Muito tesão

Parecia uma noite como outra qualquer, não havia nenhum grande evento na cidade.
Somente apenas as pessoas de sempre, os mesmos rostos conhecidos, a mesma falsidade.
Mas uma coisa havia me chamado a atenção, o olhar de um homem que se encontrava no bar. Um olhar faminto que parecia despir suas presas com os olhos e saborea-las em seu pensamento, de uma forma gradual e prazerosa.
Meus olhos pareciam atraídos pelos dele, mas meu pensamento me podava, pois sabia que ele era comprometido. Onde já se viu um simples olhar me invadir e despertar em mim tantos sentimentos insanos, tantas sensações? Sentia muito tesão, estava quase explodindo de tanto tesão.
Tentei me desenvencilhar daqueles olhos que me comiam e dos pensamentos que me foram gerados, de um sexo animal ali mesmo em praça pública onde todos me ouviriam urrar de prazer e me deleitar com as pernas tremulas.
Sai do bar com a intenção de me livrar de pensamentos insanos, queria dar uma volta na praça, tomar um pouco de ar, acalentar àquele calor que consumia. Sentei em um banco e fechei meus olhos, para sentir o vento que batia em meus poros e sem esforço poder relaxar, mas isso não demorou muito.
A minha tranquilidade e a corrente de vento que chegava até mim foram interrompidas por um carro branco que parou na minha frente. Abri meus olhos depressa e me deparei com àqueles olhos que me despiam. muito tesão
Não é possível! Era aquele homem do bar. Ele chegou mais para perto, com o olhar mareado por um prazer insaciável, e me disse sussurrando:
– Você quer a mesma coisa que eu!
Fiquei parada ali, bestificada e ao mesmo tempo em brasas tomada por um prazer jamais sentido e pela necessidade louca de me lançar nua no colo daquele homem deixando ele me comer inteira.
Antes que eu dissesse alguma coisa ele me puxou e me beijou de forma intensa, senti minha vagina latejando, procurando enfurecidamente àquele músculo que entre as pernas dele ficava cada vez mais rígido e mais pulsante.
Eu estava em meio à uma praça pública, tinha que me controlar, mas a alma de puta em mim se aflorava. Já estava com os seios de fora e ele mamando neles, como uma criança faminta.
Desci e abaixei as calças dele e quando dei por mim já havia abocanhado aquele músculo pulsátil, enquanto aqueles olhos famintos pareciam sendo devorados. Chupava incansavelmente, implorando aquele líquido, desejando aquele homem só para mim, desejando ser devorada por inteiro.
Em um ato de volúpia fui puxada para dentro daquele carro, de branco o carro, agora se encontrava mais branco e molhado por causa do meu líquido que escorria e humedecia ainda mais a minha vagina.

Ele me chupava loucamente, me chamava de cachorra, me dava tapas na bunda e eu gemia, gemia de puro prazer.
Quando ele disse vem cá sua cachorra, eu fui, abri minhas pernas e deixei ele me meter com força, com tanta força que o carro balançava e eu gritava, gemia, o mordia o chupava e gritava ainda mais de prazer. Sentia muito tesão….
Ele apertou meus seis chupou ele todinho e naquele movimento de vai e vem na minha vagina gozou, gozou muito e depois lambeu e chupou ela todinha. Nunca senti tanto prazer, nunca tinha sido comida de uma forma tão deliciosa e em um lugar público.
O prazer se repetiu várias vezes aquela noite, depois que eu chupei aquele pénis feito um louca, acariciando aquelas bolas e chupando todinhas de uma vez, ele gozou na minha boca, eu sentei no colo dele e enquanto ele voltava ao normal eu rebolava no teu colo e o lambia todinho.

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