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Moro em Porto Velho RO.
Tenho 42 anos, sou moreno e bem dotado.
Esse conto foi real e aconteceu há 10 anos atrás quando saí numa tarde de sexta-feira para tomar umas cervejas.
Depois, às 20 horas eu saí para dar uma volta na cidade para ver se pegava alguma gatinha para dar uma foda.
Foi quando, passeando pela Av. Carlos Gomes vi uma loira alto meio forte, parei o carro e perguntei se queria carona.
Ela entrou no carro e foi logo se apresentando, achei esquisito pois notei a voz meio masculina… então perguntei se ela era travesti e ela confirmou.
Eu estava seco, tinha bebido e estava a fim de foder, então perguntei qual era a dela.
Ela disse que não era dali, que era de uma cidade interior de São Paulo, e era dentista e estava ali para um evento que ia acontecer.
Fiquei aliviado pois não de tratava de programa. Então ela me convidou para ir ao apartamento em que ela estava hospedada, Hotel de luxo em suite especial!!!
Quando chegamos, tomamos algumas doses de whisky, o clima foi esquentando e as coisas foram ficando cada vez mais quentes.
De repente ela ajoelha em frente ao sofá, tirou o meu cacete para fora e fez um boquete que eu nunca tinha levado.
Depois fomos para o quarto e aí as coisas aqueceram ainda mais!
Fui tomar um banho e quando me distrai, ela estava estava entrando no chuveiro comigo. Primeiro assustei-me, mas ela tinha um lindo corpo, o que me impressionava era o tamanho do cacete dela que era mais grosso que o meu!
Eu nunca me senti atraído ao ver um cacete mas aquele ali me impressionou. Então ela veio, começou a lavar todo o meu corpo e eu acabei dando um beijo de lingua nela… Ela ficou doida com a minha atitude.
Fomos para a cama e ela pegou o meu cacete e meteu na boca, depois pegou as minhas bolas me deixando maluco de tesão. Foi aí que ela passou a língua no meu cu e eu me assustei, mas ela pediu que eu ficasse calmo e aproveitasse a foda que ela ia dar comigo, depois ficou ali chupando o meu cu por um tempão!
Depois foi na mala, pegou uma meia calça e amarrou as minhas mãos na cama bem devagarinho, e eu nem me toquei!!!
Quando eu estava com o pau escorrendo de tanto tesão, ela ficou de pé em cima da cama e veio em direcção à minha cabeça e se virou para um 69.
Eu comecei a reclamar mas novamente ela mandou eu aproveitar o momento. Ela começou a chupar o meu cacete novamente e oleou o cacete dela na minha cara me deixando confuso.
De repente senti o cheiro daquele cacete que me deixou excitado… Ela deu conta e colocou a cabeça na minha boca e aí eu não aguentei e cai de boca a mamar naquele pénis enorme.
Ela ficou tão excitada que empurrava fundo na minha garganta que chegava a faltar-me o ar. Então eu pedia para ela tirar, mas de cada vez que eu pedia ela enterrava ainda mais.
Aquele 69 foi esquentando e eu não aguentei mais, acabei por gozar na boca dela, e ela logo em seguida encheu também a minha de porra. Eu envolvido no tesão de ter acabado de gozar, acabei engolindo tudo, levando o viado ao delírio que logo em seguida me virou o cu mandando-me chupar.
Eu deixei-me ir e comecei a lamber aquele cu arrombado, meti a língua com vontade, enquanto ele metia os dedos no meu cu, e eu deixei de tão gostoso que estava.
Então ele me levou para o banheiro e me colocou de quatro. Fiquei preocupado pois nunca tinha feito aquilo. Então ele pegou uma garrafinha com um bico e um produto dentro e me deu uma lavagem.
Eu me caguei todo, fiquei com o cu super limpo, aí que me toquei me dei conta que ele me ia foder.
Pus-me de pé e fomos para o chuveiro, comecei a dar vários beijos de língua nele.
Ele começou a ficar excitado de novo, me virou contra a parede e eu nem podia quase fazer nada, ele era mais foste que eu, aí ele falou:
- Faça tudo que eu te mando viadinho…
Aí é que eu notei que estava mesmo fodido, que já tinha feito quase todo o tipo de sacanagem com ele, o que estava faltando a ele era arrombar o meu cu com o seu cacete.
Fez-me por de joelhos e enfiou o cacete na minha boca empurrando até à garganta, de modo a ficar todo lambuzado, depois me virou novamente, deu uma dedada no meu cu, depois se baixou, abriu o meu cu e cuspiu dentro dentro dele. Logo de seguida começou a forçar o seu cacete que eu até vi estrelas!!!
Eu gemia de dor mas ao mesmo tempo de prazer, então ele me pegou e me levantou, agarrou as minhas duas pernas e me abriu o mais que pode e comia-me com muita força por trás.
Ele era um viado alto, e eu não conseguia alcançar o chão e me segurar, então ele fez a festa no meu cu e ao mesmo tempo batendo uma punheta.
Confesso que nunca vi alguém tão viril e com tanto esperma!!!
Ele gozou pelo menos 3 vezes no meu cu me deixando com ele latejando e todo esfolado.
Eu já não aguentava mais… ele notou e parou, depois fomos para a cama e acabei tirando um cuchilo de tão exausto que estava.
Quando acordei, ele tinha-me amarrado novamente na cama e estava cheirando o meu cu, depois começou a lamber de novo, então eu pedi:
- Por favor, não foda mais o meu cu porque eu não aguento, está muito dorido…
Então ele viu que realmente estava bastante esfolado, mas não desistiu e mandou eu chupar de novo a pica dele até gozar… Eu não tive escolha, chupei e confesso que estava bem gostoso. Ele gozou duas vezes na minha boca e eu acabei engolindo de novo, ficando com o estômago cheio de porra.
Depois pedi a ele que me deixasse ir embora, ele ainda me pediu para que eu fodesse o seu cuzinho mas eu não aguentava mais nada.
Trocamos os números de telefone e eu fui embora, mas nunca mais nos vimos….
Esse foi meu conto, e uma experiência muito doida espero que gostem.
Olá a todos.
Tenho 28 anos me chamo Fabiano e minha esposa tem 23 chama-se Helena, temos ao todo o tempo, somando namoro e casamento 7 anos, sendo 4 anos de casados, temos um filho de 3 anos e temos uma boa condição financeira.
O que vou relatar agora aconteceu no mês de Abril de 2008 na praia de santos, somos de SP capital mas sempre que podemos gostamos de descer para santos à noite fazer um bate volta, e dessa vez fomos à ilha Porchat em São Vicente e ficamos ali em um dos vários quiosques que tem, bebendo uma cerveja e beliscando uma porção de camarão, conversando… a noite estava deliciosa mesmo.
Eu não descrevi minha esposa ainda então vou tentar ser o mais detalhado possível porque ela e realmente linda.
Ela tem cabelos castanhos claros um pouco abaixo dos ombros, lisos, pele branca pouco queimada de sol nada exagerado, um corpo maravilhoso dentro de 1,66m de altura e 53kg, olhos escuros penetrantes, a boca é a parta que mais adoro carnuda e sensual mesmo. Alguns amigos meus já disseram que ela tem um rosto sexy, daquelas mulheres que quando olhamos parece nos enfeitiçar… Sabe aquele rosto feminino mesmo mas não apenas beleza, ela tem vulgarmente falando cara de quem gosta mesmo, o corpo dela é algo assim que para o meu gosto é lindo, não tem nada de exagerado ou gigante como vi em alguns relatos por aqui, é um corpo proporcional pernas longas quadril levemente arredondado um bumbum para cima, seios médios mas naturais, os pés dela sempre cuidados com a pele macia… e sem dizer que até os pés dela são lindos, calça numero 36, são tão delicados, eu adoro.
Bem depois de tentar descreve-la vou relatar o que nos aconteceu em São Vicente, após ficarmos ali ate cerca da 1h da manhã, resolvemos dar uma caminhada na areia, então me dirigi ao caixa do quiosque, paguei nossa conta e começamos a caminhar por ali. 
Eu havia bebido um pouco além da conta e ela também, então resolvemos procurar um local mais tranquilo e afastado para descansar um pouco antes de voltarmos.
Encontramos um corredor de pedras que dividia as praias e era muito sossegado, afastado, escuro, ideal para relaxar à vontade, e depois de alguns minutos ali a Helena resolveu dar um mergulho no mar. Claro que fui contra porque estava escuro demais e tentei convence-la a não ir dizendo que estava sem biquíni…
Acho que devido ao efeito da bebida ela tomou coragem e tirou a roupa, ficando apenas de calcinha e soutien e correu em direcção ao mar até que sumiu da minha vista por causa da escuridão do local.
Ela largou a roupa e a bolsa ali do meu lado e claro fiquei olhando não podia ir, passados alguns poucos minutos que ela foi, chegaram perto de mim dois rapazes. Um branco, mais ou menos 1,75m 70kg meio forte, nada demais, aparentava ter uns 20 anos no máximo e outro moreno, um pouco mais alto e mais forte, deveria ter mais idade que o outro rapaz, acredito que uns 30 e poucos…
Bem eles chegaram e perguntaram se eu tinha isqueiro ou fosforo para emprestar. Eu respondi que não pois não fumava. Aí o mais velho chegou mais próximo de mim e perguntou se eu não poderia arrumar 5 reais para ele comprar cigarros que os dele estavam acabando.
Claro que disse que não, já me levantei esperando um assalto e torcendo para a Helena não voltasse naquele momento!!!
Bem, eles ficaram ali, perguntaram de quem era aquela bolsa, pediram dinheiro novamente, o outro já se aproximou também e foi com um tom mais ameaçador, a exigir o dinheiro e não pedir. Foi nessa altura que eu percebi que a Helena estava retornando e como estava escuro ela não me via ali com aqueles caras. Então disse a eles que daria o dinheiro mas que fossem embora, tentando assim evitar algo pior e que eles fossem antes dela chegar…
Mas não adiantou nada, enquanto eu lhes dava o dinheiro ela chegou e já percebeu algo errado. Me perguntou o que estava acontecendo , eu disse que nada demais só estava arrumando um dinheiro a eles e que iriam embora já, e ela estava ali de pé, apenas de calcinha e soutien molhados, claro que os caras iriam olhar!!!
Foi ai que o moreno olhando para ela disse que não queria mais o dinheiro, que nos deixariam em paz mas que queria ver ela nua, pois já que ela estava de calcinha e soutien, ficar nua não custava nada…
Eu de imediato me coloquei contra, dizendo para pegarem o dinheiro e saírem fora…
Ai o rapaz mais novo puxou um revolver e me mandou calar a boca e que ela decidiria. Ela estava assustada, olhou para mim e perguntou a eles se ela fizesse isso eles iriam embora e nos deixariam em paz…
Eles claro que disse que sim e ela então retirou o soutien e a calcinha ficando nua ali para os dois olharem.
Só que o mais velho, o moreno, se aproximou dela enquanto o outro foi por traz de mim e com a arma na minhas costa dizia para eu nem sonha em me mexer se não levaria bala ali mesmo, e o outro chegando perto dela foi agarrando e passando a mão.
Ela dizia que eles tinham prometido que iriam embora, então que nos deixassem em paz.
De nada adiantou, o moreno já a segurou com mais força e a mandou calar a boca e nos levou para um lugar ali do lado onde estávamos sós, bem mais no fundo e escuro.
Mal chegamos lá, o moreno já foi metendo a mão nela e tirando o pau para fora… Ela assustada, mas sem reacçao.
Ele dizia para ela ficar quieta, que se ela colaborasse não nos machucaria. Ela meio que disse que entendeu mas pedia para não fazerem aquilo.
O moreno tirou a roupa toda, colocando para fora um pau relativamente grande, nada imenso, mas perto do meu era muito grande e já a mandou ajoelhar ali e chupar o pau dele.
Ela se ajoelhou e começou a chupar, o moreno parecia possuído, segurava a cabeça dela com as duas mãos e metia em sua boca tentando fazer ela engolir o pau dele, o que seria impossível pelo tamanho.
Depois de alguns minuto nessa chupação frenética que ele a fez fazer, colocou-a de 4 no chão, foi na frente dela, na boca, e a mandou cuspir no pau dele. Ela cuspiu claro, sem vontade e com a expressão de medo.
O moreno colocou-se atrás dela, sem se ajoelhar, ficando naquela posição de cócoras, como se a estivesse montando em cima dela…. a inclinou mais ainda, para que a buceta dela ficasse mais aberta, segurou-a pelos cabelos e posicionou o pau grosso na entrada de sua bucetinha…
Assim que ela foi pedir para não machuca-la e ir devagar, ele meteu de uma vez só até o talo fazendo ela gritar de dor…
Imediatamente ele tapou a boca dela e continuou a meter com violência e força, dando tapas fortes na bunda dela, ele não parecia apenas querer comer ela , parecia que ele queria arrombar, machucar mesmo.
Depois ele dizia coisas do tipo:
- sua puta safada, vou-te esfolar inteira!!! Vou deixar você arrombada…
Após alguns minutos assim ele se levantou, deixando ela de 4 ali no chão, foi na boca dela a mandou abrir. Enfiou o pau até ao máximo que podia, segurou na cabeça dela, não a deixando sair, e gozou…
Ela se mexia toda, engasgando com a porra que escorria pelo canto da boca.
Quando ele terminou de gozar, soltou-a, se levantou e colocou a roupa.
Então pedi por favor para nos deixar ai, que ele já havia feito o que queria!!!
Foi ai que o outro se manifestou. Passou o revolver para o moreno e disse:
- E eu não vou comer essa safada??? quero comer só o cuzinho dela!!!
Nesse momento ela começou a chorar e dizia:
- Não, por favor, nunca fiz isso….
O rapaz branco era mais agressivo, deu um tapa na cara e mandou ela calar a boca.
Ele tirou a roupa e enquanto tirava o cacete para fora dizia que agora ela estava fodida mesmo…
Fui entender, quando ele tirou a calça e surgiu um pau muito grande mesmo e grosso, a cabeça do pau dele parecia uma maça…
Ele a virou, deitando ela de frente como se fosse fazer um papai mamae, só que ele levantou as pernas bem para cima e segurava-a pelos pés, deixando-a bem aberta mesmo.
Deu uma cuspida no cuzinho dela, passou a cabeça algumas vezes e começou a enfiar. Ele fazia um pouco de força mais não entrava…
Então ele tirou, cuspiu novamente e mirou na entrada. Posicionou, levantou mais ainda as pernas dela, apoiou seu corpo e meteu o pau com força para dentro do cuzinho dela.
Nessa hora ela não aguentou e gritou muito mesmo!!!
Levou um outro tapa mas não adiantou, ela não conseguia parar de gritar e ele metia cada vez mais forte…
Ele parecia estar drogado, começou a chupar os pés dela e metendo. Cuspia nela, parecia um animal e ficou ali uns 20 minutos sem parar, ate que tirou o pau dela e mandou o outro me levar para perto… ele me fez olhar o que ele havia feito nela.
Quando olhei fiquei espantado, estava arrombado demais, nunca tinha visto uma coisa dessas, ele então a colocou de 4 e disse que queria gozar dentro dela, encher a bucetinha dela.
Meteu novamente nela de 4 e não demorou muito ele gozou dentro dela e continuou metendo… quando ele parou e tirou o pau, a buceta dela estava aberta, melada de porra e inchada…
Ele colocou a roupa rápido, pegaram minha carteira, meu celular, jogaram a chave do meu carro longe e saíram correndo dali.
Eu fui para perto dela, que ainda estava deitada de brusco no chão, toda machucada…
A abracei, a levantei, ajudei a colocar a roupa e procuramos a chave…
Depois fomos para o carro, já dentro do carro ela ainda estava calada mas não chorava.
Eu disse que iríamos na delegacia, ela na hora disse que não, pois tinha muita vergonha e não queria passar por isso…
Eu tentei retorquir dizendo que era preciso mas não adiantou.
Subimos para Sp e no outro dia comprei a pílula do dia seguinte e a levei ao hospital para fazer os exames de doenças que graças a Deus não deu nada, e depois disso nunca mais tocamos no assunto e nem fomos à praia à noite.
Esse é um relato real, de um estupro que aconteceu e não um fetiche ou fantasia e só o relatei pois sinceramente depois de algum tempo que isso ocorreu confesso que senti tesão ao lembrar, mais jamais disse isso a ela e nem vou dizer…
Um abraço a todos e aos casais que curtem ir à praia à noite tomem cuidado.

Sozinha em casa, filhos na escola, marido trabalhando, saí do banho enrolada na toalha e ao entrar no quarto deparo-me com dois revólveres apontados para meu rosto!
Dou um grito e quase desmaio de susto! Recebo uma tapa na cara, o que me faz acordar para a realidade.
Eram dois assaltantes, um alto, forte, com cara de sem-vergonha, o outro mais novo e mais baixo com cara de bandido mesmo.
Viemos, para roubar, mas pelo jeito a jóia principal acabou de sair do banho. Puxou minha toalha, desnudando-me por completo. Tentei cobrir as partes íntimas, mas fui puxada pelos meus cabelos negros encaracolados. Fui jogada na cama enquanto ouvi: Se for boazinha só sairá com alguns arranhões, se bancar a difícil, apanha até morrer!!!
O que falava, o mais velho veio por cima de mim e começou a me beijar. Tentei resistir, mas alguns tapas na cara me fizeram colaborar. O outro ficou pelado e encostou o pinto em minha boca, já que o mais velho lambia minha buceta com sofreguidão.
- Chupa vagabunda!!!
Abriu minha boca e colocou aquele pinto fedido. Colocava e tirava da minha boca, eu fazia ânsia, mas não tinha alternativa. Esse pinto era semelhante ao do meu marido, grosso e com uns 15 cm de comprido.
Enquanto isso o tarado que chupava a buceta, não parava, eu comecei a sentir prazer e a gozar na boca do desgraçado!
Tá gostando puta, hoje vai sentir o que é um macho de verdade!
Dito isso tirou sua roupa, bem no momento que o outro ejaculava na minha boca, segurando minha cabeça, me fazendo engolir gota por gota daquela porra.
Engasgada e tossindo foi que reparei no pau do outro. Parecia um pinto de cavalo, uma espada prestes a me trespassar. Ele em pé eu sentada fui obrigada a mamar naquele pé de mesa que quase não entrava na minha boca.
Colocada em frango assado com as pernas no ombro do segundo homem que conheceria minha buceta, fui recebendo milímetro por milímetro da tora que eu preparara chupando.
No início o cara foi devagar, parou por alguns instantes, eu suava e choramingava, até que senti muito tempo depois o saco batendo em minha bunda. Totalmente preenchida com o pau tocando meu útero ele começou a bombar, gritando que meu marido era viado, que ele não sabia comer uma mulher gostosa, que agora ele era meu macho.
Eu chorava e suplicava: – vai cavalo, come tua puta, transforma meu marido em corno, o pintinho dele é minhoca perto desta tua cobra!!!
- Pede vagabunda, pede porra, pede pau!
- Vai pintudo me faz gozar de novo, enche eu de porra. Ah, oh, uh, uh….

RELATO ERÓTICO DO SR. C.
Armadilhas do destino
Amigos leitores, os nomes foram trocados para preservar nossa identidade. Meu nome é Carlos, tenho 47 anos e este fato aconteceu no final de 2001.
Em 1985 conheci Marcelle, menina linda, corpo perfeito, morena clara, 1,65cm olhos verdes, 17 aninhos e um sorriso lindo que logo me conquistou.
Foi paixão a primeira vista, começamos a namorar e dois anos após nos casamos. Marcelle me completava em tudo. Eu a amava, e ela sempre fazia questão de repetir que era louca por mim. Éramos um casal muito feliz, os amigos invejavam o nosso relacionamento.
Dois anos depois de casado veio ao mundo nosso primeiro filho, que demos o nome de Ângelo. Nosso amor fortaleceu ainda mais, cada dia que passava eu a amava com mais intensidade, e para completar nossa felicidade um ano depois do nascimento de Ângelo veio ao mundo nossa filha que demos o nome de Camila. Nossa felicidade agora estava completa.
O tempo foi passando e com muita luta fui conquistando um lugar ao sol. Levávamos uma vida tranquila, tinha um bom emprego, ganhava razoavelmente bem, tínhamos uma bela casa e um bom carro, enfim, estávamos estabilizados financeiramente.
Minha esposa cada dia que passava ficava mais linda. Duas gestações não fizeram mal nenhum ao seu corpo, continuava perfeito, escultural, graças a muitas horas de malhação diária .
Fazíamos amor quase todos os dias, às vezes duas, até três vezes quando estávamos inspirados. E assim levávamos nossas vidas.
Certo dia, precisei ficar até mais tarde na empresa para uma reunião de negócios, pois iríamos fechar um grande contrato com uma multinacional, e de forma alguma podíamos perder aquela conta.
Liguei para minha esposa dizendo que chegaria bem mais tarde que o horário que estava acostumado a chegar e que não me esperasse para o jantar. Quando terminou a reunião já passava da meia noite, me despedi do pessoal peguei meu carro e no caminho de volta mesmo cansado ia pensando, nada como um bom banho e uma longa noite de amor com minha amada para relaxar e esquecer os estresses do dia que terminou.
Lembrei-me da carinha que ela fazia quando chegava ao orgasmo, seus gemidos de prazer naquela voz de veludo sussurrando no meu ouvido palavras desconexas cada vez que gozava. Quando estávamos saciados ficávamos coladinhos um no outro trocando carícias por um longo tempo até que o sono chegasse.
Como estava ampliando a garagem de casa, pois queria fazer uma surpresa para minha esposa, no natal, ia presenteá-la com um carro, que era um dos sonhos dela que faltava realizar, então, a mesma estava cheia de materiais de construções espalhado pelo piso, por isso provisoriamente deixava meu carro em um estacionamento que ficava do lado da nossa casa.
Quando cheguei em casa, percebi que tinha algo de errado pois a lâmpada da garagem que ficava ligada a noite toda estava apagada, e a luz do nosso quarto estava acesa.
Sem fazer barulho fui me aproximando e ouvi algumas vozes que vinha do nosso quarto, achei estranho, pois eram vozes de homens misturado com uns gemidos abafados de uma voz que eu conhecia muito bem.
Meu coração disparou, a primeira coisa que veio na minha cabeça era que minha esposa estava me traindo. Será? Fiquei pensando comigo. Não podia acreditar! Tomei coragem, procurei um lugar que pudesse ver o que se passava no interior do quarto, e por uma fresta da janela pude ver com dificuldade minha esposa nua, de quatro na cama e um cara segurando seus cabelos, e com força fodia desesperadamente sua buceta por trás, não dava pra ver seu rosto, pois tinha outro cara na sua frente fodendo sua boca.
Fiquei paralisado não sei por quanto tempo, quando me recuperei do choque que tinha levado, olhei de novo pela fresta e a foda continuava lá dentro. Por um momento fiquei pensando no que iria fazer, meu coração parecia que ia sair pela boca. Senti o sangue ferver e na minha cabeça só um pensamento, há quanto tempo minha esposa me traía, numa atitude imprensada, peguei um pedaço de ferro, o primeiro que vi pela frente tentei abrir a fechadura sem fazer barulho e dar o flagrante e acabar com aquela safadeza. Quando abri a porta e entrei, pude perceber realmente o que estava acontecendo.
Tinha outro cara na sala me esperando com uma arma apontada para mim. Mandou-me fechar a porta e disse:
- Não reaja se não morre, já pegamos o que queríamos, mostrando o cofre aberto que ficava na sala atrás de um quadro, ali guardávamos alguns dólares e as jóias da minha esposa, o marginal que estava com a arma na minha cabeça com desdém falava: – Ei patrão, fique na boa se não vocês morrem, meus companheiros só estão se divertindo um pouco com a gostosa da sua mulher.
– Porra patrão, tu tá comendo bem, heim? Sua putinha é muito da gostosa e foi me empurrando para o quarto. Chegando lá disse aos outros dois: – Adivinhem quem veio para o jantar e caíram na risada.
Todos eram altos e fortes, os dois que estavam fodendo a minha mulher eram morenos, e o que estava apontando a arma para mim era mais branco. Eles pararam quando entrei, pois tinham acabado de gozar.
Olhei para minha esposa, ela abaixou os olhos envergonhada e soluçava baixinho, a sua bundinha ainda estava cheia de porra que escorria por suas pernas, seus seios estavam todo vermelhos de tanto ser chupados por aqueles facínoras tarados, meu coração estava em brasa, arrependido de ter duvidado da sua fidelidade.
Ela olhou pra mim e me disse num fio de voz: – Me perdoe, eles ameaçaram matar as crianças se não fizesse o que eles queriam. Um deles disse: – Ei mano, você não se incomoda de agente dar uns tratos na sua patroa não é mesmo?
- Sabe patrão, estamos a perigo, faz cinco anos que não traçamos uma gostosa como esta, lá no casão só se comia cu de novato e algumas vagabunda que de vez em quando os manos arrumavam pra gente dar uma aliviada entende? – Mas eram todas umas arrombadas, não se compara com a bucetinha apertadinha da sua patroa.
Então disse a eles: – Vocês já conseguiram o que queriam, vão embora deixe a gente em paz eu nem vou dar queixa, não maltrate mais minha esposa!
O ladrão que estava atrás de mim disse: – Calma patrão eu ainda não me diverti com sua mulherzinha, agora é minha vez, passou a arma para seu parceiro, tirou do bolso um papelote de cocaína fez três carreira na penteadeira, pegou o tubo de uma caneta colocou no nariz e cheirou uma carreira como um alucinado, passou para o outro que repetiu o mesmo gesto.
Pegou a arma do amigo que estava me cuidando apontou para mim enquanto o outro cheirava sua carreira.
Olharam para minha esposa e disse: – Daí piranha rica, pronta pra levar mais vara nessa bucetinha? E deram uma gargalhada.
Então o bandido que não tinha ainda fodido minha esposa abaixou a calça, tirou a cueca e uma rola enorme ainda meio mole balançava entre suas pernas, o pau do cara mesmo mole era bem maior que o meu, aliás todos eram bem dotados, mas o ultimo era descomunal.
O efeito da coca que cheiraram começou a fazer efeito pois não falavam coisa com coisa, um deles disse: – Agora você vai ver como se fode uma buceta. Aproximou da minha esposa, segurou-a pelos cabelos e disse: – Faz uma chupetinha bem gostosa sua vaca, daquelas que eu sei que tu sabes fazer.
Minha esposa tentou virar o rosto para o lado e levou uma bofetada, acho que doeu mais em mim no que nela, olhei pra ela e fiz sinal concordando. – Olha bem seu corno, veja como sua putinha esta gostando de chupar um cacete. O pau do bandido mal cabia na boquinha da minha esposa, o cara enfiava o cacete e puxava a cabeça dela de encontro a seu corpo tentando colocar aquilo tudo na boca dela, aquilo chegava até sua garganta ela se engasgava e ele nem aí, ela estava quase sufocando, achei que ela ia vomitar.
O outro alisava seu pau que já estava duro, foi por trás da minha esposa levantou sua bundinha colocou o pau na entrada da sua buceta e atolou tudo de uma vez. Ela deu um grito e foi pra frente com a estocada que o cara deu e se afogou com a rola do outro que fodia desesperadamente sua boca, o cara que estava fudendo a buceta da minha mulher estava fora de si, cravava as unhas na bunda dela e metia com tanta força que se ouvia uns estalos quando o seu pau sumia dentro da sua vagina e seu saco batia na bundinha dela, logo o cara deu um berro e despejou um rio de porra na sua bucetinha que escorria pela suas pernas.
Após meu consentimento, minha esposa se soltou mais e pude perceber quando suas pernas tremeram denunciando que tinha gozado também.
Em momento algum eles chamavam seus parceiros pelo nome. O cara que fodia a boca da minha esposa tirou aquela tora da boca dela e disse: – Agora você vai levar um pau de verdade sua vagabunda, e olhando pra mim disse: – Está gostando de ver sua mulherzinha sendo enrrabada por homens de verdade seu corninho? Todos riram.
Depois arrastou minha mulher para o banheiro, não deu pra ver o que fizeram lá, mais não demoraram muito, logo voltaram. Minha mulher estava aparentemente tranqüila, o cara empurrou minha esposa na cama, abriu suas pernas, arreganhou a bucetinha dela e começou a chupar feito um louco. Minha mulher gemia de tesão, pois ele chupava forte os lábios da sua vagina. Aquela tortura durou uns 20 minutos, até que ele se deitou pegou ela pela cabeça e trouxe sua boca até seu pau para dar mais uma chupada.
Quando endureceu, tirou da boca dela ergueu suas pernas sobre seu ombro, pincelou aquela tora na entrada da sua buceta e foi enfiando devagar, aquilo ia arrebentando sua buceta conforme ia entrando, até que numa estocada mais forte enterrou tudo de uma vez, minha esposa gemia naquela rola gigantesca, aquele maníaco a dominava como se fosse seu brinquedinho, ele bombava com tanta vontade que parecia que ia desmontar minha mulher.
Confesso que estava excitado vendo minha esposa sendo fodida na minha frente e não podendo fazer nada. O cara continuava com aquele vai e vem frenético, às vezes ele tirava todo seu pau e empurrava de uma vez sem dó, só para vê-la gemendo na sua rola. O bandido tirou o pau da buceta da minha esposa, colocou ela de quatro e tornou a meter aquele cacete na sua bucetinha, que a essa altura já devia estar toda esfolada de tanto levar pau.
O bandido que estava me cuidando passou a arma para o outro que estava assistindo a foda do seu companheiro dando risada, e foi até a frente da minha esposa, pois o pau na boca dela e fê-la chupar, agora ela tinha um cara com uma rola descomunal na sua buceta e outro pau também avantajado na boca.
Não sei como ela estava aguentando tudo aquilo. O cara falava pra ela: -Chupa gostoso que logo você vai levar uma vara no cuzinho tá bem sua piranha?
- E ai patrãozinho, esta gostando de ver sua mulher sendo fodida? Há há há há !!! Quando o cara que estava fudendo minha mulher tirou seu pau para fora, ficou um rombo devido o tamanho do buraco que ficou na sua buceta.
O bandido então deitou de costa e fez minha mulher sentar em cima do seu pau e cavalgá-lo, ela se levantava e descia fazendo aquela vara sumir na sua bucetinha, o outro foi por trás dela abaixou seu corpo fez com que ela se inclinasse um pouco e começou a lamber seu cuzinho enquanto o outro metia fundo na sua buceta.
Ele cuspiu no seu cuzinho enfiou um dedo e fazia movimentos circulares para facilitar a penetração, o cara cuspiu de novo no seu pau e deu mais uma cuspida e encostou a cabeça do seu caralho no cuzinho dela, e olha que de tantos anos de casados só tínhamos feito sexo anal duas vezes, pois ela reclamava que doía muito, e o meu pau era bem menor que os paus dos bandidos.
Quando ela percebeu a intenção do bandido, ela se encolheu toda tentando desenvencilhar, mas não conseguia porque o que estava com o pau atolado na sua buceta a segurava enquanto o outro tentava encaixar seu cacete no buraquinho do seu cuzinho e forçava a penetração.
Devagarzinho ia entrando, quando passou a cabeça ela deu um berro tão alto que se estivesse passando alguém na rua tinha escutado, e conforme ia entrando ela se debatia, mas não adiantava, pois cada vez o cara ia colocando mais no seu cuzinho. Ela implorava para parar, mas quanto mais ela se debatia mais o cara ia enfiando, até que sumiu o pau do cara no cu da minha mulher, tinha entrado até o talo.
Os bandidos riam e se divertiam com o sofrimento da minha mulher. O que estava atrás de mim vendo aquela cena toda estava excitado, e foi encostando-se a mim por trás e pude sentir seu pau duro roçar na minha bunda enquanto falava no meu ouvido:
-Esta gostando de ver sua mulherzinha levar vara seu corninho? – Que tal levar um pau no cu também heim? E esfregava com forca seu pau na minha bunda. Enquanto isso, minha mulher estava sendo arregaçada no cu e na buceta, já não gritava como antes, e recebia os dois caralhos com certa facilidade, minha esposa gemia gostoso enquanto os bandidos a fazia de sua escrava sexual.
Agora o cara que estava comendo seu cuzinho a castigava, tirando tudo e atolando até as bolas num ritmo alucinado, e o terceiro bandido assistia tudo esfregando seu pau na minha bunda com a arma na minha cabeça.
Em um momento que ele se distraiu, tentei tirar a arma das mãos dele me desequilibrei e cai, o bandido se recuperou e me deu uma coronhada na cabeça que fiquei meio zonzo, os que estavam fudendo minha mulher olharam e viram que estava tudo em ordem e continuaram castigando o cuzinho e a bucetinha dela .
- Então você quer dar uma de herói, seu corno filho da puta? Vai levar no cu para aprender.
Pegou-me pelos cabelos me abaixou até seu pau e disse aos berro: – Chupa meu pau filho da puta! – Chupa logo, se não vai apanhar na frente da sua putinha. Não tive alternativa se não obedecer, ajoelhado na sua frente foi enfiando o pau na minha boca, eu que nunca imaginava passar por essa experiência, pois jamais pensei que aconteceria isso comigo.
Comecei meio sem jeito a chupar o pau do bandido, que ainda estava sujo de porra pois acabava de gozar na buceta da minha esposa.
- Esta gostando viadinho? – O que você acha de estar chupando uma rola enquanto sua mulherzinha está fudendo com dois?
De repente, ouvi gemidos da minha esposa novamente, e o bandido que estava chupando seu pau segurou-me pelos cabelos e disse: – Olha seu corninho, o meu mano vai acabar com o cu da sua mulherzinha.
Quando olhei, os dois tinham trocado de posições o que estava comendo o cu da minha esposa passou a foder a buceta dela e o bandido que tinha um pau enorme e muito grosso tentava enfiar no cu da minha esposa, ela não ia aguentar aquele pau no rabo de jeito nenhum, ela se debatia para um lado para outro, até que o bandido pauzudo gritou:
- Quieta sua gostosa você vai levar meu pau no rabo quer queira quer não.
- Esta vendo corninho? – Depois é sua vez, e continuou forçando até que conseguiu encaixar a cabeça daquele mostrengo no cu da minha mulher, forçou a entrada mais não estava conseguindo, porque ela, era quase virgem no cu, mesmo tendo sido fodida no cu pelo outro marginal, não tinha como ela suportar aquela tora.
Minha esposa que até então só recebia carinho de mim todas as vezes que fazíamos amor, não passava de um mero objecto de prazer nas mãos daqueles facínoras.
Não via a hora de eles acabarem e irem embora. Por um momento o bandido do pau enorme desistiu de comer o cu da minha mulher e ficou me vendo chupar o pau do seu amigo, que a essa altura já estava duro que nem ferro.
Me fez levantar, tirar a roupa e mandou ficar de quatro em cima da cama ao lado da minha mulher. O que estava fodendo minha esposa bombava como louco sua buceta e gritou: – Eu vou gozar sua cadela! Quando estava para gozar tirou o pau da buceta dela e pois na minha boca soltando um jacto de porra na minha garganta fiz ânsia de vomito e ele disse:
- Engole seu puto sinta o gosto da porra de um homem de verdade. Minha mulher olhava para mim com cara de estar gostando do que via, o que estava atrás de mim molhava meu cu com saliva e enfiava o dedo fazendo movimento para tentar facilitar a entrada, tirou um dedo e enfiou outros dois dedos, os outros marginais estavam cheirando mais uma carreira de cocaína.
Agora o que estava tentando me foder, deu uma cuspida no meu cu, enfiou o pau na buceta da minha mulher que estava toda melecada pela porra dos seus companheiro, tirou o pau da minha esposa e colocou na entrada do meu cu e foi empurrando… Confesso que nunca senti uma dor tão grande como aquela, a dor era insuportável, eu sentia que aquilo ia me estourando por dentro até que senti suas bolas batendo na minha bunda, minha mulher olhava para mim com uma carinha de pena mais não podia fazer nada, enquanto isso o cara me fodia pra valer cada estocada que ele dava chegava a escorrer lágrimas nos meus olhos.
- Olha o viadinho está gostando de tomar no cu disse o cara do pau enorme, e caíram na gargalhada, olhou pra minha esposa e disse: – Daqui a pouco é sua vez, não pense que desisti.
Senti que, o que estava me comendo aumentou o ritmo e pude sentir o jato de porra invadindo meu cu. Diminuiu o ritmo, tirou o pau fora, pois na minha boca e disse: – limpa meu pau viadinho, e suguei todo seu pau até que ficou totalmente limpo.
O outro do pau menor se aproximou por trás de mim e enfiou com tudo seu pau no meu cu, não senti tanto como da primeira vez, mas mesmo assim ainda doía. Enquanto um fodia meu cu, o do cacete enorme chegou e enfiou o pau na minha boca, e disse:
–Quero ver se você chupa melhor que a sua mulherzinha, aquilo ia até minha garganta e voltava, conforme ia chupando ia aumentando o tamanho daquele pau, era um absurdo de tão grande e já estava duro que nem ferro. Senti que o que estava me comendo estava pra gozar pois ele urrava enquanto castigava meu cu, senti suas unhas cravarem na minha bunda enquanto despejava sua porra no meu cu, quando ele tirou seu pau pra fora senti um alívio, sua porra escorria por minha bunda.
- Esta pronta para levar no cu agora cadela? Perguntou o do cacete enorme para minha esposa. Percebi que ela estava preocupada em receber aquela tora dentro do seu cuzinho.
O bandido do pau grande, pois minha esposa de quatro, apontou sua tora para seu buraquinho e foi forçando, minha esposa começou a gemer de dor novamente. O que estava me segurando me levou para os pés da cama de onde dava para ver o estrago que aquele pau ia fazer no cu da minha mulher.
Quando ele fazia força para entrar ela ia para frente para tentar escapar e o bandido não conseguia a penetração continuou assim por um bom tempo mais nada de conseguir, então ele mandou o seu comparsa segurar minha mulher para ela não fugir e forçou a entrada.
Minha mulher deu um berro quando passou a cabeça, o pausudo vendo o desespero dela, parou um pouco e pediu pra ela relaxar que logo era ela que ia pedir pra ele atolar tudo no seu cuzão agora todo arrombado.
Minha esposa já relaxada começou a mexer sua bunda devagar enquanto o bandido ia forçando a penetração aos pouco, aquele pau foi abrindo passagem e devagar ia estourando tudo que era prega que existia no cu da minha mulher, eu vendo um misto de dor e excitação estampado na sua cara, Já tinha entrado mais da metade daquela tora, minha esposa, gritava, se descabelava mais o bandido ia enfiando sem dó. – Não falei que ia te estourar o cu cadela? Já entrou quase tudo não está sentindo? – Olha bem para o cuzinho da sua patroa seu corno, depois disso ela nunca mais vai sentir seu pauzinho, nem na buceta e nem no cu hahahaha! O pau do bandido já estava todo no cu da minha mulher, quando ele começou o movimento de vai e vem dava para ver que o cu da minha esposa estava dilacerado.
Minha esposa de quatro agora recebia aquele colosso com certa tranquilidade, já rebolava no pau do bandido, então ele mudou de posição, deitou minha esposa de costa levantou suas pernas e meteu o pau de uma vez na posição de frango assado.
Minha mulher agora gemia no pau do pauzudo enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas e fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher. Percebi que ela novamente gozava, pois seu corpo tremia enquanto ela de olhos fechados cravava as unhas na costas do bandido, minha mulher, gritava – Aaaiii!!! – Desculpe-me amor, mas estou gozaaannndo!!! –Uuuiiii!!! _ Que pauzão!! Mata-me de tanto gozaaarrr seu filho da puta!!!! O cara entre urros gozou alucinado no cuzinho da minha esposa enquanto os outros dois bandidos assistiam rindo do desempenho da minha mulher.
Quando ele acabou, pude ver o estrago que aquele cacete fez no cuzinho da minha esposa, ela nunca mais ia ser a mesma depois daquela noite.
Quando o bandido soltou as pernas da minha esposa elas caíram todas moles sobre a cama, minha mulher estava exausta. O bandido olhou para mim e disse: – Porra cara sua mulher é gostosa de mais, olhei para minha esposa e ela estava esparramada sobre a cama cansada de tanto levar vara.
Depois os bandidos tomaram banhos, vestiram suas roupas e antes de ir embora fez minha esposa cozinhar pra eles nua, não permitindo que ela se vestisse. Enquanto jantavam, cada vez que ela ia servi-los, eles passavam as mãos na sua bundinha como se fosse uma vagabunda.
Saciados, pegaram os dólares e reais que tinham roubado e deixaram as jóias da minha esposa dizendo que ela fez por merece-las, e que geralmente eles não são acostumados a deixarem suas vítimas com vida.
Após saírem, abracei minha esposa e agradeci por ter salvado nossas vidas. Tomamos um banho e fomos pra cama, fiquei lembrando uma cena que ela gemia na rola do pauzudo e fiquei de pau duro, abri suas pernas chupei com gosto sua bucetinha agora toda arrombada, ela logo entrou no clima, pois não demorou e senti seu gozo na minha boca, subi em cima dela encaixei meu pau na sua bucetinha e atolei tudo de uma vez, meu pau entrava e saía com folga da sua buceta, logo gozei e ela pra me agradar fingiu um orgasmo, pois acho que nem estava sentindo meu pau dentro dela naquela noite.
Pensei que nossas fodas nunca mais seriam as mesmas, mas me enganei, pois nas outras vezes percebi que sua bucetinha voltou ao normal, só seu cuzinho ficou mais laceado, pra mim foi óptimo, pois em nossas transas ela sempre goza com meu pau no seu cuzinho.
Resolvemos não registar queixa do roubo, mas outro dia lendo o jornal eu e minha esposa, vimos estampadas na capa as fotos dos três bandidos mortos em confronto com a polícia após um roubo a banco.
Se gostarem do conto faça seu comentário, e se possível de seu voto, abraço a todos.
Mais um Relato erótico do Sr.A
Em conversa com uma amiga, falamos de violação… sei quase todas as mulheres o temem… mas para algumas é uma fantasia… já outras pessoas o tinham dito mas nenhuma com tanto entusiasmo… falamos de como seria, se eu conseguiria viola-la, não sentia que conseguisse não é do meu feitio ser violento… no entanto ela insistiu quero ser violada por ti… achei estranho, era-mos grande amigos mas decidi entrar no jogo…
Ela disse-me “ eu preparo para que seja o mais real possível e escrevo o teu guião, a forma como me hás-de comer… de chegar o local…
Admito que sempre me incomodou planear sexo… mas era tentador… Ela escolheu uma residencial, daquelas de fama duvidosa…. mas onde os gemidos, os gritos tudo era permitido…
Cheguei à recepção, estava um embrulho à minha espera… subi uma escadas de madeira e abri o pacote.. tinha uma máscara e uma faca de brincar e as instruções… coloquei a máscara, e empunhei a faca… bati à aporta, ela entreabriu… eu dei um empurrão forte e entrei mascarado sem falar… fechei a porta atrás de mim com um estrondo… nada de anormal naquele lugar… Ela fugiu para a janela, eu tape-lhe a boca com a mão, ela tentava gritar não, não por favor não… mas…não a deixava falar.
Tapei-lhe a boca com a mão, colei-me atrás dela e meti-lhe a mão nas cuecas, naquela rata deliciosa, carequinha e húmida, sabia que era uma encenação mas notei que isso a deixava doida de desejo…tirei um lenço do bolso e tapei-lhe a boca, ela era de estatura média braços finos amarrei-lhe os dois pulsos com uma mão e enfiei-lhe três dedos pela cona acima… ela gemia com a boca tapada. Atirei-a para cima da cama, amarrei-lhe os pulsos na cabeceira da cama… com ela deitada de bruços e cada uns dos pés aos apoios da cama. Ali estava ela… aberta… peguei na faca de fingir, coloquei-lha no pescoço e disse-lhe: Se gritares corto-te a garganta!!! ela acenou que sim, que não ia gritar… tirei o lenço que lhe tapava a boca, e rasguei-lhe a blusa pelas costas, arranquei-lhe a saia violentamente, e as cuecas… ela gemia e pedia: por favor não!!! num tom baixinho…
Eu não me importava… interiormente estava-me a dar um prazer enorme ter o controle… podia fazer tudo… era essa a encenação… coloquei-me atrás dela e sem lubrificação enfiei-lha no cú… sentia os gemidos dela de dor e ao mesmo tempo de prazer… segurei-lhe nos cabelos e fiz com que ela se dobrasse. Ela pedia:Por favor no meu cú não, doime demais nãoooooooooooooo!!!! Eu dizia-lhe: Sua puta!!! era assim que querias ser comida, é assim que vais ser comida!!! e enfiei-lho todo… ela gemia e tremia… Saquei fora e olhei para aquele cu aberto… meti a minha mão por baixo da cona dela e senti a mão cheia, com aquele papo de cona enorme, a escorrer. Molhei os dedos todos naquela rata lubrificada, e enfie-lhe o dedo polegar no cú e o dedo indicador e médio na cona, deixando o anelar para lhe esfregar o clitóris sempre que os outros estavam bem enfiados lá dentro… Ela continuava a dizer: nãoooooooooooo!!! não me fodas… deixa-me ir.
Tirei os dedos e montei-a de verdade. Enfiei-lho todo na cona e a minha mão apertava-lhe o pescoço, ela gemia, pedia para não a foder …
Senti que ela se ia vir, sentia-a a esquecer as palavras, simplesmente a gemer desesperadamente… senti-a a soltar tudo que tinha… a tremer… e eu estava quase também…
Desamarrei-a com uma mão só, eu fique a tremer das pernas, ela caiu no chão completamente saciada…
Fomos tomar um banho e ela disse: Por ti quero ser violada todos os dias…Obrigado por realizares o meu sonho…
Podendo parecer algo que ultrapassa os limites, qualquer um de nós podia parar a qualquer momento… bastava dizer o nome real do outro… e toda a encenação terminaria nesse segundo…

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