Sexo Quente

Mais um Relato erótico do Sr. A.
Kizomba, não sabia o que era e não sabia dançar, ainda agora sei!!!
Um dia sai do barco e fui a um bar de música africana, estava no meu cantinho a falar de pesca a beber o meu copo, e chega-se o meu lado uma menina cabo-verdiana, amiga dos marinheiros com quem eu andava no Barco, e convida-me para dançar.
Eu como não sabia fiquei incomodado, mas depois da insistência dela e dos marinheiros que quase me empurraram lá fui.
Primeiro a apanhar o ritmo, que é bem simples, como ela dizia “dois para um lado um para o outro”, e de facto é assim mesmo!
Só que teve um problema, que foi termos de dançar agarrados, quase sem mexer os pés, o mais que se fazia era roçar os órgãos sexuais.

Ela era uma pessoa morena cabelos bem pretos (em Portugal se chama cabrita), um corpo perfeito, seios médios e umas coxas de deixar qualquer homem de rastos, além de um rosto lindo demais, e uma voz extremamente sensual…sexo quente
Durante a dança, mesmo comigo desajeitado, o calor começou a despertar, porque alem dos atributos físicos, ela tinha um perfume divinal.
Com aquele roço todo eu já não via bem, e falar com ela estava a ficar complicado.

Eu estava extremamente excitado, e é claro que ela notou! Era impossível não acontecer…
Disse-me ao ouvido:
- Queres ficar por aqui ou queres ir usar o que estou a sentir no meio das tuas pernas?
Limitei-me a sorrir e a olhar, com aquele olhar que simplesmente dizia tudo…
Saímos do bar, com as piadas dos marinheiros claro, e fomos passear na avenida ao lado do mar.
A noite estava quente, e o cheiro a mar mais me excitava…
Descobrimos uma entrada para o meio das rochas, ela puxou-me literalmente, e embrenhamos-nos no meio daquelas rochas negras até um ponto em que existia areia. O aspecto era de um castelo medieval, um pátio no meio e rodeados de rochas.
Ela encostou-se a mim e começou a esfrega-lo com as mãos divinais que tinha, é que eu ainda nem tinha conseguido baixa-lo sequer!
Só o toque dela durante o caminho, e a imaginação a voar deixavam-me num fogo brutal.
Beijamos-nos na boca com as línguas bem enroladas, como se nos quiséssemos sufocar um ao outro num simples beijo.
As minhas mãos apalpavam as nádegas firmes dela, o meu peito estava colado ao dela, senti-lhe os seios rijos, os bicos enrijecidos pela excitação.
Ela desapertou-me a camisa bem devagar ao mesmo tempo que eu desapertava blusa dela. Assim que ficamos semi-nus, ela beijava-me o peito segurava as minhas nádegas e apertava-me contra ela, eu ia mexendo naquele cabelo, sedoso e negro, ela foi descendo e desapertou-me o cinto, os botões das calças e beijou em volta dele fazendo um suspance, que me deixava terrivelmente desejoso que ela o metesse na boca.
E de repente ela tirou-o fora e meteu-o todo na boca, engoliu-o de uma vez só, isso provocou-me um arrepio, e ela sugou e sugou.
Ai foi subindo sempre a me beijar, a passar a língua na barriga no meu peito. Eu decidi retribuir, e fui descendo a beija-la toda a lamber os seios a chupa-los, a lamber a barriga…

Ela tinha uma saiinha curta, eu levantei-a e ela segurou-a com as mãos, desci-lhe as cuecas e comecei a chupar e a lamber aquele grelo duro, a lamber-lhe o interior das coxas, notei que isso a deixava doida, e assim fui chupando.
Dobrei a língua em V, para a tornar mais rija, e fui-a enfiando naquela greta, em suma fodendo-a com a língua, ela segurava na minha cabeça e pressionava-a contra ela.
Subi da mesma forma que desci a lambe-la e a chupa-la, quando cheguei à boca dela olhamo-nos nos olhos…
Os dois sabíamos que chegara a hora de eu lha enfiar toda. Ela abriu as pernas, e colocou uma delas numa saliência ali ao lado, encostada as rochas (ela segurava a saiinha dela e eu com as calças no fundo das pernas sobre os sapatos), enfie-lho todo de uma vez só.
Ela deu um suspiro mais forte, a coninha dela foi sem duvida nehuma a coninha mais quente que algum dia já fodi!!! Tinha uma temperatura completamente fora do vulgar, parecia que tinha uma fogueira dentro, uma delicia…
Fomos fodendo e fodendo, os gemidos dela e os meus suspiros misturavam-se com o barulho das ondas de um lado, e os carros a passar na avenida do outro.
Enquanto nós fodia-mos ia-mos esfregando os corpos um no outro, beijando, chupando as línguas…

De repente senti-a agarrar-se com mais força e a gemer mais intensamente… sabia que estava quase a acelerei o ritmo, e juntos chegamos ao clímax. Ela libertou liquido como eu nunca tinha sentido pois eu sentia-o a escorrer, quente, pelo meu caralho a baixo a inundar-me os sacos.
Foi uma sensação divinal, ficamos ali colados a sentir os corações acelerados, a olhamos para o lado para ver como nos podíamos limpar, vimos um charco de água salgada e foi o que serviu naquele momento!!! Secamo-nos com lenços de papel…
Subimos para a estrada e voltamos ao bar, pedimos umas bebidas e ficamos até de manha na conversa…
Foi uma das grandes noites, daquela ilha… uma noite de sexo quente… Voltamos a estar juntos mais umas quantas vezes e sempre foi a foda mais quente e húmida que já mandei!!!
incontri online

Podes seguir todas as respostas a este artigo subscrevendo gratuitamente a RSS 2.0 feed. Também podes deixar um comentário, ou enviar um trackback através do seu site.
1 comentario
  1. BOA NOITE DESEJO RECEBER NOVIDADES

Deixe um comentário

XHTML: Pode usar as tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>