Meu marido corno

Meu Vizinho…
Oi, meu nome é J.V., tenho 30 anos, sou loirinha, 1,65 m, cabelos médio-longos, um corpinho que, apesar de dois filhos chamo a atenção dos homens, por ter um belo bumbum e pernas bem feitas, dizem que sou idêntica a Katie Tomaz (“Ele” diz).
Meu esposo é também loiro e muito bonito, só que viaja demais e me deixa muitas noites sozinha.

Nossos familiares moram em outras cidades e por não termos amigos verdadeiros não saio muito. Participamos de algumas festas, por meu esposo exercer cargo de confiança, mas não muitas.
Em frente a nossa casa tem um casal que tem um filho adolescente e uma menina na faixa de idade do nosso primogénito. Este casal é composto de uma bela morena e “Ele”, um morenaço de 1,80 m, coxas grossa, um pouco acima do peso, mais que por sua altura se torna charmoso.
“Ele fica muito em casa e quando eu estou noto que “Ele” faz de tudo para ficar olhando para minha casa, discretamente é claro.
Um tempo atrás precisei que “Ele” fosse lá em casa olhar um defeito na energia, eu vestia um shortinho de malha e blusinha e notei que ao caminhar na sua frente, “Ele” olhava fixamente para minha bundinha.
Outra vez “Ele” foi ver o meu canil, pois queria construir um na sua casa. Fui mostra-lo e ao me abraçar, sentir que estava excitado, logo depois chegou por trás de mim e encostou na minha bundinha aquele cacete, se o meu cachorro não nos assustasse, não sei o que teria acontecido, pois inúmeras vezes eu mudava de local e “Ele” vinha e me encoxava.
Aconteceu depois um baile e ao me cumprimentar sentir o seu cacete em minha virilha e o meu marido conversando com um amigo ao lado.
Nós estávamos próximo de mudarmos para uma outra casa, quando numa tarde, por volta das 2 horas, precisei que alguém olhasse por que o chuveiro não estava aquecendo e como mais uma vez meu marido não estava, fui pedir à minha babá que chamasse meu vizinho que estava em sua casa. “Ele” prontamente veio, e meus filhos ficaram na sua casa, com a sua filha e as babás, a minha e a dele.
Estávamos, portanto só “Ele’ e eu na minha casa. Mostrei a “Ele” o nosso banheiro, subiu em um banquinho e me pareceu que “Ele” não sabia o que havia ocorrido com o chuveiro, mais fingia fazer algo, notei que estava excitado, pois meu rosto estava a mesma altura da sua virilha e via seu short com o circo armado. Eu vestia um vestido verde de malha de alcinha, na altura das coxas e ‘Ele” um calção preto folgado e camiseta.
Após uns 2 minutos ”Ele” pediu que eu subisse no banquinho para religar a tomada, já que suas mãos estavam molhadas. Subi e ”Ele” ficou atrás de mim me segurando pela cintura; ao me fazer descer do banquinho, fez com que eu fosse esfregando a minha bundinha na sua barriga, levantando o meu vestido a quase mostrar minha calcinha; suspirei com aquele mastro relando em meu bumbum; esse sobe e desce no banquinho se repetiu mais uma vez e nessa segunda ao descer-me, ”Ele” me abraçou e encostou aquela vara em meu reguinho, gelei, ficamos por algum tempo abraçados, ”Ele” atrás de mim.
Não conseguia, nem queria, sair dos seus braços.
Fui encostando minha nuca no seu tórax. ”Ele” começou um movimento de quadril esfregando o seu mastro em minha bundinha. Começou a beijar meu pescoço e não demorou muito para estarmos nos beijando loucamente.
Em poucos minutos “Ele” me colocou nos braços, me levou para a cama, levantou o meu vestido, afastou a minha calcinha e chupou minha bucetinha e eu gozei como nunca, virei para retribuir o carinho e para chupá-lo, baixei o seu short e pus em liberdade aquela pica, mais ou menos 18 cm de comprimento, mais muita grossa.
Não consegui pô-la toda na boca mais a deixei bem húmida com minha língua e dura como pedra.
”Ele” me virou de costas, me pôs de quatro, encostou meu rosto no travesseiro e foi me penetrando, gozei outra vez naquela posição e “Ele” encheu meu útero com seu líquido morninho, só após o ato notamos que não usamos camisinha, já pensou num filho moreno com olhos verdes?

Preocupados com o retorno da minha babá e dos meus filhos, nos limpamos e ”Ele” após um delicioso beijo de língua foi para sua casa, sem concertar meu chuveiro, mas me deixando satisfeitíssima pela sua “atenção”.
Tomei um banho e ao sair do banheiro verifiquei que a babá e os meus filhos não tinham chegado ainda; coloquei outro vestidinho, liguei o ar e a TV e me deitei, mas não conseguir parar de pensar no que havia acontecido a pouco, acho que molhei novamente a calcinha, não sei bem; por que fiquei alargada após aquele cacete grosso. Terminei dormindo. Acordei com a chegada do meu marido, após dois dias de viagem.meu marido corno
Ele queria namorar e mesmo indisposta e com medo que ele notasse que eu não era mais a mesma apertadinha que ele deixou, fizemos amor; para chegar a orgasmo fechei os olhos e imaginei que estava dando pro meu vizinho.
Pela manhã, fui a uma farmácia e tomei o anticoncepcional do dia seguinte. Ao estacionar meu carro na garagem noto que ”Ele” estava chegando com sua filha e o seu sobrinho da escola. Cumprimentou-me como se nada tivesse acontecido, o que me deixou feliz por sua discrição.
Passaram-se alguns poucos dias e meu marido viajou novamente. Disse-me que voltaria no outro dia a tardinha.
Fui trabalhar e por volta das 10 da manhã recebo um telefonema.
Era ”Ele”, queria me ver aquela tarde, criamos um “mentirinha” que iríamos a uma cidade próxima visitar um dos projectos que eu coordeno e que ”Ele” queria conhecer, nada suspeito, pois isto poderia ser verdade pelos cargos que “Ele” e eu exercemos.
Vim em casa, quase não almocei, tomei um belo banho, coloquei uma calça jeans e uma blusa recatada, afinal iríamos ”trabalhar”, peguei o meu carro e fui ao encontro “Dele”; era mais ou menos 13 horas.
Deixei o meu carro estacionado em frente ao seu trabalho. Cumprimentou-me na frente de pessoas com a maior descrição possível, entramos no seu carro e partimos.
Ao sairmos da cidade pegou em minha mão e com muito carinho levou até seus lábios e deu um beijinho. Não resistir e beijei o seu rosto no cantinho da boca. Na estrada, fiz coisas que eu nunca imaginei fazer, peguei no seu pau, pus para fora da calça, chupei muito, o carro tinha uma película muito escura…
”Ele” dedilhou, por cima da calça, minha fofinha.
Chegamos ao motel de uma cidade vizinha, senti que “Ele” é o cara certo para que eu pudesse viver essas aventuras e me sentir mulher.
No motel com muita delicadeza tirou minha roupa e deitou-me na cama só de calcinha pretinha. Tirou sua roupa e ficou de cueca, apenas; beijou meu pescocinho e foi descendo até o umbiguinho, que língua é essa!!!!
Tirou minha calcinha e chupou minha fofa, se da outra vez foi maravilhoso, imaginem agora, em uma cama, sem pressa, gozei inúmeras vezes e comecei a chupa-lo também; pediu-me para gozar em minha boquinha, relutei mas deixei.
”Ele” me colocou de joelhos, ficou em pé na minha frente, segurando minha cabeça e socando em minha garganta até soltar jactos de esperma por todo o meu rosto; fomos nos lavar e no chuveiro me pediu a bundinha; fiquei com raiva e disse-lhe que não e ele não insistiu.

Voltamos para a cama e ”Ele” me pôs deitada de bruços e me beijou da nuca até o calcanhar.
Quando passou pela minha bundinha, abriu as nádegas e chupou o meu cuzinho, suspirei, ‘’Ele’’ vestiu um a camisinha e pude sentir o seu mastro penetrando a minha fofinha e ”Ele” deitando sobre mim, como se tivesse comendo meu cuzinho, mas a penetração era na bocetinha.
Estocou-me por uns 10 minutos até nos fazer gozarmos de novo e de novo.

”Ele” estava insaciável, me comia de todas as maneiras, de quatro, estilo papai e mamãe, de ladinho, eu cavalgando, “Ele’’ em cima.
Já estávamos ali há mais de duas horas, quando voltou o assunto de sexo anal, eu só dei uma vez para um antigo namorado que tinha um pau normal e foi ruim e só dei porque nessa época eu bebia (minha família e principalmente eu temos problemas com álcool, depois eu conto).
”Ele” me disse que faria com muito carinho e que eu nasci para dar a bundinha; aceitei e disse que se sentisse alguma dor ”Ele” pararia.
Concordei; pegou na bolsinha um gel (KY) e com delicadeza começou a untar meu reguinho, enfiou um dedinho e outro e mais um; já eram três dedos entrando e saindo do meu anelzinho, pegou os travesseiros e colocou em baixo da minha barriga, fiquei com a bunda “virada para a lua”, sentir a cabeçorra, sem camisinha, encostar na entrada do meu cuzinho, mordeu minha orelha enquanto já enfiava a cabeça, após alguns movimentos de vai e vem já colocava metade do seu pintão, mais alguns movimentos e sentir os seus testículos tocar minha fofinha, pronto estava tudo aquilo dentro de mim e o melhor com muito prazer e sem dor.
Fodeu meu cuzinho até gozarmos muito juntos enchendo meu intestino de esperma.
Ficamos fazendo sexo, oral, anal e vaginal de todas as formas e posições até próximo às 6 horas da noite.
Voltamos para nossa cidade, eu me sentindo satisfeita e feliz com a nossa tarde, deixou-me no estacionamento onde estava o meu carro, por volta das 19 horas, marcamos novas “visitas técnicas” (repetimos essas visitas por umas dez vezes) e fui para casa sem causar nenhuma suspeita, tomei um banho bem demorado, ao passar o sabonete líquido no meu cuzinho, pude sentir como ele havia ficado larguinho…

Liguei para o maridinho, perguntei como ele estava e ele perguntou como tinha sido o meu dia.
Disse-lhe que estava exausta (e como) e com muita saudade (”Dele” é claro) e que tinha tido um dia de muito ”trabalho” e que ia dormir e sonhar com os anjos, ou seja com ”Ele”.
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1 comentario
  1. José Adilson silva diz:

    Q conto maravilhoso e q cara de sorte seu vizinho ter uma mulher tão gostosa quero mas história princesa bjos

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