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Mais um relato erótico do Sr. A.
Em trabalho sempre acontecem situações de proximidade. Tinha uma amiga e também minha colega de trabalho que não andava bem com o namorado, na altura eu também tinha terminado uma relação com uma pessoa que foi uma paixão, em suma os dois andávamos em baixo…
Fomos fazer um trabalho de campo, isso implicava um andar com o carro e o outro a pé… Como cavalheiro, resolvi ir eu a pé e ela do carro.
Andávamos a fazer o nosso trabalho quando a minha colega começou a mandar bocas:
- Comia-te todo, apetecia-me apalpar-te esse cu jeitoso…. etc…
Levei aquilo na boa, brincadeira de amigos…
Nesse dia o namorado passou para a vir buscar e ela não quis ir com o namorado e preferiu regressar para casa comigo. Mais uma vez levei aquilo numa boa imaginando que ela teria tido uma discussão com o namorado…
Isto passou e na sexta à tarde, recebo um telefonema dela se não queria ir passar o Sábado com ela, que o namorado não ia estar.
A casa, naquela altura, era dela e do namorado então eu resolvi aceitei como amigo.
Almoçamos nesse Sábado, ela fez o almoço, bebe-mos uns copos, e ficamos na conversa e a beber, ela era uma pessoa com um aspecto de senhora!!! Tinha um ar altivo, e ao mesmo tempo, para quem não a conhecia, um ar de sonsa, de pasmada, de quem não partia um prato digamos assim!!!
Mas, como os copos são terríveis, (não que alterem nada, só libertam para se fazer o que sóbrios simplesmente desejamos, só que achamos que não devemos fazer, ou seja, os copos não passam de uma desculpa) começamos a falar de sexo!!!!
Claro que a conversa iria parar aí, até porque eu tinha uma enorme curiosidade em relação ao que ela poderia fazer na cama… e ela afinal não brincava quando dizia o que dizia!!! 
De repente ela disse-me:
- Vamos para o quarto, está-se lá mais quente…
Estávamos no Inverno…
Ela arredou o edredão e deitamos-nos por baixo, e como é óbvio tocamos-nos ao de leve…. Trocamos um daqueles olhares e, upsssss já esta a desgraça feita!!!!
Ela pega-me um valentíssimo beijo na boca….
Mas a maior surpresa foi quando ela integralmente me rebentou os botões da camisa, saltou-me em cima e começou a esfregar-se no meu caralho.
Mesmo estando os dois ainda com as calças vestidas, ao tempo que se esfregava tirou a roupa da parte superior, colocou as mamas na minha boca e disse:
- Chupa-as como nunca chupastes nenhumas.
E eu que sou bem mandado…. hahaha comecei a chupa-las, e passar a ponta da língua nos bicos…
Enquanto isso ela foi desapertando as calças dela, e as minhas.
Depois, afastou-se um pouco e despiu-se toda, arranco-me as calças e as cuecas. Voltou a sentar-se em cima, e de uma vez só enfiou-o todo dentro dela, foi-se movimentando e rebolando em cima dele…
O corpo dela era surpreendentemente mais interessante do que se imaginava quando ela estava vestida!!!
De repente levanta-se e diz-me:
- Agora quero ser comida como uma cadela…
Encostou as mãos numa cómoda que tinha no quarto, eu coloquei-me em pé atrás dela e enfiei-lho até bater no fundo…
Ela olhava pelo espelho assim como eu e isso dava uma excitação ainda maior.
De repente mandou-me parar e voltou-se… pegou nos seios, apertou-os e disse para lho esfregar todo no meio daquelas tetas… bater-lhe com ele nos bicos, e eu assim fiz.
Já estava demasiado doido…. Peguei nela, sentei-a na cómoda, ela sentada bem na beira, com as pernas nos meus ombros, e encostada ao espelho… Fui-lho espetando todo com aquela cona bem aberta para mim…. tirava-o todo fora e depois enfiava-o de uma vez só, ate sentir que ela estava quase lá….
De repente sela pediu para o meter todo e roda-lo lá dentro…
E eu mais uma vez assim obedeci…. e ela teve um tremor como se tivesse entrado em água gelada, e veio-se abundantemente.. E gritou:
- Vem-te todo dentro de mim, dá-me o teu leite todo!!!!
Isso fez-me ficar doido e enfiei-lhe o meu caralho todo com muita violência mesmo, até me vir todo dentro dela.
Ficamos ali a olhar um para o outro extasiados…
Acabamos por ficar o fim-de-semana juntos, e dar mais umas belas fodas, na verdade foi foder e mais foder até ao Domingo à tarde, quando chegava o namorado. Combinamos que nada disso se saberia no trabalho como é óbvio, e assim aconteceu, continuamos bons Amigos.
A única coisa que mudou foi o facto de a partir desse dia saber que a minha colega de trabalho sabia foder e não era pouco!!!!!

Mais um Relato erótico do Sr. A.
Kizomba, não sabia o que era e não sabia dançar, ainda agora sei!!!
Um dia sai do barco e fui a um bar de música africana, estava no meu cantinho a falar de pesca a beber o meu copo, e chega-se o meu lado uma menina cabo-verdiana, amiga dos marinheiros com quem eu andava no Barco, e convida-me para dançar.
Eu como não sabia fiquei incomodado, mas depois da insistência dela e dos marinheiros que quase me empurraram lá fui.
Primeiro a apanhar o ritmo, que é bem simples, como ela dizia “dois para um lado um para o outro”, e de facto é assim mesmo!
Só que teve um problema, que foi termos de dançar agarrados, quase sem mexer os pés, o mais que se fazia era roçar os órgãos sexuais.
Ela era uma pessoa morena cabelos bem pretos (em Portugal se chama cabrita), um corpo perfeito, seios médios e umas coxas de deixar qualquer homem de rastos, além de um rosto lindo demais, e uma voz extremamente sensual…
Durante a dança, mesmo comigo desajeitado, o calor começou a despertar, porque alem dos atributos físicos, ela tinha um perfume divinal.
Com aquele roço todo eu já não via bem, e falar com ela estava a ficar complicado.
Eu estava extremamente excitado, e é claro que ela notou! Era impossível não acontecer…
Disse-me ao ouvido:
- Queres ficar por aqui ou queres ir usar o que estou a sentir no meio das tuas pernas?
Limitei-me a sorrir e a olhar, com aquele olhar que simplesmente dizia tudo…
Saímos do bar, com as piadas dos marinheiros claro, e fomos passear na avenida ao lado do mar.
A noite estava quente, e o cheiro a mar mais me excitava…
Descobrimos uma entrada para o meio das rochas, ela puxou-me literalmente, e embrenhamos-nos no meio daquelas rochas negras até um ponto em que existia areia. O aspecto era de um castelo medieval, um pátio no meio e rodeados de rochas.
Ela encostou-se a mim e começou a esfrega-lo com as mãos divinais que tinha, é que eu ainda nem tinha conseguido baixa-lo sequer!
Só o toque dela durante o caminho, e a imaginação a voar deixavam-me num fogo brutal.
Beijamos-nos na boca com as línguas bem enroladas, como se nos quiséssemos sufocar um ao outro num simples beijo.
As minhas mãos apalpavam as nádegas firmes dela, o meu peito estava colado ao dela, senti-lhe os seios rijos, os bicos enrijecidos pela excitação.
Ela desapertou-me a camisa bem devagar ao mesmo tempo que eu desapertava blusa dela. Assim que ficamos semi-nus, ela beijava-me o peito segurava as minhas nádegas e apertava-me contra ela, eu ia mexendo naquele cabelo, sedoso e negro, ela foi descendo e desapertou-me o cinto, os botões das calças e beijou em volta dele fazendo um suspance, que me deixava terrivelmente desejoso que ela o metesse na boca.
E de repente ela tirou-o fora e meteu-o todo na boca, engoliu-o de uma vez só, isso provocou-me um arrepio, e ela sugou e sugou.
Ai foi subindo sempre a me beijar, a passar a língua na barriga no meu peito. Eu decidi retribuir, e fui descendo a beija-la toda a lamber os seios a chupa-los, a lamber a barriga…
Ela tinha uma saiinha curta, eu levantei-a e ela segurou-a com as mãos, desci-lhe as cuecas e comecei a chupar e a lamber aquele grelo duro, a lamber-lhe o interior das coxas, notei que isso a deixava doida, e assim fui chupando.
Dobrei a língua em V, para a tornar mais rija, e fui-a enfiando naquela greta, em suma fodendo-a com a língua, ela segurava na minha cabeça e pressionava-a contra ela.
Subi da mesma forma que desci a lambe-la e a chupa-la, quando cheguei à boca dela olhamo-nos nos olhos…
Os dois sabíamos que chegara a hora de eu lha enfiar toda. Ela abriu as pernas, e colocou uma delas numa saliência ali ao lado, encostada as rochas (ela segurava a saiinha dela e eu com as calças no fundo das pernas sobre os sapatos), enfie-lho todo de uma vez só. Ela deu um suspiro mais forte, a coninha dela foi sem duvida nehuma a coninha mais quente que algum dia já fodi!!! Tinha uma temperatura completamente fora do vulgar, parecia que tinha uma fogueira dentro, uma delicia…
Fomos fodendo e fodendo, os gemidos dela e os meus suspiros misturavam-se com o barulho das ondas de um lado, e os carros a passar na avenida do outro.
Enquanto nós fodia-mos ia-mos esfregando os corpos um no outro, beijando, chupando as línguas…
De repente senti-a agarrar-se com mais força e a gemer mais intensamente… sabia que estava quase a acelerei o ritmo, e juntos chegamos ao clímax. Ela libertou liquido como eu nunca tinha sentido pois eu sentia-o a escorrer, quente, pelo meu caralho a baixo a inundar-me os sacos.
Foi uma sensação divinal, ficamos ali colados a sentir os corações acelerados, a olhamos para o lado para ver como nos podíamos limpar, vimos um charco de água salgada e foi o que serviu naquele momento!!! Secamo-nos com lenços de papel…
Subimos para a estrada e voltamos ao bar, pedimos umas bebidas e ficamos até de manha na conversa…
Foi uma das grandes noites, daquela ilha… uma noite de sexo quente… Voltamos a estar juntos mais umas quantas vezes e sempre foi a foda mais quente e húmida que já mandei!!!

Relato Erótico do Sr. A.
Muitos dos nossos desejos mais escaldantes guardamo-los para nós, não os partilhamos por serem socialmente inaceitáveis. Eu tinha uma amiga que tinha os mais diversos sonhos e fantasias, e encontrou em mim a pessoa capaz de os resolver… uma pessoa que incrivelmente parece tímida, mas que no fundo não é!!!
Certo dia entre muitas das suas fantasias, disse-me que queria sentir a sensação de ser prostituta de beira de estrada.
Perguntou-me se eu seria capaz de lhe realizar este sonho. Na altura, eu trabalhava no meio das matas portanto, não havia nada mais fácil…
O desejo que ela tinha era o de ter um homem a cheirar a suor, de barba por fazer… em suma, um camionista que andasse na estrada com vontade de uma boa foda, e eu era o tal personagem… Por isso, combinamos numa sexta feira eu passar num determinado local, com a Pickup, bem suado e com barba de duas semanas,só tivemos de marcar a hora para ela não se expor aos perigos que todas as pessoas tem noção que essas prostitutas correm no exercício da sua actividade…
Ela colocou uma quantia suficiente na minha conta para eu lhe pagar tudo quanto ía pedir….
Uma hora antes disse-lhe que passaria naquele local. Ela preparou-se a rigor com a sua saia curta, as roupas típicas da função, a sua maquilhagem acentuada, e o seu perfume.
Passei e vi-a, encostei e pergunte-lhe quanto é que ela levava por um broche, ela disse o valor e eu concordei.
Entrou na carrinha e procuramos um local reservado no meio do mato, maravilha das carrinhas todo terreno levam-nos aos locais mais remotos e com as paisagens mais bonitas. Paramos no cimo de uma serra, o ponto mais elevado da região…
Ela como profissional desapertou-me, as calças tirou o meu caralho para fora e colocou-o na boca mexendo a língua, e sugando suavemente até o sentir duro. Foi chupando… era esse o preço definido um simples broche, mas como “verdadeira” prostituta assim que viu que ele estava duro e eu a deleitar-me com as suas chupadas, levantou a cabeça e perguntou se ia só querer aquilo… elogiou a cona dela, como sendo uma delicia, os seios como sendo um maná dos Deuses… e na verdade, eram de facto algo de extraordinário, quer no tamanho quer na forma. E como é óbvio fez rasgados elogios ao meu caralho grosso e comprido ( elas também mentem um pouco )…
Eu com a minha virilidade, e meu ego em alta, acedi a avançarmos mais, mas reclamando sempre do preço…
Ela sai da carrinha e comigo sentado no banco virado para a rua começou a passar o meu caralho no meio das mamas dela, isso aumentou mais e mais o meu tesão… tudo já era possível.
Perguntei-lhe o preço de um serviço completo cu, cona, e vir-me na cara dela. Ela disse o preço e eu aceitei…
Depois de uma boa esfregadela naquelas mamas divinais, desci e coloquei-me atrás dela em pé, ela ligeiramente dobrada sobre o banco da carrinha pedia-me que a fodesse e eu enfiei-lho todo na cona… ela gemia de prazer….
Estivemos assim a foder uma boa meia hora até ela dizer: – não aguento mais de tesão no cú!!! Enterra-mo todo, por esse cú a dentro…
Esfreguei-lhe a cabeça do caralho bem molhada no cu para que ela ficasse bem lubrificada, deslizando-o entre as nádegas, colocando a cabeça húmida bem no centro do buraquinho. E ai enfiei-lho todo de uma vez só…
Ela gemeu mais forte, não de dor mas de um intenso prazer. Fui fodendo cada vez mais rápido e ela cada vez mais perto de chegar ao orgasmo…
A paisagem era linda, o ambiente da natureza era fenomenal, o barulho da civilização bem longe, e os gemidos dela e meus pareciam fazer o som de tambor que ritmava tudo isso. De repente ela esvai-se num valentíssimo Orgasmo, e eu estava perto de fazer o mesmo… ela apercebeu-se, ajoelhou-se na minha frente e chupava-o como se o mundo fosse acabar, quando sentiu que eu estava quase a vir-me apontou-o à cara com a língua de fora e deixou que eu jorra-se tudo na cara dela… depois pegou nele e esfregou-o como se fosse um pincel… Isso mais que o orgasmo fez-me ver estrelas!!!
Terminou, ela limpou-se eu também, levei-a de novo à beira da estrada e segui caminho.
Mais tarde em conversa chegamos os dois à mesma conclusão: a prostituição deve ser valorizada e as prostitutas respeitadas por aquilo que fazem. Afinal de contas esta encenação proporcionou-nos um prazer estonteante!!! Há que dar valor a cada putinha nova que aparece na beira da estrada!
Repetiu-se mais tarde a mesma situação num bordel mas deixarei para outra ocasião. ![]()
RELATO ERÓTICO DO SR. A.
Agosto, eu e a namorada da altura resolvemos ir passear pelas montanhas. Tudo normal um dia quente, saímos do carro para fazer uma caminhada, embora o tempo estivesse daqueles, a ameaçar desabar uma tempestade. Ela levava um calção bem justinho, assim como o top, eu de calção e t-shirt. De repente desaba uma daquelas cargas de água, como é óbvio em minutos ficamos todos encharcados.
A preocupação era descobrir um abrigo, e vimos ao longe um casebre, aparentemente abandonado. As nossas roupas colavam-se ao corpo e as formas estavam bem definidas, ela corria na minha frente e eu via as nádegas dela a abanar, e que nádegas que ela tinha, eram simplesmente prefeitas!!!
Ao chegar ao casebre a porta estava presa só por um arame, abrimos e entramos, lá dentro existia só palha, era um celeiro. Olhamos um para o outro a escorrer agua mas sem frio pois estava um dia quentíssimo. Começou a trovejar e a relampejar, e ela sempre teve receio de trovoadas e agarrou-se a mim. O corpo dela via-se através das roupas, os bicos dos seios, aqueles seios lindos que ela tinha, via-se o papinho da cona, era como se ela estivesse nua mas muito mais sensual, eu estava da mesma maneira todas as formas se viam através da roupa.
Colados um no outro começou a dar aquela vontade, e eu sempre no desejo de fazer sexo ao ar livre… então, ela meteu a mão nos meus calções e esfregava-o, eu, as mãos nos calções dela e esfregava-a, sentia a minha mão cheia e comecei a senti-la molhada, ela agarrava o meu caralho e esfregava-o de cima a baixo, o cheiro da terra molhada, misturado com o cheiro da palha, o vento lá fora, o barulho dos relâmpagos, a porta a ranger, a chuva a cair tudo isso estava a proporcionar um ambiente surreal, enfie-lhe dois dedos na coninha e ela suspirou.
De repente ela ajoelha-se na minha frente e baixa os calções, não totalmente só a pontos de o tirar para fora, e abocanhou-o primeiro só com os lábios a volta da cabeça dele, e a dar uma lambidelas, tendo o cuidado de passar a ponta da linguazinha no buraquinho dele. De repente abocanha-o todo ate não lhe caber mais na boca….
Essa sensação de sentirmos o caralho a ser engolido dá um prazer enorme, ela olhava sempre nos meus olhos para se aperceber se eu estava a tirar o máximo prazer. Tirava-o da boca e passava-me a língua desde o fundo dos tomates ate a cabeça dele.
Estava a ser demais, ela tirou o top e começou a esfregar as mamas, roçava-se com elas desde o caralho ate ao meu peito e esticava-as até a minha boca para eu as poder lamber.
Eu já estava cego de tanto tesão. Agarrei-a e virei-a de costas para mim, fiz com que ela se dobrasse e se agarra-se a uma espécie de cerca que ali se encontrava para segurar a palha, e enfie-lho de uma estocada só, ela fez aquele suspiro, eu comia-a à força toda… aninhei-me um pouco e prendi-lhe as ancas no meio das minhas coxas, enquanto lhe dava umas valentes palmadas naquelas nádegas.
Enterrava-lho todo ate sentir que batia lá no fundo e a sentia gemer mais e mais.
Dobrei-me sobre ela e agarrei-me também a cerca, e empurrava-a para a frente, como se a quisesse-se varar com o meu caralho. Ela pedia para lhe enfiar mais e mais, que a comesse toda, eu chamava-a de vaca, ela dizia: enfia caralho!!! só tens isso para dar???
Isso ainda me entesava mais e enterrava-o ate começar a sentir que entrava mais atrás, numa zona mais apertada, ela gemia de prazer. Até que senti as pernas dela a tremer, a gritar de prazer, e esporrei-me todo bem lá no fundo, ela abriu as pernas como se tivesse perdido as forças e simplesmente deixou-se cair e sentou no chão a arfar. Ficamos ali mais uns minutos abraçados. Esperamos que o temporal passasse e fomos tomar um banhinho ali próximo num ribeiro… ao ar livre, tal como viemos ao mundo…. e estes relatos eróticos ainda não ficam por aqui… esta história tem continuação, mas ficará para uma próxima!!! Boas Fodas como diz a minha amiguinha Coelhinha! ![]()
Relato Erótico do Sr.A
Andava eu pelas ilhas. Nas minhas idas e vindas do mar conhecia uma menina muito gira mesmo. Pequenina, mas com uma cara linda e umas pernas e seios de fazer um homem levantar o pau só de imaginar. Saímos umas vezes… eu tinha namorada na altura, por isso tentei manter a compostura, mas os olhares que lançávamos um ao outro não deixavam duvidas, era só uma questão de tempo. Certo dia ela foi-me levar ao barco como sempre, os apupos dos marinheiros, os piropos eu sentia-me o rei da capoeira. Antes de embarcar ela disse-me: “quando voltares vais ter uma surpresa“….:) Admito que não liguei muito. Sai para o mar só voltei 5 dias depois, ainda o barco vinha longe ela ligou: “Já vi que vens a caminho, as dez horas aparece no bar do costume, vais ter a tua surpresa”.
Achei que seria alguma recepção mais elaborada, nada me fazia prever o que estava para acontecer. Entrei estava ela e uma amiga do mesmo género que ela, as duas vestidas de saias curtas e tops provocantes, fiquei com o coração aos pulos, depois de 5 dias com homens no mar era como chegar ao paraíso. Bebemos uns copos e a conversa foi parar no sexo. A minha amiga perguntou se eu gostava de as comer às duas, hesitei, mas respondi sim porque já estava entesado só de as ver, mas…apesar de tudo, achei que era uma brincadeira delas, a brincar com um pobre marinheiro. Levantamo-nos e a minha amiga disse: “vamos para minha casa beber mais um copo”.
Quando chega-mos a casa elas mandaram-me sentar no sofá e foram para o quarto. De repente aparecem as duas só de roupa interior com uma garrafa de champanhe na mão e a beijar-se. Fiquei deslumbrado e incrédulo. A minha amiga perguntou: “vais ficar ai ou vais-nos fazer companhia???”. Entrei em cena, elas abraçaram-se a mim uma atrás, outra na frente e roçavam-se todas, uma delas tira-me a camisa e despeja-me champanhe no corpo, as duas começaram a lamber-me. Pensei, morri e estou no paraíso…
Baixaram-me as calças, as cuecas e tiraram o mangalho para fora que já doía de tão inchado, e à vez vão o metendo na boca e lambendo, as duas ajoelhadas na minha frente. Enquanto uma o chupava a outra lambia-me os tomates, elas sabiam que depois daquele tempo de seca não iria aguentar, e uma delas disse: “vem-te agora que já tratamos de te por em forma para nos comeres como deve de ser!!!” Ao ouvir aquilo esporrei-me todo na cara delas. Elas limpara-se e acenderam um charro para os três. Fumamos enquanto elas me esfregavam o mangalho, e eu lhes metia as mãos nas cuecas e segurava aquelas coninhas molhadas, não foi difícil pôr-mo de pé, de novo. Enquanto eu as esfregava elas tiraram os sutiãs uma a outra, e esfregavam as mamas de uma contra as mamas da outra por cima de mim. Eu estava toldado. Deitam-se as duas de barriga para baixo lado a lado e pedem-me par as comer à vez….. era demais meter na cona de uma, dar duas ou três bombadas… meter na outra e assim sucessivamente, enquanto ia ouvindo os gemidos das duas.
De repente a menina que conhecia à mais tempo diz-me: “Queres comer o cu à minha amiga??? Ela quer experimentar, nunca lho comeram!!!”
Eu tinha curiosidade nunca tinha comido nenhum cu e então estroncar aquele cuzinho virgem!!!! ui, agradou-me e muito a ideia!!!
A minha amiga sentou-se de pernas abertas na frente da outra, a outra colocasse de quatro e chupava a crica à minha amiga, enquanto esta lhe fazia carinhos e lhe dizia: “vais ver que bom que é….”
Deu-me um frasco de lubrificante e eu coloquei-o no meu caralho e bem devagar meti-lhe um dedo no cu para a lubrificar bem, sentia-a gemer… a minha amiga acenava com a cabeça como que a aprovar e com uma cara de quem estava a adorar aquilo, e assim ainda mais tesão me dava… Encostei-lhe a cabeça do mangalho, ela fugiu um pouco, segurei-a pelas ancas e fui forçando devagar… sentia-a a gemer com alguma dor e ao mesmo tempo prazer. A amiga dela segurava-lhe na cabeça e dizia: “aguenta, deixa que ele to enfie todo…”, e fazia-lhe festas, segurava-lhe na mão como que a dar-lhe apoio… Isso estava-me a matar de tesão, a minha vontade era enterra-lo de uma vez mas sabia que não podia.
Assim, fui metendo por aquele cu apertadinho ate conseguir mete-lo todo… ela gemia um pouco e queixava-se que lhe doía demais, mas a amiga não deixou que ela desistisse. Fui-o mexendo devagar tirando e metendo bem devagarinho para ela se habituar… A amiga levantou-se e veio ela meter mais lubrificante, meteu a cabeça no meio das pernas da outra e começou a lamber-lhe o clítoris, e os meus tomates… uiiiiiii era demais. De repente levanta-se e disse: “agora é a minha vez vais ter de me comer o cu também!!! E sem cuidados… porque o meu já não precisa…”
Enfiei-lho já com facilidade, via-se que era um cu experimentado. Pela primeira vez e única tinha quatro buracos à minha disposição, duas mulheres lindas ali de 4 com os buraquinhos todos expostos…. Metia em todos, era como andar a fazer um jogo!!! era uma delicia…
A minha amiga depois de a enrrabar um bocado veio-se, gritava, gemia, e beijava a outra, eu coloque-me atrás da outra e comecei a lambe-la toda, não tardou muito que ela se viesse também…. só faltava eu… Mas depois do charro e de algum álcool parecia que nunca mais ia descer… elas notaram e de novo ajoelharam-se na minha frente e disseram: “tens de dividir o leitinho na boca das duas”.
Começaram a esfregar-me as mamas, no caralho, as duas ao mesmo tempo… e que par de mamas que tinham… eram descomunais e rijas…. As duas a passar as línguas na cabeça dele, e a pedir: “dá-nos esse leitinho todo…” Olhavam com um ar de quem implora por isso, e eu de repente jorrei de novo nos lábios das duas… elas ávidas chupavam à vez, parecia que cada uma queria ficar com mais leite naquelas bocas.
Não era uma das minha fantasias, mas valeu muito a pena. Sexo com prazer é ser comido por duas mulheres…. sem duvida é delirante!!!! E com vocês assim partilho os meus testemunhos eróticos reais…

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