Primeira vez com um preto-parte 1

Antes de mais vou-me apresentar porque é a primeira vez que estou aqui:
Sou homem, passivo de Portugal, uso sempre lingerie feminina e tomo hormonas femininas para me tornar cada vez mais uma mulher.
E agora o conto:
Na sexta feira saí do trabalho por volta das sete da noite e fui directamente para casa. Jantei, tomei um bom banho e vesti-me com aquela roupa que eu adoro; roupa de mulher.
Primeiro uma lingerie muito sexy, azul, rendada, composta por um soutien com copas de silicone, umas cuecas de fio dental, e um cinto de ligas, com seis ligueiros que prendia umas meias 7/8, pretas com liga larga. Por cima disto um vestido de lycra, preto, justo, justo e curto.Primeira vez com um preto
Pintei os lábios e as unhas de vermelho vivo e estava a verdadeira puta, pronta para levar com uns caralhos valentes pelo cu acima.
Saí para um bar gay e lesbo, onde eu vou todos os fins de semana, porque lá vão homens á procura de companhia para uma noite bem passada, e eu adoro.
Quando lá cheguei encaminhei-me ao bar, onde pedi a minha bebida habitual. O barmen deu-me a bebida e disse que esta era paga por um senhor que se encontrava do outro lado do balcão. Como bem educada que sou fui ter com ele e, dei-lhe um beijo carinhoso na cara para agradecer.
Ele era negro e bastante entroncado. Tinha mãos grandes, finas, mas muito bem tratadas, muito suaves. Olhou para mim, disse-me que se chamava Edmilsson e põs uma mão por dentro do meu vestido, apalpando-me uma nádega. Ao mesmo tempo disse-me que tinha uma coisa grossa e comprida que achava que eu ia gostar de experimentar.
Conversámos um bocado para nos conhecer-mos melhor, e pouco tempo depois, fomos para casa dele. Entramos em casa, e imediatamente nos dirigimos ao quarto onde ele tirou as calças. Não tinha cuecas, e um bacamerte enorme apareceu á frente dos meus olhos. Sentei-me na cama e ele, não perdendo tempo, meteu-a logo na minha boca. Era muito grossa e quase não cabia, mas não desisti e abri mais a boca para ele a poder enterrar mais fundo. Ele percebeu e empurrou-a para dentro, quase até á garganta. E eu chupava-a com muito gosto, cada vez mais.
Á medida que eu a chupava ela ia ficando cada vez mais grossa e mais dura.
Quando ela ficou verdadeiramente dura, ela tirou-a da minha boca e disse-me que a queria enterrar no meu cu. Como isso era, também o que e mais queria, levantei-me, puxei o vestido para cima, tirei as cuecas e deitei-me na cama de barriga para cima. A cama era alta, e como tal, bastou ele pôr-se de joelhos para a verga ficar da mesma altura que a entrada do meu cuzinho. Pedi-lhe só para não meter com força porque nunca tinha levado com nada tão grosso.
Ele passou KY no meu traseiro e meteu um dedo, depois dois. Rodou-os um bocado dentro para lubrificar e encostou a cabeça da piça ao meu cu. Começou a empurrar e a verga começou a entrar.
A cabeça entrava e fazia com que o meu buraquinho se abrisse cada vez mais. Deu uma estocada mais forte e a cabeça entrou toda. Deixou-se estar assim uns segundos e votou á carga. Mais força e a verga recomeçou a entrar. Cada vez que ela entrava mais eu gemia de prazer.
A dada altura, a minha excitação era tanta, que lhe pedi pra meter tudo de uma vez por todas. Ele puxou um bocado para fora, passou mais um pouco de Ky, agarrou-me nas ancas e disse-me:
“Vou-te rebentar toda, minha puta. Tu é que pediste” e, ao dizer isto, de uma só vez enterrou o caralho todo no meu cu, mesmo até aos colhões. Dei um grito de prazer e pedi-lhe para me foder.
(continua)

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