Contratempos de Verão não impedem tesão!

Verão é sempre altura de calor, e calor pressupõe idas á praia. Aqui a coelhinha também gosta de praia, e só de tanguinha para bronzear tudinho. Gosto de um tringulo branquinho a proteger a minha coninha e de um fiozinho a passar no meio do meu reguinho. Estávamos em Julho e eu já fazia praia desde Maio, era a moreninha do Barzinho onde trabalhava na altura. Conhecimentos eram muitos e novos amigos iam sempre surgindo. Um dia conheci o Sr. C. Alto, loiro e de pele bem branquinha. Apesar de nunca ter apreciado muito loiros, aquele chamou-me a atenção principalmente pelo volume de material que deixava transparecer pelos calções. Querendo eu tirar a história a limpo, pois não sou de ficar com duvidas, lá me introduzi na casa alugada que eles tinham para as férias a pretexto de qualquer coisa que agora não importa. Nessa tarde e já com ela fisgada, perguntei-lhe se se importava de partilhar a cama comigo nessa noite. E à sua resposta positiva lá vai a Coelhinha inventar das dela. Prevendo a hora de chegada, introduzi-me no quarto dele, acendi incenso, velinhas de cheiro e afins (que de vez em quando também me dá para estas lamechices). Vesti uma das minhas lingeries, com fios a passar-me no reguinho, nas maminhas e na barriga, calço as belas das sandálias e toca de esperar por ele em cima da cama só de velinhas acesas. Chega enfim o Sr. C e quando vê aquele cenário ajoelha-se de imediato e nem pergunta se pode comer. Começa a lamber-me as pernas, desliza até ás cochas demoradamente,e entretanto toca de se despir. Percebi que tinha feito uma bela escolha quando a língua dele passou ao de leve pela minha Bixinha, lambia-a demoradamente, punha os meu grelinho a descoberto, e habilmente o sugava sem parar. Começava a ficar louca, molhou-me toda, e quando me apanhou bem quentinha começou a explorar o meu rabinho. Mete um dedinho, mete dois, e a Coelhinha gemia de prazer. Resolvi então retribuir, mandei-o levantar a sentada na beira da cama comecei a passar a língua na cabecinha do Caralho do Sr. C. Fazia deslizar-lhe a língua de cima a baixo e depois inesperadamente introduzia aquele membro pela minha boca dentro. Instantes depois, já de pé contra a parede estava a levar com o seu caralho na minha coninha já encharcada.As minhas maminhas batiam na parede e ele fodia-me com mais força… Quando resolvi trepar em cima dele, o entusiasmo aumentou, devorava as minhas maminhas, entre pancadas e trincadinhas, e a Coelhinha empenhou-se num tal cavalganço que a dada altura quem gemia de mais era mesmo ele… e sem eu saber porquê… Nesse dia de manhã, ao acordar e com o sol a bater já no quarto, compreendi o motivo de tanto queixume, o desgraçado do Sr. C apanhara um valente escaldão, e eu a luz de velas não me apercebi de nada, e o finório nem xi nem mi, comeu e “calou”…

Categoria: Fodas Livres
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