Trepadas ao ar livre – 1…

A Coelhinha e o Sr. T eram namorados há algum tempo. As coisas entre ambos corriam muito bem, acima de tudo a nível sexual.
Um belo dia, depois de uma vinda de Bragança, e por entre aldeias e vilas, em estradinhas nacionais, resolvemos parar. Mas parar onde? Bem, tivemos a sorte de apanhar um troço de caminho de uma estrada antiga, a qual quando foi arranjada, foram retiradas as curvas. Assim, tínhamos pequenas curvas de alcatrao da estrada antiga mesmo juntinho à estrada principal.
Carro parado, toca de sair, esticamos as perninhas, e começamos a embrulhar-nos mesmo ali, à beira da estrada, e os carros iam passando…
Estávamos a dar tantos nas vistas que resolvemos abrir ambas as portas (da frente e de trás) e colocámos-nos entre elas, de pé, virados de frente para a estrada.
Era verão, e a Coelhinha trazia vestido umas daquelas sainhas de pano suave, bem curtinha e ondulante. Após uns quantos amassos, o Sr. T resolveu arredar a fio da tanguinha e, coladinho a mim, introduziu o seu belo instrumento na minha ratinha.
As trancadinhas aumentavam e diminuíam de acordo com o numero de carros que passava á nossa frente… Achei que devia parecer suspeito… e que bela ideia eu tive (ou não) para não chamarmos tanto a atenção resolvi tirar um mapa do porta luvas do carro e abri-lo mesmo em cima do tejadilho, assim parecia (achava eu) que estaríamos empenhados em encontrar direcções.
Entretanto aquele belo tronco estava a fazer das dele dentro de mim, e eu coçava o meu próprio grelinho, na falta de melhor, toca de molhar os meus dedinhos com a língua e esfrego-o como se não houvesse amanha… e…. que grande interrupção nós tivemos!!!! De partir a cara ao senhor!!!
O Senhor, foi mesmo o fulaninho que resolveu parar o carro ao nosso lado, na estrada principal. Abre o vidro do outro lado e pergunta: Também estão perdidos? Ía pedir uma indicação, mas também já vi que estão de mapa e não são de cá! E a Coelhinha, estupidamente responde: Pois não somos não, realmente também estamos a ver no mapa…. Mais tarde arrependi-me, devia ter-lhe dito mesmo: E se fosse chatear o caralho! Já não se pode mandar uma trancada à luz do dia????? Sim…. é que depois do sucedido, ficou tudo como se diz… em águas de bacalhau…

Categoria: Sexo ao ar livre
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2 comentários
  1. Anonymous diz:

    sem dúvida que uma trepada à luz do dia e em frente a toda a gente, dá imensa tesão. O relato da coelhinha é, como sempre, fascinante. Não é fácil escrever algo deste género pois os limites são muito apertados dos dois lados. Por um lado se a escrita for demasiado séria, estrutural e gramaticalmente correcta, perde o objectivo de transmitir o calor, sedução, erotismo e mesmo a pornografia. No outro extremo encontra-se a escrita brejeira, sem a miníma estrutura gramatical, onde a pontuação é desprezável e dada mais enfase aos palavrões. É por isso que gosto de ler os posts da coelhinha, porque ela consegue manter um equilibrio na trave, sem cair para um lado nem para o outro, conseguindo o pretendido de transmitir a sensualidade, erotismo, com uns toques subtis de vulgaridade (essencial neste tema), mas sem nunca perder nunca a compostura.

    Existem mais blogs deste tipo, à pouco tempo encontrei um blog de um casal em que ele mostra o erotismo da sua mulher no dia-a-dia em fotos às escondidas. O tema pareceu sedutor, as fotos interessantes, mas a escrita não estava à altura. Faltou-lhe apenas isso, mas era fundamental para sintonizar a minha atenção. Não basta ter uma boa história para contar pois o mais importante é saber como a contar!

    Sou novato aqui no blog mas reconheço que a coelhinha prendeu a minha atenção! Fico à espera de mais! Vou subscrever o Rss para estar a par das novidades. Agora vem aí o Inverno esperemos ter episódios quentes para ler!… 😉

    N3LYu

  2. Webmisstress diz:

    Obrigada pelo comentário… é bom saber que alguém gosta de ler as minhas aventuras e aprecia a minha forma de escrever e relatar as situações…
    és sempre bem vindo…
    E sem dúvida que no Inverno vai haver muito para ler, bem quentinho, acabadinho de sair… 🙂

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