Encoxada no onibus

Meu nome é Pedro, tenho 45 anos, a minha esposa Keli tem 42, ela o que mais gosta na vida é de ser encoxada no ônibus lotado, tanto é que ela sempre usa aquelas calças finas de moletom, um pouco larga para assentar-lhe bem a bunda, e não gosta de usar calcinha.
Nós trabalhamos em uma fábrica a uns 10 km de casa, que aliás é dela.Encoxada no onibus
Quando a conheci, eu já trabalhava com ela e praticamente não tinha onde morar, e foi ela quem me acolheu.

Sempre que ela sai de casa, ela põe uma calça de moletom, e sem calcinha, ela tem uma bunda bem saliente, não de exagero, mas uma bunda bem servida, e com a calça entrando no rego de seu cú, fica uma coisa de louco, mas ela não é boba, ela sempre carrega consigo uma canga, que é prá se algum homem gozar em sua bunda, ela cobre o melado com a canga.
Certo dia, ela resolveu ir trabalhar de saia curta, meio larga e como sempre sem calcinha, na volta ela entrou no ônibus como sempre e se ajeitou no corredor em uma posição que não tinha escapatória, eu me ajeitei mais ao fundo prá não dar na vista, por cargas d’água, caiu uma chuva, e em dias de chuva todo mundo quer ir embora de uma vez, e o ônibus lotou, e prá piorar, deu enchente, e o ônibus ficou ilhado…
Para não gastar combustível e nem bateria o motorista desligou o ônibus e apagou quase todas as luzes, ficando a meia luz, acontece que atrás da Keli encostou um grandão sarado e quando nós descemos ela me contou que por ela estar usando um vestido curto, o cara não aguentou de ficar encochando ela, e resolveu levantar seu vestido e ao perceber que ela tava sem calcinha, ele tirou seu pinto prá fora e colocou bem na borda de seu cú.
Ela me falou que o pinto do cara devia ter uns 22 cm, e era bem grosso, e ela sentindo aquilo não resistiu e com jeito levou sua mão até o pau do cara e ajeitando-o em seu cú, ela começou a rebolar devagar até entrar todo aquele pinto duro no seu cú, e assim devagarinho ela foi rebolando que entrava e saia, entrava e saia até que o cara gozou em seu cú, e assim foi por mais duas vezes, até que o cara não aguentando mais, ao tirar seu pinto de dentro de seu cú, ainda lhe escorreu um pouco de porra em suas pernas, que ela fêz questão de passar a mão, melá-la com essa porra, e depois lambê-la.
E assim vamos vivendo, de encochada em encochada, quem sabe um dia você homem, não encontra a minha Keli no ônibus e se der sorte, come seu cu como esse sortudo.

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