Fantasias sexuais – eu e Angela

A noite está muita tranquila, tenho a sacada de meu apartamento aberta sinto um pouco de frio, entretanto, sinto muita paz.
Estou nestes dias de paz, uma paz pessoal que me deixa com muita força, sem preocupação, medo ou culpa.
Apenas me faz sentir senhora de mim.
Sou branca, 63 kg 161, cabelos longos bem pretos, olhos pretos, seios médios para pequenos bem rosados e com os mamilos, protuberantes com aureolas grandes, sinto muito sexualidade neles quando tocados suavemente fico louca.
Tenho minha vida sexual activa, um filhinho lindo muito querido já com quase 15 anos.
Bem, como toda mulher tenho minhas fantasias, sei muito bem que é certo e errado, aquilo que posso ou não posso fazer. Assim, é a vida.
Temos todos nossas amarras, entretanto, em alguns momentos especiais perdemos este norte. Em dias como o de hoje me sinto forte, aberta as experiências, aberta à vida.
Tenho uma amiga, que também é casada e mora aqui no condomínio no terceiro andar. Ela se chama Ângela, é uma mulher um pouco mais jovem do que eu é casada também, tem dois filhos de seis e de nove anos, magra, mais alta e de cabelos castanhos curtos na nuca.
Ela e eu temos sido boas amigas saímos muito, fazemos compras trocamos segredos de mulher, de coisas que gostamos e não gostamos, dos medos afinal, homem é homem não se pode confiar neles completamente né!
Nesta noite meu marido está fora, em São Paulo, a trabalho; meu filho na casa da avó em Agra dos Reis e eu, aqui. Nesta paz, neste isolamento restaurador, abri a porta da sacada fiquei olhando o mar, acabou de escurecer e sinto a brisa suave do vento em meus cabelos, é um sentimento muito bom, muito bom mesmo não me lembrava de tê-lo já sentindo.
Sai lentamente fui à cozinha e peguei uma garrafa de vinho Malbec, gosto de sentir o paladar do tanino, da madeira, do aroma forte do vinho Argentino.
Abri a garrafa e coloquei um pouco na taça e permaneci ali olhando o mar e as estrela que começavam a surgir nos céus. Foi ai que minha história começa: Gente é uma história de sexo real.
Uma historia de vida, de uma mulher plena de um momento que não sei se viverei outra vez.
A porta tocou e fui ver quem era. Minha surpresa, Ângela. Sorri e diz:
– Vim te fazer uma surpresa, José Carlos está em uma reunião somente voltará bem tarde.
Eu respondi-lhe prontamente:
– Que bom, eu estava mesmo muito sozinha.
Ângela me acompanha até a sacada do apartamento e fica ali por alguns segundos em silencio não diz nada, eu pego minha taça de vinho e tomo um gole bem guloso, fico segurando o copo sem nada dizer apenas saboreando o paladar daquele vinho maravilhoso. Ângela quebra o silencio e diz está ficando frio. Abraça seus ombros e diz:
– Que friozinho.

Eu permaneci em silêncio, não sei o que me deu, nada respondi. Permaneci calada.
Ângela diz:
– Vou à cozinha pegar uma taça para mim, assim eu esquento um pouco.
Apenas balancei a cabeça consentindo. Ângela coloca vinho na sua taça, me propõe um brinde a nós duas. Olha para garrafa e diz:
– Amiga… Você já tomou sozinha quase meia garrafa, por isto você não esta sentindo frio.
Dou um sorriso curto, mostrando timidamente os dentes. Ângela diz:
– Você quando dá este sorriso parece uma menina fica muito mimosa.Fantasias sexuais - eu e Angela
Eu disse:
– eh! Que bom ser menina outra vez.
Seguimos saboreando a noite e o vinho agora ela chegou para mais perto e disse:
– Você está diferente o que você tem?
Eu respondi:
– Não sei esta noite estou muito confiante, forte acho que estes momentos de solidão nos fazem pensar em nos próprios e nos fortalece.
Ela disse:
– Não. Não é isto, é seu cheiro você esta cheirando a fêmea, esta menstruada.
Eu respondi:
– Sai para lá nem pensar!
Ela respondeu:
– ah… Então não sei.

Sai da janela e disse vou tomar um banho fica ai terminando esta garrafa que eu já volto. Quando voltei encontrei a casa fechada e o som ligado, tocando Blues eu adoro este ritmo meio que cantado e soprado.
Coloquei uma saia rodada e uma blusa branca de tomara que caia com sutiã preto. Entrei na sala e sentei, Ângela disse:
Olha você igual a uma menina!
Eu ri, e disse:
– Que nada eu peguei na gaveta a primeira que vi.
Ângela respondeu:
– Você esqueceu que sou Psicóloga, nunca fazemos nada por acaso é nosso subconsciente que nos determina que nos domina.
Eu respondi:
– É, não sei destas coisas. Bem, vamos tomar mais vinho.
Ângela me responde:
– Acompanho. Vamos lá então tem mais uma garrafa.
Abrimos e colocamos no copo e seguimos conversando foi ai que eu disse:
– Eu uma vez li um livro que em uma festa as amigas tomavam o vinho de uma forma diferente; colocavam um gole grande na boca e davam a outra na sua própria boca que coisa né?
Ângela respondeu:
– Olha não vejo nada demais nisto. De repente é uma forma de mostrar afecto.

Sem me deixar pensar Ângela coloca um gole em sua boca e vem me dar fiquei embaraçada enfim… tomei. Ficamos em silencio. Fiquei calada.
Ângela quebra o silencio e diz:
– Agora me dá você assim ficamos quites.
Eu tirei coragem não sei de onde e fiz a mesma coisa coloquei em minha boca me aproximei dela e dei para ela beber. Ela foi muito rápida recebeu o vinho e imediatamente me deu um beijo.
Um beijo de fêmea de língua de enlouquecer. Eu fiquei surpresa porem não rejeitei não. Ângela se levanta e apaga a luz deixando somente uma pequena luz ao fundo. Na volta pega minha mão sem dizer nem uma palavra me leva para perto da parede e coloca minhas mãos na parede e diz:
– Não tire as mãos daí até eu dizer que você pode.
Não sei se foi o vinho ou, meu estado ou, porque simplesmente quis, apenas obedeci.
Ângela começou a sussurrar em meus ouvidos, pentear meus cabelos com seus dedos, dizer coisas muito agradáveis, que estava linda que era uma mulher muito especial etc. Estas coisas que toda mulher gosta de escutar.

Ângela era perfeita, começou a morder minha nuca, lamber meus ouvidos, suavemente escorregou suas mãos sobre meus seios e acariciou-os sobre a blusa, sem pressa, com suavidade desceu às mãos ate meu umbigo, e um frio louco me tocou todo corpo, naquele momento eu não queria pensar apenas sentir aquela emoção maravilhosa.
Então ela começou a subir as mãos por dentro da blusa e tocar com seus dedos a ponta dos meus mamilos que estavam intumescidos. Foi realmente uma sensação louca, Ângela começou a sussurrar:
– Você vai ser minha menina, você vai ser minha.
Eu respondi:-
SIM. Serei sua.
Ângela completa vai fazer o que eu mandar, eu respondi outra vez, balançando agora a cabeça.

Ângela leva as mãos do lado e tira minha saia, ela cai no chão me deixando de calcinha preta, Ângela leva suas mãos para meu sexo e acaricia sobre a calcinha mais ai era evidente estava todo molhado inchado.
Ângela uma vez mais brinca com meus ouvidos e diz:
– Então você sempre quis isto e porque não me falou, eu já me masturbei dúzias de vezes pensando em você.

Eu nada respondi não sabia o que dizer.
Ângela diz:
– Agora você pode tirar as mãos daí.
Afasta-se de mim manda eu me virar.
Ela diz então:
– Tira este sutiã para mim, se entrega para mim de livre vontade…
Eu imediatamente levei as mãos nas costas e tiro o sutiã ela interrompe e diz:
– Bem devagar, eu quero saborear a cena.

Eu obedeci. Em seguida ela diz:
– Agora tira a calcinha!
Eu fiz, porém agora já sabia, tirei bem devagar.
Em sequência, Ângela diz:
– Me pega pela mão e me leva para sua cama, seja lá minha fêmea, sem pudor, seja apenas fêmea.
Eu, não pensava apenas obedecia àquela mulher que tinha me hipnotizado com suas ordens seu jeito seu gosto.
Assim, peguei pela mão e levei Ângela para o quarto já sem roupa ou pudor, deitei-me na cama e fiquei vendo-a tirar rapidamente suas roupas e ficar somente de calcinha e sutiã. O que aconteceu dai para frente foi à experiência mais louca impressionante, prazerosa e marcante de minha vida.

Porém é material para outra história.
tchat incontri

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1 comentario
  1. kleber diz:

    Nooooossssa, estou de pau duro, quase não resisto e me masturbo. Que espetáculo esse conto. Mesmo na dúvida se foi ou não real, não deixou de me excitar muito. Adoro imaginar duas mulheres se tocando, se descobrindo, se amando, se entregando sem pudor. Acho que deva ser muito mais prazeiroso que um encontro hétero, onde nem sempre a mulher se sente a vontade. Parabêns pela forma como foi descrito o conto e pela maneira sutil de evidenciar esta descoberta. Simplesmente fantástico.

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