Esposa arregaçada

Sou casado com Danny 22 anos loira ,170 olhos verdes, a gente sempre se deu bem na cama ela sempre foi liberal comigo, quando completamos um ano de casados no dia 21 de janeiro decidimos apimentar um pouco mais nopssa relacao, ela sempre foi muito tarada por esperma, dai tive uma ideia de satisfazer minha esposinha por completa, era uma sexta feira abri o bate papo uol na sala de goiania e coloquei o seguinte nick (quero ser corno) logo nao faltou marmanjos para confirmar isso, dai em seguida lancei uma pergunta para todos, onde vocês mais gostam de gozar?
Uma serie de respostas foram enviadas a mim, mas uma me interessou mais, quando tres deles responderam: gosto de gozar dentro de um rabinho!!!!!
Esta resposta me encheu de tesão e minha esposa tambem, dai a gente abriu cam e selecionamos 3 rapazes 2 de 28 anos e um de 43 todos com dote de 16 a 20 cm , minha esposa nao gosta de pau grande nao!!
Combinamos de nos encontrar em um barzinho em goiania proximo ao aeroporto, chegamos la , minha esposa com uma microssaia e um corpete preto com um fio dental branco em baixo, uma autentica prostituta!! kkkkkkk.
Sentamos e nos apresentamos o mais velho deles chamava-se Mauro, moreno, bem escuro, forte com rosto jovial! Os outros dois eram Emersom e Nivaldo.
Mauro logo de inicio alisou as coxas de minha esposa de leve e vi que ela ficou arrepiada, dai me perguntaram o porque desta minha tara, pois minha mulher era linda demais para ser oferecia daquele jeito, eu de imediato respondi:
– Minha esposa é puta e safada de mais para ser só minha, eles logo sorriram e minha esposa passou a lingua na boca do copo em que estava tomando chopp e sorriu, dai eles me olharam e disseram então, essa vadia vai ver o que é bom hoje seu corno, de imediato chamou o garçom e disse que eu queria acertar a conta, tomei um susto pois achei que dividiriamos a conta, eles me disseram que corno era para pagar as contas da puta e dos garotos divir era so a mulher, fiquei com baita tesao imaginando como seria que minha mulher ia passar aquela noite.

Paguei e saimos do bar, eles entraram no nosso carro e seguimos para casada, no caminho Emersom pediu que eu parasse o carro e ordenou que Danny passase para o banco traseiro, ela imediatamente obedeceu ficando sentada no colo de Mauro, que aproveitou para levantar sua saia, ela estava sendo bolinada de tudo que era jeito, Emersom tirou seus lindos seios para fora e começou a chupar, Nivaldo o acompanhou e tambem caiu de boca nas tetas de minha linda Danny.
Ela aproveitando da situaçao e se revelando verdadeira puta abriu as bermudas dos meninos e começou a punhetar os dois enquanto Mauro siriricava sua bocetinha!
Não demorou mais que 10 minutos chegamos em casa, subimos e fomos direto para o quarto, Mauro o mais ousado da turma, pegou minha esposa deu um tapa em seu rosto e a beijou de língua, enquanto Nivaldo esfregava o pau na bunda deliciosa dela!Esposa arregaçada
Sentei no puff ao centro do quarto e fiquei a observar minha esposa sendo possuida por aqueles tres machos ferozes, Emersom a pegou pelos cabelos jogou sentada em cima da cama e tirou o pau para fora, ordenando que ela chupasse ele!
Ela passou a lingua nos ovos de Emersom e depois em um subito golpe engoliu toda a pica do rapaz arrancando gemidos estonteantes, os demais então começaram a tirar suas roupas e chegaram suas varas perto do rosto de Danny.
Mauro como sempre o mais atrevido a grudou pelos cabelos e socou seu pau que media 20 cm ate sua garganta, fazendo ela engasgar, que delicia era ver minha Danny.

Chupara aquele montro negro, ele fodia a boca dela toda enquanto a chamava de puta, vadia, vagabunda de tudo que era nome, ela entao jogou Nivaldo em cima da cama e chupou a cabeça da pica dele a lubrificando e penetrou em sua bucetinha, enquanto Emersom e mauro revezavam em sua boca, ela cavalgava freneticamentem em cima da pica de Nivaldo que gemia feito louco sentindo o calor da bucetinha de Danny.
Foi quando Mauro pediu para comer sua bucetinha tambem! Minha mulher o olhou e respondeu que por enquanto não, pois para aquele negro dotado ela havia guardado o melhor da festa. Para bom entendedor meia palavra basta.
Ela ficou de quatro e chamou Emersom para foder sua buceta, Emersom a fodia e batia em sua bunda como louco, fiquei muito contente em ver outros machos comendo minha mulherzinha e ainda por cima sem camisinha, Emersom nao demorou muito tempo para anunciar que queria gozar, então minha mulher tomou uma atitude brusca de tirar o pau dele de fora de sua chaninha, eu fiquei sem compreender, Emersom tambem, mas deixamos rolar.
Ela virou para Mauro e abocanhou seu pau babando em toda sua extremidade, Mauro se contorcia de tesão da boca dela, aquele pau negro na boca branquinha de minha Danny estava simplesmente demais.
Ela deitou-se de bruços e chamou Mauro assim:
– Vem meu negao! Quer comer meu cu? Ele ta doidinho por esse seu pauzao preto!
Eu não acreditava que minha mulher estava tao puta daquele jeito, Mauro deu um sorriso cínico olhou para mim e se jogou em cima de Danny.

Mauro cuspiu em cima do cu de Danny e ela empinou um pouco sua bundinha para receber aquele montro em seu rabo, Mauro colocou a cabeça e ela começou a gemer e gritar, a cena de minha mulher de bruços levando uma jeba preta em seu cuzinho branco me deixou tao excitado que gozei sem encostar em meu pau!
Mauro começou a mecher dando pequenas estocadas dentro do rabo dela, enquanto Emersom e Nivaldo se acabavam na punheta e nos boquetes que ela fazia para eles.
Mauro tirou o pau por alguns instantes e na imagem pude ver que o cuzinho de Danny mesmo tendo entrado só a cabeça da pica de Mauro ja nao era mais o mesmo tava vermelinho, Mauro cuspiu dentro do rabo dela e apontou de novo, porem desta vez soltando todo o seu peso em cima do corpo dela obrigando o cu de Danny a englolir aquela rola até o talo.
Danny gritava e chorava com aquele pau dentro do cu enquanto Mauro a engravatava e estocava dentro dela mais forte ainda, aquele negro a segurava forte e a chamava de puta vorazmente, fiquei com dó dela e pedi para que Mauro gozasse dentro do cu dela, que enchesse aquele cu de esperma, entao ele disse que so gozaria se ela o pedisse, ela logo de prontidao pediu com uma voz rouca e chorosa:
– Goza no meu cu seu filho da puta, enche meu cu de porra…

Parece que essas foram as palavras mágicas, aquele homem urrou feito um jumento e dando fortes estocadas e arrancando mais choro de Danny ele derramou toda sua porra quente dentro do rabo de minha amada.
Quando ele retirou seu pau o cu de minha esposa estava parecendo um poço cheio de esperma, olhando tudo isso Nivaldo pulou em cima de Danny antes que eu falasse que podia e Danny falasse que nao queria e começou a comer seu cu também.
Danny tentava sair debaixo dele mais foi inevitavel pois ele a segurava firmemente e ainda por cima Emersom estava quase gozando dentro da boca dela, quando Nivaldo disse que estava gozando também dentro daquele cu, minha esposa me pedia ajuda mas eu só conseguia ficar parado diante de tanta putaria como aquela que jamais eu tinha!
Emersom aproveitou que minha esposa estava mole na cama, subiu em cima dela tambem e foi depositar sua doacao de esperma para minha putinha também, Mauro estava deitado em sua frente com o pau na boca dela enquanto o companheiro comia o que restava do rabo dela.
Enquanto Emersom estocava dentro dela dava para ver a porra saindo de dentro do cu dela aos poucos, de repente ele soltou um gemido que estremeceu e gozou fartamente no rabo dela completando o show de gozadas e ela para nao perder tempo gozou de uma forma tão tremenda que acho que todos na rua escutaram seu escândalo….
Quando nosso amigo tirou o pau de dentro eu nao acreditei, aquele cu estava em erupção de esperma nunca tinha visto tanta porra dentro de um cu, peguei um copo americano e extrai toda a porra de dentro dela chegando a quantidade de meio copo de esperma, tentei fazer ela beber, mas ela se negou, eu também não iria a obrigar, mas joguei toda aquela porra na cara dela e em cima da chana dela…
Esta foi uma experiencia que jamais esqueceremos, tudo o que vivemos foi mera fantasias sexuais , devemos variar de vez em quando!
Depois disso ja tivemos mais algumas aventuras, mas nada tao intenso e prazerosa como essa!
obrigado dannyepaulo@hotmail.com

Comido pelo irmão

Antes de mais nada, vou-me apresentar…. Sou Homem, uso sempre lingerie feminina por baixo da minha roupa e não dispenso NUNCA uma verga bem enterrada no cuzinho….
Agora o conto erótico como sempre, em Português.

Isto passou-se á cerca de um mês (mais coisa, menos coisa).
Como faço muitas vezes por semana, fui a casa da minha mãe, para lhe fazer uma visita, visto que ela mora sozinha.
Quando lá cheguei, ela não estava, por isso, fui ao quarto de costura para ir buscar um par de calças que lhe tinha pedido para me arranjar, visto que ela é costureira.Comido pelo irmão
Mal entrei no quarto, vi, que em cima da cama, estava um vestido lindo, azul de seda brilhante. peguei nele para lhe sentir o toque, mas claro que, depois de pegar nele, e porque estava sozinha me casa, tinha de o experimentar.
Tirei então, a minha roupa toda, ficando só com a lingerie; cuecas de fio dental pretas, de renda, soutien com copas de silicone e uns collants côr da pele, muito brilhantes.
Vesti então aquele vestido lindo, com muito cuidado para não estragar, e senti que este me ficava mesmo justinho, mesmo como eu gosto.
Para me ver melhor com aquilo, fui a outro quarto onde tem um espelho enorme. Saí do quarto de costura para ir para o outro quarto e, quando saí para meu espanto, dei de caras com o meu irmão que tinha ido fazer exactamnete a mesma coisa que eu: visitar a minha mãe.
Olhei-o nos olhos e ele olhou-me de cima para baixo. O soutien com as copas de silicone, que na camisa não se notava, no vestido notava-se, e muito bem. As minhas ancas largas das hormonas evidenciavam-se no vestido justo, assim como as minhas coxas largas e grossas, que eram já parecidas com as de uma mulher. Tentei sair dali como se nada se passasse, mas claro que não consegui.
Ele agarrou-me num dos braços e disse-me:
“Já desconfiava que tu eras virada para o lado das mulheres, mas não te imaginava tão boa. Agora, para eu me calar, vais ter que fazer o que eu quiser” e ao memso tempo, levou-me para um quarto.
Entramos, e ele fechou a portya atrás dele.

Eu disse-lhe que fazia o que ele queria, mas não poderia ser naquele momento, nem ali, pois a nossa mãe podia chegar a qualquer altura, ao que el respondeu que não haveria problema porque ela sabia que eu era uma puta e que gostava de levar no cu. Ao dizer isto, desapertou as calças que cairam para o chão seguidas das cuecas.
A piça dele era muito grossa, e estava murcha. Eu sentei-me na cama para tentar acalmar a situação e ele, sem mais nada aproximou-se de mim, e com a verga na mão disse:”Põe-na dura, chupa-a toda” e apontou a verga á minha boca.
Eu não queria fazer isto, afinal era o meu irmão que estava ali á minha frente, mas por outro lado, aquela verga estava-me a deixar louca de tesão, por isso, timidamente, e como quem não quer a coisa, abri a boca, esperando que ele fizesse o que fez, meteu-a na minha boca. COmecei a chupar á medida que ele metia e tirava.
A verga começava a aumentar o tamanho e a grossura dentro da minha boca.
A minha excitação começava a aumentar e eu começava a perder a timidez. Agora já não era ele que andava para trás e para a frente, já era eu que chupava aquela verga maravilhosa com muita fome.
Ele chamava-me puta, que nunca tinha duvidado da puta que eu era, e que me queria enrabar bem forte e fundo, e isso era o que eu queria também. E a piça estava agora enorme, grossa e quente. Eu metia-a o mais fundo possivel na boca, mesmo até á garganta.
Passado de um bocado, ele tirou a verga da minha boca, levantou-me, tirou-me o vestido, porque não era meu, e ele não o queria estragar, e fez-me pôr de quatro em cima da cama. Passou manteiga no meu cu, encostou a cabeça da verga e começou a enterrar.
O meu cu está já muito aberto de muitas piças terem entrado lá, mas esta custou um bocado a entrar. A cabeça entrou um pouco, mas com uita dificuldade, por isso ele puxou-a para fora, passou mais um pouco de manteiga, e voltou á carga. Desta vez a piça entrou maravilhosamente bem. Deslizou para dentro do meu cu mesmo até os colhões, e de uma vez só. Agarrou-me nas ancas e começou-me a foder. Batia fundo e forte e chamava-me nomes porcos ao mesmo tempo que me fodia.
Eu dizia-lhe para rebentar o cu ao maninho bicha e para me espancar. Ele enrabava-me fundo e forte e dava-me palmadas no traseiro.
Infelizmente ele não aguentou muito tempo, porque passado cerca de dez minutos a encavar-me ele começou a gemer e disse que me ia engravidar.
Meteu a piça bem para dentro do meu cu e começou-se a esporrar. A cada esporradela que ele dava ele empurrava a verga para dentro do meu cu.
Quando acabou, tirou a verga do meu cu meteu-a outra vez na minha boca para eu a limpar.
Lambia toda, engoli a espoora que saiu dela e deixei-a toda muito limpa.
Ele vestiu-se, olhou para mim, e disse:
” A partir de hoje és a minha puta sempre que eu quiser…” e saiu do quarto.

Comi a Veterinária

Minha esposa estava no trabalho, tive que levar meu cachorro na veterinária. Ia me atrasar e liguei avisando que iria atrasar, a veterinária disse que não teria problemas e que esperaria lá. O consultório é pequeno, ela já estava sozinha.
Assim que cheguei, vi que ela estava diferente, mais perfumada que o normal e com alguma maquiagem. Ela é pequenina, tipo mignonzinho, sempre imaginei como ela seria na hora da transa.
Durante a consulta, ela pediu que eu segurasse o meu cachorro e chegou bem perto de mim, se encostando até que a encoxei meio sem querer, ela deu um sorriso e continuou sem sair da encoxada.

Quando acabou, pediu pra colocar meu cachorro numa outra sala. Assim que voltou tirou seu guarda-pó, aí vi que estava “para o crime”, com uma blusinha verde bem decotada, os biquinhos dos seios apontados para mim, e uma calça jeans muito apertada, um tesão.
Me explicou os problemas do cachorro, e eu a media dos pés a cabeça. A safada se abaixou apanhando um remédio na prateleira, mostrando aquela bunda gostosa para mim, voltou, sentou na cadeira bem na minha frente e me perguntou “Tudo bem pra você?”.
A agarrei no mesmo momento e dei um beijo, ela segurava minha cabeça sem largar. A puxei pra cima mesa e nos amassamos muito. Arranquei aquela blusinha com a boca e chupei seus seios enquanto ela transpirava de prazer. Arranquei a sua calca e pude ver aquela moça pequena e muito gostosa nos meus braços.
Posicionei-a em cima da sua mesa, de quatro, afastei sua calcinha e a chupei demais, enfiava minha língua naquele grelinho vermelho, alternando no seu clitóris a levei ao delírio.
Sentei na cadeira enquanto ela vinha em direção ao meu pau, chupou incessantemente com aquela boca pequenina, sentou e cavalgou durante um bom tempo, gemia e falava safadesas. Sem tirar de dentro, levantei e afundava meu pau segurando suas pernas encostadas na parede, depois nos jogamos no chão em um frango assado bem gostoso.
Quando achei que já estava cansada, pediu pra comer seu cuzinho, em cima da mesa.Comi a Veterinária
A posicionei de quatro, nova lambidas, subi na cadeira e enfiei meu pau num vai-e-vem muito gostoso, ela foi a loucura.
Quando disse que ia gozar, pediu que lambuzasse sua cara, tirou toda porra que podia de mim.

Aquela gatinha se jogou no meu colo e ficamos abraçados no chão do seu consultório por um tempinho, com ela toda melada.
Me despedi depois de uns minutos, e ela parecia querer ficar com meu pau de lembrança. Ainda não conseguimos repetir, mas em breve virá.

Primeira vez com um preto-parte 1

Antes de mais vou-me apresentar porque é a primeira vez que estou aqui:
Sou homem, passivo de Portugal, uso sempre lingerie feminina e tomo hormonas femininas para me tornar cada vez mais uma mulher.
E agora o conto:
Na sexta feira saí do trabalho por volta das sete da noite e fui directamente para casa. Jantei, tomei um bom banho e vesti-me com aquela roupa que eu adoro; roupa de mulher.
Primeiro uma lingerie muito sexy, azul, rendada, composta por um soutien com copas de silicone, umas cuecas de fio dental, e um cinto de ligas, com seis ligueiros que prendia umas meias 7/8, pretas com liga larga. Por cima disto um vestido de lycra, preto, justo, justo e curto.Primeira vez com um preto
Pintei os lábios e as unhas de vermelho vivo e estava a verdadeira puta, pronta para levar com uns caralhos valentes pelo cu acima.
Saí para um bar gay e lesbo, onde eu vou todos os fins de semana, porque lá vão homens á procura de companhia para uma noite bem passada, e eu adoro.
Quando lá cheguei encaminhei-me ao bar, onde pedi a minha bebida habitual. O barmen deu-me a bebida e disse que esta era paga por um senhor que se encontrava do outro lado do balcão. Como bem educada que sou fui ter com ele e, dei-lhe um beijo carinhoso na cara para agradecer.
Ele era negro e bastante entroncado. Tinha mãos grandes, finas, mas muito bem tratadas, muito suaves. Olhou para mim, disse-me que se chamava Edmilsson e põs uma mão por dentro do meu vestido, apalpando-me uma nádega. Ao mesmo tempo disse-me que tinha uma coisa grossa e comprida que achava que eu ia gostar de experimentar.
Conversámos um bocado para nos conhecer-mos melhor, e pouco tempo depois, fomos para casa dele. Entramos em casa, e imediatamente nos dirigimos ao quarto onde ele tirou as calças. Não tinha cuecas, e um bacamerte enorme apareceu á frente dos meus olhos. Sentei-me na cama e ele, não perdendo tempo, meteu-a logo na minha boca. Era muito grossa e quase não cabia, mas não desisti e abri mais a boca para ele a poder enterrar mais fundo. Ele percebeu e empurrou-a para dentro, quase até á garganta. E eu chupava-a com muito gosto, cada vez mais.
Á medida que eu a chupava ela ia ficando cada vez mais grossa e mais dura.
Quando ela ficou verdadeiramente dura, ela tirou-a da minha boca e disse-me que a queria enterrar no meu cu. Como isso era, também o que e mais queria, levantei-me, puxei o vestido para cima, tirei as cuecas e deitei-me na cama de barriga para cima. A cama era alta, e como tal, bastou ele pôr-se de joelhos para a verga ficar da mesma altura que a entrada do meu cuzinho. Pedi-lhe só para não meter com força porque nunca tinha levado com nada tão grosso.
Ele passou KY no meu traseiro e meteu um dedo, depois dois. Rodou-os um bocado dentro para lubrificar e encostou a cabeça da piça ao meu cu. Começou a empurrar e a verga começou a entrar.
A cabeça entrava e fazia com que o meu buraquinho se abrisse cada vez mais. Deu uma estocada mais forte e a cabeça entrou toda. Deixou-se estar assim uns segundos e votou á carga. Mais força e a verga recomeçou a entrar. Cada vez que ela entrava mais eu gemia de prazer.
A dada altura, a minha excitação era tanta, que lhe pedi pra meter tudo de uma vez por todas. Ele puxou um bocado para fora, passou mais um pouco de Ky, agarrou-me nas ancas e disse-me:
“Vou-te rebentar toda, minha puta. Tu é que pediste” e, ao dizer isto, de uma só vez enterrou o caralho todo no meu cu, mesmo até aos colhões. Dei um grito de prazer e pedi-lhe para me foder.
(continua)

Minha cunhada é uma delícia

Tudo começou quando minha cunhada veio juntamente com seu namorado, para a casa dos pais, uma pequena fazenda no interior, ela trabalha e mora sozinha na capital Vitória-ES. Era época de Natal ela veio para as festas de fim de ano. Lá eu moro com minha namorada e seus pais, é namorada mesmo, não somos casados ainda, apenas moro e trabalho lá com eles na roça.
Tudo ia bem, churrasco, cerveja, som alto,etc. Mas numa certa noite quando a bagunça toda já tinha passado, estávamos eu sentado do lado da minha cunhada e na nossa frente o namorado dela e minha namorada, os velhos já haviam ido dormir, passava da meia noite, nós jogávamos dominó, bebíamos vinho, altas gargalhadas estávamos muito animados, de repente senti um pé acariciando minhas pernas por baixo da mesa, quando me dei conta vi que era o pé da minha cunhada, fiquei congelado não tive reacção alguma, continuei jogando normalmente.
Lembro como se fosse ontem a roupa que ela usava um vestidinho curto tomara-que-caia, mostrava todo aquele corpo escultural que ela tem.
Ela é linda é descendente alemã, loira do cabelo comprido, olhos azuis, pele bem clara, quase um e oitenta de altura um mulherão!

Durante o jogo lembro que ela falava coisas excitantes para o namorado dela, ele é um gordo, careca metido a bombadão, mas na verdade só tem barriga, ela por sua vez pegava fogo, de repente ela quis se deitar. Chamou seu namorado pra ir com ela mas ele não se tocou que na verdade mesmo, ela queria sexo, o vinho havia subido a cabeça!
Mas o mané preferiu continuar jogando dominó.
Ela pegou o colchão e o arrumou na sala onde eles estavam dormindo desde que chegaram. Daí acabou que fomos todos pra sala assistir filme, o filme era legal, mas quando olhei minha cunhada e seu namorado, adivinha, estavam dormindo!
Chamei a minha namorada, desliguei a TV e fomos pra cama também, no quarto ao lado, cujo a porta dá directo pra sala, eu dormia em um colchão também, e minha namorada na cama de solteiro. Comecei a criar um clima com ela (minha namorada) mas ela estava meio que com raiva de mim por uma coisa que aconteceu anteriormente, não vem ao caso, ela ficou me ignorando, então me deitei no meu colchão, mas cheio de vontade, sabe?
Minha cunhada é uma delícia
A porta estava meio entre aberta, de onde eu estava dava pra escutar minha cunhada se contorcendo no colchão prá lá e pra cá, e o namorado dela virado pro canto.
Foi quando passei a acreditar em coisas do destino, lembrei dos seus pés me acariciando, mas não tinha mencionado a vocês, leitores, que havia sido sem querer, é ela não teve a intenção de fazer aquilo, ela até falou com os outros na mesa, todos levaram na brincadeira e até fizeram piadinha.
Mas fiquei lá deitado e pensando naquilo e nela, ela não saia da minha cabeça.
Nós dois estávamos na mesma situação, minha cunhada doida querendo, e o namorado dela nada, só roncava. Meu coração começou a bater mais forte, vieram milhares de ideias malucas na minha cabeça, imaginei minha mão deslizando naquele corpo maravilhoso, foi quando não aguentei mais.
Me levantei fui até a sala, ligeiro como um gato, me abaixei bem perto do colchão, levei a mão por baixo do lençol, de repente toquei alguma coisa estava escuro não dava para enxergar direito, mas tive a sensação que era bem o meio da bunda, levei a mão bem por baixo do vestido e puxava-o para cima bem devagarzinho, nossa que bundinha deliciosa, toda durinha meus dedos se enterravam subtilmente naquele reguinho, senti sua calcinha fio dental toda enfiada, sentia os pelinhos parecia estar toda arrepiada, quando eu já tinha um dedo tocando sua xoxota, na vontade louca de despi-la de uma vez fiz um movimento mais brusco para tirar a calcinha de lado, e meter o dedo naquela bucetinha suculenta, ela se contorceu, e deu um gemido…
Na hora eu até pensei que ela estava acordada desde o começo e estava até gostando.
Mas deu tudo errado ela resmungava alguma coisa, me assustei, vi que ela estava se levantando, entrei em pânico meu coração disparou, parecia que ia saltar pela boca, na hora eu pensei: “Onde eu tava com a cabeça”.
Depressa antes que ela acendesse a luz, eu voltei para o quarto, não podia fazer um mínimo ruído, virei pro canto fingindo estar dormindo, e esperei pra ver o que aconteceria dali pra frente.
As luzes se acenderam, ela foi até seu namorado e o cutucou para acorda-lo, ele só rolou pro lado e continuou dormindo, e eu atento a tudo o que se passava naquele momento, percebi que ela se aproximou da porta do quarto onde eu estava espiou pelo vão da porta, se virou e foi até o banheiro, naquela hora eu pensei em ir atrás dela e pedir desculpas, cheguei a me levantar, mas com medo de piorar as coisas, eu hesitei, quando ela já retornava pra sala, do meio do corredor ela me viu lá em pé plantado na porta do quarto, e perguntou:
– Que cara é essa?
E eu todo sem jeito respondi:
– Nada não, é sono!
Disfarcei e fui até o banheiro também, fiquei lá um tempão, pasmo, não conseguia pensar em nada, ela me pediu que na volta apagasse a luz da sala.
Tomei coragem e fui de volta pro quarto, quando cheguei na sala para apagar a luz, me deparei com a cena mais incrível da minha vida, quase não acreditei. Minha cunhada deitada no colchão ao lado do seu namorado de costas para mim com o vestido levantado até os seios, e sem calcinha, fingia estar dormindo, parecia estar escrito: “me fode” no seu rostinho lindo. A vida é generosa demais comigo, foi o que eu pensei naquela hora.
Mais do que depressa eu apaguei a luz, e cuidadosamente fui me aproximando, me deitei com ela, segurei seu queixo, e dei o melhor beijo que consegui naquela boca carnuda, mordi seus lábios bem forte, e comecei a enfiar meu pau naquela bucetona deliciosa, com movimentos bem suaves para não acordar o chifrudo bem do nosso lado, foi uma sensação de alivio, e prazer ao mesmo tempo parecia estar delirando, minha boca enchia de água, deu vontade chupar ela todinha, sussurrei em seu ouvido qual era minha intenção, ela respondeu com uma mordidinha no meu lábio.
Me virei e ficamos numa posição parecida com a Meia Nove, me lambuzei meu rosto todo, ela estava toda molhadinha, e eu fazia questão de engolir aquele caldinho gostoso da xoxota dela.
Quando parecia que não dava pra ficar melhor, na hora que voltei a fudê-la com meu pau duro feito aço eu bombava bem no fundo, dava vontade de enfiar até as bolas, foi quando ela segurou meu pau bem forte com uma de suas mãos, puxou para cima, deslizou-o em toda sua bunda, e colocou devagarzinho em seu cu, pareceu adivinhar que eu estava quase gozando, foi a gota d’água, poucas bombadas e eu enchi seu cuzinho de porra, gozei igual um cavalo, afinal agente não devia demorar muito, estávamos dando sopa pro azar.
Foi uma das melhores coisas que já me aconteceu. Minha cunhada sempre me despertou um tesão enorme por ser um pouco mais velha do que eu, apesar de ter apenas 23 anos. Foi assim que fodi a minha cunhada, aquele tipo de mulherão, amo muito.
Acreditem essa é uma história verídica, algumas modificações eu confesso, mas poucas, de qualquer jeito foi uma delicia de experiência!