Sou corno mas não me importo!

Sou corno mas não me importo!
Tudo começou numa brincadeira entre eu e minha mulher. Reconheço que nossa vida sexual já não é a mesma de vinte anos atrás.
Já não temos o mesmo fogo e nossas relações são mornas, esporádicas e pouco interessantes.
O que acontece é que tenho uma tesão muito grande por ela que é uma mulher atraente, ainda bonita e com um corpo de dar inveja a muita garota nova.
Ela se chama Dayse, cinquenta anos, 1,65 de altura, cabelos louros.
Tem pernas lindas, uma boca de lábios carnudos e é muito sensual. Recentemente colocou silicone nos seis, deixando-os médios e durinhos, enfim é uma coroa gostosona. Ciúmes entre nós é coisa do passado.

Tínhamos até pouco tempo um casal de amigos e eu nutria descaradamente uma tara incontrolável pela amiga, uma morena linda, mas jamais deixei que alguém percebesse.
Há aproximadamente seis meses, recebemos a noticia: a amiga, cujo nome é Gilda, inesperadamente, havia ido embora com outro homem, deixando o marido Marcos, inconsolável.
Ele continuou a frequentar nossa casa, buscando um refugio para suas mágoas. Nunca me passou pela cabeça que poderia haver, um dia, alguma coisa entre ele e Dayse.
Em uma noite numa de nossas trepadas insossas, ela começou a falar sobre Marcos. Como ele estava fazendo, se estava namorando, se a solidão havia afectado sua vida sexual, etc.
Nada achei de estranho no assunto, até quando ela, de brincadeira, falou:
– “se ele quiser que eu o console, você autoriza?”

Embalado pela brincadeira, disse que dependia dela. Sou corno mas não me importo!
Continuamos falando naquilo e ela me disse que percebia há muito tempo que ele a “comia” com os olhos. Foi aí que eu lhe disse:
– “Se ele a come com os olhos, deve sentir vontade de come-la de verdade, não é mesmo?”
O assunto se encerrou por aí, no entanto, comecei a sentir que ela passou a trata-lo de maneira mais sacana, mais insinuante.
Uma noite em que não consegui erecção pois havia transado com uma ex namorada, ela nervosa me disse:
– “olha, chega de sexo sem graça. O chifre se aproxima de você, vou dar para nosso amigo, afinal ele deve estar mais interessado em mim do que você.”

Já meio aborrecido eu lhe disse que fizesse o que achava correto e ela respondeu:
– ”o correto é eu encontrar uma novidade, gozar com um homem diferente”.
Senti que eu passaria a participar brevemente do clube dos cornos.
Ela começou a sair de casa toda produzida e voltar tarde.
Algumas vezes, quando ela se ausentava, eu ligava para o trabalho dele e não conseguia localiza-lo.

Até que um dia ela ligou para meu celular e disse:
– “se você quiser saber o que é uma trepada de verdade, chegue em casa mais cedo, sem barulho.”
Fiz como ela recomendou.
A porta do nosso quarto tem um pequeno vidro revestido de insufilm (usávamos nos tempos de sexo farto, por acharmos excitante a empregada assistir, do lado de fora, nossas transas).
Quem está do lado de dentro não percebe que está sendo espionado.
Parei para olhar e me deparei com a cena: os dois sem roupa, ela como sempre gostosa, na maior sacanagem.
Ela chupava o cacete do Marcos e de vez em quando olhava discretamente para a porta. Devia ser para certificar se eu estava vendo.
Ele falava o nome dela sem parar, suspirando, enquanto ela como uma verdadeira puta, fazia malabarismos com a língua.
Fiquei absorto, me sentindo o maior dos traídos, sentindo que me casamento havia acabado ali. Foi então que ele gozou na sua boca.
O jacto de esperma cobriu todo o rosto enquanto ele se contorcia. Ela, com cara de sacana, lambia o que havia ficado perto da boca.

Relembrei então que jamais ela me dera aquele tipo de prazer.
Depois que tomaram banho, reiniciaram, quando ele metia fundo, enquanto ela, de pernas bem abertas, gemendo e suspirando, tendo aquele caralho grosso dentro de suas entranhas, arranhava as costas do macho que a comia e pedia mais e mais. Dizia:
– “me fode, filho da puta, fode muito, mete na sua puta, me come, bate fundo no meu útero, me rasga com este caralho gostoso.”
Eu estarrecido, assistia a tudo.
Os dois gozaram juntos entre gritos, os dele mais discretos, os dela ensurdecedores.
Depois de algum tempo, percebi que ele iria comer o cu dela. Vi quando ele soprou isso no ouvido de Dayse e ela com a cara mais sacana do mundo, concordou.
Achei estranho porque ela me dizia que não havia entrada, apenas saída.
Jamais fizemos sexo anal. Porém, parecia que dessa vez alguém a faria mudar de opinião. Ela ficou de quatro ao lado da cama e ele começou a esfregar, lentamente a pica, na sua bunda. Parou um pouco, passou um creme e reiniciou.

Ela suspirava, pedindo que fosse devagar.
O cacete entrava com dificuldade e dava para ver a cara dela, numa mistura de dor, espanto e prazer.
O cacete entrou totalmente. Ela rebolava freneticamente e ele dava estocadas que me assustavam.
Num urro, ele gozou e ela que se masturbava com os dedos, gozou também. Ficaram abraçados na cama e saí daquela porta.
O leitor deve estar pensando: virou corno oficial? Largou a mulher? Arranjou outra?
Nada disso. Nossa vida sexual melhorou. Passei a fazer tudo com ela que continuou a sair com ele, descobri que sua ex-mulher, agora sozinha, morava numa cidade distante 200 quilómetros, e começamos a ter um caso.

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