixando a mostra aquele par de pernas, branquinhas, vestido que não escondia o desenho da calcinha asa delta, rosa, sem sutiãs, pois seus seios pequenos quase não precisam deste utensílio, isto me deixa mais louco ainda.
Ela então girou sobre os calcanhares e já ia saindo quando eu perguntei, com segundas intenções é claro, se ela não queria espera-la, enquanto isto eu faria um suco pra nós. Ela me olhou de cima abaixo, como se me estudasse e com uma cara de safada, respondeu que sim, sentou-se no sofá e ao colocar uma perna por sobre a outra para ficar inteira sobre o móvel, vislumbrei aquela bucetinha escondida em baixo da calcinha, que de tão pequena, chegava a repartir os lábios, parecendo que pedia para ser chupada, até o cuzinho…
Levantei, e como estava de calção foi difícil esconder a exitação, fiz o suco na cozinha e voltei com a camisa por sobre o calção para tentar esconder o volume do meu cacete, quase saindo pra fora do calção. Não foi o suficiente, quando entreguei-lhe o copo, ela com um ar de mais pura sacanagem no rosto, brincou: “Nossa parece que a mana andou deixando alguém na mão esta noite!”, assustado e com medo fiquei meio sem saber o que dizer num primeiro momento, mas arrisquei: “Não é bem isso pois como você mesma sabe sua irmã, não deixaria nunca isto acontecer….o meu problema não é bem a sua irmã.Um amor de cunhada
Ela se fazendo de desentendida e agora forçando para que eu saísse da casca pergunta: O que é isso então? De pé na frente dela e agora sem medo, arrumei coragem, do calcanhar para isso, respondi que a muito tempo eu já não podia vê-la por perto que ficava assim, extremamente agitado e com o cacete quase explodindo de tanta tesão.
Ela na maior sem-cerimônia e sem dizer uma palavra,virou de frente pra mim e sentada no sofá, agora com as pernas abertas de forma a ficar mais a vontade, me puxou pela cintura e com uma das mãos foi retirando de dentro do calção o meu cacete, que naquele momento estava em ponto de jorrar na sua cara. Abaixando um pouco mais o short começou a me masturbar lentamente, verificou bem com seu olhar e devagarinho foi levando a boca, primeiro com lambidinhas em volta da cabeça, fazendo movimentos circulares com a língua, depois colocando o corpo bem lentamente dentro da boca, até ficar com mais da metade escondido dentre aqueles lábios maravilhosos. Neste meio tempo eu já não sabia mais o que estava fazendo, agarrado a seus cabelos sentia a sua língua passear pelo meu cacete, estava delirando. Quando senti que era inevitável a gozada, tirei de sua boca e beijei-a loucamente, como se fosse a primeira namorada.
Me abaixei e de joelhos fui tirando lentamente aquelas calcinhas, deixando a mostra uma bucetinha rosada, com poucos cabelos e naquele instante já molhada de tanta vontade de ser fudida. Levei minha língua até seu clitóris e ela gemendo puxou minha cabeça contra aquela bucetinha que assim como a da minha mulher tinha um sabor especial, lambi muito sua xana, enfiando a língua dentro daqela fenda e virando ela de quatro, segurando-se no sofá, chupava com volúpia sua bucetinha e o seu cuzinho, que também estava rosadinho, bem limpinho tinha o sabor de uma trepada inesquecível.
Deitei no chão em cima do tapete e ela como se estivesse a meses sem trepar abocanhou novamente meu pênis e eu virei-a de forma a poder continuar com a língua dentro daquela coisa gostosa, não demorou muito e senti o seu corpo se retorcendo e em instantes um orgasmo ecoa dentro dela, fazendo com que aperte minha cabeça entre suas coxas, e eu mais ainda mexo e remexo minha língua dentro daquele rabo, ao que ela tenta sair pois sente pequenos choques ao sentir minha língua lambendo seu clitóris.
Segurei o máximo que eu pude minha gozada e ficamos parados por alguns minutos, refeita, me dizia: “Agora sei por que minha irmã não te deixa, o único problema agora é que eu quero ao menos dividir com ela as vezes”, peguei-a pela cintura e ajudei com que levantasse, sentado no sofá, puxei ela pra cima de mim, meu cacete não aguentava mais e queria gozar. Ela ajeitou-se e de frente pra mim foi sentando no meu colo, com a sua mão direccionou meu pénis para a porta de entrada e foi descendo devagar. Senti cada milímetro em que entrava dentro dela, bem devagarinho cheguei até onde podia e ela começou a rebolar lentamente em cima de mim. Creio que foram no maximo 5 movimentos de vai-e-vem e….jorrei violentamente dentro dela, explodi como se fosse um vulcão.
Ao sentir aquele jato quente ela ficou mais excitada e freneticamente começou a rebolar, em poucos segundos agarrou-se a mim e de tanto prazer chegava a tremer o corpo. Gostaria de nunca ter que terminar aquela tarde, mas minha esposa chegaria em poucas horas e a gente não podia deixar rastros. Ficamos um tempo curtindo aquele momento e aquela loucura, eu ainda estava dentro dela, meu pau tinha dado uma relaxada, mas estava novamente voltando a erecção completa.
Ela levantou-se, foi até o banheiro e limpou seu lindo rabinho, voltou e me pediu para colocar por trás, para colocar em seu cuzinho. Não hesitei pois estava de novo de pau duro, lubrifiquei bem aquele cuzinho rosado e devagarinho fui colocando.

Massajando seu clitóris e colocando devagar.Ela quase chorava, num misto de dor e prazer. Primeiro a cabeça ,ela quase desistiu neste momento, depois o resto sem forçar, até o final, sem mexer. Quando senti que ela já estava melhor e que a dor estava se transformando em puro prazer, comecei a estocar com todo o carinho e sempre massajando seu rabinho. Não demorou muito pra ela se soltar e começar a pedir que eu fizesse com força, ela começou a rebolar e com movimentos rápidos quase arrancava o meu pau de dentro do seu cuzinho, eu com o dedo enfiado na sua xana, estava nas nuvens, quando senti que o seu corpo começava a se retorcer e tão rápido quanto começou , chegava novamente ao orgasmo, continuei a estocar e gozei dentro daquele cuzinho como se fosse para deixar marcado o território. Despencamos os dois no tapete e quase sem forças quase dormimos ali mesmo. Assustamos levantamos, ela foi ao banheiro e se vestiu, saindo la de casa da mesma forma que entrou, calmamente. Nunca conversamos sobre o acontecido e até hoje de vez em quando ainda nos encontramos em algum motel.
Sem culpas e sem remorsos, amo minha mulher e se tudo correr bem ainda trepo com as duas juntas. São muito deliciosas!

Minha esposa e seu patrão

Ola, sou de Curitiba/Pr. e minha esposa trabalha em uma conhecida farmácia da cidade, na qual esta desde de 2003 trabalhando.
Alias quando nos conhecemos à três anos atrás ela já trabalhava neste local.
Então vamos aos fatos, durante algum tempo estava desconfiado da minha esposa pois o tratamento dela por parte do farmacêutico e dono da farmácia era no mínimo estranho, pois pareciam na verdade amigos.
E para piorar a minha desconfiança um dia fui busca-la a noite após fechar a farmácia. Fiquei aguardando no estacionamento.
Minha esposa e seu patrão
O estabelecimento fechou as 21:00 hs. e já passavam das 21:45 hs e nada dela sair. Claro que durante esse tempo liguei para o celular dela indagando-a sobre a demora em resposta ela me disse que estava com dificuldade em fazer o fechamento do caixa dela.
Então quando o relógio já apontava para quase 22:00 hs. ela saiu da farmácia. Ela entrou no carro meio estranha mas através da nossa conversa ela foi conseguindo sair bem pela tangente.
Porem minha duvida permaneceu. E no dia seguinte liguei para Nilson, sub-gerente e perguntei quantas pessoas ficaram para o fechamento da farmácia na noite anterior.
Prontamente me respondeu que apenas o Ri… e a Li… ficaram.
Então combinei em almoçar com ele e abri o jogo sobre minha desconfiança. Ele também tinha uma certa desconfiança sobre os dois, então falei que estava na eminencia de separação. Mas judicialmente precisa de provas.
Prontamente ele se dispôs a colaborar comigo.
Ele deixou uma filmadora escondida na farmácia mais precisamente no escritório do Ri…
Após um mês consegui as provas e a confirmação da minha desconfiança.
Não vou entrar em detalhes sobre o que continha nas imagens, pois afinal o que um homem faz com uma mulher safada e gostosa todos sabem.

Minha esposa seduziu a empregada

Somos um casal de 50 anos e moramos em Fortaleza.
Temos uma empregada muito gostosa e cheia de tesão. Desde que ela chegou em nossa casa que venho fantasiando transar com ela e minha esposa, porém, minha esposa só fazia fantasia na cama, não tinha coragem de ir até ao fim.
Certo dia, voltávamos de uma festa onde tínhamos bebido bastante quando chegamos em casa, ao passar em frente ao quarto dela, nossa empregada estava só de camisa, mostrando a tanguinha vermelha dentro de sua regadinha.Minha esposa seduziu a empregada
Minha esposa me chamou para eu ver e foi nessa hora que vi que ela também ficou excitada com a visão da bunda gostosa da nossa empregada. Ela se aproximou da cama e sentou perto dela e começou a alisar a bunda dela até que ela acordou assustada.

A minha esposa pediu para ela ter calma que estava só admirando a beleza de sua bunda. Ela se acalmou e minha esposa continuou e ela começou também a ficar excitada.
Ela perguntou por mim e minha esposa respondeu que eu também tinha visto a bunda dela e que estava doido para alisar também.
Ela ficou um pouco indecisa e minha esposa deitou ao lado dela e começou a meter a mão por baixo da blusa até aos peitos.
Quando ela pegou nos peitos, a nossa empregada começou a gemer e minha esposa cada vez mais excitada começou a mamar os peitos dela e ela gritando de tesão.
Depois começaram a se beijar, minha esposa tirou a calcinha dela e chupou a buceta até ela gozar na boca dela. Depois ela chupou a minha esposa que gozou gostoso também com a língua da nossa empregada.

Eu já não aguentava de tesão e gozei como nunca tinha gozado. Em seguida elas vieram para mim querendo pica e me chuparam até o pau ficar duro de novo e aí meti nelas até gozarem outra vez.
Hoje, todo dia minha empregada dorme na cama com minha esposa e eu durmo na rede, após todo o dia há sempre uma fodinha.