Fodi a minha cunhada

Mais um Relato erótico do Sr.A
Uma noite de Carnaval…
Alguém aproximasse, dá para notar que é uma mulher, saia curta pernas lindíssimas a mostra, um peito avantajado, e uma mascara de gata.fodi a minha cunhada
Agarra-se a mim eu não esperava, admito… ela começa a dançar na minha frente, a roçar-se… aí sem eu esperar salta e coloca as pernas em volta da minha cintura, os braços a volta do meu pescoço… eu não sabia quem era, tentei tirara-lhe a mascara mas ela impediu-me. Perguntei-lhe quem era… simplesmente respondeu miauuuuuuuuuuuuu. Não lhe via o rosto, nada de nada, só aquele dançar sensual. Ela desceu deslizando as pernas dela, pelas minhas
Eu já estava entesado… imaginava quando acabaria, era impossível estar-me a acontecer isso…
Ela encostou-se a mim, só com uma mão abriu a braguilha, e meteu a mão dentro das minhas calças.
Incrédulo, eu sentia-a como se estivesse a avaliar o potencial do material… com a outra mão pega na minha mão direita e encaminha-a, coloca-a sobre a rata dela… Senti o calor a trespassar as cuecas e o meu tesão aumentava… sentia um perfume dela demasiado sensual, nada de intenso mas nada de suave, uma mistura prefeita, um tempero semelhante aquela comida que se cheira a léguas e temos de encontrar o restaurante, faz-nos agua na boca… Assim colados ofegantes, eu continuava a perguntar quem era ela, ela não dizia nada só uns gemidos suaves, quase imperceptíveis no meio da musica… Imaginei montes de pessoas que poderiam estar-me a fazer aquilo, imaginava a cada momento que alguém podia interromper aquele momento e de assustador tornava-se muitíssimo apetecível, olhava para os lados para ver se alguém se apercebia, sentia toda a gente a olhar na nossa direcção mas na verdade ninguém olhava, todos estavam absorvidos nas suas vidas.
Meti a mão dentro das cuecas dela e apalpei aquele naco de carne, era um naco delicioso, enorme, quente e molhado… escorria um liquido quente e viscoso… senti que estava a fazer o que devia…
De repente ela tira a mão do meu mangalho, e faz-me tirar a mão da rata dela… imaginei q seria o fim, sentia-me frustrado afinal eu desejava comer aquela desconhecida.
Ela puxa-me pela mão, segura-me firme e leva-me para um canto mais escuro. Olhava desesperada para os sofás mas estavam todos ocupados, encosta-se a mim e começa a roçar as nádegas no meu caralho. Eu estava numa expectativa, o meu coração batia descompassado, colado a uma desconhecida com mascara de gata… isso ainda me dava mais curiosidade, afinal ela podia ser horrenda, mas era sensual.
Um homem levanta-se de um desses sofás de uma pessoa só. Ela puxa-me mais ofegante e empurra-me para eu me sentar e senta-se em cima de mim…
Como eu sentia o calor da rata dela, ela sentia o meu pau duro, e rebola-se em cima dele. Desce as cuecas sempre com o cuidado que a saia as tapasse, e tira o mangalho das minhas, leva-o ate à entradinha da rata dela e desce de uma vez só, como se quisesse engoli-lo…
Senti a humidade e o calor a descer pelo meu pau… olhava para ver se alguém se apercebia, tudo calmo… Éramos só mais um casal que não tinha espaço para se sentar, e ela sentou-se no meu colo.
Ela subia e descia bem devagar, ao ritmo da musica, como se estivesse a dançar… ninguém ligava, eu sentia a rata dela a engolir o meu caralho, sentia que ela contraia os músculos da cona para que não tivesse de se mexer de mais… para não dar nas vistas… eu abraçava-a apertava-lhe os seios, mas nada mais que um casal de “namorados” mais acalentados…
De repente sentia-a a agarrar as minhas pernas com força, e uma libertação de liquido quente e oleoso no meu pau… um gemido mais forte, um suspiro, eu jorrei tudo, sabia que era isso que ela esperava, e vim-me todo na coninha dela… Ficamos assim uns minutos ate que o meu pau diminuísse dentro dela. Ela puxou as cuecas para cima, arrumou o meu pau dentro das minhas fazendo carinhos, como a dizer: era isso que eu esperava, obrigada.
Levantamo-nos e ela dirigiu-se ao bar e ai tirou a mascara…surpresa das surpresas!!! Aquela mulher era nada mais menos que a minha cunhada!!!
Na verdade, sempre tive uma vontade enorme de a comer… mas não podia!!! Eu notava que nos olhavamos mutuamente mas jamais imaginei sequer poder come-la… mas comi!!! e de uma intensidade jamais imaginável. Ela olhou-me com cara de safada e disse: “não aguentava mais foder-te só com os olhos tinha de foder-te como deve de ser”.
E eu ali fiquei a pensar naquela traíção ao meu irmão… mas principalmente na vontade que já tinha em a comer novamente…

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1 comentario
  1. gleidison diz:

    eu com uma cunhaada dessa em

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