Vou contar-vos aqui mais um dos meus contos eróticos abusados que aconteceu à uns 2 anos atrás…
Quando a Coelhinha ainda estudava na faculdade, conhecia uma menina uns 3 ou 4 anos mais velha do que eu. Tinha os cabelos pretos, compridos e ondulados, uns olhos verdes lindíssimos e um corpo que não era de deitar fora. O que mais me chamava a atenção na menina E. era as suas maminhas bem grandes sempre aconchegadas em sutiens almofadados que no verão deixavam de existir, e passavam a deixar aqueles belos seios à solta, à deriva pelas blusas fininhas, com os biquinhos a notarem-se e a deixar qualquer um maluco por lhe tocar.
A minha colega tinha conversas de café que me deixavam com a imaginação à roda. Falava sem tabus de que gostaria um dia de poder comer uma gaija, que não queria passar sem experimentar essa sensação.
Eu sabia que ela tinha namorado à muitos anos, e que parecia estar tudo bem com o relacionamento deles. Um dia o namorado dela apareceu para lanchar connosco, era alto, tinha um corpo forte, bem constituído, tinha um charme encantador, e chamava bem a atenção aos olhos femininos.
No dia seguinte perguntei-lhe a brincar onde tinha arranjado aquela obra de arte, gostava um dia de ter um homem grande daqueles na minha cama para poder devorar a meu belo prazer. Mas o que fazia chamar mais a atenção nele, era o facto de já ser comprometido,
dava uma vontade enorme de o roubar à minha colega e poder come-lo por uma noite…
Mais tarde quase no final do curso fomos informados de que iam casar, os convites foram distribuídos e a Coelhinha esteve presente no casamento.
Confesso que nesse dia não saberia qual dos dois gostaria de ver na minha cama, ela estava lindíssima, e ele mais charmoso do que nunca, foi um belo dia.
Algum tempo mais tarde, já a vivermos em cidades diferentes, continuava a manter contacto com a menina E.
Falávamos na internet e por telefone, ela insistia que fossemos jantar as duas, só as duas, que nos encontrássemos. Depois começou a mandar-me piropos, a dizer que eu era muito bonita, que gostava de um dia experimentar o que continuava a martelar na sua cabeça: Fazer sexo com uma mulher…
Durante um desses jantares, enquanto ela me propunha a passarmos uma noite juntas a explorar os nossos corpos, eu fiz-lhe uma contra proposta.
- E que tal fazermos antes de outra maneira? Eu proponho estar eu e tu junto com o teu marido. Era interessante nós nos divertirmos as duas e depois ele participar também na brincadeira…

A principio ela ficou um pouco de pé atrás, depois com a continuação da conversa, acabou por alinhar na minha proposta. Só faltava convencer o marido, mas não me preocupei muito com isso, desconfiava que qualquer homem gostaria de estar numa situação dessas e não me enganei.
Combinámos um sábado eu ir ter a casa deles, jantávamos, saíamos e depois logo víamos como as coisas corriam.
Nessa noite divertimos-nos imenso, saímos para dançar, bebemos e rimos muito.
De regresso a casa deles, a menina E. fez questão de vir comigo atrás no carro. E pelo caminho começou a insinuar-se.
Estar com uma gaija não era novidade para mim, mas estar com uma gaija casada no banco de trás de um carro com o marido a olhar-nos pelo retrovisor era algo que nunca tinha feito, e estava a saber bem. ![]()
Comecei a percorrer-lhe o corpo com as mãos, até chegar aquelas magnificas mamas que me fascinavam.
Beijámos-nos, a principio senti que a menina E. não estava à vontade, depois foi começando a libertar-se e deixou-se explorar por mim…
Chegamos a casa, entramos, o marido da minha colega serviu-nos um licor, começamos a falar de coisas do dia a dia como se nada se tivesse passado no banco de trás do carro deles. Passado uns 15 minutos ele surpreendeu-nos:
- Espero por voçês na cama, venham ter comigo quando quiserem…
Eu ri-me do à vontade dele que nunca pensei que ele tivesse. Ele foi para o quarto e a menina E. ficou na sala comigo. Disse-me que ia-mos fazer as coisas a nosso belo prazer, que estávamos ali para nos divertir e para dar-mos e ter-mos prazer, só íamos chegar até onde nós quiséssemos…
Fomos para a casa de banho e entre risinhos, e confidencias, resolvemos aparecer no quarto apenas em tanguinha e botas altas. Pintamos os lábios de vermelho carregado como se fossemos ganhar a noite numa rua qualquer…
Eu entrei na frente, o Sr. B. estava deitado na cama, só com os boxers vestidos, tinha acendido uma vela de cheiro em cima do camiseiro. Ele olhou para mim, a apreciar-me a sondar, a investigar aquilo que provavelmente iria comer.
A menina E. entrou atrás de mim, foi ter com o marido, e deu-lhe um beijo leve na boca, depois veio ter comigo e deu-me uma palmada no rabo. Começamos a rir-nos e a agarrar-nos. Agarrei de novo naqueles belos seios enormes e comecei a chupar e a lamber, dava-lhe pequenas mordidinhas nos biquinhos para ficarem cada vez mais duros.
Depois, deitei-a na cama, abri-lhe as pernas e comecei a encher aquelas coxas de beijos enquanto o marido dela já sem boxers nos observava com o caralho nas mãos.
Decidi que estava na hora de explorar a sua ratinha, tirei-lhe a tanguinha e passei-lhe a língua, ela estremeceu, nunca tinha sido lambida por uma mulher. A coninha dela era quentinha, meti um dedo por ela a dentro e procurei o grelinho com a língua, lambi-o e chupei-o com prazer. Ela começou a fazer gemidos e o marido veio apalpar-lhe as maminhas enquanto eu continuava explorando a sua coninha.
Passado algum tempo ela achou talvez que gostaria de retribuir aquele prazer recebido e trocamos de posições. Primeiro começou por me apalpar toda a minha xaninha com os dedos, a explorar o terreno que ia lamber. Metia-me os dedinhos lá dentro e fazia movimentos circulares, depois começou a lamber-me também e de vez em quando soprava sobre a minha ratinha o que me fazia ter arrepios e vontade de ser bem comida. O marido dela perguntou se eu podia chupar o seu pau e eu aceitei de imediato. Ele colocou-se de joelhos e eu enfiei o seu caralho na minha boca. Ele já estava bem grande e eu chupava-o com vontade, enterrava-o até onde podia. Era um mastro bem grandinho e principalmente bem grosso. Comecei a ter cada vez mais vontade de ter aquele pau na minha coninha e passado pouco tempo pedi-lhe que mo enfiasse na ratinha.
Ele então propôs comer as duas, fez-nos ficar de quatro, lado a lado em cima da cama, primeiro enterrou o caralho na cona da mulher que gemia de prazer, depois vinha para mim e fodia-me também com força. Nós gemia-mos de prazer, enquanto ele nos chamava nomes obscenos:
- Não queriam foder??? Então agora aguentem-se com o meu caralho que chega bem para as duas suas putinhas!!!!
Depois trocamos de posições, eu quis subir em cima dele, sentei-me no seu mangalho e rebolava-me nele com vontade. Ele agarrava o meu rabo e tentava penetrar-me cada vez mais fundo. A menina E. mexia nas minhas maminhas já completamente à vontade…
Eu comecei a pensar naquela cena como se estivesse fora do meu corpo, a ver-me ser fodida pelo marido da minha amiga…. descontrolei-me e vim-me aos gritos enquanto ele me fodia fortemente.
Tive um orgasmo tão intenso, que percorreu todo o meu corpo e me deixou em “estado de choque”.
Enquanto eu me recompunha ele pedia à mulher que lhe deixasse ir ao cuzinho. Ela no inicio recusou, disse que não se sentia à vontade, mas entretanto eu fui-me chegando e comecei de novo a acaricia-la enquanto o marido lhe lambia a entrada daqueles dois buraquinhos. Ela foi descontraindo cada vez mais, foi-se deixando levar… Fizemos com que ela se pusesse de quatro novamente e o Sr. B. depois de me fazer encharcar o seu caralho com saliva, começou a forçar a entrada do rabinho da mulher.
Ela queixava-se, queria escapar-se, queria fugir… Foi então que eu a acalmei, fiz-lhe lamber os meus dedos e fui introduzi-los no seu reguinho, forcei a entrada devagarinho e comecei a alargar aquele buraquinho com os dedos, ela foi descontraindo e o marido tratou de enterrar o caralho naquele buraco. Ao inicio ela gritava, depois os gritos passaram a gemidos e daí a uns 10 minutos, enquanto eu lhe acariciava as mamas ela veio-se enquanto gritava ao marido que lhe rebentasse o cuzinho todo. O marido não aguentou muito mais e esporrou-se bem dentro daquele rabinho.
Hurrava como um louco, e quando retirou o caralho a porra escorreu pelo rego da minha amiga até à sua bocetinha…
Até hoje nunca mais os vi, estamos em cidades diferentes e distantes, a menina E. já me convidou muitas vezes para jantar, insinuando sempre um divertimento como sobremesa, mas eu acho que é melhor não aceitar…
A aventura entre os três foi boa, mas já passou, a Coelhinha gosta de experiências novas e eles também deviam continuar a explorar novos horizontes, ou novas formas de ter prazer!

amei seu conto fiquei ecitada do inicio ou fim quanto meu marido chegou eu nem deixei ele tomar banho nós demos uma forda na sala mesmo gostosa
Tambem gostava de ter essa sensaçao de estar com uma mulher e com o meu namorado…. so que nao tenho gaja para juntar a festa… So de pensar fico tao exitada…..