Rebentou o meu cuzinho-Um português muito cruel!

Olá boa tarde para vocês!
Eu sou conhecido como “Alvinho” e gostaria muito de relatar aqui neste site de contos eróticos uma experiência que tive numa quarta-feira, às 16.15 da tarde no mês de Maio de 2010.
Foi muito cruel e ficou as marcas em mim até hoje e procuro ainda assimilar o trauma que tive de um homem muito alto, forte e muito pesado.
Era de origem portuguesa, muito peludo e com um bigode de dar medo em qualquer passivinho como eu.
Quando morava com os meus pais, naquela época eu tinha 14 anos, um homem que ganhou a confiança dos meus pais e que iria dormir naquela noite, entrou no meu quarto, durante a noite, e atrevidamente levantou o meu lençol e deitou em cima de mim.
Ele estava suado e era muito pesado, pude sentir um pinto quente, muito grosso e grande, pude sentir também que era muito sacudo e estava lambuzado, esfregou-se nas minhas nádegas que são grandes e arrebitadas, macias e branquinhas.

Pois nasci com um corpinho branquinho como a neve, sou bonitinho e tenho os cabelos lisos, com coxas de menina, tenho pés, mãos delicadas, cintura de garota e peitinhos (Ginecomástia)
Vim a este mundo com estas características femininas, mas sou um rapazinho normal, não sou afeminado, não tenho trejeitos.
Bom! nesta noite este homem enorme me apertou muito, separou as minhas nádegas procurou o meu cuzinho e atolou devagarinho.
Como doeu, gemi, mas não gritei, fiquei curioso se ia aguentar uma rola de homem de verdade…
Enfiou bem fundo, senti as minhas preguinhas se dilatando pouco a pouco, claro que senti que seu pinto era grosso e grande. Notei porque peguei na mão por trás, tinha 22 cm e 8,5 de grossura, enterrou tudo na minha bunda branquinha e como gemi.
Rebentou o meu cuzinho
Ficou em cima de mim durante uns 5 minutos e gozou bastante, me lambuzando todo.
Tirou devagarinho e me falou para não contar para ninguém e que me comeria quantos vezes eu desejasse, porque viu que eu gostei de me sentir uma mulherzinha debaixo dele.
Jamais contei ou confiei a alguém esta vara que tomei naquela noite.
Amanheceu e fiquei com o meu cuzinho piscando durante todo aquele dia.
Não nego que adorei e que queria mais aquele pinto enterrando na minha bunda carnuda.
Eu já deixava qualquer homem excitado naquela época doido de tesão na minha rua, porque eu tinha e ainda tenho uma bunda de mulher mesmo!!!
É bem avantajada e perfeita, nunca tive sossego nos ónibus e trens, sempre tinha um homem me apertando e gosando na minha calça.
Bom… hoje sou um rapaizinho, gentil discreto e muito educado, sem conseguir disfarçar meus dotes de menina nas blusa e calças, principalmente de malhas e de nylon. As minhas nádegas balançam que nem gelatina quando ando, não tem como não perceber por onde caminho!

O que eu posso fazer, se nasci assim não é?
Durante estes anos o que já senti, de homem arroxando a minha bunda… já perdi até as contas, me chamaram de gostosa, me colocaram o apelido de sauvinha, tanajura, não tenho paz, já me fizeram muitos convites para dar, eu sempre recusava as propostas, principalmente aquelas que era para ser sua garotinha, com casa, roupa, carro e estabilidade financeira.
Sei que tenho o que todo homem quer, mas não quero assumir ainda esta minha condição pessoal, quero minha liberdade e espontaneadade na vida.
Foi quando um dia apareceu este português na minha vida.
Em uma tarde, estava no ponto esperando um ónibus que ia para Sacomã, e reparei que este homem era bem avantajado, o seu volume chamava a atenção de qualquer mulher.

Ele percebeu o meu olhar e sorriu para mim, fiquei um pouquinho vermelho, mas disfarcei, neste momento.
O ónibus chegou, algumas pessoas subiram, logo eu fiz isto, e vi que subiu também, estava cheio, quando senti algo enorme me apertando e se alojando no meio da minha bunda, um grande volume, me espremendo próximo ao cobrador, ao passar pela catraca, fui um pouquinho para a frente, quando me seguiu, e enfiou a sua mão dentro da minha calça de malha, apalpou e pode sentir toda a macies que carrego atrás.
Sem pudor nenhum… abaixou a minha calça e lentamente minha zorba azulzinha de nylon Incrível! Vocês não vão acreditar!
Pois ele tirou para fora o seu pintão, notei que era bem grande e muito duro, pegou a minha mãozinha e fez com que sentisse a sua grossura e apertou.
Fiquei imaginando…eu não acredito que aquele português iria me comer dentro daquele ónibus, era muita coragem e cara de pau.
Fiquei quietinho só para ver até onde ia dar isto, não acreditei, quando separou a minha bunda procurou o meu cuzinho com a sua cabeça gorda e apertou como que… querendo enfiar, e foi enfiando devagarinho, não recusei, aceitei a sua invasão, como gemi de dor nesta hora em silêncio, estava sendo arregaçado o meu anélzinho, pois dolorosamente as minhas preguinhas foram se dilatando pouco a pouco.
Ninguem naquele ónibus percebeu que eu estava sendo comido cruelmente e descaradamente por aquele português enorme e bigodudo, eu parecia uma bonequinha perto dele, estava com tanto tesão que quase me levantou do chão me sustentando na sua rôla.
E foi enfiando, enfiando, quando senti um barulho de arregaço, eu conheço bem porque já levei uma vara grande e grossa quando adolescente.
Me escondeu no seu corpo e enterrou com vontade, gemi muito, mas muito mesmo, queria gritar de dor e não podia, porque tinha deixado baixar a minha calça, e agora tenho aguentar passivamente que nem uma mulher recebendo o seu homem com toda a sua força e rigidez.

Aaaaaaaaaaaaaaai como dói, aaaaaaaaaaai por favor, acho que vou desmaiar é enormeeeeee, é muito grosssso, aaaaaai, enfiar logo tudo, aaaaaaaaai, não me machuque, aiiiiiiiiiiiiiiiii, para, para, para, é muito grande, quando finalmente senti que enterrou tudo até o saco, e permaneceu dentro de mim durante 6 minutos naquela viajem, tirando e pondo devagarinho, me senti completamente invadido mesmo, e não aguentando… rebolei, rebolei, rebolei, bem gostoso quando e senti um demorado jorro viscoso, melado e muito quente remechido, saindo do meu cuzinho.
Ai que delícia ! Não queria que tirasse, que não parasse de gozar.
Permaneci naquela posição, rebolando e apertando aquele pintão dentro de mim.
Quando finalmente tirou lentamente e limpou discretamente o seu pau e o meu cuzinho com o seu lenço.
Disse ao meu ouvido bem baixinho assim:
– Que bunda gostosa de rapariga, quero te comer em outro lugar de outras maneiras, voce quer?
Eu disse que sim, logo colocou um papel como numero do seu celular e as dimensões da sua rola.
Fiquei impressionado ao tomar conhecimento de ter alojado e suportado uma rola de 26 cm por 11 cm de grossura por isto que doeu e ardeu tanto.

Neste dia fiquei traumatizado e um pouco tontinho por causa da vara que levei, precisei de me recompor no dia seguinte da dor que este português forte, alto, pesado e muito cruel me causou. Rebentou o meu cuzinho era um português muito cruel!
Vivi na realidade esta situação e jamais vou esquecer esta tarde tão dolorida!
Um abraço gentil.Tchau… “Alvinho muito meigo”

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