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Como me tornei corno

Olá amigos, virei corno em um domingo que eu convidei cinco amigos da empresa onde trabalho para um churrasco a tarde em minha casa, já que nossos dois filhos estavam passando o feriado prolongado na casa da avó em uma cidade aqui próxima, que teria um show no sábado.
Sou casado com a cleonice a vinte e cinco anos, e nesse tempo, ela sempre foi muito recatada e não havia me traído, pois se dedicou a família a criar nosso filhos, como mãe zelosa que sempre foi.
Mas voltando ao assunto que nos interessa no momento, minha casa tem uma varanda na frente e um quintal grande nos fundos, com muros bem altos por causa da segurança familiar nos tempo de hoje, então neste quintal fiz uma churrasqueira e coloquei um chuveiro grande, para aproveitarmos os finais de semana em família.
Pois bem, avisei a cleonice que meus amigos do serviço viriam após o almoço para tomarmos cerveja e assarmos carne.
Cleonice gosta de um churrasquinho mas bebe pouco.
Tudo combinado, por volta de duas da tarde meus amigos que eram cinco, chegam em minha casa, quando chegaram eu mais a cléo já tínhamos carne assada e cerveja gelada para servi-los, e como o calor era forte em Fevereiro, eu disse para eles que ficassem a vontade, poderiam ficar sem camisa e quando quizessem poderiam entrar no chuveiro.
No começo estávamos meio tímidos, pois cléo não os conhecia e então eles ficaram meio encabulados de tirar a camisa e ficarem só de bemuda, mas com o passar do tempo, a cerveja rolando, papo indo e voltando, sd de pagode rolando solto, o clima ficou mais leve e a cléo já dançava lá no meio de nós, e ela vestia uma blusa branca(sem sutian por causa do calor) e uma bermuda leve de algodão, tudo muito simples e comportado.Como me tornei corno
Lá pelas quatro e meia já estávamos um pouco altos pela cerveja (a cléo também pois esse dia ela bebeu um pouco além do costume),e nós os homens já havíamos nos refrescado varias vezes, mas cléo não tinha ido nenhuma vez, acredito que por estar de blusa branca sem sutian, até que o romualdo mais chapado que os outros falou:
– uê, sua mulher não vai se refrescar não?
Quando eu pensei em responder o arnaldo disse:
-vamos jogar ela debaixo do chuveiro, que acho que ela tá com vergonha de nós…e falando isso , rindo e chamando o romualdo, pegaram a cléo pelos braços e apesar de seus protestos, abriram o chuveiro e a colocaram debaixo da agua, mas foi imediato, assim que a agua caiu em cima dela, seus peitos apareceram por sob a blusa branca, que ficou transparente e os bicos do seu peito ficaram durinhos,ela meio que envergonhada tentava sair debaixo da água, mas os dois não deixavam, rindo muito, não perceberam que os peitos dela estava a mostra…
Os meus outros três amigos perceberam aqueles peitões aparecendo e chegaram também no chuveiro e começaram brincar com ela, então o jairo falou:
-é wagnér, sua mulher tem uns peitões bem gostosos…
Quando cheguei perto, todos a rodeavam e olhavam para os peitos dela, percebi então, que ali iria rolar algo, pois a cléo, ainda continuava debaixo do chuveiro com os peitos aparecendo som os bicos ainda duros, só que agora meus amigos já haviam soltado seus braços, e todos nós estávamos excitados(não tinha como não ficar de pau duro) tomei as rédeas da situação e disse a ela:
– cléo você é a única que está de camisa aqui, quando disse isso o jairão disse:
– por isso não, gente vamos tirar a blusa dela.
E então tiramos a blusa da cléo, que já havia se rendido a situação e resolveu soltar de vez seu lado vadia e disse:
– já que é para tirar, vou tirar o resto , e se abaixou e tirou sua bermuda e calcinha ficando totalmente nua na frente de nós.
Quanso ela fez isso o jairo já partiu para cima dela e começou a chupar um dos seus peitos, o outro foi chupado pelo arnaldo, o romualdo enfiou o dedo em sua buceta e começou a masturba-la, no que foi imitado pelo elias, o tonico passou por trás e começou a se esfregar na bunda dela, eu comecei a me masturbar vendo minha esposa ser agarrada e se entregando assim na maior facilidade, para cinco homens até a pouco desconhecidos para ela.
O jairo , tirou seu pau para fora e cléo começou a pagar um boquete para ele se inclinando para frente, o tonico, que a encoxava por trás, abaixou sua bermuda e a penetrou ali mesmo, os outros também se despiram (inclusive eu é claro), pouco depois a cléo se agaixou e foi rodeada por nós, e ela chupava nossos cacetes numa volúpia incrível, depois mandei que ela ficasse de quatro na grama e o tonico voltou a penetrá-la enquanto ela nos chupava.
Cléo gemia e dizia estar adorando levar na buceta, depois foi a vez do arnaldo comê-la e pela ordem o jairo, o romualdo ,elias e por ultimo eu, depois fomos revezando, cada um a penetrando um pouquinho, até que o jairo resolveu comer o rabinho dela, foi difícil a penetração, pois ela me deu o cuzinho poucas vezes na vida, mas depois dela reclamar um pouco de dor, o jairo empurrou a rola toda no cuzinho da cléo, que a essa hora já gemia de prazer, eu entrei por baixo dela e fui chupando o grelo dela, o arnaldo enfiou o cacete na boca de cléo, e poucos minutos depois o jairo goza no cuzinho da cléo, e seu buraco foi logo ocupado por romualdo.
Depois todos nós fodemos seu rabinho, e voltamos a foder sua boceta, eu gozei duas vezes uma em cada buraco, quando todos estávamos saciados, cléo voltou ao chuveiro e se lavou, e ficamos descansando, pois a suruba ainda não ia acabar rápido não, mas agora com mais calma , cléo foi mais uma vez fodida por todos nós.

Depois minha cléo ficou totalmente exaurida por foder com tantos homens de uma só vez.
Mais tarde meus amigos foram embora e ficamos eu e ela apenas, muito felizes por tudo que tinha acontecido e principalmente, sem culpas e nem crises.
No outro dia ne empresa, meus amigos me trataram com todo o respeito.
Quando cheguei em casa dei um beijo em minha cléo e disse-lhe que a amava cada vez mais.
Nossos filhos já haviam chegado da casa da avó, e tudo voltara ao normal. Quando fui deitar cléo me fala isso:
-bom wagner já que você me apresentou esse mundo de prazer, agora não contentarei em ser mulher de uma pica só mais…
Eu novamente lhe beijei e lhe disse que agora ela estava liberada, para transar com quem ela quizesse, mas com discrição por causa dos nossos filhos.
No outro domingo o arnaldo que é separado, nos convidou para um novo churrasco, mas como nossos filhos estavam em casa a cléo foi sozinha (para nossos filhos ela disse que iria na casa de uma amiga), e então cléo repetiu a dose com eles, chegando em casa toda melada e fodida, com a buceta e o cuzinho arrombados…
Minha cléo agora está insaciável, pois alem de transar com meus amigos de trabalho, praticamente todo fim de semana, ela faz academia as terças e quarta hidro-ginastica (onde ela já arrumou uns macahos para a foderem nestes dias.
Na quinta ela arrumou um rapaz para limpar o quintal lá de casa e ele aproveita que nossos filhos estudam a tarde e faz a faxina na grutinha da cléo, nas sexta ela dá umas voltas na parte da tarde em busca de novos parceiros e está pensando em arrumar um parceiro fixo para a segunda (bom tem uma borracharia lá no bairo em que três negões trabalham lá, acho que ela dará para eles também) e pra mim sozinho as vezes durante a semana…
Mas a cléo gosta mesmo é de varias rolas de uma vez…valeu, abraços do corno dos amigos.

Eu e fodendo minhas tres amigas

O fato que vou relatar aconteceu há alguns anos, foi quando eu tinha 25 anos era solteiro morava sozinho.
Tinha uma amiga de infância que também morava sozinha e tinha uma filhinha que de vez em quando hospedava umas amiguinhas em sua casa.
Dora era minha amiga e não tinha tido nenhum envolvimento com ela, mas frequentava sua casa com frequência.
Lá estava hospedada Sandra, com seus 17 anos, linda, gostosa, ninfetinha, pra qualquer marmanjo babar.
Um sábado eu estava no trabalho e o telefone tocou, fui chamado por uma colega, ao atender o tel era Dora me perguntando o que eu iria fazer à tarde e eu disse que iria pra casa após o trabalho. Então ela me disse que iria ate minha casa eu disse que seria um prazer enorme recebe-la em minha casa pela primeira vez.
Ouvi a Sandra gritando do fundo dizendo que faria um streep. Fiquei louco alucinado de tesão. Combinado o horário era só aguardar a hora.Eu fodendo minhas tres amigas
Quando o telefone tocou era novamente a Dora. Me disse que teria mais uma amiga querendo ir também, fui à loucura.
Então chegada a hora la estava eu em casa quando chegaram Sandra gostosa como sempre, Dora com uma cara de safada sem igual e Luiza não era muito bonita mas gostosinha.
Então começou a brincadera.
Sandra começou a dançar fazendo o streep e eu a agarrei tirando sua pouca roupa deixando ela pelada.
Chupei seus peitinhos pequenos duros descendo ate sua xota que tinha cheiro de sexo… lambi com volúpia fazendo gozar na língua então penetrei-a e fui gozando rápido….

Enquanto isso Dora lambia Luiza, visão privilegiada a minha!
Elas fizeram um 69 e eu ali assistindo, quando meu pau levantou de novo ao ver Luiza por cima com o cuzinho rosado pra cima fui logo me engatando como se fosse um cão no cio e Dora ficou chupando minhas bolas… nunca tinha sentido aquele tesão, gozei mais uma vês em Luiza que gozou também.
Então demos uma pausa tomando umas bebidas e Dora começou a passar a mão no pau e chamando Sandra pra chupa-lo.
Ela disse que tinha nojo e Dora então pôs ela na boca dizendo que pinto é que nem sorvete e tentava engolir ela toda…
Sandra chegou mais perto e Dora pode acariciar seus peitinhos durinhos e depois começou a lamber sua bucetinha ainda melada com meu esperma.
Ficando de 4 então comecei a penetra-la gostoso apesar de ser mãe ela ainda tinha uma buceta apertada o que me dava muito tesão o movimento de vai e vem foi ficando cada vês mais rápido ate que explodimos num gozo gostoso ela contraia a buceta querendo sugar todo o esperma do meu pau.

Assim satisfeito elas foram embora e nunca mais rolou outra festinha.
Fui ate a casa da Dora e disse que queria repetir mas ela me disse que a Sandra tinha sido pedida em casamento por um cara mais velho e Luiza virou crente. Ela por sua vez achou melhor não nos evolvermos mais.
Se algumas amigas quiseram e só me add fls44@hotamil.com

Estrupada por policiais

Outro dia peguei uma estrada e fui para o interior de Sampa com minha esposa.
Estacionei o carro debaixo de uma arvore e falei para a ela:
– Amor eu te amo, adoro ser casado com você, me da gostoso aqui no mato.
Ela ficou constrangida de ter relações sexuais no meio de uma estradinha.
Eu a tranqüilizei.
Ela acabou topando com muito custo e dizendo ser mulher direita.
Tirei a parte de baixo da roupa dela.
Ela apoiou-se num tronco.
Eu abri comecei a forçar aquela bucetinha bem devagar.
Enfiando aos poucos.
Até entrar tudo.
ela começar a rebolar no meu pau, dizendo ser só minha, e que me amava.
Ela já estava totalmente solta e a vontade.
Jogava-se contra meu pau rebolando.
Um camburão da policia apareceu na entrada da estrada.
Não dava para nos ver por causa de alguns arbustos.
Como minha esposa não percebeu.
Segurei-a pela cintura enterrei meu pau e parei de movimentar-me.
Com uma das mãos, tapei a boca dela com força.
Com a outra apontei para o camburão e fiz sinal de silêncio.
Os policiais ao passarem por meu carro.
Pararam!
Foram verificar o carro.
Meu carro estava aberto. Eles olharam tudo.
Olharam em volta e já estavam para ir embora. Quando…
Um deles se virou e veio em nossa direção.
Parou atrás de uma arvore e começou a mijar.
Minha esposa deu uma rebolada em minha rola e soltou um gritinho abafado.
Chacoalhando a pica o policial acabou nos vendo, e veio em nossa direção, sem nem mesmo fechar o zíper, apontou seu revolver pra nos, mandou ficarmos parados.
Ficamos ali parados. Estrupada por policiais
A cena.
Eu dentro de minha esposa na frente de um policial.

Ele chamou os outros quatro.
Eles nos olharam rindo e mandaram a gente se separar.
Quando fizemos menção de pegar nossas roupas. Eles mandaram ficar do jeito que estávamos.
Rodeando-nos ficaram olhando e fazendo comentários sobre minha esposinha gostosa.
Pegaram todos os nossos documentos nas roupas.
Deram uma olhada.
Nos dois pelados.
Minha esposa estava a mercê.
Eles fizeram tantos comentários e piadinhas sobre a nudez dela.
Derrepente!
Um deles nos perguntou o que estávamos fazendo ali.
Minha esposa olhou pra baixo.
Eu não sabia o que dizer.
Um outro olhando pra bunda da minha esposa falou rindo pros outros:
– Parece que ele estava comendo ela, não acham.

Outro gargalhando falou:
– Eles vão acabar na delegacia levando uma comida de rabo do delegado.
Minha esposa nervosa gritou que pra delegacia não íamos de jeito nenhum.
Nessa hora me veio a cabeça a idéia de comprá-los.
Ofereci dinheiro.
Eles falaram que não tinha jeito.
Minha esposa implorou a eles, dizendo pro meu espanto, que faria tudo que eles quisessem.
Fiquei pasmo.
Sem ação.
Perplexo.
Era a senha que eles estavam esperando.
A proposta de fazer qualquer coisa partia de minha esposinha.
Um deles olhou pra mim e falou:
– Você gosta de comer sua esposa no mato, então nos vamos comer também.
Outro rindo falou pra minha esposa:
– Vamos botar cinco chifres no corno do seu marido.

Ele tirou o pau pra fora e disse:
– CHUPA VADIA!!
Minha esposa olhou pra mim.
Olhou pros outros guardas.
A essa altura todos iam tirando o pau pra fora.
Minha esposaajoelhou-se, olhou pra mim com o pau na boca disse-me.
– Amor eu te amo muito, só estou mamando essa rola pra resolver nosso problema.
O policial começou a socar a boquinha da minha esposa, com força, abafando, sua frase dita a mim.
Outro guarda aproximou da minha esposa por trás e começou a passar as mãos em seus seios.
Olhando pra mim, minha esposa chupava o caralho do PM com sofreguidão e dizia de boca cheia:
– Amor to fazendo isso por nos dois.
E continuou dando um belo trato na pica do PM.
Ele não aguentou e gozou na boca dela rindo.

Ela engoliu tudo olhando pra mim.
Escorreu um pouco de porra pelo canto da boca dela, ela pegou com os dedos e os chupou melados de porra olhando pra mim e disse:
– Melhor não desperdiçar nada, vai que eles mudam de idéia amorzinho.
A gargalhada foi geral.
Após minha esposa chupar e engolir tudinho, outro PM, fez ela se apoiar num tronco de arvore e enfiou de uma só vez o caralho na boceta da minha esposa, arrancando dela um grito. Outro se aproximou e colocou na boca dela.
Enquanto um a fodia na xota e ela mamava outro, olhei pra ela percebi que ela dominava a situação rebolando em um caralho e chupando o outro.
Ela mexia tão gostoso e chupava com tanta gula que eles não aguentaram por muito tempo e gozaram os dois na cara dela.
Outro PM falou que ia experimentar o cuzinho dela.
Ele começou a passar a mão na bunda da minha esposa, e enfiar o dedo no seu cu.
Olhei mais uma vez pra ela.
Ela ali, com a cara toda gozada, tendo já feito três picas gozarem e se empenhando na quarta.
Minha esposa pediu pra ele chupar o cu dela.
Ele deu um tapão na cara dela e falou que não chupava cu de puta.
Ela então virou para mim e falou:
– Chupa o meu cu que eu quero mais porra.

Ela já não mentia mais, se deliciava com a sacanagem.
Não sei o que deu em mim.
Parti pra cima dela e comecei a chupar o seu cu.
O PM rindo da minha cara e me chamando de corno disse:
– Vou comer o cuzinho da sua esposa seu otário.
Ele foi empurrando até atolar tudo.
Começou a enfiar e tirar num vai e vem frenético.
O PM bombava o cu da minha esposinha.
Ela ia gemendo e rebolando no pau dele.
O único PM que ainda não a tinha tocado deu sua pica pra ela chupar.
O outro foi aumentando o ritmo das estocadas no cu da minha esposa, que gemia abafado chupando o pau do outro, até não aguentar e explodir em gozo.
O PM que estava comendo seu cu tirou o pau e gozou na cara dela, enchendo minha esposa de porra.
Nisso o que ela estava chupando, já estava-lhe socando o cu com força e me chamando de corno otário.
Ele encheu o cu dela de porra.
Outros dois PMs, que já haviam se recuperado falaram que iam fazer uma dupla penetração em minha esposinha.
Os outros botando suas pirocas pra dentro da calça, falaram pra eles terminarem logo, pois a qualquer momento o rádio podia chamar, e eles não podiam ficar dando bandeira.
Dito isso, minha esposa sentou de boceta na pica de um, enquanto o outro forçava no cuzinho dela.
Ela começou a gemer com os dois caralhos a penetrando.

Eles socavam com força, fazendo ela gemer.
Socaram por um tempo, e trocaram de posição, e ficaram socando e bombando a boceta e o cu da minha esposa até explodirem em gozo.
Após se recomporem, eles rindo muito da minha cara, agradeceram a foda com minha esposa.
antes de eles irem embora, minha mulher me supreendeu novamente, pedindo mais uma rodada de porra.
Eles disseram que não, que tinham hora e em tom de gozação falaram com para tomarmos cuidado. Pois assim pelados no meio do mato, alguém poderia querer se aproveitar.
Como só eu tinha me vestido.
Minha mulher continuava nua.
Toda gozada.
Languida de tesão.
Eles perguntaram se não iríamos embora.
Minha esposa falou de beicinho:
– Já que vocês não querem me dar mais uma rodada de porra, vou terminar chupando a pica do meu corninho aqui.
dito isso ela tirou meu pau pra fora e chupou com vontade dizendo de boca cheia e me olhando os olhos:
– Você gostou NE corninho, só pode ter gostado, ta com a pica latejando.
Não agüentei e enchia a boca da minha mulher de porra.

Quando olhei em volta eles estavam rindo de mim e falndo:
– Tu é muito corno mermo!
E foram embora.
Botei a pica pra dentro, minha se vestiu, e voltamos pra São Paulo.
No caminho minha esposa falou que foi ótimo ser “estrupada” por policiais.
Eu nada respondi.

Swing – De Capuz e Máscara

Não sei por onde começar. Acho que é melhor começar pela natureza do meu relacionamento com uma certa mulher. Mariana o nome dela. Entre idas e vindas dessa cidade devassa – Rio de Janeiro – todas as minhas perspectivas de criar um laço mais profundo com essa mulher foram insuficientes. As melhores fodas não foram suficientes. Os mais altos gemidos e os gozos mais inebriantes pareceram insuficientes. Uma lástima. Eu penetrei profundamente nela, com força e com carinho, mas quis o destino que nossas vidas nos separassem. Pelo menos até um dia que foi, no mínimo, interessante.
Mariana havia acabado de voltar da França. Havia mais de um ano que não a via circulando pelos corredores da Universidade. Quando a vejo, onde quer que seja, tenho que me segurar para não voar no pescoço dela. É um misto de ódio e vontade de foder.
Ela sempre me olha com ar de superioridade. Ela sabe que eu sou dependente do seu corpo. Veio a mim e me cumprimentou.
– Victor, faz um tempão! (Com um sorriso pretensamente inocente.)
– Faz. Como foi o intercâmbio?
– Ótimo, você nem imagina! (Imagino sim. O que você não sabia sobre sexo aprendeu lá!)
– Sei. E os namorados? deixou um monte por lá? (Esse é o meu ponto fraco. Me interesso demais pela vida dela!)
– Não muitos.
Fiz um semblante inquiridor.
-Tá bom, alguns. Não muito importantes.
-Se você diz.
-Vitinho, mudando de assunto, você conhece alguma boate em Copacabana chamada Monte Carlo?
(Há Há Há! Conheço sim garotinha inocente! Sou íntimo da Lidiane, dona do estabelecimento. E não é uma boate. É uma Casa de Swing)
-Conheço. Porque? Algum interesse?
-Não… nada…
-Agora você vai me falar! Fiquei curioso.
Agarrei pelo pulso. Encarei fixamente aqueles olhos verdes.
-Você quer saber mesmo? É uma festa que a Gabriela me convidou. É de um amigo de um amigo dela. Mas eu não sei se posso te levar. Alías, mesmo que eu pudesse não levaria.
-Agora você vai cuspir no prato que comeu? Essa é boa hahaha!!!
-Não. Mas olha para você Victor. Relaxado, com a barba por fazer, inchado, andando de casaco nesse calor infernal só para disfarçar suas gorduras.
-Eu to com frio, posso? Eu entrei na musculação a seis meses. Só não vou tirar o casaco agora pra não te esculachar, madame! Esse inchaço é músculo.
-Não vou discutir com você. Tchau!
-Desculpas. Volta aqui. Só me diz mais uma coisa. Quando é essa festa?
-Esse sábado.
-Tá bom. Beijos…
Era a minha hora. Cheguei em casa e liguei para Lidiane.
-Lili? Vitinho amor, tudo bom? Tem como me adiantar uma parada?
– O que é? De repente tem como sim…
– To sabendo que vai rolar uma festa aí no Monte Carlo. Tem como me desenrolar um convite?
-Não.
-Porque?
-É um evento fechado. Um tal de Rodrigo Linhares fechou a casa para a turma dele. Sabe como são os negócios, querido.
Rodrigo Linhares é um jovem professor universitário que gosta muito de passar horas a fio com suas aluninhas, por assim dizer. Conheço esse infeliz de longa data.
-Lidiane, você vai me fazer um favor. Você sabe que eu andei chamando muito o público feminino para o seu estabelecimento.
-É, meu lucro dobrou nos últimos seis meses!
-É, eu sei. As custas da minha piroca. Todas as mulheres que foram aí nesses últimos meses chuparam minha pica e me deram a buceta. Eu não cobro nada por isso. Hoje tu vai me ajudar.

-Tá bom querido. O que foi?
-Preciso que você diga que eu sou seu marido, para mim poder entrar na festa desapercebido.
-Como? Tu tá maluco? Todos sabem que eu não sou casada!
-Tá bom. Seu namorado.
-OK. O que eu não faço pela galinha dos ovos de ouro?
-Ótimo.
O dia chegou. Acordei Sábado bem cedo. Passei quatro horas na academia. meus músculos estouraram. Voltei em casa. Tomei um banho demorado, me alimentei e passei a tarde descansando.Era o dia. Caiu a noite. Era hora de executar o plano.
A Mariana morava perto de mim. Eu tinha esquecido um CD com ela. Naquela noite eu fui buscar.
– Mari? Eu vim buscar meu Love Over Gold, que está com você a um ano! Pode me dar?
-Que brilho é esse no seu olho. Parece que viu Afrodite. Toma aqui o CD.Swing - De Capuz e Máscara
-Tchau.
-Tchau.
Pronto. Naquela noite de Sábado ela já tinha me visto completamente barbado e estava se preparando para ir a festa.
Voltei em casa as pressas. Cortei completamente a barba, tomei outro banho, me arrumei com a melhor roupa. Só faltava os dois objetos mais importantes. O capuz e a máscara.
Fui para a Monte Carlo voando, para chegar antes de todos e ninguém desconfiar de meu relacionamento com a Lidiane, já que ela é famosa pelos seus escândalos com namorados. Eu, que sou o namorado de mentira, não quero me arriscar e estragar tudo.
Lá cheguei. Fui ao banheiro e coloquei o que faltava. Estava todo de preto, dos pés a cabeça. Minha camisa tinha pequenos detalhes em vermelho. Eu incorporei um cigano. Pedi que Lidiane me tratasse como tal, e não por Victor.
Os convidados começaram a chegar. Fiquei levemente nervoso, não sabia se meu plano funcionaria. O Vovô metido a garoto, Rodrigo Tavares chegou primeiro. Me reconheceu no banheiro, quando retirei por um momento a máscara.
-Victor Abrantes! O que faz por aqui?

Puta que pariu fudeu… vou ter que embebedar esse velho antes que a Mariana chegue e descubra que eu estou aqui.
Peguei um Rabo de Galo poderoso. Ele achou que fosse uma singela caipirinha. Há Há Há, o velho caiu em cinco minutos de tão bêbado.
Eis que a Mariana chegou. Me dirigi para a presença de Lidiane. Uma hora elas iriam se encontrar de qualquer forma. Duas mulheres deliciosas seriam atraídas para o mesmo ambiente dos homens insaciáveis.
Enquanto isso, no salão, mulheres davam o cú, outras mais tradicionais davam a buceta. Relações homossexuais de todas as maneiras, chupadas, gozadas na cara, gritos escruciantes de dor, orgasmo… Enfim, repertório completo de uma boa orgia.
– Lili! Vem cá comigo.
Fomos para a banheira de hidromassagem. Ela ficou de quatro. e pediu para meter forte. Eu apenas cumpri as ordens. Foi uma foda insana, a buceta dela estava muito lubrificada e eu não me controlava. Foi quando vi Mariana pela porta do ofurô, um pouco deslocada. Ela era muito seletiva e a orgia não tinha homens muito belos, para minha sorte. eu concentrei as atenções. As outras mulheres na banheira de hidromassagem passavam a mão no meu peitoral, imploravam para serem fodidas. mas eu tinha que me guardar. Foi quando Mariana me olhou, de longe. Observou meu corpo, da cintura para cima, fazendo uma mulher gozar loucamente. Me desejou.
Eu estava de camisinha, por isso pude enganar Lidiane. Falei baixinho em seu ouvido.
-Gozei. Vou trocar a camisinha. Onde tem outra aqui?
-Na prateleira do quarto temático psicodélico, vai lá que você acha. Ela disse isso a plenos pulmões, já que havia gemido e gritado muito nos últimos 20 minutos. Sai da banheira com o pau duro, de costas para a Lidiane e de frente para a Mariana, que pode apreciar meus 23 centímetros de virilidade. Ela tinha achado um macho. Com alguma sorte, ela iria ao quarto psicodélico.
No meio do caminho, Achei a Gabriela muito mal. Estava toda gozada e vomitada. Ela já havia chegado bêbada e foi presa fácil para os gozadores de plantão. A buceta dela estava em carne viva. Eu tinha que ajudar minha amiga.
-Vem cá Gabriela, eu te ajudo.
-Como é que tu sabe meu nome? Disse ela enrolando a língua.
-Eu simplesmente sei.

Encostei ela no divã. Ela espremeu os olhos, olhou bem para o meu rosto e disse: Victor!!!
Percebi a Mariana chegar, numa bela lingerie verde água que combinava com seus olhos e preenchia seus seios fartos. Tive que me retirar estrategicamente para o quarto psi, de onde eu observaria a cena seguinte.
– Gabriela, olha como você tá…
-O Vitor está aqui na festa
– Tá louca. Encontrei com ele lá em casa dez minutos antes de ir me encontrar contigo, no bar em frente a sua casa.
-Disso eu não sei. Eu sei que o Victor está aqui.
-Você bebeu demais. Tenta se vestir antes que alguém transe com você sem camisinha, se é que isso já não aconteceu.
-Tá bom sua chata. Me ajuda aqui. -Suas roupas estão aqui. Agora me dá licença que eu vou pegar um garotão, que deve estar no quarto psicodélico agora.
-É ele…
Mariana não deu ouvidos à Gabriela. Entrou no quarto matando e me viu ajeitando a camisinha na minha piroca. Ela nos trancou lá dentro. Ela me agarrou e me beijou. Confesso que a máscara atrapalhava um pouco. Cobrias os olhos e a testa. A boca ficava de fora. Mesmo assim, não era muito agradável.
Ela tentou tirá-la. Segurei a mão dela.
-O que foi? Não quer se revelar?
Tive que afinar a voz um pouco. Minha voz é grave, mas não fiquei com a voz plenamente afeminada.
– Foi a Lidiane que pediu para manter segredo. Ela tem as manias dela..
-Tá bom.
Ela não quis saber de conversa e caiu de joelhos chupando. A camisinha era comestível. Ela foi comendo pedaço por pedaço, com perícia para não morder o meu amigo háháhá…
Eu não aguentei e joguei ela na cama. Ainda estava meio molhado. Me enxuguei enquanto ela se despia. Ela já havia tirado o sutiã.
-Não tira a calcinha!

Ela percebeu meu tom de voz, Com certeza desconfiou de alguma coisa, eu percebi nos olhos dela. Eu falei no meu tom de voz alterado. Ela conhecia bem. Mas estava tão empolgada que simplesmente ignorou. Bom pra mim.
Tirei o corselet das suas pernas. Apreciei o seu rosto de desejo para mim. Eu nunca havia visto tanta libido no rosto dela. Era a minha hora.Tirei a calcinha com toda a calma. Sim, eu não estava com pressa! Vi aquela buceta completamente depilada, rosa. Minha pica chegou ao seu limite. Estava dura e pronta. Mas eu contrariei a natureza masculina. Comecei a chupá-la. Em poucos segundos começou a gemer.
Mariana ficou ruborizada, não conseguia abrir os olhos. Estava completamente molhada. Eu sentia o movimento de sua musculatura vaginal contra a minha língua. Não tardou e ela gozou em meu rosto. Ela gritava.
Por um momento ela achou que eu tinha ficado bravo. Não. Era tudo o que eu queria. coloquei uma nova camisinha, lubrificada e então fiz a seguinte proposta:
-O que você acha de me dar o seu cuzinho?
-Eu nunca dei… não dói?
-É como perder a virgindade pela segunda vez. É inesquecível. Topa?
-Sim.
Ela deitou de bruços e permitiu que eu penetrasse. Ela estava se contorcendo de dor. Então, comecei a masturbá-la, para ver se melhorava um pouco ela começou a curtir. Me chamava de gostoso e passava a mão na lapa de piroca que ficava de fora do cuzinho dela. Gozei. Ela sentiu minha falta de vigor físico prontamente.

-O que foi? Você cansou?
-Você é deliciosa demais. Acabei gozando.
-Acabou?
-Não. Quer uma bebida?
-Eu sei que você sair por aquela porta e vai ser atacado por inúmeras mulheres sedentas por sexo. fica aqui.
-Eu vou, pego uma bebida, e volto. É rápido.
-Eu vou com você.
-Tá bom.
Não tínhamos percebido que aquela transa havia demorado mais de uma hora muitas pessoas já estavam completamente acabadas. A banheira de hidromassagem estava vazia. Pegamos o drink e fomos para lá.
Eu comecei a acariciá-la. Ela estava mais alegre com a caipirinha. Comecei a ficar animado de novo. Fiquei de pau duro e decidi ousar. Vou meter sem camisinha. Ela nem deve se lembrar que está num bacanal!
Ela tirou instantaneamente meu pirú de dentro dela.
– Tá maluco? Você não vai se proteger.
-Eu transo de camisinha direto. E você?
-Também.
-Então pronto!
-Aproveita que eu to de bom humor.
Meti. A buceta dela estava encharcada. Não meti forte, mas coloquei tudo e deixei lá dentro. Sentia as contrações vaginais. Ela arranhava minhas costas com suas unhas. Foi quando ela deliberadamente começou a pular sobre meu pau. Ela gemia, ria, gritava chorava. Ela, que estava sentada em cima de mim, relaxou as pernas e eu pude colocá-la sentada na banheira. Meti forte, com o incentivo dela. Fui entrando num estado de transe. Hipnotizado, de súbito, esporrei completamente a buceta dela. Ela pareceu gozar um pouco depois disso.
Estava exaurido. Ela desapareceu por um momento. Quando voltou já vestida, quis saber quem eu era, pois Lidiane não estava mais lá.
-Eu preciso saber como é seu rosto.
-Me acompanhe por aqui, por favor.
Me enxuguei me vesti. A conduzi até a porta. Gabriela esta dormindo. Peguei ela no colo, levei as duas no carro de Mariana.
-Agora me diz quem você é.
-Você já sabe quem eu sou. Me permita lhe dar um presente.
Tirei a máscara e o capuz. Mariana ficou incrédula ao ver meu rosto. Sinceramente, não sei o que se passou pela sua cabeça. Quando estava saindo com meu carro, a vi encostada em seu carro olhando fixamente para mim. A uma semana não nos falamos.
Eu não sei o que será daqui para frente.

Historia real de sexo – comi as amigas da virtual

Tudo começou na sala de bate-papo.
Entrei em uma sala como o amante certo, começei a conversar com varias garotas safadas das cidades vizinha de onde eu moro.
Adicionei elas no msn e começei a teclar com elas. No primeiro momento não sabia que uma era amiga da outra mas mesmo assim continuei teclando com elas.
Quando eu teclava com a mais safadinha, ela disse que estava carente e que estava precisando muito de um carinho mas ela queria que eu fosse na casa dela.Historia real de sexo
Como eu sou viciado em fazer sexo eu fui até casa dela quando eu cheguei lá não tinha só uma e sim ela e mais 3 amigas. Bom estava me deliciando com 4 gatas quando mais 3 primas delas chegaram e viram akela cena logo elas começaram a tirar a roupa e me mandou xupar todas…

Bom aquele dia estava com um tesão daqueles de ficar horas xupando uma bucetinha molhada ficamos 4 horas e meia transando quando o irmão dela ligou falando que ia lá assistir um jogo.
Ele já estava chegando e viu tudo e também participou da festinha…
Sai para comprar bebidas e ficar lá até no outro dia…
Elas ligaram pra mais algumas amigas e colegas, quando me deparei ja tava em uma festa de swing cada canto que olhava via um cara com 2 ou 3 mulheres.
Já cheguei dominando 2 gatas e levando pra um quartinho nos fundos da casa dela, muitas bebidas e sexo!
Adorei aquele dia.

No outro dia cheguei em casa e entrei na net para conversar com aquelas amigas que tinha conhecido no bate-papo quando elas começaram a falar que foi em uma festa super bacana foi ai que eu disse que eu estava lá também e transei com elas também… foi divertido porque elas sempre queriam de novo quando não era a safadinha eram as amigas delas ou as primas delas.
Até hoje tenho contatos com elas sempre marcamos festinha eu e elas.