Minha esposa seduziu a empregada

Somos um casal de 50 anos e moramos em Fortaleza.
Temos uma empregada muito gostosa e cheia de tesão. Desde que ela chegou em nossa casa que venho fantasiando transar com ela e minha esposa, porém, minha esposa só fazia fantasia na cama, não tinha coragem de ir até ao fim.
Certo dia, voltávamos de uma festa onde tínhamos bebido bastante quando chegamos em casa, ao passar em frente ao quarto dela, nossa empregada estava só de camisa, mostrando a tanguinha vermelha dentro de sua regadinha.Minha esposa seduziu a empregada
Minha esposa me chamou para eu ver e foi nessa hora que vi que ela também ficou excitada com a visão da bunda gostosa da nossa empregada. Ela se aproximou da cama e sentou perto dela e começou a alisar a bunda dela até que ela acordou assustada.

A minha esposa pediu para ela ter calma que estava só admirando a beleza de sua bunda. Ela se acalmou e minha esposa continuou e ela começou também a ficar excitada.
Ela perguntou por mim e minha esposa respondeu que eu também tinha visto a bunda dela e que estava doido para alisar também.
Ela ficou um pouco indecisa e minha esposa deitou ao lado dela e começou a meter a mão por baixo da blusa até aos peitos.
Quando ela pegou nos peitos, a nossa empregada começou a gemer e minha esposa cada vez mais excitada começou a mamar os peitos dela e ela gritando de tesão.
Depois começaram a se beijar, minha esposa tirou a calcinha dela e chupou a buceta até ela gozar na boca dela. Depois ela chupou a minha esposa que gozou gostoso também com a língua da nossa empregada.

Eu já não aguentava de tesão e gozei como nunca tinha gozado. Em seguida elas vieram para mim querendo pica e me chuparam até o pau ficar duro de novo e aí meti nelas até gozarem outra vez.
Hoje, todo dia minha empregada dorme na cama com minha esposa e eu durmo na rede, após todo o dia há sempre uma fodinha.

Transa de sonho

Tinha uns 12 anos quando conheci um cara.
Ele trabalhava em uma empresa que fica próxima a residência que eu vivia.
Esse cara era 10 anos mais velho, por isso, na época não queria nada comigo. No entanto, eu era louca por ele. Passado 12 anos depois, sem mais, nem menos, ele entrou em contato comigo dizendo que tinha sonhado com nós dois. Achei estranho, depois de tanto tempo, mas mesmo assim perguntei se o sonho foi bom ou ruim, ele disse que não iria dizer nada, pois queria que o sonho se realizasse.
A partir de então, com frequência ligava para mim ou mandava mensagens alegando que estava com saudades e/ou que queria me ver. Transa de sonho
Afirmou que quando eu era adolescente pensava em ficar comigo, mas tinha receio por causa da minha idade. Como agora eu era maior de idade a situação mudava, porém, eu evitava os contra-ataques, pois sabia que estava comprometido.
Ao mesmo tempo, tinha uma louca vontade de estar com ele. Certa noite estava em um ponto de ônibus, pois iria resolver uns problemas na Faculdade, foi quando ele passou de carro e parou para perguntar se queria carona.
Sorri para ele e disse que sim. Cumprimentamo-nos e riamos daquela situação um pouco constrangedora, pois víamos nos comunicando apenas através de sms ou à distância, pelo celular.
Em geral mensagens de desejos e de vontade de estar perto. Passado este momento, ele disse que gostaria de sentir minhas unhas arranhando todas as suas costas.

Sem receio disse que estava com vontade, então ele parou o carro na BR’101, num local próximo a um Povoado, e começou a tirar a sua blusa.
Sentei em cima dele, com as pernas abertas e olhando firme para ele, e comecei a beijá-lo (uma boca linda e uma língua gostosa) e apertar e arranhar as suas costas.
Prontamente, ele abriu o zíper da calça e mandou chupar o seu pénis.
Era enorme, proporcional aos seus 1,92 de altura.
No entanto eu era pequena (1,60) e pensei: “chupar é o de menos, difícil vai ser deixá-lo penetrar na minha buceta apertada”.
Comecei a chupar aquele pénis grosso e grande, do jeito que adoro! Chupava devagar e rápido, deixando-o louco. Depois de certo tempo fazendo boquete gozou em minha boca.
Passado alguns segundos, eu disse que queria também gozar, estava fervendo de desejo por aquele homem e não aguentava mais, queria sentir seu pênis na minha xana.
Sei hesitar rasgou minha blusa e desabotoou a minha calça. Foi então que tirei o sutiã. Ele começou a chupá-los, são grandes e rígidos, com mamilos rosadinhos. Era cada chupada, parecia que queria leite, estava sedento. Foi então que tirei a calcinha.
Ele me levou para o banco traseiro e começou a chupar a minha xana, fiquei toda molhadinha (estava louca para fuder com ele, só vivia me masturbando pensado nele, estava cansada de sentir prazer sozinha, queria sentir pela primeira vez seu pau entrando em mim, por isso só pensava em fuder com ele).
Foi então que ele sentou no banco e pediu que sentasse em cima dele, o seu pénis todo duro, entrou de uma vez só dentro de mim, senti uma leve dor (como disse era grande e grosso). Pediu desculpas, mas disse que não se desculpasse, pois queria continuar.
Senti seu pénis todo dentro de mim, saindo e entrando, uma sensação gostosa, ao mesmo tempo eu massagava o meu clitóris. Ele segurava a minha bunda, ajudando no movimento de entra e sai.
Gemia, a cada minuto gemia mais forte, foi então que senti um orgasmo que nunca havia sentido, minhas pernas ficaram bambas como nunca tinham ficado.

Naquela noite gozei apenas uma vez, no entanto foi uma das transas mais inesquecível da minha vida, pois fiquei com um cara que eu desejava há 12 anos.
Mas, não fiquei triste, pois daquela noite até hoje, constantemente sinto seu pau dentro de mim.
E hoje irei a sua casa, me prometeu no mínimo 5 gozadas, disse-me que irá me fazer uma surpresa, depois conto essa aventura.
Quem quiser mais aventuras me add: melissa_canoro@hotmail.com

O dia que chupei meu amigo

Meu nome é Nicolas e tenho 15 anos, 1,60m e 57 kg, tenho um corpo mais ou menos definido, mas enfim.
Era noite de sábado quando meus pais e os pais de Pedro, resolveram sair para uma festa, quando eu e Pedro tomamos a decisão de dormirmos em sua casa.
Quando chegamos lá, jantamos, cada um foi tomar o seu banho, isso tudo depois que nossos pais haviam saído.
Era um dia abafado e estávamos em seu quarto, os dois sem camisa, deitados em uma cama de casal olhando filmes pornôs.
O dia que chupei meu amigo
Até aí tudo bem, ninguém fazia nada demais até que o filme esquentou e nós também. Começamos a nos despir e bater punheta enquanto olhávamos o filme e conversávamos. Fui chegando mais perto até que me vi perto de Pedro.
O corpo dele era realmente bonito, ele era bem branquinho, com cabelos castanho claro e olhos verdes, corpo bem definido. Logo não me aguentei e comecei a olhá-lo, principalmente para o seu caralho e ele revidava sorrindo.
Logo depois ele pegava em minha mão e guiava em seu caralho fazendo eu pegar o mesmo.

Bem perto dele comecei a punheta-lo e com a outra me masturbar. Em seguida os dois nos cansaramos de joguinhos e fomos logo esquentando.
Depois de ter pego naquele caralho, fiz ele se deitar, sentei um pouco acima de seu pau e fui o beijando. Depois fui descendo cada vez mais passando pelo seu definido tanquinho.
Por fim, cheguei à sua rola, abrindo as pernas dele lhe dando uma lambida da base até a cabeça daquela pica gigantesca, depois a abocanhei e comecei a chupa-la avidamente.
Escutava ele gemer de prazer a cada chupada minha.
Eu descia da cabeça até a base e vice versa. Depois punhetava e chupava ao mesmo tempo enquanto ele segurava minha cabeça me mantendo ali.
Fazia seu caralho chegar na minha garganta, quase ao ponto de me engasgar.
Sentia a porra chegando e engolia deixando correr um pouco no canto da boca. Depois da minha mamada, ele se levantou e me pôs ajoelhado e gozou muito na minha cara, eu saía atrás da porra que saltava lambuzando a minha cara e entrando na minha garganta.

Depois ele dava leves batidas com seu pau no meu rosto e eu sem hesitar aproveitava e dava umas linguadas.
Mais tarde, na calada da noite deitamos e dormimos de conchinha e nus onde ele se encontrava atrás de mim.

Dando o cuzinho

Quero deixar bem claro que não sou homossexual.
Mas sinto prazer sendo a fêmea de um homem; dando o cuzinho, se você não deu quando era pequeno, terá que dar quando for grande…
Essa frase não saia da minha cabeça…
Não contei a ninguém esse desejo, e um dia depois de ter recusado a proposta de várias pessoas, recebi um convite de um rapaz, um ano mais velho que eu, da cidade vizinha a minha ( Santo Andre).
Entrei em contato, recebi a descrição física, inclusive do pénis, 21 cm.
No dia combinado, lá estava eu.

Ele se aproximou de mim, me jogou contra a parede me deixando preso. Eu até poderia tentar escapar, mas estava submisso.
Sua mão tocou minha bunda, e sua boca alcançou a minha, num delicioso beijo de língua.
Chupei seu pau, punhetava. Ele então me segurou, e começou a fuder minha boca como se fosse uma buceta, mamei toda a porra do seu pau… ele me colocou de quatro e começou a lamber meu cuzinho, era tanta saliva que escorria…
Então posicionou a cabeça do seu pau em minhas entradas e forçou.
O excesso de saliva fez com que seu pau deslizasse para dentro do meu cu rapidamente. Não aguentei e gemi gostoso, de pau entrando no cu.
Pensei que sentiria seu pau sair, mas ele começou a entrar e não saía mais, até que o meu intestino fosse tocado pelo seu pauzão, seu pau ia e voltava firme no meu cuzinho apertado.
Senti uma humidade escorrer até hoje não sei se foi sangue, só sei que ele continuou a estocar fortemente e logo estava despejando em mim litros de sua porra!!

Meu cu ardia em brasa, mas eu estava satisfeito, por ter realizado meu desejo de ser fêmea de um macho gostoso. Depois desta experiência não fico sem dar meu cuzinho…
Almir Cepulveda.

Encoxada no onibus

Meu nome é Pedro, tenho 45 anos, a minha esposa Keli tem 42, ela o que mais gosta na vida é de ser encoxada no ônibus lotado, tanto é que ela sempre usa aquelas calças finas de moletom, um pouco larga para assentar-lhe bem a bunda, e não gosta de usar calcinha.
Nós trabalhamos em uma fábrica a uns 10 km de casa, que aliás é dela.Encoxada no onibus
Quando a conheci, eu já trabalhava com ela e praticamente não tinha onde morar, e foi ela quem me acolheu.

Sempre que ela sai de casa, ela põe uma calça de moletom, e sem calcinha, ela tem uma bunda bem saliente, não de exagero, mas uma bunda bem servida, e com a calça entrando no rego de seu cú, fica uma coisa de louco, mas ela não é boba, ela sempre carrega consigo uma canga, que é prá se algum homem gozar em sua bunda, ela cobre o melado com a canga.
Certo dia, ela resolveu ir trabalhar de saia curta, meio larga e como sempre sem calcinha, na volta ela entrou no ônibus como sempre e se ajeitou no corredor em uma posição que não tinha escapatória, eu me ajeitei mais ao fundo prá não dar na vista, por cargas d’água, caiu uma chuva, e em dias de chuva todo mundo quer ir embora de uma vez, e o ônibus lotou, e prá piorar, deu enchente, e o ônibus ficou ilhado…
Para não gastar combustível e nem bateria o motorista desligou o ônibus e apagou quase todas as luzes, ficando a meia luz, acontece que atrás da Keli encostou um grandão sarado e quando nós descemos ela me contou que por ela estar usando um vestido curto, o cara não aguentou de ficar encochando ela, e resolveu levantar seu vestido e ao perceber que ela tava sem calcinha, ele tirou seu pinto prá fora e colocou bem na borda de seu cú.
Ela me falou que o pinto do cara devia ter uns 22 cm, e era bem grosso, e ela sentindo aquilo não resistiu e com jeito levou sua mão até o pau do cara e ajeitando-o em seu cú, ela começou a rebolar devagar até entrar todo aquele pinto duro no seu cú, e assim devagarinho ela foi rebolando que entrava e saia, entrava e saia até que o cara gozou em seu cú, e assim foi por mais duas vezes, até que o cara não aguentando mais, ao tirar seu pinto de dentro de seu cú, ainda lhe escorreu um pouco de porra em suas pernas, que ela fêz questão de passar a mão, melá-la com essa porra, e depois lambê-la.
E assim vamos vivendo, de encochada em encochada, quem sabe um dia você homem, não encontra a minha Keli no ônibus e se der sorte, come seu cu como esse sortudo.