Um amor de cunhada

Tenho 44 anos e sou casado, por sinal muito bem casado.
Minha mulher tem 29 anos, 47 kg,155, tipo mion, muito bonita e pra falar a verdade, muito gostosa, sabe como ninguém toda a arte do sexo. Adora chupar meu cacete, assim como eu sou apaixonado em fazer um sexo oral naquela xana que chega ser doce de tão gostosa.
Mesmo com todo este tesão por ela, não consigo desgrudar o olho da minha cunhada, que assim como ela, apesar de ser um pouco mais alta, tem quase o mesmo corpo e feições. É uma gata de 23 anos, cabelos lisos e loiros, bundinha arrebitada e peitos pequenos. Gosta muito de me abraçar e conversar comigo quando sua irmã não esta por perto. Trocamos e-mails direto e nunca contou pra minha mulher, e isto me intrigou um pouco, pois eu as vezes me passava um pouco, mania de homem, não pode ver um rabo que já esta em cima, e acabei ficando curioso, mas o medo sempre me impediu de chegar e perguntar o por que disto.
Não precisou….Dia destes eu estava em casa assistindo televisão sozinho, minha mulher tinha ido a uma cidade vizinha fazer algumas compras e eu fiquei sem nada pra fazer a não ser me divertir com a tela.
De repente me surpreendi com a minha cunhada entrando pela porta e perguntando por sua irmã, respondi que tinha saído e que demoraria um pouco.
Estava com um vestidinho inteiro,soltinho e curto, deixando a mostra aquele par de pernas, branquinhas, vestido que não escondia o desenho da calcinha asa delta, rosa, sem sutiãs, pois seus seios pequenos quase não precisam deste utensílio, isto me deixa mais louco ainda.
Ela então girou sobre os calcanhares e já ia saindo quando eu perguntei, com segundas intenções é claro, se ela não queria espera-la, enquanto isto eu faria um suco pra nós. Ela me olhou de cima abaixo, como se me estudasse e com uma cara de safada, respondeu que sim, sentou-se no sofá e ao colocar uma perna por sobre a outra para ficar inteira sobre o móvel, vislumbrei aquela bucetinha escondida em baixo da calcinha, que de tão pequena, chegava a repartir os lábios, parecendo que pedia para ser chupada, até o cuzinho…
Levantei, e como estava de calção foi difícil esconder a exitação, fiz o suco na cozinha e voltei com a camisa por sobre o calção para tentar esconder o volume do meu cacete, quase saindo pra fora do calção. Não foi o suficiente, quando entreguei-lhe o copo, ela com um ar de mais pura sacanagem no rosto, brincou: “Nossa parece que a mana andou deixando alguém na mão esta noite!”, assustado e com medo fiquei meio sem saber o que dizer num primeiro momento, mas arrisquei: “Não é bem isso pois como você mesma sabe sua irmã, não deixaria nunca isto acontecer….o meu problema não é bem a sua irmã.Um amor de cunhada
Ela se fazendo de desentendida e agora forçando para que eu saísse da casca pergunta: O que é isso então? De pé na frente dela e agora sem medo, arrumei coragem, do calcanhar para isso, respondi que a muito tempo eu já não podia vê-la por perto que ficava assim, extremamente agitado e com o cacete quase explodindo de tanta tesão.
Ela na maior sem-cerimônia e sem dizer uma palavra,virou de frente pra mim e sentada no sofá, agora com as pernas abertas de forma a ficar mais a vontade, me puxou pela cintura e com uma das mãos foi retirando de dentro do calção o meu cacete, que naquele momento estava em ponto de jorrar na sua cara. Abaixando um pouco mais o short começou a me masturbar lentamente, verificou bem com seu olhar e devagarinho foi levando a boca, primeiro com lambidinhas em volta da cabeça, fazendo movimentos circulares com a língua, depois colocando o corpo bem lentamente dentro da boca, até ficar com mais da metade escondido dentre aqueles lábios maravilhosos. Neste meio tempo eu já não sabia mais o que estava fazendo, agarrado a seus cabelos sentia a sua língua passear pelo meu cacete, estava delirando. Quando senti que era inevitável a gozada, tirei de sua boca e beijei-a loucamente, como se fosse a primeira namorada.
Me abaixei e de joelhos fui tirando lentamente aquelas calcinhas, deixando a mostra uma bucetinha rosada, com poucos cabelos e naquele instante já molhada de tanta vontade de ser fudida. Levei minha língua até seu clitóris e ela gemendo puxou minha cabeça contra aquela bucetinha que assim como a da minha mulher tinha um sabor especial, lambi muito sua xana, enfiando a língua dentro daqela fenda e virando ela de quatro, segurando-se no sofá, chupava com volúpia sua bucetinha e o seu cuzinho, que também estava rosadinho, bem limpinho tinha o sabor de uma trepada inesquecível.
Deitei no chão em cima do tapete e ela como se estivesse a meses sem trepar abocanhou novamente meu pênis e eu virei-a de forma a poder continuar com a língua dentro daquela coisa gostosa, não demorou muito e senti o seu corpo se retorcendo e em instantes um orgasmo ecoa dentro dela, fazendo com que aperte minha cabeça entre suas coxas, e eu mais ainda mexo e remexo minha língua dentro daquele rabo, ao que ela tenta sair pois sente pequenos choques ao sentir minha língua lambendo seu clitóris.
Segurei o máximo que eu pude minha gozada e ficamos parados por alguns minutos, refeita, me dizia: “Agora sei por que minha irmã não te deixa, o único problema agora é que eu quero ao menos dividir com ela as vezes”, peguei-a pela cintura e ajudei com que levantasse, sentado no sofá, puxei ela pra cima de mim, meu cacete não aguentava mais e queria gozar. Ela ajeitou-se e de frente pra mim foi sentando no meu colo, com a sua mão direccionou meu pénis para a porta de entrada e foi descendo devagar. Senti cada milímetro em que entrava dentro dela, bem devagarinho cheguei até onde podia e ela começou a rebolar lentamente em cima de mim. Creio que foram no maximo 5 movimentos de vai-e-vem e….jorrei violentamente dentro dela, explodi como se fosse um vulcão.
Ao sentir aquele jato quente ela ficou mais excitada e freneticamente começou a rebolar, em poucos segundos agarrou-se a mim e de tanto prazer chegava a tremer o corpo. Gostaria de nunca ter que terminar aquela tarde, mas minha esposa chegaria em poucas horas e a gente não podia deixar rastros. Ficamos um tempo curtindo aquele momento e aquela loucura, eu ainda estava dentro dela, meu pau tinha dado uma relaxada, mas estava novamente voltando a erecção completa.
Ela levantou-se, foi até o banheiro e limpou seu lindo rabinho, voltou e me pediu para colocar por trás, para colocar em seu cuzinho. Não hesitei pois estava de novo de pau duro, lubrifiquei bem aquele cuzinho rosado e devagarinho fui colocando.

Massajando seu clitóris e colocando devagar.Ela quase chorava, num misto de dor e prazer. Primeiro a cabeça ,ela quase desistiu neste momento, depois o resto sem forçar, até o final, sem mexer. Quando senti que ela já estava melhor e que a dor estava se transformando em puro prazer, comecei a estocar com todo o carinho e sempre massajando seu rabinho. Não demorou muito pra ela se soltar e começar a pedir que eu fizesse com força, ela começou a rebolar e com movimentos rápidos quase arrancava o meu pau de dentro do seu cuzinho, eu com o dedo enfiado na sua xana, estava nas nuvens, quando senti que o seu corpo começava a se retorcer e tão rápido quanto começou , chegava novamente ao orgasmo, continuei a estocar e gozei dentro daquele cuzinho como se fosse para deixar marcado o território. Despencamos os dois no tapete e quase sem forças quase dormimos ali mesmo. Assustamos levantamos, ela foi ao banheiro e se vestiu, saindo la de casa da mesma forma que entrou, calmamente. Nunca conversamos sobre o acontecido e até hoje de vez em quando ainda nos encontramos em algum motel.
Sem culpas e sem remorsos, amo minha mulher e se tudo correr bem ainda trepo com as duas juntas. São muito deliciosas!

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