Fantasias sexuais dos tempos da Faculdade

Eu já era noiva havia 2 anos e tinha uma vida sexual bem intensa, cheia de aventuras e transas muito loucas com meu noivo.
Desde que ingressei na faculdade de Londrina passei a morar em uma kitnet que meu pai bancava para mim pois minha cidade fica um pouco distante e se tornava inviável e cansativo voltar todo dia para casa.
No começo me sentia muito sozinha e sentia muita falta do meu noivo. Só nos encontrávamos nos finais de semana e saiamos para transar quase que invariavelmente nos carreadores (estradas rurais) dentro do carro dele. Uma ou outra vez íamos para um motel.
Já estava estudando há quase um ano e conquistei muitos amigos. Em especial meninas que também moravam longe e dividiam apartamentos ou kitnets.
Acho que apenas eu vivia sozinha.
Elas contavam das festinhas e das transas que rolavam as vezes com uma transando em um comodo e ouvindo os gemidos e gritos da amiga com outro rapaz no outro comodo. Eu ficava muito excitada com as narrativas delas e as vezes me pegava imaginando alguma dessas loucuras de juventude.
Meu noivo conseguiu um emprego para representar uma empresa de Uberlandia e foi convidado para uma convenção nacional em que ele ficaria quatro dias em Minas Gerais.
Eu, por outro lado tinha que terminar um trabalho e não encontrava jeito de finaliza-lo, estava sem saber como resolver os desfecho do tema.
Me despedi do meu noivo na quinta-feira pelo telefone e fiquei meio que sem saber se voltava para minha cidade ou ficava em Londrina para terminar o trabalho.
Foi quando Ana me ligou e perguntou se eu havia terminado o BENDITO trabalho, eu respondi que não conseguia finalizar e ela me deu uma luz no fim do túnel, dizendo que o Marco e o Luciano nossos colegas de classe haviam escolhido o mesmo tema que eu e que se eu quisesse ela pediria para eles me ajudarem. Imediatamente eu aceitei e ela ficou de entrar em contacto com eles.
Na sexta-feira de tardezinha um numero desconhecido tocou no meu celular e era o Marco …
… ele(Marco) queria saber se eu gostaria de recebe-los no sábado a tarde para eles me ajudarem. Aceitei de imediato e nem me toquei que morava sozinha e estaria com dois homens em minha casa.
Estava preocupada e resolvi ligar para Ana para ver se ela não vinha para ficar comigo no sábado a tarde mas ela me disse que tinha um compromisso e que não precisava me preocupar pois os meninos eram gente boa. Fiquei mais tranquila e pensei: é só eu não dar brecha que não haverá problema.
No sábado de manha acordei cedinho, dei uma geral na kitnet, fui as compras, comigo algo na rua e voltei para casa.
Ainda era cedo e fui me depilar e tomar um banho. Deixei minha xaninha bem lisinha apenas com um Vezinho de pelinhos em cima como meu noivo sempre pedia. Depois fui assistir tv e esperar os meninos chegarem.

Quatro horas mais ou menos eles chegaram, foram logo entrando no assunto do trabalho e solucionando minhas duvidas, como eu teria muita coisa para escrever e outra para reescrever fui apenas anotando os tópicos que eles iam me sugerindo.
Já estava quase anoitecendo quando terminamos e eles logo disseram que estavam indo embora. Mas, como eles tinham sido tão generosos e prestativos, pedi para que ficassem que iria pedir uns lanches para a gente.
Eles toparam pedimos os lanches e ficamos comendo na salinha mesmo conversando sobre vários assuntos até que o Marco perguntou meu namorado não viria para me ver. Eu disse que não era namorado e sim noivo e que ele tinha viajado para Minas. Fantasias sexuais dos tempos da Faculdade
Os olhinhos dele brilharam e ele olhou pro Luciano e falou:
– Não te disse que a gente tinha chance!
E caiu na gargalhada. Eu perguntei:
– Porque esta rindo?
E ele me disse que sempre me observava dando uns agarros no Campus e ficava com vontade de ser meu noivo.

Luciano, um negro magro e bem alto começou a alisar pro cima da calca o volume que se formava e eu suando frio fingia que não estava vendo e dizia para eles que agradecia a ajuda mas tudo se encerraria por ali. Foi quando Marco…
… levantou-se(ele Marco) com seus cabelos meio longos e encaracolados, foi ate a janela, fechou a cortina e virou-se levantando a camiseta e alisando a barriga com poucos pelos.
Disse que não iam me fazer nada se eu não quisesse mas que estavam com muito tesão.
Eu tremia e só pensava no meu noivo. Foi nesses pensamentos de culpa e medo que senti Luciano pegando na minha mão e levando-a em direcção ao seu corpo.
Eu resisti mas não o suficiente e ele pousou minha mão em cima da sua calca que estava estufada, levava minha mão de um lado pro outro na extensão do que parecia ser algo muito grande.
Eu sempre ouvia falar da fama dos negros mas nunca havia visto nada de verdade.
Naquela altura eu já não sabia se queria resistir e o Marco já beijava e respirava ofegante em minha nuca.
Luciano levantou-se, abriu o ziper do seu jeans e foi baixando devagar ficando com uma cueca preta que se confundia com sua pele e falou:
– Olha, aqui dentro para ver se você gosta.

Enquanto Marco passeava com suas mãos por debaixo da minha camiseta sem sutiã eu fui meio que timidamente apalpando aquele volume na cueca de Luciano, puxei um pouquinho a cueca e olhei dentro, ainda meio mole descansava la dentro algo que eu ate hoje não acredito que possa existir.
Um pénis enorme, negro, com pelinhos ralos e enroladinhos.
Ele pegou como se fosse uma mangueira e jogou para fora da cueca. Aquilo ficou pendurado e ele pegou minha mão e foi pondo debaixo do seu saco, não aguentei mais e passei a acariciar aquele pénis que ainda meio mole era maior que do meu noivo.
Marco forcou minha cabeça para a frente e me pôs pertinho daquela rola negra fiquei esfregando a língua por toda a extensão por algum tempo ate abocanhar aquela maravilha que não cabia na minha boca.
Marco me virou levantou-me tirou minha blusa, minha calca jeans, me sentou no sofá novamente, puxou minha calcinha molhadinha de lado e passou a sugar meus lábios vaginais com tanta volúpia que vi que não demoraria para gozar.

Luciano……meio que em pé ele Luciano) dobrava para baixo aquela serpente e tentava enfiar na minha boca. Uma avalanche de calafrios, delírios, ou sei la o que me invadiu e gozei como uma verdadeira vagabunda. Traindo meu noivo com dois amigos de faculdade era a pitada de sem-vergonhice que faltava para eu me sentir uma verdadeira puta.
Marco, que ate aquele momento ainda não tinha tirado a roupa, levantou-se baixou as calcas e me fez me perguntar como era possível aquele garoto conseguir carregar aquele brinquedinho dentro da cuequinha.
Era menor que o Luciano mas, era muito, muuuuito grosso. Cheio de veias e com uma cabeça enorme. Era menor que o Luciano mas devia ter o tamanho do meu noivo, aproximadamente 17 como meu noivo costumava se gabar. Imagine-se então quanto media o Luciano que eu abraçava com as duas mãos e ainda sobrava muita carne e cabeça para cima da minha mão.
Voltando ao Marco, ele me tirou debaixo de Luciano e começou a dar tapinhas na minha bochecha com aquela massa de carne rosada. Eu já me tocava e estava pronta para explodir em gozo novamente. Com a outra mão eu puxava a bunda de Marco de encontro a mim para poder engolir o que eu conseguisse.
Era grosso e estufava meu lábios. Sentindo o Luciano ao meu lado vi ele descansar aquele mastro negro em cima do meu rosto e mais uma vez a putinha gozou com os dedinhos a passear pela Carequinha do meu noivinho.
Minha nossa, me contorci tanto e gemi que parecia que ia desmaiar.

Quando estava retomando o fôlego Luciano disse que era hora de recebe-lo. Eu disse que não conseguiria transar, pelo menos não daquela vez mas, eu os faria gozar para retribuir tanto prazer.
Eles se masturbavam e argumentavam para eu me entregar pois já tinha chegado ate ali mesmo e eu me mantive inalterável em minha decisão apesar de, minha Carequinha pedir eles dentro de mim. Me levantei, fui caminhando para o banheiro e com o dedo fazia sinal para eles me acompanharem, com as pernas bambas cheguei ate o vaso sanitário sentei e vi que eles estavam parados na porta…
…aquilo era a visão mais deliciosa que uma mulher pode ter, dois machos de pé na porta do banheiro com suas ferramentas nas mãos.
Fiz sinal com o dedo tipo (vem aqui que agora eu to mandando)rsrs e, quando os dois pararam em frente a mim fiquei por alguns segundos admirando aqueles dois garotos que poderiam estar transando comigo mas minha consciência não deixava.
Tomei ELES em minhas mãos e passei a acaricia-los com carinho e devagar.

Luciano por ser maior estava meio mole mas fiquei passando a língua em toda sua extensão e dava batidinha na em minha bochecha ate que ele ficou duro como pedra. Eu me deliciava, enquanto beijava um, masturbava o outro. Os dois me acariciavam em todas as partes do corpo. Eu ali sentadinha na beira do vaso recebia os dedos deles em revezamento. Gozei de novo com toda aquela sacanagem rolando.
Depois toquei para eles com tanta vontade que eles me lavaram literalmente com seu leite. Eu espalhava o liquido pelo rosto, peito e me sentia uma verdadeira vadia.
Fui me lavar na ducha e eles me acompanharam. Depois de limpos eles saíram e foram para a sala.
Quando sai enrolada na toalha toda exausta eles vieram ao meu encontro e disserama que haviam combinado a SAIDEIRA. De novo eu disse que nao transaria, eles nao responderam nada e Luciano me conduziu ate o sofá, retirou minha toalha, me debruçou no encosto do sofá de modo que fiquei com minha carequinha bem exposta e a boca na altura para receber Marco que se posicionou e socou aquele membro grosso em minha boca.
Luciano…… metia sua língua áspera e grande no meu traseiro(adoro isso), eu arrepiava de tanto tesão e gemia abafado com a tora do Marco socando com forca na minha boca.

Não demorou e gozei somente com o toque da língua de Luciano em meu buraquinho sem nem sequer me tocar a Xaninha. Eles trocaram de lugar e ficaram por mais um tempo se deliciando com minha boca e minha bundinha, eles tinham línguas magicas e sabiam como fazer a coisa direitinho.
Para finalizar Luciano saiu de minha boca e foi se juntar ao Marco na minha bundinha. Eu de bruços no encosto do sofá e os dois se masturbando, batendo seus membros na minha bunda e me chamando de vagabunda, puta, tarada.
Gozaram em cima da minha bundinha e ficaram esfregando as ferramentas para espalhar tudo. Vieram ate mim me disseram que voltariam para me comer, era só eu chamar.
Me enrolei na toalha novamente acompanhei-os ate a porta, me despedi e fui tomar outra ducha afinal, estava de novo toda melecada. No banho só ficava pensando naquela loucura e imaginando meu noivo em Minas enquanto eu fazia aquela sacanagem toda. E por incrível que pareça aquilo me excitava.
O trabalho da escola é claro não ficou aquela maravilha mas, Marco e Luciano realmente me ajudaram a conclui-lo e também me ensinaram a ser mais putinha do que eu era.
Belas fantasias sexuais essas dos tempos da faculdade.

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