Swing – De Capuz e Máscara

Não sei por onde começar. Acho que é melhor começar pela natureza do meu relacionamento com uma certa mulher. Mariana o nome dela. Entre idas e vindas dessa cidade devassa – Rio de Janeiro – todas as minhas perspectivas de criar um laço mais profundo com essa mulher foram insuficientes. As melhores fodas não foram suficientes. Os mais altos gemidos e os gozos mais inebriantes pareceram insuficientes. Uma lástima. Eu penetrei profundamente nela, com força e com carinho, mas quis o destino que nossas vidas nos separassem. Pelo menos até um dia que foi, no mínimo, interessante.
Mariana havia acabado de voltar da França. Havia mais de um ano que não a via circulando pelos corredores da Universidade. Quando a vejo, onde quer que seja, tenho que me segurar para não voar no pescoço dela. É um misto de ódio e vontade de foder.
Ela sempre me olha com ar de superioridade. Ela sabe que eu sou dependente do seu corpo. Veio a mim e me cumprimentou.
– Victor, faz um tempão! (Com um sorriso pretensamente inocente.)
– Faz. Como foi o intercâmbio?
– Ótimo, você nem imagina! (Imagino sim. O que você não sabia sobre sexo aprendeu lá!)
– Sei. E os namorados? deixou um monte por lá? (Esse é o meu ponto fraco. Me interesso demais pela vida dela!)
– Não muitos.
Fiz um semblante inquiridor.
-Tá bom, alguns. Não muito importantes.
-Se você diz.
-Vitinho, mudando de assunto, você conhece alguma boate em Copacabana chamada Monte Carlo?
(Há Há Há! Conheço sim garotinha inocente! Sou íntimo da Lidiane, dona do estabelecimento. E não é uma boate. É uma Casa de Swing)
-Conheço. Porque? Algum interesse?
-Não… nada…
-Agora você vai me falar! Fiquei curioso.
Agarrei pelo pulso. Encarei fixamente aqueles olhos verdes.
-Você quer saber mesmo? É uma festa que a Gabriela me convidou. É de um amigo de um amigo dela. Mas eu não sei se posso te levar. Alías, mesmo que eu pudesse não levaria.
-Agora você vai cuspir no prato que comeu? Essa é boa hahaha!!!
-Não. Mas olha para você Victor. Relaxado, com a barba por fazer, inchado, andando de casaco nesse calor infernal só para disfarçar suas gorduras.
-Eu to com frio, posso? Eu entrei na musculação a seis meses. Só não vou tirar o casaco agora pra não te esculachar, madame! Esse inchaço é músculo.
-Não vou discutir com você. Tchau!
-Desculpas. Volta aqui. Só me diz mais uma coisa. Quando é essa festa?
-Esse sábado.
-Tá bom. Beijos…
Era a minha hora. Cheguei em casa e liguei para Lidiane.
-Lili? Vitinho amor, tudo bom? Tem como me adiantar uma parada?
– O que é? De repente tem como sim…
– To sabendo que vai rolar uma festa aí no Monte Carlo. Tem como me desenrolar um convite?
-Não.
-Porque?
-É um evento fechado. Um tal de Rodrigo Linhares fechou a casa para a turma dele. Sabe como são os negócios, querido.
Rodrigo Linhares é um jovem professor universitário que gosta muito de passar horas a fio com suas aluninhas, por assim dizer. Conheço esse infeliz de longa data.
-Lidiane, você vai me fazer um favor. Você sabe que eu andei chamando muito o público feminino para o seu estabelecimento.
-É, meu lucro dobrou nos últimos seis meses!
-É, eu sei. As custas da minha piroca. Todas as mulheres que foram aí nesses últimos meses chuparam minha pica e me deram a buceta. Eu não cobro nada por isso. Hoje tu vai me ajudar.

-Tá bom querido. O que foi?
-Preciso que você diga que eu sou seu marido, para mim poder entrar na festa desapercebido.
-Como? Tu tá maluco? Todos sabem que eu não sou casada!
-Tá bom. Seu namorado.
-OK. O que eu não faço pela galinha dos ovos de ouro?
-Ótimo.
O dia chegou. Acordei Sábado bem cedo. Passei quatro horas na academia. meus músculos estouraram. Voltei em casa. Tomei um banho demorado, me alimentei e passei a tarde descansando.Era o dia. Caiu a noite. Era hora de executar o plano.
A Mariana morava perto de mim. Eu tinha esquecido um CD com ela. Naquela noite eu fui buscar.
– Mari? Eu vim buscar meu Love Over Gold, que está com você a um ano! Pode me dar?
-Que brilho é esse no seu olho. Parece que viu Afrodite. Toma aqui o CD.Swing - De Capuz e Máscara
-Tchau.
-Tchau.
Pronto. Naquela noite de Sábado ela já tinha me visto completamente barbado e estava se preparando para ir a festa.
Voltei em casa as pressas. Cortei completamente a barba, tomei outro banho, me arrumei com a melhor roupa. Só faltava os dois objetos mais importantes. O capuz e a máscara.
Fui para a Monte Carlo voando, para chegar antes de todos e ninguém desconfiar de meu relacionamento com a Lidiane, já que ela é famosa pelos seus escândalos com namorados. Eu, que sou o namorado de mentira, não quero me arriscar e estragar tudo.
Lá cheguei. Fui ao banheiro e coloquei o que faltava. Estava todo de preto, dos pés a cabeça. Minha camisa tinha pequenos detalhes em vermelho. Eu incorporei um cigano. Pedi que Lidiane me tratasse como tal, e não por Victor.
Os convidados começaram a chegar. Fiquei levemente nervoso, não sabia se meu plano funcionaria. O Vovô metido a garoto, Rodrigo Tavares chegou primeiro. Me reconheceu no banheiro, quando retirei por um momento a máscara.
-Victor Abrantes! O que faz por aqui?

Puta que pariu fudeu… vou ter que embebedar esse velho antes que a Mariana chegue e descubra que eu estou aqui.
Peguei um Rabo de Galo poderoso. Ele achou que fosse uma singela caipirinha. Há Há Há, o velho caiu em cinco minutos de tão bêbado.
Eis que a Mariana chegou. Me dirigi para a presença de Lidiane. Uma hora elas iriam se encontrar de qualquer forma. Duas mulheres deliciosas seriam atraídas para o mesmo ambiente dos homens insaciáveis.
Enquanto isso, no salão, mulheres davam o cú, outras mais tradicionais davam a buceta. Relações homossexuais de todas as maneiras, chupadas, gozadas na cara, gritos escruciantes de dor, orgasmo… Enfim, repertório completo de uma boa orgia.
– Lili! Vem cá comigo.
Fomos para a banheira de hidromassagem. Ela ficou de quatro. e pediu para meter forte. Eu apenas cumpri as ordens. Foi uma foda insana, a buceta dela estava muito lubrificada e eu não me controlava. Foi quando vi Mariana pela porta do ofurô, um pouco deslocada. Ela era muito seletiva e a orgia não tinha homens muito belos, para minha sorte. eu concentrei as atenções. As outras mulheres na banheira de hidromassagem passavam a mão no meu peitoral, imploravam para serem fodidas. mas eu tinha que me guardar. Foi quando Mariana me olhou, de longe. Observou meu corpo, da cintura para cima, fazendo uma mulher gozar loucamente. Me desejou.
Eu estava de camisinha, por isso pude enganar Lidiane. Falei baixinho em seu ouvido.
-Gozei. Vou trocar a camisinha. Onde tem outra aqui?
-Na prateleira do quarto temático psicodélico, vai lá que você acha. Ela disse isso a plenos pulmões, já que havia gemido e gritado muito nos últimos 20 minutos. Sai da banheira com o pau duro, de costas para a Lidiane e de frente para a Mariana, que pode apreciar meus 23 centímetros de virilidade. Ela tinha achado um macho. Com alguma sorte, ela iria ao quarto psicodélico.
No meio do caminho, Achei a Gabriela muito mal. Estava toda gozada e vomitada. Ela já havia chegado bêbada e foi presa fácil para os gozadores de plantão. A buceta dela estava em carne viva. Eu tinha que ajudar minha amiga.
-Vem cá Gabriela, eu te ajudo.
-Como é que tu sabe meu nome? Disse ela enrolando a língua.
-Eu simplesmente sei.

Encostei ela no divã. Ela espremeu os olhos, olhou bem para o meu rosto e disse: Victor!!!
Percebi a Mariana chegar, numa bela lingerie verde água que combinava com seus olhos e preenchia seus seios fartos. Tive que me retirar estrategicamente para o quarto psi, de onde eu observaria a cena seguinte.
– Gabriela, olha como você tá…
-O Vitor está aqui na festa
– Tá louca. Encontrei com ele lá em casa dez minutos antes de ir me encontrar contigo, no bar em frente a sua casa.
-Disso eu não sei. Eu sei que o Victor está aqui.
-Você bebeu demais. Tenta se vestir antes que alguém transe com você sem camisinha, se é que isso já não aconteceu.
-Tá bom sua chata. Me ajuda aqui. -Suas roupas estão aqui. Agora me dá licença que eu vou pegar um garotão, que deve estar no quarto psicodélico agora.
-É ele…
Mariana não deu ouvidos à Gabriela. Entrou no quarto matando e me viu ajeitando a camisinha na minha piroca. Ela nos trancou lá dentro. Ela me agarrou e me beijou. Confesso que a máscara atrapalhava um pouco. Cobrias os olhos e a testa. A boca ficava de fora. Mesmo assim, não era muito agradável.
Ela tentou tirá-la. Segurei a mão dela.
-O que foi? Não quer se revelar?
Tive que afinar a voz um pouco. Minha voz é grave, mas não fiquei com a voz plenamente afeminada.
– Foi a Lidiane que pediu para manter segredo. Ela tem as manias dela..
-Tá bom.
Ela não quis saber de conversa e caiu de joelhos chupando. A camisinha era comestível. Ela foi comendo pedaço por pedaço, com perícia para não morder o meu amigo háháhá…
Eu não aguentei e joguei ela na cama. Ainda estava meio molhado. Me enxuguei enquanto ela se despia. Ela já havia tirado o sutiã.
-Não tira a calcinha!

Ela percebeu meu tom de voz, Com certeza desconfiou de alguma coisa, eu percebi nos olhos dela. Eu falei no meu tom de voz alterado. Ela conhecia bem. Mas estava tão empolgada que simplesmente ignorou. Bom pra mim.
Tirei o corselet das suas pernas. Apreciei o seu rosto de desejo para mim. Eu nunca havia visto tanta libido no rosto dela. Era a minha hora.Tirei a calcinha com toda a calma. Sim, eu não estava com pressa! Vi aquela buceta completamente depilada, rosa. Minha pica chegou ao seu limite. Estava dura e pronta. Mas eu contrariei a natureza masculina. Comecei a chupá-la. Em poucos segundos começou a gemer.
Mariana ficou ruborizada, não conseguia abrir os olhos. Estava completamente molhada. Eu sentia o movimento de sua musculatura vaginal contra a minha língua. Não tardou e ela gozou em meu rosto. Ela gritava.
Por um momento ela achou que eu tinha ficado bravo. Não. Era tudo o que eu queria. coloquei uma nova camisinha, lubrificada e então fiz a seguinte proposta:
-O que você acha de me dar o seu cuzinho?
-Eu nunca dei… não dói?
-É como perder a virgindade pela segunda vez. É inesquecível. Topa?
-Sim.
Ela deitou de bruços e permitiu que eu penetrasse. Ela estava se contorcendo de dor. Então, comecei a masturbá-la, para ver se melhorava um pouco ela começou a curtir. Me chamava de gostoso e passava a mão na lapa de piroca que ficava de fora do cuzinho dela. Gozei. Ela sentiu minha falta de vigor físico prontamente.

-O que foi? Você cansou?
-Você é deliciosa demais. Acabei gozando.
-Acabou?
-Não. Quer uma bebida?
-Eu sei que você sair por aquela porta e vai ser atacado por inúmeras mulheres sedentas por sexo. fica aqui.
-Eu vou, pego uma bebida, e volto. É rápido.
-Eu vou com você.
-Tá bom.
Não tínhamos percebido que aquela transa havia demorado mais de uma hora muitas pessoas já estavam completamente acabadas. A banheira de hidromassagem estava vazia. Pegamos o drink e fomos para lá.
Eu comecei a acariciá-la. Ela estava mais alegre com a caipirinha. Comecei a ficar animado de novo. Fiquei de pau duro e decidi ousar. Vou meter sem camisinha. Ela nem deve se lembrar que está num bacanal!
Ela tirou instantaneamente meu pirú de dentro dela.
– Tá maluco? Você não vai se proteger.
-Eu transo de camisinha direto. E você?
-Também.
-Então pronto!
-Aproveita que eu to de bom humor.
Meti. A buceta dela estava encharcada. Não meti forte, mas coloquei tudo e deixei lá dentro. Sentia as contrações vaginais. Ela arranhava minhas costas com suas unhas. Foi quando ela deliberadamente começou a pular sobre meu pau. Ela gemia, ria, gritava chorava. Ela, que estava sentada em cima de mim, relaxou as pernas e eu pude colocá-la sentada na banheira. Meti forte, com o incentivo dela. Fui entrando num estado de transe. Hipnotizado, de súbito, esporrei completamente a buceta dela. Ela pareceu gozar um pouco depois disso.
Estava exaurido. Ela desapareceu por um momento. Quando voltou já vestida, quis saber quem eu era, pois Lidiane não estava mais lá.
-Eu preciso saber como é seu rosto.
-Me acompanhe por aqui, por favor.
Me enxuguei me vesti. A conduzi até a porta. Gabriela esta dormindo. Peguei ela no colo, levei as duas no carro de Mariana.
-Agora me diz quem você é.
-Você já sabe quem eu sou. Me permita lhe dar um presente.
Tirei a máscara e o capuz. Mariana ficou incrédula ao ver meu rosto. Sinceramente, não sei o que se passou pela sua cabeça. Quando estava saindo com meu carro, a vi encostada em seu carro olhando fixamente para mim. A uma semana não nos falamos.
Eu não sei o que será daqui para frente.

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